Instituto Jussara Budniak

Instituto Jussara Budniak Seja bem-vindo(a) ao Alma No-Divã.

Se você sente que está carregando mais do que pode suportar,
✓ Se deseja entender os seus ciclos, os seus silêncios e os seus medos,
✓ Se quer construir um caminho de auto cuidado profundo,

🌿 Este é o seu lugar.

03/02/2026

Alma-no-divã:

Acreditar que o cargo é a identidade real é um perigo psicológico.

Quando eu me confundo com a minha função social, eu viro uma etiqueta. Um título. Um crachá que anda. E, sem perceber, começo a existir para sustentar uma imagem, não para sustentar um eu.

Cargo, status e reconhecimento podem ser ferramentas. Mas, quando viram espelho, acontece um empobrecimento silencioso: a pessoa passa a se medir por indicadores, por posições, por “lugar” no olhar do outro. E aí algo muito íntimo se perde: a singularidade. Aquilo que não cabe em organograma nenhum.

Porque função é papel. Identidade é história. Função pode acabar numa demissão, numa aposentadoria, numa mudança de rota. Identidade, não. Identidade deveria sobreviver ao aplauso e ao silêncio.

O perigo é esse: quando o sujeito se reduz ao cargo, ele vira um pequeno número, um dado estatístico, alguém substituível. E o mais triste é que, muitas vezes, ele começa a se tratar assim. A própria alma entra em modo produtividade.

E eu gosto de pensar numa pergunta simples, quase desconfortável, mas necessária:
quem você é quando ninguém está te chamando pelo seu título?

Porque se o “eu” só existe quando o “cargo” existe, então não é autoestima, é dependência de validação. E viver assim é se perder de si, tentando caber onde só cabem funções.

Jussara Budniak | Psicanalista Alma-no-divã

Quando um gatilho acende, ele não “ativa” apenas uma lembrança. Ele abre uma porta. E por essa porta entra um pedaço do ...
02/02/2026

Quando um gatilho acende, ele não “ativa” apenas uma lembrança. Ele abre uma porta. E por essa porta entra um pedaço do passado que não ficou no passado: ficou vivo no corpo, no jeito de sentir, no modo de se defender.

É por isso que, em certos momentos, você percebe que está reagindo “grande demais” para o que aconteceu agora. Uma palavra, um tom de voz, um silêncio, um olhar… e de repente seu coração dispara, sua garganta fecha, sua pele f**a alerta, sua cabeça entra em guerra. A cena atual vira só o fósforo. O incêndio é antigo.

Na psicanálise, a gente entende isso como a repetição do que não pôde ser elaborado. O trauma não é só o que aconteceu lá atrás. É o que ficou sem amparo dentro de você quando aconteceu. É a emoção que não teve testemunha. A dor que não teve nome. O medo que não encontrou colo. O abandono que não encontrou explicação. Quando isso não é metabolizado, não vira memória… vira reação.

E aí, na vida adulta, você até tem mais recursos, mais inteligência, mais maturidade. Mas o seu sistema psíquico, quando sente ameaça, pode regredir para o ponto exato onde aprendeu a sobreviver. A “idade do trauma” é a idade do seu mecanismo de defesa. É ali que você aprendeu a se calar, a agradar, a se encolher, a atacar antes de ser atacada, a sumir por dentro para aguentar.

Por isso a pessoa adulta pode discutir como se fosse uma criança implorando para não ser deixada. Pode sentir vergonha como se ainda estivesse diante de um olhar que humilha. Pode ter ciúme, desconfiança ou controle como se o amor sempre viesse com risco. Pode se desesperar com silêncio como se o silêncio fosse abandono. O gatilho não é frescura. É memória emocional.

E aqui tem uma verdade que muda tudo: a reação não é “quem você é”. É quem você precisou ser quando não tinha escolha. É a criança ou o adolescente interno tentando, com as mesmas armas de antigamente, resolver uma dor que nunca teve linguagem.

O trabalho analítico vai justamente fazendo esse caminho: separar o “agora” do “antes”. Dar nome ao que era só sensação. Transformar o que era pânico em história. E, pouco a pouco, construir dentro de você um adulto capaz de acolher essa parte ferida sem deixá-la dirigir sua vida.

Porque quando o gatilho acende, o que cura não é vencer a emoção no braço. É reconhecer: “isso é antigo”. E oferecer, por dentro, aquilo que faltou lá atrás.

Jussara Budniak | Psicanalista Alma-no-divã

02/02/2026

Quando um gatilho acende, ele não “ativa” apenas uma lembrança. Ele abre uma porta. E por essa porta entra um pedaço do passado que não ficou no passado: ficou vivo no corpo, no jeito de sentir, no modo de se defender.

É por isso que, em certos momentos, você percebe que está reagindo “grande demais” para o que aconteceu agora. Uma palavra, um tom de voz, um silêncio, um olhar… e de repente seu coração dispara, sua garganta fecha, sua pele f**a alerta, sua cabeça entra em guerra. A cena atual vira só o fósforo. O incêndio é antigo.

Na psicanálise, a gente entende isso como a repetição do que não pôde ser elaborado. O trauma não é só o que aconteceu lá atrás. É o que ficou sem amparo dentro de você quando aconteceu. É a emoção que não teve testemunha. A dor que não teve nome. O medo que não encontrou colo. O abandono que não encontrou explicação. Quando isso não é metabolizado, não vira memória… vira reação.

E aí, na vida adulta, você até tem mais recursos, mais inteligência, mais maturidade. Mas o seu sistema psíquico, quando sente ameaça, pode regredir para o ponto exato onde aprendeu a sobreviver. A “idade do trauma” é a idade do seu mecanismo de defesa. É ali que você aprendeu a se calar, a agradar, a se encolher, a atacar antes de ser atacada, a sumir por dentro para aguentar.

Por isso a pessoa adulta pode discutir como se fosse uma criança implorando para não ser deixada. Pode sentir vergonha como se ainda estivesse diante de um olhar que humilha. Pode ter ciúme, desconfiança ou controle como se o amor sempre viesse com risco. Pode se desesperar com silêncio como se o silêncio fosse abandono. O gatilho não é frescura. É memória emocional.

E aqui tem uma verdade que muda tudo: a reação não é “quem você é”. É quem você precisou ser quando não tinha escolha. É a criança ou o adolescente interno tentando, com as mesmas armas de antigamente, resolver uma dor que nunca teve linguagem.

O trabalho analítico vai justamente fazendo esse caminho: separar o “agora” do “antes”. Dar nome ao que era só sensação. Transformar o que era pânico em história. E, pouco a pouco, construir dentro de você um adulto capaz de acolher essa parte ferida sem deixá-la dirigir sua vida.

Porque quando o gatilho acende, o que cura não é vencer a emoção no braço. É reconhecer: “isso é antigo”. E oferecer, por dentro, aquilo que faltou lá atrás.

Jussara Budniak | Psicanalista Alma-no-divã

01/02/2026
31/01/2026

Desde pequena eu sentia um incômodo que hoje consigo nomear com mais precisão: quando alguém precisa repetir uma palavra “bonita” o tempo todo, muitas vezes é porque aquilo não está vivo por dentro.

Na clínica a gente vê isso acontecer em escala íntima, nas relações, e também em escala coletiva, nos discursos. O sujeito fala, fala, fala de “democracia”… e o excesso começa a soar como defesa, não como convicção. Porque quando um valor é realmente sustentado, ele aparece em atitudes, em limites, em coerência. Não precisa virar slogan.

O que costuma estar por trás dessa obsessão?

1) A palavra como máscara

Quando a realidade incomoda, a mente aprende um truque: troca prática por rótulo. O rótulo dá sensação de virtude sem o custo da coerência. É uma forma de “se blindar” moralmente: se eu digo “democracia” o tempo todo, eu me apresento como alguém acima de suspeitas, mesmo que minhas escolhas caminhem para o controle.

2) Reação ao próprio desejo de mandar

Tem gente que não tolera a própria fome de poder. Então faz o oposto no discurso: fala de participação, fala de povo, fala de liberdade, fala de democracia. É a psique tentando se purif**ar pela fala do que não conseguiu elaborar por dentro. Quanto mais negado é o impulso, mais teatral vira a virtude.

3) A inversão: transformar crítica em ameaça

Um mecanismo bem comum é deslocar a conversa: em vez de discutir atitudes concretas, a pessoa tenta controlar a percepção do outro. Se você questiona, vira “inimigo da democracia”. Ou seja, a palavra vira um porrete. E aí “democracia” deixa de ser um sistema e vira um altar. Quem não ajoelha, é punido.

4) Camuflagem pelo excesso

Existe um tipo de mentira que não se faz escondendo, mas exagerando. Fala-se tanto da coisa, que a coisa vira fumaça. E no meio da fumaça, tudo passa. Isso não é “prova” de nada por si só, mas é um padrão: quando o discurso vira vitrine, a intenção real pode estar nos bastidores.

E aqui entra um ponto importante, bem decodif**ado:

Quem respeita a democracia não usa a palavra como escudo.

Respeita limites, tolera oposição, aceita regras que também o contrariem, não tenta calar, humilhar, cancelar ou “reeducar” quem pensa diferente.

24/01/2026

A gente subestima o poder de uma palavra porque ela não deixa hematoma visível.
Mas deixa marca.

A língua cria caminhos. E a morte e a vida estão no poder da língua.
Não é poesia. É realidade emocional.

No ambiente de trabalho, em casa, num relacionamento, existe uma diferença enorme entre falar com verdade e falar com crueldade.

Frases como:
“Você não é capaz.”
“Isso é óbvio, como você não entendeu?”
“Você sempre faz errado.”
Podem parecer “cobrança”, “pressão por resultado”, “educação”, mas muitas vezes funcionam como uma sentença interna: a pessoa começa a duvidar de si, trava, se encolhe, se defende, adoece em silêncio.

E o contrário também é verdadeiro:
Uma linguagem que reconhece, orienta e acolhe não “passa a mão na cabeça”.
Ela sustenta o psicológico para que a pessoa consiga performar sem se destruir.

Não é sobre falar bonito.
É sobre falar com responsabilidade.

Antes de dizer algo, vale uma pergunta simples:
essa frase empurra alguém pra vida… ou empurra alguém pra se apagar por dentro?

— Jussara Budniak

24/01/2026

Alma-no-divã:

Essa imagem é o que eu vejo quando fecho os olhos e escuto alguém de verdade.

O mar não é cenário.
É o inconsciente, é tudo o que você engole para continuar “forte”.

A criança não é nostalgia.
É a parte que ficou esperando amor onde recebeu cobrança, ironia, ausência…
e cresceu aprendendo a se virar sozinha por dentro.

A porta acesa é a virada.
Quando você para de fugir de si e entra com presença.
Sem pressa. Sem máscara. Sem autoengano.

O coração costurado não é fraqueza.
É prova de sobrevivência.
Você não apagou sua história. Você integrou.

Cura não é esquecer.
É parar de se abandonar.

Se essa imagem te atravessou, me diz nos comentários:
qual parte sua está pedindo colo hoje?

Jussara Budniak | Psicanalista • Alma-no-divã

A “Síndrome de Estocolmo” dentro de casa: quando a mãe n@rcisistt@ vira o centro do mundo do filhoJussara Budniak — Psic...
21/01/2026

A “Síndrome de Estocolmo” dentro de casa: quando a mãe n@rcisistt@ vira o centro do mundo do filho

Jussara Budniak — Psicanalista | Alma-no-divã

Existe um tipo de prisão que não tem grades.
Ela tem voz. Tem olhar. Tem ironia. Tem chantagem.
E, às vezes, tem até colo.

Quando uma mãe n@rcisistt@ instala um ambiente de abuso e controle, o filho não vive apenas um conflito: ele vive um regime emocional. E para sobreviver, a psique faz o que sempre fez desde o início da vida: cria estratégias de adaptação. Algumas salvam na infância — e aprisionam na vida adulta.

É aqui que nasce um mecanismo que se parece com a Síndrome de Estocolmo emocional: a vítima cria um vínculo afetivo com o agressor para garantir segurança psíquica. Não é “amor”. É sobrevivência disfarçada de lealdade. É dependência emocional com a máscara da gratidão. É idealização para não enlouquecer.

Como a mãe n@rcisistt@ induz esse vínculo

1) Isolamento e controle

A mãe vai estreitando o mundo do filho até sobrar apenas ela. Controla percepções, interpretações, sentimentos. Desautoriza a realidade da criança:
“Você é sensível demais.”
“Isso não aconteceu.”
“Você entendeu errado.”
Com o tempo, o filho aprende que sua leitura do mundo não vale. E, sem perceber, passa a depender dela até para saber o que sente.

2) Tratamento intermitente: o veneno que vem com açúcar

Ela alterna frieza e afeto. Reprova e depois “abraça”. Humilha e depois elogia. Some e depois dá migalhas de atenção.
Esse vai-e-volta cria um vínculo traumático: o filho vive em estado de alerta e esperança — como quem espera “a versão boa” da mãe voltar. E quando volta, parece milagre. Parece amor. Mas é apenas o ciclo recomeçando.

3) Inversão de papéis: a infância roubada

O filho vira extensão, terapeuta, confidente, escudo emocional. A criança cuida da mãe para não ser punida.
Aqui se forma uma identidade de sobrevivência:
“Se eu for útil, eu existo.”
“Se eu agradar, eu estou seguro.”
O preço é alto: o filho perde a si mesmo tentando manter a mãe estável.

4) Exigência de admiração: o altar da mãe perfeita

A mãe exige ser vista como impecável. Não tolera limites, contradição, autonomia.
O filho aprende que para sobreviver precisa **adorar**. E quando adorar não funciona, ele tenta mais. Porque no inconsciente infantil, a lógica é simples e cruel:
“Se minha mãe me fere, o problema deve ser eu.”

As defesas psíquicas que mantêm a vítima presa

Vínculo de sobrevivência
Como um bebê precisa da mãe para viver, o filho aprende a “amar” quem o ameaça — porque depender é inevitável. A psique escolhe o que mantém vivo, mesmo que doa.

Dissonância cognitiva
A mente tenta conciliar o inconciliável: “Eu amo minha mãe” e “minha mãe me machuca”.
Para reduzir a ansiedade, nasce a fantasia:
“Ela faz isso porque me ama.”
“Ela sofreu muito.”
“Eu que provoco.”
É um pacto interno para manter o chão onde a infância pisaria.

Negação e dissociação
O abuso vira “normal”. A dor vira “exagero”. A criança se separa do que sente para continuar existindo naquele ambiente. O corpo sente, mas a consciência anestesia.

Supervalorização de migalhas
Uma pequena bondade vira prova de amor. Um elogio vira salvação. Um gesto mínimo vira dívida eterna.
E assim se cria a lealdade: não pela presença do amor, mas pelo medo do abandono.

Como lidar: o caminho de volta para si

1) Reconhecer o abuso

É duro, porque dói admitir que aquilo que você chamou de amor era, muitas vezes, controle. Mas reconhecer não é odiar — é ver. E ver é o primeiro ato de liberdade.

2) Estabelecer limites, mesmo com culpa

A mãe n@rcisistt@ reage mal ao “não” porque o “não” rompe o império dela.
Mas limites são a sua certidão de existência. Limite é dizer:
“Eu não vou mais negociar minha dignidade para ter migalhas.”

3) Buscar apoio externo

Terapia, grupos, pessoas que entendem essa dinâmica. O abuso n@rcisistt@ confunde a mente e distorce a realidade. Você precisa de espelhos limpos para se reencontrar.

4) Desenvolver independência emocional

Independência não é “se tornar frio”. É aprender a se cuidar, se proteger, se validar.
É sair do papel de criança que implora e entrar no lugar do adulto que escolhe.

Se você se identificou, eu quero te dizer uma coisa com a seriedade que esse tema exige:
não é fraqueza ter se apegado a quem te feriu.
Foi inteligência emocional de sobrevivência.
Mas o que salvou sua infância não precisa governar sua vida inteira.

Você não precisa mais provar amor para merecer paz.
Você só precisa voltar para si.

Jussara Budniak — Psicanalista | Alma-no-divã

Há um tipo de coragem que não faz barulho — apenas insiste. E há um tipo de crueldade que não tem rosto — apenas comenta...
13/01/2026

Há um tipo de coragem que não faz barulho — apenas insiste. E há um tipo de crueldade que não tem rosto — apenas comenta.

Eu vi Isabel Veloso atravessar a vida como quem atravessa um corredor de hospital: com medo, com dor, mas sem entregar a própria alma à desistência. Há pessoas que “vivem” por décadas e nunca chegam a existir. E há quem, mesmo em cuidados paliativos, tenha a lucidez brutal de pedir ao mundo aquilo que muitos desperdiçam por orgulho: presença, amor, tempo.

As palavras dela não eram frase de efeito. Eram última verdade:

“Respira por mim o que eu não pude respirar. Viva por mim o que eu não pude viver. Ame o que eu não pude amar. Aproveita o seu filho da forma que eu nunca vou poder ter a experiência”.

E então veio o espetáculo dos abutres.
Porque, para a internet, a dor só é “crível” se obedecer ao cronograma. Se não morre rápido, “suspeito”. Se resiste, “marketing”. Se volta a sonhar, “armação”. Como se a doença precisasse ser um atestado moral, e não uma travessia biológica com idas e vindas, remissões e recaídas, esperança e colapso.

O que mais denuncia a miséria humana não é a morte — é o prazer em acusar alguém que já está lutando para respirar.
É a covardia de quem não suporta ver uma mulher frágil e ainda assim inteira, formando família no meio do calvário, ousando amar apesar do risco. Isso desconcerta os pequenos. Porque desmascara o quanto muita gente vive no modo “sobrevivência confortável” e chama isso de vida.

Isabel não foi he***na por “vencer”.
Foi he***na por não permitir que a dor sequestrasse a dignidade. Por continuar sendo pessoa quando tentavam reduzi-la a caso, a conteúdo, a suspeita. Ela mostrou que a existência não se mede em quantidade de dias, mas em densidade de verdade.

E se a história dela cura, também acusa: a internet pode virar um tribunal de ignorância onde a sentença é escrita por quem nunca esteve no corpo do outro. Gente que palpita sobre o que não entende, julga o que não viveu, condena sem direito de defesa — e ainda chama isso de opinião.

O legado dela não é “inspiracional”. É mais duro do que isso:
é um espelho.
Isabel deixa para o filho uma herança invisível.
: a prova de que amar vale apena.

12/01/2026

Alma-no-divã:

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Rio Verde, GO
75906_145

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