Daniela De Géa - Instrutora e Terapeuta Integrativa

Daniela De Géa - Instrutora e Terapeuta Integrativa Instrutora e Terapeuta Integrativa
Doutoranda e Psicanálise em formação

20/03/2026

Você já percebeu que, quando algo não muda…
a gente tenta dar um nome pra isso?

Falta de disciplina.

Autossabotagem.

Perfeccionismo.

Mas esses nomes são só tentativas de explicar o comportamento.

Eles não explicam a causa.

Porque, se fosse só falta de disciplina… você já teria resolvido.

Você sabe o que precisa fazer.

Você já tentou.

Você já entendeu.

Mas continua repetindo.

E isso não acontece por acaso.

Existe uma lógica interna aí.

Um ponto inconsciente que ainda não foi acessado.

Às vezes é uma proteção.

Às vezes é um medo.

Às vezes é algo que, em algum momento da sua história, fez sentido manter.

O problema é que, hoje… isso te trava.

E enquanto essa raiz não é acessada, não só entendida, mas sentida, o padrão continua.

Não porque você não quer mudar.

Mas porque ainda existe algo em você que precisa que isso continue assim.

Se isso te atravessou de alguma forma, não ignore.
Tem coisa aí pedindo para ser olhada de outra forma.

Dani G

15/03/2026
13/03/2026

Vivemos numa época que promete soluções rápidas para quase tudo.

Resultados em dias. Transformações em semanas. Respostas imediatas.

Mas a psique humana não se reorganiza na lógica da pressa.

Cada pessoa carrega anos de experiências, emoções não elaboradas, memórias familiares, aprendizados inconscientes e formas de proteção que foram construídas ao longo da vida.

Esperar que tudo isso se transforme de uma hora para outra é, no mínimo, injusto consigo mesmo.

Autoconhecimento não é um evento.

É um caminho.

E às vezes o movimento mais importante não é a grande virada…

é simplesmente continuar olhando para si com mais honestidade.

Pequenas compreensões, quando se acumulam ao longo do tempo, mudam profundamente a forma como alguém vive.

Não existe linha de chegada.

Existe apenas o movimento de se tornar, pouco a pouco, mais consciente de si mesmo.

11/03/2026

No processo de autoconhecimento existe um ponto delicado: reconhecer sentimentos que aprendemos a considerar “errados”.

Raiva…… inveja…. Ciúmes…. Medos….
I
Muito se tenta negar essas emoções para sustentar uma imagem de equilíbrio ou de espiritualidade.

Mas a psique não funciona através da negação.

Aquilo que não é reconhecido não desaparece. Apenas passa a agir no inconsciente.

E quando uma emoção permanece escondida, ela costuma se manifestar de outras formas: reações exageradas, comparações, autossabotagem, conflitos repetidos.

Dar nome ao que sentimos é um gesto de coragem.

Porque, a partir do momento em que a emoção é vista, ela deixa de agir nas sombras.

E então começa algo muito importante: a elaboração.

Reconhecer a própria sombra não nos torna piores.
Nos torna mais livres.

10/03/2026

O verdadeiro caminho do autoconhecimento começa quando paramos de tentar parecer melhores do que somos… e começamos a ser mais honestos com aquilo que sentimos.

Reconhecer a própria sombra exige coragem.

Coragem para admitir emoções que muitas vezes aprendemos a esconder ou a negar raiva, inveja, ciúmes, medo, ressentimento.

Não porque sejamos “maus” por senti-las, mas porque são partes humanas da nossa experiência psíquica.

O problema não está em sentir.

O problema está em fingir que não sente.

Quando essas emoções são negadas, elas não desaparecem.

Elas apenas passam a agir de forma inconsciente, nas reações desproporcionais, nos conflitos repetidos, nas relações que se desgastam sem que a pessoa compreenda exatamente por quê.

Por isso, admitir o que se passa dentro de nós é um gesto profundamente transformador.

Porque aquilo que é reconhecido pode ser elaborado.

A emoção deixa de comandar no escuro e passa a ser compreendida, integrada, ressignificada.

É assim que a maturidade psíquica começa a se formar: não quando a pessoa tenta ser só luz…

mas quando ela tem coragem de olhar para dentro, reconhecer suas próprias sombras e, a partir daí, tornar-se cada vez mais consciente de si mesma.

Dani

06/03/2026

Quando a culpa permanece por muito tempo, ela deixa de ser apenas um sentimento momentâneo e passa a se tornar uma lente através da qual a pessoa enxerga a própria vida.

Tudo começa a ser interpretado a partir da autocobrança: pequenos erros parecem enormes, situações comuns viram motivo de autocrítica e surge a sensação constante de precisar compensar algo.

Muitas vezes essa culpa se forma ainda na infância, quando a criança assume responsabilidades emocionais que não eram dela, tentando agradar, evitar conflitos ou “consertar” o ambiente familiar.

Com o tempo, isso se transforma em um padrão interno: a pessoa passa a se responsabilizar por tudo, pelo que fez, pelo que não fez e até pelo que nunca esteve sob seu controle.

Quando a culpa não é elaborada, ela não desaparece.

Apenas muda de forma, podendo surgir como autossabotagem ou dificuldade de receber amor, prosperidade e reconhecimento.

Por isso trabalhar a culpa é um movimento profundamente libertador: não para negar responsabilidades, mas para devolver cada peso ao lugar que realmente pertence.

E quando isso acontece, a energia que estava presa na culpa volta a circular como vitalidade e possibilidade de vida.

05/03/2026

Muitas pessoas passam anos tentando mudar a própria vida sem perceber que estão tentando resolver no presente algo que nasceu muito antes.

Porque aquilo que marcou emocionalmente uma criança não desaparece com o tempo.

Ele se reorganiza dentro da psique.

Às vezes vira medo de abandono.

Às vezes vira necessidade excessiva de agradar.

Às vezes vira dificuldade de confiar, de se posicionar ou de acreditar que merece algo melhor.

O curioso é que quase nunca percebemos que estamos repetindo algo antigo.

Sentimos apenas que certas histórias parecem sempre se repetir.

Mudam os rostos.

Mudam os cenários.

Mas a sensação emocional é a mesma.

Na psicanálise, compreendemos que isso acontece porque o inconsciente tende a recriar situações semelhantes às que já foram vividas, na tentativa de finalmente encontrar uma resolução para aquilo que um dia ficou em aberto.

Por isso, olhar para a própria história não é ficar preso ao passado.

É justamente o contrário.

É o que permite interromper repetições silenciosas e abrir espaço para experiências novas, mais conscientes e mais livres.

Quando aquilo que estava inconsciente ganha linguagem, compreensão e acolhimento, algo começa a se reorganizar dentro de nós.

E o que antes era destino…começa, pouco a pouco, a se tornar escolha.

04/03/2026

Existe um ponto muito importante que quase ninguém fala quando se explica a “teoria do carro vermelho”.

A maior parte desse foco não é consciente.

Estudos da psicologia e das neurociências indicam que cerca de 95% do funcionamento da nossa mente acontece de forma inconsciente.

Ou seja: a maioria dos filtros que direcionam o nosso olhar para a realidade não foi escolhida deliberadamente por nós.

Eles foram construídos.

Construídos a partir das experiências que vivemos, das interpretações que fizemos dessas experiências e também dos padrões emocionais que herdamos do nosso sistema familiar.

Uma criança que cresceu ouvindo que “as coisas são difíceis”, que “dinheiro não vem fácil”, ou que “não se pode confiar nas pessoas”, por exemplo, não percebe que essas frases acabam se tornando lentes através das quais ela passa a enxergar o mundo.

E essas lentes operam silenciosamente.

Então muitas vezes a pessoa acredita que está apenas observando a realidade… quando na verdade está enxergando a realidade através de filtros inconscientes.

É por isso que alguém não “atrai escassez” porque quer.

Ninguém acorda pela manhã desejando viver limitações, conflitos ou repetições dolorosas.

O que acontece é que padrões inconscientes acabam direcionando o foco da mente para determinadas experiências, interpretações e escolhas.

E aquilo que recebe mais atenção psíquica acaba ganhando mais espaço na vida.

Por isso o autoconhecimento é tão transformador.

Porque quando algo que era inconsciente se torna consciente, um novo nível de escolha aparece.

E, pela primeira vez, você deixa de apenas reagir aos padrões que carrega…para começar, de fato, a escolher o que deseja construir.

E cada processo, é único.
17/08/2023

E cada processo, é único.

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