Psicóloga Rafaela Avila Trassantes

Psicóloga Rafaela Avila Trassantes - Psicóloga, Neuropsicopedagoga e Aplicadora ABA

Tem momentos em que a gente percebe que não é sobre o outro…é sobre o quanto estamos nos deixando de lado para tentar ma...
05/05/2026

Tem momentos em que a gente percebe que não é sobre o outro…
é sobre o quanto estamos nos deixando de lado para tentar manter algo.

E isso, aos poucos, vai custando caro por dentro.

Você já se percebeu ultrapassando seus próprios limites para não perder alguém?

Tem momentos em que a gente percebe que não é sobre o outro…é sobre o quanto estamos nos deixando de lado para tentar ma...
05/05/2026

Tem momentos em que a gente percebe que não é sobre o outro…
é sobre o quanto estamos nos deixando de lado para tentar manter algo.

E isso, aos poucos, vai custando caro por dentro.

Você já se percebeu ultrapassando seus próprios limites para não perder alguém?

Um dia de folga com momentos terapêuticos 🤍 Vocês também sentem que precisam disso às vezes?
01/05/2026

Um dia de folga com momentos terapêuticos 🤍
Vocês também sentem que precisam disso às vezes?

Ansiedade infantil nem sempre é óbvia. Muitas vezes, ela aparece como irritação, resistência, choro ou necessidade de co...
30/04/2026

Ansiedade infantil nem sempre é óbvia. Muitas vezes, ela aparece como irritação, resistência, choro ou necessidade de controle — e acaba sendo confundida com comportamento “difícil”.

O que poucos pais percebem é que, por trás disso, existe uma criança tentando lidar com um excesso de estímulos, pensamentos e emoções que ela ainda não sabe organizar.

Quando isso não é compreendido, a tendência é corrigir o comportamento sem olhar a causa. E isso não ensina a criança a lidar com o que sente, só aumenta o desconforto.

Quanto antes esses sinais são identificados, mais leve e saudável se torna o desenvolvimento emocional. Se você percebe isso no seu filho, talvez seja hora de olhar com mais profundidade.

28/04/2026

A maioria das explosões não é sobre desobediência.

É sobre uma criança que ainda não sabe lidar com o que está sentindo.

Frustração, medo, insegurança, cansaço… tudo isso pode se transformar em comportamento quando não existe estrutura emocional para processar.

E quando o adulto responde só com correção, a criança não aprende a lidar, ela só reprime ou intensifica.

Entender isso muda completamente a forma de educar.

A tela não é o único problema. Muitas vezes, ela é só o sintoma.Quando uma criança depende do celular para se acalmar, s...
24/04/2026

A tela não é o único problema. Muitas vezes, ela é só o sintoma.

Quando uma criança depende do celular para se acalmar, se distrair ou se regular, isso pode indicar uma dificuldade emocional que ainda não foi trabalhada.

E quanto mais isso é ignorado, mais a criança passa a depender desse recurso externo para lidar com o que sente.

Por isso, o foco não é só limitar o uso, mas entender o que está sendo substituído ali.

Nem toda desatenção é TDAH. Mas toda desatenção precisa ser compreendida.O que muitos pais não percebem é que, quando o ...
21/04/2026

Nem toda desatenção é TDAH. Mas toda desatenção precisa ser compreendida.

O que muitos pais não percebem é que, quando o comportamento não é investigado, a criança começa a receber rótulos — e, com o tempo, passa a acreditar neles.

O problema não é só a dificuldade em si, mas o impacto emocional que ela gera quando é mal interpretada.

Se você já percebeu sinais assim no seu filho, não ignore. Entender a causa muda completamente o caminho.

A forma como uma criança fala consigo mesma não surge do nada. Ela é construída a partir do ambiente, das relações e das...
16/04/2026

A forma como uma criança fala consigo mesma não surge do nada. Ela é construída a partir do ambiente, das relações e das experiências emocionais que ela vive diariamente.

Muitas vezes, comportamentos que parecem “falta de esforço” ou “desinteresse” já são reflexo de uma criança que aprendeu, internamente, que não é capaz.

Por isso, antes de corrigir, é necessário compreender. Antes de exigir, é preciso investigar.

Quando existe clareza sobre o que está por trás do comportamento, o desenvolvimento deixa de ser tentativa e passa a ser direção.

Às vezes, o que parece “insegurança normal” já é o começo de uma voz interna crítica sendo construída.Crianças não nasce...
13/04/2026

Às vezes, o que parece “insegurança normal” já é o começo de uma voz interna crítica sendo construída.

Crianças não nascem se diminuindo. Elas aprendem, aos poucos, a duvidar de si — através das experiências, das relações e da forma como são conduzidas emocionalmente.

O problema é que, quando isso não é percebido, essa voz cresce junto com elas e passa a influenciar comportamento, autoestima e até a forma como enfrentam desafios.

Se você percebe esse tipo de fala no seu filho, não ignore. Observar cedo pode mudar completamente o desenvolvimento emocional dele.

11/04/2026

Tem um momento no filme Luca que parece simples… mas diz muito sobre o que acontece dentro de muitas crianças.

Aquelas vozes internas que dizem “você não consegue”, “vai dar errado”, “melhor nem tentar”… não surgem do nada. Elas são construídas ao longo do tempo, a partir das experiências, dos ambientes e, principalmente, das relações.

Uma criança que escuta críticas constantes, cobranças excessivas ou é invalidada emocionalmente pode começar a reproduzir isso dentro de si. E, com o tempo, essa voz deixa de ser externa… e passa a ser interna.

O problema é que, quando isso não é percebido, a criança cresce acreditando que essa voz é a verdade e não uma construção.

Por isso, olhar para o emocional infantil não é “mimar” ou “exagerar”. É cuidar da forma como essa criança vai se enxergar e se posicionar no mundo.

Se o seu filho já demonstra medo de errar, insegurança ou se cobra demais… talvez não seja só comportamento. Pode ser o início de uma voz interna que precisa ser acolhida e ressignificada.

11/04/2026

Ser psicóloga infantil não é só “brincar com criança”.

É entrar em um mundo onde, muitas vezes, o que a criança não consegue dizer… ela mostra.

É perceber que por trás de um comportamento “difícil” pode existir frustração, insegurança, medo ou até uma dificuldade que ninguém ainda conseguiu nomear.

É traduzir emoções, orientar os pais e construir caminhos para que aquela criança consiga se desenvolver com mais segurança, autonomia e leveza.

E a verdade é que, quando uma criança melhora, não é só ela que muda… a família inteira respira diferente.

Se você sente que tem algo no comportamento do seu filho que precisa ser olhado com mais atenção, talvez não seja “fase”. Talvez seja um pedido de ajuda que ainda não foi compreendido.

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