Daniela De Géa - Instrutora e Terapeuta Integrativa

Daniela De Géa - Instrutora e Terapeuta Integrativa Instrutora e Terapeuta Integrativa
Doutoranda e Psicanálise em formação

O ano era 2016, iniciei loira, morando no litoral, estava imersa ao yoga.Foi quando me tornei instrutora e terapeuta e q...
18/01/2026

O ano era 2016, iniciei loira, morando no litoral, estava imersa ao yoga.

Foi quando me tornei instrutora e terapeuta e que sigo até hoje.

Foi quando tbm descobri que minha vida nunca mais seria a mesma. 10 dias antes do meu aniversário descubro a gravidez 🩵

Resolvi voltar a ser morena e cortar o cabelo.

De fato, o ano que marcou o antes e depois.

(Na 🌊 da trend)

17/01/2026

Tem ambientes que não fazem barulho …mas vão te contaminando em silêncio.

Não é sobre fraqueza.

Mas porque o meio educa o corpo, a mente e o comportamento.

Aos poucos, o que não é seu começa a parecer normal.

O tom, o ritmo, as escolhas, os limites… tudo vai sendo ajustado para caber.

E sem perceber, você começa a se afastar de si para pertencer ao lugar errado.

O ambiente errado não precisa ser tóxico no discurso.

Às vezes ele só é incoerente com quem você é.

E isso já basta para te confundir, te moldar, te encolher.

Quando você ainda não sabe quem é,
qualquer referência vira direção.

Qualquer grupo vira identidade.

Qualquer afeto vira permissão.

Mas quando você se conhece de verdade, algo muda.

Você para de ser levado.

Para de negociar seus valores por aceitação.

Para de se adaptar ao que te adoece só
para não f**ar de fora.

O autoconhecimento cria um campo interno tão claro que o ambiente deixa de te engolir.

Você passa a escolher onde f**a, com quem anda e o que não faz mais sentido sustentar.

Não é sobre se isolar.

É sobre não se abandonar.

Se esse texto tocou algo aí dentro, talvez seja só um convite gentil: voltar para si, se escutar com mais honestidade e construir um pertencimento que não exige que você se diminua.

O caminho do autoconhecimento não te afasta do mundo.

Ele só te devolve para casa.

Dani G.

O ano era 2017.Eu vi aquele anúncio pela primeira vez… e algo dentro de mim soube.Não foi racional. Foi um “eu quero ser...
15/01/2026

O ano era 2017.
Eu vi aquele anúncio pela primeira vez… e algo dentro de mim soube.
Não foi racional. Foi um “eu quero ser isso” que veio inteiro, sem pedir licença.

No ano seguinte, lá estava eu, fazendo as formações como praticante.
E, ao final daquele mesmo ano, veio a tal “voz”. Baixinha, firme, impossível de ignorar:
“Vai para o México fazer a formação como instrutora.”

Confesso… titubeei.
Mas quando o propósito é verdadeiro, a vida começa a se organizar ao redor dele.
E tudo foi se alinhando para dar certo.

Até que, três dias antes da viagem, o Diego recebe um telefonema da empresa, precisava embarcar.

Naquele instante, meu chão caiu.
Era eu… e o Theo. Com um ano e meio.

Minha sorte, e minha rede, foi que meus sogros estariam comigo nessa jornada.
Mas o corpo sente. O campo sente.
E o Theo, que nunca havia f**ado doente até então, sentiu tudo o que eu estava tentando segurar.

No dia do embarque, ele acorda com febre alta, vômito e diarreia. E eu desestabilizo de novo.

O voo foi um desafio:
trocas incontáveis de fralda, febre, não dormi.
Não romantizo, foi difícil.
Foi uma prova. Daquelas que a alma pede e o ego questiona.

As primeiras noites do curso foram
eu acordada, com ele no colo, tentando fazê-lo dormir, ainda com febre.

Foram 11 dias mergulhada nessa experiência.

Exausta. Presente. Inteira.
E sem saber que, depois daquela travessia, tantas coisas lindas estavam me esperando.

O tempo voou.

Hoje, exatamente hoje, há sete anos atrás, eu embarcava nessa aventura chamada ThetaHealing.

Posso sentir a emoção agora mesmo, de como foi eu entrar naquela sala, meu crachá, fone para tradução simultânea, terapeutas do mundo interior reunido. Eu chorei, agradeci por aquilo, mesmo em meio a desafios, era uma grande realização.

O ThetaHealing, para mim, foi isso: uma ferramenta, sim.

Mas, sobretudo, uma porta de entrada para um mundo que eu já sentia… e finalmente pude habitar.

07/01/2026

Nem tudo o que você vive começou em você.

Os pactos inconscientes familiares são lealdades silenciosas que atravessam gerações.

Eles não se formam por fraqueza, mas por amor e pertencimento.

O problema é que, muitas vezes, o preço desse pertencimento é o próprio bem-estar.

A constelação familiar, na abordagem integrativa, amplia esse olhar.

Não se trata apenas de ver o padrão no campo, mas de permitir que corpo, psique e campo energético participem juntos da elaboração.

Por isso, integro práticas como imaginação ativa, respiração consciente e meditação guiada, respeitando o ritmo, a história e o tempo interno de cada pessoa.

Aqui, não apagamos histórias.

Ampliamos a consciência sobre elas.

E quando a consciência se expande, os pactos deixam de ser destino.

Se sentir o chamado, o caminho começa pelo olhar.

O ano muda no calendário.A gente muda quando dá.Nem todo começo vem com fogos.Alguns chegam cansados, outros silenciosos...
31/12/2025

O ano muda no calendário.

A gente muda quando dá.

Nem todo começo vem com fogos.

Alguns chegam cansados, outros silenciosos, outros só pedindo menos cobrança e mais presença.

Que o ano novo não te exija versões perfeitas.

Que ele te encontre possível, humana, inteira do jeito que der.

E se houver mudança, que seja devagar.

Por dentro.

Sem se abandonar pra caber.

Feliz ano novo!

Do jeito que for verdadeiro. 🌱

Dani G.

Que este Natal não seja apenas uma data no calendário, mas um ponto de reconexão.Que a gente se lembre que o nascimento ...
24/12/2025

Que este Natal não seja apenas uma data no calendário, mas um ponto de reconexão.

Que a gente se lembre que o nascimento celebrado hoje fala menos de um presépio externo e muito mais de algo que pede espaço dentro de nós.

Natal é quando a esperança insiste, mesmo depois de um ano cansado.

É quando o coração, ainda que remendado, se dispõe a amar de novo.

É quando escolhemos suavizar o olhar, perdoar o que pesa e deixar ir o que já não sustenta a vida.

Que neste Natal você não precise ser forte o tempo todo.

Que possa ser verdadeiro.

Que encontre sentido nos pequenos gestos, silêncio onde houve ruído e presença onde antes havia pressa.

E se algo novo precisar nascer em você, um limite, um sonho, uma coragem, ou simplesmente descanso, que haja espaço.

Porque o verdadeiro Natal acontece quando a gente se torna morada para aquilo que é mais humano, mais amoroso e mais inteiro em nós.

Feliz Natal.

Com menos obrigação, mais consciência e um coração disponível para o que a vida quer gerar agora. 🎄 com carinho, Dani G.

09/12/2025

Às vezes a gente cresce achando que está tomando decisões super conscientes…

Mas quando vê… está vivendo a versão remixada da história da família inteira.

E não é porque a gente “quer”. É porque, lá no fundo, bem no fundo mesmo, existem pactos invisíveis, silenciosos.

São os pactos inconscientes familiares.

Aquelas promessas que ninguém assinou, mas todo mundo segue.

Coisas como: repetir a forma de amar da mãe, herdar o medo do pai, carregar a tristeza da avó, sustentar padrões que nem são nossos, mas que o sistema familiar deixou ali… como quem diz: “segura isso pra mim rapidinho?”

E a gente segura por décadas.

Só que chega um momento em que o corpo pesa, a mente reclama e a alma fala: “Ei… isso não é meu.”

E é aí que o caminho começa: quando você tem coragem de perceber o que repete, o que pertence a você e o que você só pegou emprestado sem perceber.

Quando você decide que a sua história pode ser escrita com a sua voz, não com a voz dos que vieram antes.

E isso é libertador.

É como respirar com pulmões que, finalmente, são seus.

Se esse tema acendeu algo aí dentro, te convida a olhar para isso comigo através da Constelação Familiar Integrativa, uma abordagem profunda, amorosa e reveladora, que eu facilito individualmente.

Se você sente que está repetindo algo que não entende… talvez seja exatamente o momento de iluminar essas raízes.

04/12/2025

💛

02/12/2025

Tem horas em que a vida pede silêncio.

Não para a gente fugir, mas para olhar com sinceridade e perguntar: o que isso está querendo me ensinar?

Viktor Frankl descobriu, no meio do sofrimento mais extremo, que o ser humano só atravessa a vida de verdade quando encontra um sentido para existir.

Não é o porquê que transforma.

É o para quê.

Porque a dor chega, a perda machuca, a frustração pesa, e tudo em nós quer entender.

Mas sentido não é explicação.

Sentido é direção.

E ele não nasce pronto.

Nasce da forma como você escolhe responder ao que vive.

Da liberdade interna que ninguém pode tirar.

Da coragem de olhar para a própria história sem se aprisionar nela.

Quando encontramos um para quê, o sofrimento não desaparece mas se reorganiza.

Vira caminho.

Agora, com calma e carinho, te faço uma pergunta que só você pode responder:

qual o sentido da tua vida hoje?

18/08/2023
E cada processo, é único.
17/08/2023

E cada processo, é único.

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