26/11/2025
A biomédica Denise Ramaciote foi assassinada no portão de casa no dia 27 de março deste ano. O caso foi registrado como um crime de perseguição que, segundo relatos, teria sido cometido por Marcelo Cabo Verde, Lívia Cardoso Costa e Catarina. De acordo com a narrativa apresentada, os supostos mandantes seriam Marcelo e Lívia, que atualmente estariam foragidos.
Apesar de oficialmente constarem como não localizados pela Polícia Civil, moradores afirmam que o casal é visto com frequência levando vida normal em Nova Iguaçu, principalmente no Riachão, e que estaria escondido nas comunidades Ben 10 e Para Pedro. Há também relatos de que estariam recebendo ajuda de familiares e até apoio político.
Segundo informações da família e conhecidos, Marcelo teria se apaixonado por Denise e não aceitou a recusa para um relacionamento. Na época, ele estava separado de Lívia, que já vivia com outro homem. Após Denise deixar claro que a relação entre os dois era apenas profissional, Marcelo teria procurado Lívia, envolvendo-a na situação. A partir daí, ambos passaram a ofender Denise, inclusive pelas redes sociais, e a persegui-la até no local de trabalho.
A biomédica registrou ocorrência na 52ª DP, mas uma medida protetiva foi negada porque não havia relação afetiva entre ela e Marcelo.
🔹 O dia do crime
No dia do assassinato, segundo os relatos, Marcelo teria contratado Catarina, sua nora, oferecendo dinheiro e dr**as para que ela ajudasse no crime. Catarina teria aceitado e, junto com Lívia, executou o ataque. Enquanto Lívia distraía Denise, Catarina a esfaqueou. Após ferir a vítima, Catarina ainda tentou atingir a mãe de Denise com uma facada, que acabou pegando em sua mão quando ela tentou se defender.
Após o ataque, Denise caiu próximo ao carro de Marcelo.
🔹 Prisão e liberação
Ainda de acordo com as informações apresentadas, Marcelo e Lívia chegaram a ser presos em flagrante, porém, na Delegacia de Homicídios de Belford Roxo (DHBF), teriam sido liberados pela pessoa responsável no momento, saindo pela porta da frente. Isso permitiu que fossem ao hospital, recuperassem o carro e supostamente destruíssem provas.
Há questionamentos sobre por que a DHBF os liberou, por que o CPF do casal não teria sido consultado e por que uma denúncia feita 15 dias antes não foi considerada.
🔹 Situação atual
Catarina fugiu para uma comunidade em Duque de Caxias. Quando o tráfico local descobriu sua presença, teria a obrigado a se entregar, o que ela fez — sendo hoje a única presa pelo caso.
O casal apontado como mandante permanece solto. Na primeira audiência, apesar de terem advogado particular representando-os, não compareceram.
Segundo informações mencionadas por pessoas no fórum, Marcelo teria diversas passagens pela polícia, mas continuava em liberdade — e, mesmo depois do assassinato, ainda permanece foragido.