Maila Silva Pastor - Psicóloga Clínica

Maila Silva Pastor - Psicóloga Clínica Psicóloga clínica Psicóloga clínica e acupunturista.

Às vezes, a dor não é só sofrimento — é também vínculo.Na psicanálise, o sintoma pode ser uma forma de manter vivo aquil...
22/04/2026

Às vezes, a dor não é só sofrimento — é também vínculo.
Na psicanálise, o sintoma pode ser uma forma de manter vivo aquilo que marcou o sujeito. Soltar não é simples, porque implica aceitar a perda, renunciar fantasias e reconstruir-se sem esse elo.
Por isso, em alguns casos, dói mais deixar ir do que permanecer na dor.

01/04/2026

O que a nossa escolha profissional tem a ver com nossos sintomas?

O Dia Internacional da Mulher sempre me faz pensar na profundidade e na complexidade de ser mulher. Há em nós uma mistur...
08/03/2026

O Dia Internacional da Mulher sempre me faz pensar na profundidade e na complexidade de ser mulher. Há em nós uma mistura delicada de força e sensibilidade. Muitas vezes seguimos firmes, mesmo quando estamos sobrecarregadas, mesmo quando a vida pesa um pouco mais do que gostaríamos.
Ser mulher é carregar histórias, marcas, aprendizados e recomeços. É sentir o mundo de forma intensa, sustentar silêncios e, ainda assim, encontrar dentro de si uma capacidade quase infinita de seguir, transformar e amar.
Que este dia não seja apenas sobre homenagens, mas sobre respeito verdadeiro, escuta e reconhecimento daquilo que cada mulher carrega dentro de si: uma história única, profunda e cheia de significado.
🌷

27/02/2026

Não é sobre estar em terapia. É sobre ter coragem de se implicar no que aparece quando a terapia começa de verdade.

📍 Psicóloga Maila Silva Pastor

Hoje eu não falo só como psicóloga, falo como alguém que ficou profundamente tocada por essa notícia. Tanto que demorei ...
15/02/2026

Hoje eu não falo só como psicóloga, falo como alguém que ficou profundamente tocada por essa notícia. Tanto que demorei para falar sobre o assunto.
Esse caso me atravessa. Me indigna, me choca, me revolta.
Um pai matou os próprios filhos e tentou justificar o que fez culpando a esposa.
Nada justifica esse ato. Nenhuma dor autoriza a aniquilação do outro. O que vemos aqui é o retrato de uma falha profunda na capacidade de lidar com a frustração, com o limite e com a própria humanidade do outro.
Pela psicanálise, o que aparece não é o amor — é a posse. Quando o outro deixa de ser reconhecido como sujeito e passa a ser vivido como extensão do próprio eu, qualquer frustração é sentida como uma ameaça insuportável. A traição, nesse cenário, não é elaborada como perda, mas como ferida narcísica profunda: o ego não suporta o limite, o “não”, a separação.
O amor, na sua forma mais madura, admite a falta. Aceita que o outro é outro. Já a lógica da posse tenta anular essa diferença. E quando não há recursos psíquicos para simbolizar a dor, para nomear o sofrimento, para sustentar a frustração, a violência pode surgir como tentativa primitiva de “resolver” o que não foi elaborado.
Não foi um ato passional. Foi um ato de domínio.
Não foi desespero amoroso. Foi onipotência.
Na clínica, sabemos que o ódio pode emergir quando o amor é vivido de forma infantil, fusional, sem limites. Sigmund Freud já apontava que amor e ódio não são opostos simples; eles podem coexistir quando o sujeito não suporta a perda do objeto amado.
Mas isso explica, não justifica.
E é impossível ignorar: as crianças foram usadas como objeto de vingança. Instrumentalizadas para ferir a mãe, para reafirmar poder, para negar a separação. Isso é devastador. Criança não é extensão de conflito conjugal. Criança não é território de guerra emocional.
Quem ama protege.
Quem ama cuida.
Quem ama não destrói.
E é por isso que esse caso nos convoca — como sociedade e como clínica — a falar de responsabilidade emocional, de elaboração psíquica e, sobretudo, de proteção à infância. Porque quando o adulto não sustenta seus afetos, o preço nunca pode ser pago por uma criança.

22/01/2026

Como a melhora acontece na análise?

Nem todo dia será extraordinário, e tudo bem. A beleza da jornada está em reconhecer que cada fase cumpre o seu papel: o...
19/01/2026

Nem todo dia será extraordinário, e tudo bem. A beleza da jornada está em reconhecer que cada fase cumpre o seu papel: o incrível nos nutre, o horrível nos ensina a resistir e o comum nos permite processar tudo isso.
​A vida é, acima de tudo, a integração de todas essas partes.

Qual dessas fases você está atravessando hoje? 🌿

Do ponto de vista clínico, a cura não se inicia pela eliminação imediata do sofrimento, mas pelo reconhecimento conscien...
12/01/2026

Do ponto de vista clínico, a cura não se inicia pela eliminação imediata do sofrimento, mas pelo reconhecimento consciente daquilo que causa dor. Evitar, negar ou silenciar o sofrimento pode funcionar como um mecanismo de defesa momentâneo, porém tende a manter o conflito ativo e recorrente.
Olhar para o que dói exige disponibilidade psíquica e sustentação emocional. Trata-se de um processo que envolve nomear afetos, compreender repetições e reconhecer experiências que marcaram a história subjetiva do indivíduo. Esse movimento não é simples, tampouco linear, mas é fundamental para que o sofrimento possa ser simbolizado e elaborado.
No espaço terapêutico, a escuta qualificada possibilita que a dor seja acolhida sem julgamento, permitindo que o sujeito construa novos sentidos para suas vivências. A partir desse olhar atento e responsável sobre o próprio sofrimento, abre-se a possibilidade de transformação, fortalecimento psíquico e maior autonomia emocional.
A cura, portanto, não se resume à ausência de dor, mas à capacidade de se relacionar com ela de forma mais consciente, integrada e menos paralisante. É nesse encontro com o que dói que o processo terapêutico verdadeiramente começa.

📍Maila Silva Pastor - Psicóloga

BA - Argentina 🇦🇷
09/01/2026

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02/01/2026

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30/12/2025

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