13/05/2026
Sou parteira, parceira da ciência e defensora do nascimento respeitoso.
Acredito na ancestralidade, mas também na pesquisa, nos estudos e na construção de conhecimento através da vida que nasce.
Por isso, as placentas de mulheres que parem em casa e não desejam permanecer com ela, assim como de pacientes de parto hospitalar que escolhem doar, são encaminhadas para pesquisa através do instituto parceiro.
Porque, para nós, a placenta é sagrada.
Ela é memória, potência e também ciência.
Não é um material para simplesmente ser eliminado.
E, acima de tudo, respeitamos a escolha de cada mulher.
Se a família deseja permanecer com sua placenta, guardar, ritualizar ou enterrar, essa decisão sempre será respeitada.
Porque a placenta pertence à mulher e à sua história.goias .