Psicóloga Valéria Figueiredo

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Vivemos em um tempo em que somos bombardeados por informações a cada segundo. Basta um clique ou ligarmos a televisão pa...
20/03/2026

Vivemos em um tempo em que somos bombardeados por informações a cada segundo. Basta um clique ou ligarmos a televisão para sermos impactados por notícias sobre violência, tragédias, crises ou doenças.

Isso, claro, nos mantém informados, mas também pode ter um efeito colateral: alimentar ansiedades e medos irracionais, que tiram a nossa paz.

O ser humano busca instintivamente autoproteção. Por isso, diante de notícias ruins, nosso cérebro "aciona" um estado de alerta, como se precisasse se proteger de um perigo real, aqui e agora.

Só que quando esse estado se repete todos os dias, a mente começa a interpretar o mundo como um lugar constantemente ameaçador. Resultado? Dormimos mal, ficamos tensos, evitamos situações sem necessidade e sentimos um medo que não corresponde à realidade imediata - é um fragmento do mundo, não o mundo todo, nem o tempo todo.

Uma forma de se proteger desses efeitos é aprender a dosar a exposição a essas informações, escolhendo fontes confiáveis e realistas. É importante também questionar esse medo e suas reais origens - isso pode ajudar a distinguir entre o que é um perigo real e o que é apenas uma sensação amplificada pelo excesso ou pela forma como essas informações nos são comunicadas.

Lembre-se: você não precisa se desconectar do mundo, mas pode aprender a escolher como se relacionar com ele. Informação deve servir para fortalecer, não para adoecer.

👉 Você já sentiu que o excesso de notícias produziu em você mais apreensão do que realmente deveria? Conte aqui nos comentários!

Muitas vezes, quando algo foge do nosso controle, nossa mente dispara: ansiedade, medo, raiva, frustração. Cada pessoa t...
13/03/2026

Muitas vezes, quando algo foge do nosso controle, nossa mente dispara: ansiedade, medo, raiva, frustração. Cada pessoa tem seu próprio "estilo" de reagir diante do imprevisto: alguns entram em negação, outros se sobrecarregam tentando resolver tudo ao mesmo tempo, e há também quem paralise, como se ficasse sem chão.

A verdade é que não podemos impedir que situações inesperadas surjam. Elas fazem parte da vida e, em muitas vezes, acontecem quando menos esperamos. Pode ser muito difícil controlar as emoções diante delas — afinal, não se trata de fraqueza, mas de humanidade.

Isso, porém, não significa que seja impossível aprender a modular nossas reações. É possível reconhecer cada emoção, dar nome ao que sentimos e, aos poucos, buscar respostas mais conscientes. Não se trata de "anular" a raiva ou o medo, mas de escolher como agir diante deles.

Respirar fundo, observar a si mesmo e se permitir sentir já são passos importantes para não se perder no turbilhão de emoções que surgem diante de um problema inesperado. Essa pausa e esse esforço consciente podem fazer muitas diferença na forma como enfrentamos o que vem pela frente.

Os problemas virão. Isso é certo. A questão não é como eliminá-los, mas como lidar com eles. A verdadeira autoconfiança não vem da ilusão de ter tudo sob controle o tempo todo, e sim da noção de que você terá condições de atravessar o que acontecer. É sobre o que está do lado de dentro muito mais do que sobre o que acontece do lado de fora. 🌿

A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar esses padrões e descobrir novas formas de enfrentar os desafios da vida. Conte comigo!

Nos últimos anos, surgiram diversos aplicativos que prometem auxiliar no cuidado emocional. Alguns oferecem meditações g...
05/03/2026

Nos últimos anos, surgiram diversos aplicativos que prometem auxiliar no cuidado emocional. Alguns oferecem meditações guiadas, exercícios de respiração, práticas de relaxamento e até diários de humor.

Na correria do dia a dia, eles podem, de fato, ser uma forma de se autodisciplinar a parar por alguns minutos e respirar com mais consciência, dedicando um tempo ao próprio bem-estar.

São ferramentas úteis, que podem ajudar a reduzir estresse, melhorar o sono e trazer mais foco e equilíbrio. A tecnologia, quando bem usada, pode ser uma grande aliada no caminho do autocuidado.

Mas será que ela é capaz de substituir o cuidado de um profissional? 🤔

A resposta é não. Aplicativos são ótimos recursos de apoio, mas não substituem o olhar humano, o acolhimento e a escuta presentes em uma relação terapêutica. São complementos, não soluções únicas.

Identificar sintomas, compreender emoções e fazer conexões profundas, olhando para a complexa rede de relações e fatos que fazem parte da sua história - e de mais ninguém - exige uma percepção humana, algo que nenhuma tecnologia pode oferecer.

Se a dor é constante, se os sintomas atrapalham sua vida ou se o peso parece grande demais, buscar ajuda profissional é essencial.

✨ Se você gosta desse tipo de recurso, use sem culpa. Eles podem, sim, ajudar a consolidar hábitos e trazer pequenos respiros de bem-estar. Mas lembre-se: ainda que a tecnologia possa ser uma aliada, o cuidado mais profundo acontece no processo terapêutico e na abertura para se autodescobrir.

Que tal refletir sobre como você tem cuidado da sua mente - e o quanto você tem usado a tecnologia para melhorar esse cuidado, ou, ao contrário, para afastar você do olhar humano que você realmente merece receber?

Você já sentiu como se sua mente simplesmente não desligasse? Pensamentos atropelando uns aos outros, preocupações se ac...
09/02/2026

Você já sentiu como se sua mente simplesmente não desligasse? Pensamentos atropelando uns aos outros, preocupações se acumulando e uma inquietação que impede o descanso, mesmo quando se está exausto.

Esses são sinais de saturação mental — quando o cérebro atinge o limite daquilo que consegue processar. 🧠🔥

Vivemos cercados de estímulos: notificações, prazos, expectativas e comparações constantes — para um cérebro que, mesmo poderoso, não consegue dar conta de tudo.

Nosso cérebro é poderoso, sem dúvida. Mas ele também precisa de pausas. Ignorar esses sinais pode levar a quadros de irritabilidade, esquecimento, dificuldade de concentração e até sintomas físicos, como dores de cabeça e insônia.

Reconhecer quando sua mente pede descanso é um ato de autocuidado. Pode ser dar um tempo das telas, ficar alguns minutos em silêncio, respirar fundo ou simplesmente não fazer nada. O ócio, quando consciente, é reparador.

Permita-se relaxar. Porque, muitas vezes, é só no silêncio que conseguimos entrar em contato com verdades importantes — aquelas que precisamos ouvir sobre nós mesmos.

Não há problema algum em ter uma mente ativa. O problema é quando a intensidade se torna tão alta que, em vez de produzir bons pensamentos, passa a gerar sofrimento e angústia.

Se quiser conversar sobre isso, conte comigo! A psicoterapia pode te ajudar a identificar os sinais de sobrecarga mental e a construir uma rotina mais saudável e leve, com você mesmo e com seus pensamentos.

Você já ouviu falar em fadiga por compaixão?Ela acontece quando alguém se dedica tanto a cuidar dos outros que acaba esg...
30/01/2026

Você já ouviu falar em fadiga por compaixão?

Ela acontece quando alguém se dedica tanto a cuidar dos outros que acaba esgotando suas próprias forças. É comum em profissionais da saúde, cuidadores de pessoas adoecidas ou idosas, professores ou qualquer pessoa que vive constantemente se doando ao outro, às custas do espaço que reserva para si mesma. 💛

Cuidar é bonito, é nobre — e muitas vezes é necessário e inevitável. Mas quando o cuidado vem acompanhado de culpa por descansar ou por abrir mão de tudo o que diz respeito à própria vida, o corpo e a mente começam a cobrar o preço.

Surge o cansaço profundo, o esgotamento mental, a irritação, a sensação de vazio e até a perda do prazer em ajudar. Com isso, o que antes era feito com amor e devoção se transforma em fardo e infelicidade.

A verdade é que cuidar do outro não exige anular-se. Pelo contrário: quanto mais você se conhece e se cuida, mais genuíno e equilibrado se torna o cuidado que é capaz de oferecer.

Autocuidado não é egoísmo — é sobrevivência emocional. Estar bem consigo também é capacitar-se para oferecer o melhor cuidado ao outro. 🌿

Reserve um tempo para si. Pode ser fazer uma caminhada, ouvir uma música que acalma, dormir um pouco mais, tomar um café com calma, conversar com alguém de confiança ou simplesmente respirar fundo antes de recomeçar. São gestos simples, mas que ajudam a recarregar as energias e a lembrar que você também merece cuidado — e que isso não significa esquecer-se dos cuidados com o outro.

Se você sente que está no limite entre o amor ao outro e o cansaço de si, a psicoterapia pode te ajudar a reencontrar o equilíbrio entre empatia e autoacolhimento. Falar sobre isso faz diferença. Conte comigo!

Compartilhar os dias e horas nem sempre significa estar verdadeiramente junto de alguém. Às vezes, o corpo está ali, mas...
21/01/2026

Compartilhar os dias e horas nem sempre significa estar verdadeiramente junto de alguém. Às vezes, o corpo está ali, mas a atenção, o interesse e o afeto estão em outro lugar. 📱💔

A solidão a dois é uma das formas mais silenciosas de distanciamento. Ela acontece quando o vínculo se mantém apenas na aparência: conversas viram trocas superficiais, o olhar se perde nas telas e o "nós" vai, pouco a pouco, se dissolvendo em rotinas automáticas, desinteressadas pela participação do outro. É estar junto, mas sem presença real.

Com isso, o outro, que antes era protagonista em sua vida, passa a ser secundário. O que antes era indispensável passa a ser apenas tolerável. O que era amor pode se transformar em indiferença.

Não é a ausência física que mais machuca, e sim a ausência emocional, a falta de escuta, de presença genuína, de curiosidade pelo outro. Relações se alimentam de conexão e, sem isso, acabam se tornando convivências frias, sem espaço para a intimidade e para a troca.

O mundo de hoje, tão cheio de "espaços individuais", parece facilitar esses pequenos hábitos de distanciamento diário. A boa notícia é que isso pode ser transformado, ou substituído, por novos hábitos.

Quando há disposição para conversar com honestidade e reaprender a estar junto, a relação pode voltar a ser um espaço de partilha, presença e afeto, não de solidão e companhia vazia. 🌿

Se você sente que está perto de alguém, mas ao mesmo tempo distante, a psicoterapia pode te ajudar a compreender o que está acontecendo e a reconstruir o diálogo e os pontos que geram proximidade e conexão. Conte comigo!

Você já se sentiu dividido entre dois sentimentos ao mesmo tempo? Como querer e não querer, amar e se irritar, sentir fa...
15/01/2026

Você já se sentiu dividido entre dois sentimentos ao mesmo tempo? Como querer e não querer, amar e se irritar, sentir falta e, ao mesmo tempo, precisar de distância? 🌧️☀️

Essas contradições fazem parte da vida emocional e têm nome: ambivalência. Elas nos lembram que os sentimentos humanos nem sempre seguem uma lógica simples. Podemos sentir afeto e raiva, alegria e culpa, gratidão e cansaço - tudo coexistindo dentro de nós. Isso não significa confusão ou fraqueza; significa apenas que somos emocionalmente complexos.

Muitas vezes, tentamos forçar uma escolha entre o "sim" e o "não", entre o "gosto" e o "não gosto", como se houvesse só uma resposta certa. Mas há muitas verdades no meio do caminho. Entre o preto e o branco, existe uma infinidade de tons de cinza, e é justamente nesse "mei do caminho" que mora o equilíbrio emocional.

Aceitar que é possível sentir coisas opostas ao mesmo tempo é uma prova de maturidade. É o primeiro passo para não se punir por "sentir demais" ou por não saber exatamente o que se quer. Porque, na maioria das vezes, não saber também faz parte do processo de se entender.

Negar o conflito só aumenta o sofrimento. Já olhar para ele com curiosidade e compaixão abre espaço para o autoconhecimento e para uma relação mais leve com as próprias emoções. 🌿

Esse respeito às emoções aparentemente opostas também pode levar a decisões mais equilibradas e cuidadosas, tanto para você quanto para as pessoas com quem se relaciona.

A psicoterapia é um espaço seguro para explorar essas ambivalências com acolhimento e sem julgamentos. Um lugar para ouvir o que cada emoção tenta dizer, além do simples "sim" ou"não". Vamos falar sobre isso?

✨ Que este novo ano venha com mais leveza, esperança e boas energias!Um convite para cuidar da mente, celebrar os recome...
31/12/2025

✨ Que este novo ano venha com mais leveza, esperança e boas energias!
Um convite para cuidar da mente, celebrar os recomeços e seguir com mais equilíbrio e alegria.

Feliz Ano Novo! 🎉🌿
— Psicóloga Valéria Figueiredo

24/12/2025

Que seu Natal seja repleto de amor e paz ao lado de sua família!
FELIZ NATAL 🎄🎅

Psicóloga Valéria Figueiredo

O ano está acabando, mas sempre é hora de recomeçar! Ainda dá tempo, sim, de encerrar o ano cuidando de quem merece toda...
01/12/2025

O ano está acabando, mas sempre é hora de recomeçar! Ainda dá tempo, sim, de encerrar o ano cuidando de quem merece toda a sua atenção e cuidado: você. 💙

Entre trabalho, responsabilidades e rotina, é fácil deixar as próprias emoções em segundo plano. Talvez você tenha passado o ano todo fazendo isso...

Mas o cuidado emocional não é luxo, é necessidade. E cada ato de cuidado pode ser um passo importante para reencontrar equilíbrio, leveza e clareza sobre o que você sente e sobre o que deseja para o ano que se aproxima.

Minha agenda de dezembro está aberta e convida você a começar. Nunca é tarde!

Vamos dar esse passo juntos e transformar suas emoções em prioridade?

Vai ser uma alegria começar essa jornada com você. Agende sua consulta! ✨

29/11/2025

Ao contemplarmos o fechamento de qualquer ciclo, nos vemos diante de uma oportunidade de reflexão e renovação. É um momento de olhar para trás, fazer um balanço, aprender com nossas experiências, compreender que o ontem não é mais igual ao hoje e, com ânimo renovado, abraçar o que está por vir.

Preparar-se para o novo requer coragem e disposição para enfrentar desafios. Assim como as estações se sucedem, a vida nos presenteia com diferentes fases: os desafios do inverno não são os mesmos do verão. É nesse dinamismo que encontramos oportunidades de crescimento, autodescoberta e transformação.

Muitas vezes, esses términos de ciclo acontecem de forma abrupta ou inesperada. Em outras, são consequências naturais dos dias e das mudanças que a vida apresenta.

É normal sentir ansiedade diante do desconhecido. Para atravessar esses momentos de transição - em que não se conhece exatamente o que está por vir, mas sabe-se que será necessariamente diferente daquilo que passou - a psicoterapia pode ser um farol que ilumina os pensamentos, os sentimentos, e fortalece a resiliência e a autoconfiança.

Ao fechar um ciclo, celebre suas conquistas e aprendizados, mas permita-se olhar para o momento como uma tela em branco, pronta para receber as pinceladas de sua nova obra de arte - não importa se ela é uma evolução natural da sua obra anterior, ou um quadro completamente novo e radicalmente diferente.

Estou à sua disposição para apoiar você nesse processo, ajudando você a refletir, em um espaço seguro para explorar suas emoções, desafios e aspirações.

Que a coragem seja sua aliada em cada um dos seus ciclos! E que você saiba apreciar, em cada uma das estações da sua vida, as lições e belezas que elas têm a oferecer! ✨🌱

Você já tentou conversar com seu parceiro e sentiu que suas palavras simplesmente não foram absorvidas? Como se estivess...
07/11/2025

Você já tentou conversar com seu parceiro e sentiu que suas palavras simplesmente não foram absorvidas? Como se estivesse falando para ninguém? Essa sensação costuma ser muito frustrante e gerar distanciamento no relacionamento.

Em alguns casos, pode ser apenas o excesso de preocupações e distrações do dia a dia. Mas, em outros, pode indicar um desinteresse real na relação. Como saber a diferença?

Se seu parceiro costumava ser mais atento e, de repente, se tornou indiferente, vale observar se há algo o sobrecarregando emocionalmente. Porém, se esse padrão de desatenção já vem de muito tempo e ele não demonstra esforço para mudar, talvez seja o momento de questionar se ambos ainda estão comprometidos com a relação.

Independentemente do motivo, melhorar a comunicação exige esforço dos dois lados. Algumas estratégias ajudam: escolha momentos mais tranquilos para conversar, expresse seus sentimentos sem cobranças, de forma mais afetuosa e pergunte também sobre o que o outro está sentindo.

Criar um espaço de escuta verdadeira costuma fazer toda a diferença.

Mas lembre-se: comunicação saudável não acontece quando só um lado se esforça. Se você sente que está sempre tentando e não há reciprocidade, talvez seja hora de refletir se esse relacionamento ainda te faz bem. Afinal, todo diálogo precisa de duas pessoas dispostas a ouvir e a falar com respeito.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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