Hemopets Banco de Sangue Veterinário. Trabalhamos com diferentes tipos de hemocomponentes e atendemos todo o estado do RJ.

🩸 HEMOTERAPIA EM PAUTA“Transfundi… mas o hematócrito não subiu.”Essa é uma situação mais comum do que parece na rotina c...
28/05/2026

🩸 HEMOTERAPIA EM PAUTA

“Transfundi… mas o hematócrito não subiu.”
Essa é uma situação mais comum do que parece na rotina clínica — e sempre deve acender um alerta 🚨

Quando o volume globular não aumenta após uma transfusão, isso significa que as hemácias transfundidas estão sendo destruídas, perdidas ou diluídas mais rápido do que o organismo consegue aproveitá-las.

Entre as principais causas estão:

🔴 Hemólise imunomediada
Pacientes com AHIM ou incompatibilidade sanguínea podem destruir rapidamente as hemácias transfundidas.

🩸 Hemorragias ativas
Sangramentos internos, CIVD ou coagulopatias podem “consumir” o sangue administrado.

🦠 Hemoparasitoses e sepse
Doenças infecciosas podem aumentar a destruição eritrocitária e reduzir a sobrevida das hemácias transfundidas.

🧪 Qualidade da bolsa sanguínea
Armazenamento inadequado ou bolsas próximas ao vencimento comprometem a viabilidade celular.

💧 Efeito dilucional
Fluidoterapia agressiva pode mascarar o real incremento do hematócrito.

➡️ Mais importante do que transfundir é entender por que aquele paciente precisa de transfusão — e o que está impedindo a resposta esperada.

A hemoterapia salva vidas, mas exige raciocínio clínico contínuo antes, durante e após a transfusão.

27/04/2026
🩸 Hemoterapia em Pauta — porque cada gota importaA hemólise pós-transfusional é uma complicação grave, marcada pela dest...
21/04/2026

🩸 Hemoterapia em Pauta — porque cada gota importa

A hemólise pós-transfusional é uma complicação grave, marcada pela destruição acelerada dos eritrócitos, e seu diagnóstico é essencial para diferenciar causas imunomediadas e não imunomediadas. Entre as causas imunomediadas, estão a incompatibilidade sanguínea, os aloanticorpos e a anemia hemolítica imunomediada; já as não imunomediadas podem estar relacionadas ao armazenamento ou manuseio incorreto do hemocomponente, à infusão inadequada ou à contaminação bacteriana.

O diagnóstico envolve observação clínica e investigação laboratorial. Febre, taquicardia e urina escura na primeira hora pós-transfusão podem indicar reação hemolítica aguda, enquanto a avaliação laboratorial inclui revisão do teste de compatibilidade, inspeção do plasma ou soro, pesquisa de hemoglobinúria, análise do hematócrito e dos reticulócitos, presença de esferócitos no esfregaço e realização do teste de Coombs.

A hemólise pós-transfusional pode ocorrer de forma aguda (

10/04/2026

🩸 Logística Emergencial Hemopets: Motoboy salva vidas! 🏍️💉

No vídeo: liberação atípica que segue TODOS os controles

Procedimento fora da curva, mas qualidade nunca fora do padrão. Transportando esperança de volta pra casa! 🐾❤️

Já precisou de motoboy pra salvar seu paciente? Conta nos comentários! 👇

🩸 Hemoterapia em Pauta: Transfusão em CoagulopatiasPrincipais coagulopatias em cães/gatos:Doença de Von Willebrand: defi...
09/04/2026

🩸 Hemoterapia em Pauta: Transfusão em Coagulopatias

Principais coagulopatias em cães/gatos:

Doença de Von Willebrand: deficiência genética do fator vWF → adesão plaquetária comprometida

Hepatopatias graves: falha na síntese hepática de fatores de coagulação

CIVD: consumo acelerado de fatores por ativação sistêmica

Rodenticidas anticoagulantes: inibição vitamina K → fatores II, VII, IX, X deficientes

Hemofilia (rara em gatos): fator VIII (A) ou IX (B) → sangramento prolongado pós-trauma/cirurgia

Hemocomponentes essenciais:
✅ Concentrado Plaquetas (CP): trombocitopenia grave/disfunção plaquetária
✅ Plasma Fresco Congelado (PFC): reposição emergencial fatores (CIVD, hemofilia, vWD)
✅ Crioprecipitado (CRIO): fibrinogênio + VIII + XIII + vWF → escolha em hemofilia A e vWD

Emergência = PFC 10-20 mL/kg EV lenta + CRIO direcionado. Monitorar TTPA/PT!

Fontes: Hospital Vet Saúde; Manual Hemocomponentes Vetex.

03/04/2026

🩸 Protocolo Hemopets: Assepsia + Homogeneização na coleta! 🔬

Reels mostra o passo a passo real:

✅ Assepsia adaptada

- Clorexidina alcoólica no local
- Tricotomia seletiva (cães exposição: opcional)
- Antissepsia dupla garantida

✅ Homogeneização contínua

- Inversões suaves durante coleta
- Monitoramento de fluxo por peso
- Homogeneização final

✅ Controle de qualidade

- Doador estável em todo processo
- Bolsa premium validada

Qual o maior desafio na sua coleta? 👇

🩸 Hemoterapia em Pauta: Auto-Hemoterapia como AdjuvanteA auto-hemoterapia veterinária retira sangue venoso e aplica intr...
02/04/2026

🩸 Hemoterapia em Pauta: Auto-Hemoterapia como Adjuvante

A auto-hemoterapia veterinária retira sangue venoso e aplica intramuscularmente para estimular o sistema mononuclear fagocítico, elevando macrófagos que combatem bactérias, vírus, células neoplásicas e fibrina coagulada. Terapia alternativa em ascensão, acelera cura quando associada ao convencional em cães, gatos, equinos e bovinos.

Indicações comprovadas em pequenos animais:
✅ Cães: trombocitopenia, parvovirose, demodicose, TVT, mastocitoma (coadjuvante), papilomatose oral, pré-operatório (prevenção infecção)
✅ Grandes animais: sarcóide equino, papilomatose oral (bovinos/caprin), ectima contagioso

Mecanismo: Estimulação imunológica sem reações adversas relatadas, baixo custo. Controvérsia: Falta comprovação científica robusta impede reconhecimento oficial, mas relatos clínicos são promissores.

Uso criterioso na emergência como adjuvante imunomodulador. Estudos em curso!

Fontes: RBCV-UFF; SciELO CAB; Anais UFCG; Jornal Tribuna.

19/03/2026

🩸 Rastreabilidade Total: segurança que você vê!

Confira no vídeo: cadastro preciso do receptor + etiqueta da bolsa com número único, volume e data de coleta.

Origem 100% rastreável em qualquer situação – procedência garantida para total confiança! 🛡️

Clínicas parceiras: qualidade sem objeções.

🩸 Hemoterapia em Pauta: Hemovigilância e Rastreabilidade nos bancos de sangue veterinárioHemovigilância e rastreabilidad...
16/03/2026

🩸 Hemoterapia em Pauta: Hemovigilância e Rastreabilidade nos bancos de sangue veterinário

Hemovigilância e rastreabilidade são pilares essenciais dos bancos de sangue veterinários, alinhando a segurança transfusional de cães e gatos aos padrões da ANVISA e da medicina humana. Elas abrangem todo o ciclo do sangue – doação, processamento, armazenamento e transfusão – com vigilância ativa de eventos adversos para prevenir recorrências e qualificar processos.

Hemovigilância organiza a notificação e investigação de reações agudas/tardias, reduzindo riscos como transmissão de doenças e garantindo proteção a doadores/receptores, com equipe treinada para relatar qualquer intercorrência. Rastreabilidade permite rastrear cada bolsa do doador ao receptor via registros obrigatórios, identificação precisa e retrovigilância pós-diagnóstico de doença no doador.

POPs rigorosos, te**es sorológicos/imuno-hematológicos e regulamentação conforme boas práticas elevam a qualidade dos hemocomponentes e a confiabilidade do sistema.

Fontes: ANVISA Hemovigilância; Manual Técnico Hemovigilância; ABVHMT Boas Práticas; CRMV-MG Terapia Transfusional.

13/03/2026

Por que nem todo cão pode ser doador? 🩸🐶

Aqui no Hemopets, priorizamos a saúde acima de tudo!

Medimos hemoglobina com aparelho preciso para calcular o hematócrito exato.
Mínimo: 37% – abaixo disso, anemia detectada e reprovado na triagem!

Não é só volume: é segurança para o doador. 🛡️

Hemoterapia em pauta: velocidade de infusão na prática da emergência 💉Na clínica e emergência, a velocidade de infusão é...
12/03/2026

Hemoterapia em pauta: velocidade de infusão na prática da emergência 💉

Na clínica e emergência, a velocidade de infusão é tão importante quanto o volume e o tipo de hemocomponente escolhido. 
A taxa de transfusão depende, primeiramente, da condição do paciente podendo variar de taxas cuidadosamente mais rápidas em condição d e instabilidade hemodinâmica ou taxas mais lentas em pacientes com doença cardíaca ou insuficiência renal.
Sangue total em cães costuma ser administrado entre 5–10 mL/kg/h em pacientes estáveis, após fase inicial mais lenta para monitorar reações, enquanto plasma em gatos pode chegar a 10–20 mL/kg/h, desde que não haja cardiopatia ou risco de sobrecarga volêmica.
Na rotina, comece sempre devagar (ex.: 0,25–1 mL/kg/h nos primeiros 15–30 min), reavaliando PA, FC, FR, mucosas, TPC e ausculta pulmonar antes de acelerar a infusão, principalmente em pacientes críticos, nefropatas ou cardiopatas, nos quais muitas vezes não se deve ultrapassar 1–2 mL/kg/h.
Em situações de hemorragia aguda e choque hipovolêmico, a taxa pode ser aumentada de forma criteriosa, aproximando-se do limite de tolerância cardiovascular do paciente (chegando a 20–22 mL/kg/h em circunstâncias extremas), sempre com monitorização contínua para evitar edema pulmonar e hipotensão paradoxal.
A mensagem é simples: não existe velocidade “única” de transfusão, e sim uma faixa segura por hemocomponente, ajustada ao status hemodinâmico, com monitoramento detalhada afim de agir em casos de intercorrência.

Endereço

Rio De Janeiro, Brazil
Rio De Janeiro, RJ

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