01/11/2025
Quando a testosterona “manda mais” e o estrogênio “f**a de escanteio”
Muitas vezes, ao pensar em hormonização ou “chips de testosterona” em mulheres ainda não menopáusicas, o foco está em libido e performance — mas a pele também sente profundamente.
A pele feminina não sofre apenas com a queda estrogênica da menopausa. Quando há testosterona livre elevada, ocorre uma dominância androgênica que altera a estrutura e o comportamento cutâneo.
⚙️ Como isso acontece:
• O estrógeno estimula colágeno, ácido hialurônico e hidratação, mantendo espessura e viço.
• Quando ele está funcionalmente reduzido, a pele f**a mais fina, menos hidratada e com colágeno diminuído.
• A testosterona, por sua vez, estimula as glândulas sebáceas — aumenta oleosidade e textura irregular, enquanto a derme se torna mais seca e fragilizada.
💡 Resultado clínico: pele que parece oleosa, mas está desidratada e sem brilho.
👩⚕️ Por que o dermatologista precisa saber:
Antes da menopausa, muitas mulheres chegam ao consultório com pele “feia” — e o tratamento não está apenas na superfície. Compreender o histórico hormonal é essencial para agir de forma integrada com ginecologia e endocrinologia.
✨ Quando a testosterona domina e o estrogênio perde espaço, a pele fala — e o dermatologista que escuta essa linguagem oferece o cuidado completo.
+