Carolina Apolinário Psi

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28/02/2026

Recentemente uma jovem ganhou minha atenção com sua perspicácia na forma de responder às perguntas dos jornalistas. Eileen Gu, esquiadora de estilo livre, ficou mundialmente conhecida ao conquistar 1 medalha de ouro e 2 de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.

Um jornalista faz uma pergunta de mal gosto, mas muito pertinente ao pensamento contemporâneo. “Você vê isso como duas pratas conquistadas ou dois ouros perdidos?”

Gu responde brilhantemente:
“Estou fazendo meu melhor... Fazendo coisas que literalmente nunca foram feitas antes — então acho que isso é mais do que suficiente.”

Na sociedade da exaustão, a perseguição de modelos idealizados nos deixa a constante sensação de fracasso. Na clínica com adolescentes, se tornou comum a lista das top 5 cirurgias plásticas desejadas. O corpo deve ser livre de marcas, gorduras, pelos, mas ao mesmo tempo preenchido por músculos e ácido hialurônico. A insatisfação que poderia ser mola para o desejo se torna espiral da inalcançável perfeição. Não há ponto de chegada.

Nessa perspectiva de pressão pela alta performance, as pequenas conquistas do dia a dia perdem reconhecimento. O percurso é desvalorizado em detrimento da chegada. E a chegada só vale se for ao pódio do ouro.

Em Freud, vemos que essa é a nossa condição humana: somos fundamentalmente frágeis, incompletos e imperfeitos. Tropeçamos. Ao mesmo tempo, é na presença confiável do outro que podemos criar, desejar e sustentar nossa própria existência com maior autenticidade. É nesse encontro que nos humanizamos.

O psicanalista Jean-Pierre Lebrun aponta que, quanto menos estamos preparados para enfrentar as dificuldades inerentes à existência — como a perda de uma competição, uma demissão, o término de uma relação amorosa, uma mudança de casa ou a morte de alguém querido —, maior tende a ser nossa inclinação a recorrer a atividades ou substâncias que funcionem como anestesia, numa tentativa de evitar o contato e a elaboração dessa dor.
Aprender a suportar a condição humana é reconhecer que a vida inclui percalços.

É desejar o ouro, sim — mas compreender que um segundo lugar pode ser, verdadeiramente, mais do que suficiente e digno de muita comemoração.

Na entrevista com Erika, engenheira civil que hoje atua na indústria de petróleo, ficou evidente que a engenharia é uma ...
26/02/2026

Na entrevista com Erika, engenheira civil que hoje atua na indústria de petróleo, ficou evidente que a engenharia é uma formação que desenvolve uma forma de pensar, de analisar e de resolver problemas.

Erika compartilhou os desafios do início da faculdade, a intensidade da formação e as decisões que precisou tomar ao longo da sua trajetória — como a escolha pelo mestrado, que ampliou suas oportunidades e abriu portas para sua inserção no mercado.

Sua história mostra que a carreira se constrói com o tempo, a partir das experiências, das escolhas e da capacidade de se adaptar às transformações do mundo.

No Método MAPP, as entrevistas com profissionais fazem parte do processo de orientação justamente para aproximar o jovem de uma narrativa menos idealizada das profissões.

Porque escolher uma profissão não é escolher um destino fechado, mas iniciar um percurso possível.

Ao longo dos anos trabalhando com orientação profissional, tenho observado que muitos cursos universitários no Brasil pa...
23/02/2026

Ao longo dos anos trabalhando com orientação profissional, tenho observado que muitos cursos universitários no Brasil passaram a incorporar em suas ementas disciplinas de diferentes campos do saber e a oferecer formações mais interdisciplinares na pós-graduação.

Hoje, vemos crescer a oferta das chamadas carreiras híbridas — trajetórias que emergem da combinação de interesses, saberes e experiências diversos. No cenário internacional, esse movimento já está mais consolidado.

O recém criado curso de Comunicação digital da FGV é um bom exemplo disso.
- Psicologia, Marketing e Tecnologia.
- Direito e Inteligência Artificial.
- Saúde e Inovação.

Estes são apenas alguns exemplos de interdisciplinaridade.

Quando o jovem entende que sua decisão inicial apenas inaugura um percurso, a escolha profissional deixa de ser um peso paralisante e passa a ser um movimento possível.

O Método MAPP de Orientação Profissional busca enriquecer a compreensão sobre essa escolha da carreira, proporcionando ao jovem um leque mais amplo de recursos e informações relevantes. O objetivo é guiá-lo de forma mais consciente e assertiva nesta jornada.

Conforme as investigações policiais, a briga começou quando o jovem de 19 anos jogou um chiclete já mastigado na direção...
19/02/2026

Conforme as investigações policiais, a briga começou quando o jovem de 19 anos jogou um chiclete já mastigado na direção de um amigo da vítima. Esse gesto humilhante teria sido o estopim para uma briga.
Ao ser empurrado, o adolescente de 16 anos caiu, bateu a cabeça no chão e sofreu um traumatismo craniano.

Não posso imaginar o choque e a tristeza dos pais diante de uma situação como esta.

Ao ler as notícias sobre o episódio, uma palavra reverbera: br**cadeira.

A frase salta aos olhos: “O autor relatou que ele e seus amigos tinham a br**cadeira de jogar chiclete em outras pessoas”.

Para Winnicott, a br**cadeira é o espaço onde o sujeito pode existir de forma autêntica. O br**car não se sustenta na destruição do outro, mas na criatividade e na experiência compartilhada. Brincar é inventar novos mundos. Ou seja: br**car é fincar os pés na saúde e na humanidade, segundo o escritor Alexandre Marimpietri.

Em contrapartida, nos gestos de desumanização, já não estamos no campo do br**car, mas no da atuação agressiva.

Releio a frase: “Eles tinham a br**cadeira de jogar chicletes nas pessoas".

A violência (recorrente neste caso), não começa no empurrão, mas na operação simbólica que rebaixa o outro à condição de coisa. Lacan afirma que é a Lei simbólica que introduz o limite ao gozo — é ela que sustenta a noção de alteridade e a ética do laço social.

Ao deixarmos de perceber nossos pares como sujeitos, a violência vai encontrando terreno cada vez mais fértil.

Um chiclete mastigado não mata. Mas a lógica que permite que alguém transforme seu par em alvo de humilhação pode, sim, produzir consequências simbólicas irreversíveis.

Saramago abre o belo Ensaio sobre a Cegueira com a epígrafe:
“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. A partir desta frase, faço um convite aos pais e educadores.

-> Estejam atentos a estes pequenos gestos cotidianos aparentemente banais, quase do tamanho de um chiclete — mas carregados de violência simbólica. Reparem. Não naturalizem. Intervenham.

Enquanto não conseguirmos estranhar os “pequenos gestos”, continuaremos surpreendidos pelas grandes tragédias. Lutar contra a violência é um pacto coletivo.

No Dia da Segurança Digital, é importante lembrar:o maior risco da internet não é a tecnologia em si,mas  o uso sem supe...
10/02/2026

No Dia da Segurança Digital, é importante lembrar:
o maior risco da internet não é a tecnologia em si,mas o uso sem supervisão, diálogo e preparo emocional.

Jogos online, redes sociais, apps de aposta e aplicativos de mensagens são hoje espaços de convivência que fazem parte da realidade do mundo dos jovens.

Como todo espaço social, sao atravessados por grupos que visam a colaboração e outros que incitam a violência e a exclusão
* cyberbullying
* assédio
* manipulação emocional
* adultos se passando por jovens
* uso de inteligência artificial como forma de humilhação

Por isso, crianças e adolescentes precisam de adultos atentos, informados e disponíveis.
Segurança digital é sinônimo de letramento, conversa aberta, limites claros e presença real — mesmo quando o risco é invisível.

🔁 Compartilhe com quem convive com crianças e adolescentes.
Dica extra: A está disponibilizando um material incrível e gratuito. Confiram o Guia Literacia em Inteligência Artificial no link da bio deles!

A inteligência artificial já substituiu os professores na  Alpha School (Texas  e outros estados dos EUA).Pela proposta ...
06/02/2026

A inteligência artificial já substituiu os professores na Alpha School (Texas e outros estados dos EUA).

Pela proposta da escola, os alunos têm duas horas diárias com tutores de IA que personalizam o ensino para cada um deles. O resto do tempo é dedicado a atividades práticas, como oratória, finanças e trabalho em equipe, conduzidos por mentores.

Segundo a escola, os resultados estão entre os melhores do país, mas ainda, sim, muitos pais optaram por retirar seus filhos, pois esse avanço vem acompanhado de dilemas profundos:

A IA pode gerar aprendizado mais rápido, mas será que identificam talentos, medos, inseguranças ou constroem vínculos de afeto com os alunos?

Há riscos éticos: quem garante a privacidade desses dados?

O caso da Alpha School nos mostra que a tecnologia pode apoiar conteúdos acadêmicos, mas apoia a construção de empatia, escuta, e reconhecimento da alteridade — habilidades que nos humanizam e são construídas na relação com pares e comunidade escolar.

Segundo pesquisadores como Santiago Rincón Gallardo, os estudos sobre ‘high quality learning’ apostam cada vez mais no elemento humano, na mudança e na conexão entre nós, e não somente na inteligência das máquinas.

Mais uma vez observamos que IA pode estar a serviço da aprendizagem, mas não deve substituir a equipe humana e o vínculo.

Fontes: .com e

O Reino Unido brilha nas políticas públicas pró direitos humanos. A secretária de Estado da Educação anunciou que, a par...
04/02/2026

O Reino Unido brilha nas políticas públicas pró direitos humanos.
A secretária de Estado da Educação anunciou que, a partir deste ano, as escolas terão aulas obrigatórias sobre respeito, relações saudáveis e combate à misoginia.
As escolas têm até setembro para se adaptar ao novo programa.

Quando olhamos para o Brasil, os dados da pesquisa “Livres para Sonhar" (Organização Serenas e Nova Escola) mostram a importância desse debate.

A misoginia atravessa o cotidiano escolar de forma estrutural: comentários, toques desrespeitosos, assédio, invasão de limites sem consentimento, silenciamento e naturalização da violência fazem parte da experiência de muitas meninas desde muito cedo.

Segundo a pesquisa:
- Professores relatam situações recorrentes de objetificação e assédio.
— Algumas vezes, o abuso e o assédio não são percebidos pelos gestores, professores ou pelos alunos meninos.

Somam-se a isso os dados alarmantes de violência sexual no país.
O poema A Rosa de Hiroshima, de Vinícius de Moraes, nunca fez tanto sentido: "Pensem nas mulheres, rotas alteradas”.

Trazer este debate para a escola de forma estruturada e curricular é reconhecer que comportamentos violentos podem ser ressignificados.

Assim, como segundo ambiente cuidador, a escola é um dos espaços mais estratégicos para interromper esse ciclo.

Ao abrir tais debates e refletir em comunidade, a escola amplia horizontes e transforma rotas.

Sábado levei meu filho ao teatro. Mas não era qualquer peça de teatro, era uma peça de teatro infantil de improviso.  Ta...
02/02/2026

Sábado levei meu filho ao teatro. Mas não era qualquer peça de teatro, era uma peça de teatro infantil de improviso.

Talvez pelo encanto de ser uma primeira vez no teatro improvisado — ou por sua genialidade —, a peça me causou um impacto profundo. O roteiro é totalmente interativo e criado na hora com as crianças da plateia. A cada dia. Ora...e não é isso a escola?

Escrevo esse texto entusiasmada e esperançosa. Hoje, retornamos à escola. Palco onde experiencio 2 papéis, o de psicóloga educacional e o de mãe.

Um erro comum é confundir improviso com falta de preparo, ou negligência. É justamente o contrário. Ninguém improvisa a partir do vazio: improvisa-se a partir de um saber incorporado, ainda que não totalmente consciente. O professor que improvisa não é o que 'não preparou a aula', mas o que se autoriza a se deslocar do planejamento quando percebe que algo mais urgente se impôs ali.

Eu que, como já disse, não entendo muito de teatro, entendi ontem, na peça que para criar diante do inesperado, é preciso ter três elementos importantes:

- Diversidade de repertório,
- Abertura a novas experiências (ou seja, flexibilidade),
- Conexão com o outro.

Uma criança que:
- lê tipos diferentes de narrativas
- frequenta tipos diferentes de lugares,
- assiste a filmes, a peças e vai a museus,
- br**ca de br**cadeiras novas que aprende com novos pares (principalmente as br**cadeiras inventadas),
- prova diferentes comidas,
- escuta vários gêneros musicais

Constrói repertório na conexão com o espaço a seu redor e com o outro.

Iniciamos essa construção em casa, mas a escola ajuda e muito, as crianças a ampliarem seus repertórios culturais e (por que não?) de humanidade.

Desejo que esse retorno às aulas seja uma oportunidade para todos nós da comunidade escolar e maior conexão e ampliação de repertório. Como psicóloga educacional vivo no dia a dia da escola muitas situações inéditas, sem roteiro, tanto encantadoras, quanto desafiadoras. Quanto mais repertório temos, melhor podemos ‘improvisar’, usando nossa atenção total à situação que se apresenta.

A Escola é um espaço potente de encontros e manejo de desencontros.
Bom retorno para nós!

29/01/2026

Na psicanálise, toda escolha convoca o sujeito a se confrontar com a falta — com aquilo que não poderá ser vivido, ao menos naquele momento. Por isso, escolher uma carreira implica perdas. Não porque algo deu errado, mas porque não é possível ocupar todos os lugares ao mesmo tempo.

Na adolescência, esse confronto tende a ser especialmente angustiante. O jovem ainda transita entre fantasias de onipotência — “em pouco tempo serei um CEO”— e a descoberta de limites reais: do corpo, do tempo, das condições do mercado e da própria história.

Abrir um caminho profissional significa aceitar que outros caminhos ficarão em suspenso, e essa renúncia mobiliza angústia, dúvida e medo de errar.
Quando se tenta eliminar essa angústia própria do processo — seja na promessa de certezas absolutas ou carreiras “perfeitas” — corre-se o risco de empurrar o sujeito para escolhas idealizadas e pouco sustentáveis ao longo do tempo.

Desse modo, a ansiedade e o medo não são são sinais de incompetência, mas parte do próprio ato de escolher. Quando se busca uma decisão apressada, corre-se o risco de cair em escolhas idealizadas e pouco sustentáveis.

Assim, o trabalho do Método MAPP é ajudar o jovem a nomear limites, reconhecer recursos simbólicos e diferenciar o desejo próprio das expectativas do outro — família, escola, mercado ou redes sociais.
Sustentar um desejo possível é entender que toda trajetória envolve frustrações, revisões e deslocamentos.

Acredito que a escolha profissional se faz mesmo com medo, abrindo espaço para uma construção singular gradual.

A escolha de uma profissão envolve compreender suas atividades, exigências reais, riscos, bastidores e responsabilidades...
27/01/2026

A escolha de uma profissão envolve compreender suas atividades, exigências reais, riscos, bastidores e responsabilidades — em outras palavras, o que acontece, de fato, na prática dessa profissão.

Por isso, no Método MAPP – Mapeamento de Potencialidades Profissionais, a entrevista com profissionais atuantes é uma etapa essencial do processo. Ela amplia o repertório do orientando, quebra idealizações e traz a profissão para o campo da realidade.

Na última semana, eu e minha orientanda conversamos com , gestora e produtora de eventos. Aprendemos que para além do glamour e do espetáculo, um administrador nesta área precisa cuidar de uma logística complexa, decisões financeiras, gestão de pessoas, cumprimento de normas, leitura de contratos e acompanhamento constante.

Um erro pode custar caro. Um descuido pode comprometer anos de reputação. E nada acontece sem equipes bem cuidadas, limites claros e liderança presente.
Ao compartilhar sua trajetória, Adriana mostra que o caminho profissional se constrói com disciplina, constância e planejamento.O improviso não deve ser a norma.

É esse tipo de escuta que transforma a orientação profissional em algo profundo, responsável e verdadeiramente formativo.

📌 Se seu filho(a) está refletindo sobre escolhas profissionais, o MAPP pode ajudar.

No Janeiro Branco, somos convidados a olhar para a saúde mental como um compromisso coletivo — especialmente quando fala...
22/01/2026

No Janeiro Branco, somos convidados a olhar para a saúde mental como um compromisso coletivo — especialmente quando falamos de crianças e adolescentes.

Situações de conflito, frustração e agressividade fazem parte do desenvolvimento. O que transforma essas experiências em aprendizado é a presença de adultos emocionalmente disponíveis e conscientes.

Em julho de 2025, um episódio amplamente divulgado reacendeu esse debate: diante de uma situação de bullying, um adulto reagiu de forma impulsiva agredindo uma criança de 4 anos. O caso nos lembra de algo essencial — quando o adulto perde sua capacidade de regulação emocional, o cuidado se rompe.

O psicanalista Donald Winnicott nos ensina que a agressividade faz parte do desenvolvimento e que “a criança precisa de um ambiente que sobreviva aos seus impulsos destrutivos". Isso significa que ela precisa de adultos que consigam sustentar o conflito sem responder com violência, abandono ou descontrole.

Um adulto emocionalmente íntegro e autorregulado,que não ceda à tentação de se misturar às emoções intensas sentidas pela criança.

Educar emocionalmente é ajudar a nomear conflitos e violências,oferecendo limites que organizam.
É, também, ensinar pelo exemplo.
Quando o adulto se regula, a criança se fortalece

A campanha do Janeiro Branco nos lembra sobre a construção contínua de ambientes emocionalmente seguros — em casa, na escola e nos outros espaços

Imagens manipuladas por inteligência artificial, como as geradas pelo Grok AI, já viraram notícia logo nos primeiros dia...
20/01/2026

Imagens manipuladas por inteligência artificial, como as geradas pelo Grok AI, já viraram notícia logo nos primeiros dias de janeiro.

E o impacto disso vai muito além da tecnologia: envolve infância, adolescência, saúde mental e ética.
Proteger crianças e adolescentes hoje não significa apenas vigiar telas, mas formar pensamento crítico, ampliar repertório e sustentar conversas difíceis — sobre exposição, consentimento, privacidade e responsabilidade digital.

O letramento digital deixou de ser opcional aos adultos.
Ele é parte do cuidado.

As férias podem ser um ótimo momento para ler, se informar e conversar com nossos filhos sobre o mundo online que já faz parte da vida deles — com seus riscos, promessas e armadilhas.
Educar para o digital é educar para o vínculo, para o pensamento e para o futuro.

📚 Salve este post e compartilhe com quem cuida e/ou convive com crianças e adolescentes.

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Consultório: Rua Goethe 86
Rio De Janeiro, RJ

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