30/12/2025
Cada alma é única, mesmo quando a vida nos atravessa com experiências semelhantes. Duas pessoas podem viver o mesmo acontecimento, mas jamais o sentirão da mesma forma. Cada uma interpreta a experiência a partir da própria história, das suas feridas, da sua luz e da memória que carrega, visível e invisível.
Somos diferentes porque cada espírito traz um caminho, um propósito e uma sensibilidade que ninguém mais possui.
E essa diferença é sagrada. É ela que transforma a vida em um grande tecido de vozes, cores e aprendizados em constante movimento.
Quando compreendemos isso, deixamos de comparar o nosso processo com o do outro. Soltamos a necessidade de “ser igual” e começamos a honrar a forma única como a nossa alma escolhe crescer, curar e lembrar quem é.
Compartilhamos experiências, sim, mas não compartilhamos o mesmo olhar.
Compartilhamos a estrada, mas não o ritmo.
Compartilhamos a humanidade, mas não a maneira de habitá-la.
A espiritualidade nasce exatamente aí. No reconhecimento de que cada ser é um universo vivo, uma verdade em transformação. Caminhar juntos não significa sermos iguais, mas respeitar e reverenciar a beleza do que é diferente.
Afirmação:
Honro a minha singularidade e celebro a diversidade que cada alma oferece ao mundo.