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psigizelerodrigues Gizele Rodrigues
• Psicóloga | Sexóloga | Av. Neuropsicológica | Cognitivo-Comportamental
• Atendimento On-line

Em A Coragem de Ser Imperfeito, a pesquisadora Brené Brown descreve a vulnerabilidade como a medida mais precisa da cora...
08/04/2026

Em A Coragem de Ser Imperfeito, a pesquisadora Brené Brown descreve a vulnerabilidade como a medida mais precisa da coragem. Não se trata de ganhar ou perder, mas de estar disposto a se expor emocionalmente mesmo sem poder controlar o resultado.

Muitas pessoas cresceram acreditando que demonstrar emoções, admitir inseguranças ou revelar fragilidades seria sinal de fraqueza. Como consequência, passam a investir energia em sustentar uma imagem de controle, força ou perfeição.

Mas a tentativa constante de parecer impecável frequentemente nos distancia de quem realmente somos.

Ser vulnerável não significa fragilidade. Significa permitir-se ser visto de forma autêntica, sem precisar corresponder o tempo todo às expectativas externas.

É nesse espaço de autenticidade que relações mais verdadeiras se tornam possíveis, consigo mesmo e com os outros.

E você, tem se permitido ser quem realmente é?

A ansiedade costuma ser percebida apenas como algo que precisa ser eliminado rapidamente. Mas, muitas vezes, ela também ...
02/04/2026

A ansiedade costuma ser percebida apenas como algo que precisa ser eliminado rapidamente. Mas, muitas vezes, ela também funciona como um sinal do próprio organismo de que algo ultrapassou o limite do que conseguimos sustentar naquele momento.

Uma crise pode surgir quando emoções foram acumuladas por muito tempo, quando exigimos de nós mesmos mais do que conseguimos oferecer ou quando ignoramos sinais internos de cansaço, medo ou sobrecarga.

Isso não significa que a crise seja desejável, mas pode ser um convite a olhar com mais atenção para aquilo que está acontecendo dentro de você. Na psicoterapia, buscamos compreender o que sustenta esses episódios: pensamentos, padrões de exigência, formas de lidar com emoções e situações que mantêm o sistema em estado constante de alerta.

Quando entendemos o que a ansiedade está tentando comunicar, passamos a construir maneiras mais saudáveis de responder a ela, em vez de apenas lutar contra seus sintomas.

Busque ajuda.

Uma pergunta muito comum, logo nas primeiras sessões, é:“Quanto tempo leva para eu ficar bem?” ou “Quando vou começar a ...
31/03/2026

Uma pergunta muito comum, logo nas primeiras sessões, é:
“Quanto tempo leva para eu ficar bem?” ou “Quando vou começar a ver resultados?”

Na psicoterapia, não existe um prazo único para a mudança. Cada pessoa chega com histórias, experiências e formas diferentes de lidar com o sofrimento. Por isso, o processo também acontece de maneiras e ritmos distintos.

Algumas compreensões surgem rapidamente. Outras precisam de mais tempo para serem elaboradas e integradas. Mudanças emocionais profundas costumam acontecer de forma gradual, à medida que a pessoa passa a reconhecer padrões, refletir sobre suas experiências e experimentar novas formas de lidar com o que sente.

O comprometimento com o processo também faz diferença. Estar disposto a se implicar no próprio percurso, entre sessões e dentro da própria vida, favorece que as mudanças se tornem mais consistentes e duradouras.

Na psicoterapia, respeitar o próprio tempo não significa estagnação. Significa permitir que a mudança aconteça de forma real e sustentável.

Respeite o seu processo.

Em muitos relacionamentos, parte das frustrações não surge apenas do que acontece entre as pessoas, mas também daquilo q...
25/03/2026

Em muitos relacionamentos, parte das frustrações não surge apenas do que acontece entre as pessoas, mas também daquilo que cada um esperava que acontecesse.

Às vezes existe a expectativa de mais presença, mais atenção, mais iniciativa ou mais sensibilidade em determinadas situações. O problema é que essas expectativas nem sempre são comunicadas de forma clara.

Quando permanecem implícitas, elas podem transformar pequenas situações em fontes frequentes de frustração.

A outra pessoa, muitas vezes, não tem acesso a essas expectativas. Ainda assim, passa a ser percebida como alguém que falha, que não corresponde ou que não demonstra o que seria esperado.

Com o tempo, esse movimento pode alimentar ressentimentos silenciosos e interpretações negativas dentro da relação.

Em muitos casos, parte importante do trabalho terapêutico envolve justamente tornar essas expectativas mais conscientes e mais comunicáveis.

Porque, em relacionamentos, aquilo que não é dito muitas vezes acaba sendo sentido de forma ainda mais intensa.

Muitas pessoas desenvolvem um padrão interno de elevada exigência, mantendo um olhar constante para falhas, insuficiênci...
24/03/2026

Muitas pessoas desenvolvem um padrão interno de elevada exigência, mantendo um olhar constante para falhas, insuficiências e resultados ainda não alcançados, enquanto seus avanços permanecem pouco reconhecidos.

O reconhecimento das conquistas, mesmo discretas, contribui para maior estabilidade interna, motivação e continuidade do desenvolvimento pessoal.

Equilíbrio emocional também envolve a forma como nos posicionamos diante de nós mesmos. Reconhecer o próprio processo é parte essencial do cuidado psicológico.

O crescimento raramente acontece em grandes saltos. Ele se constrói em movimentos discretos, progressivos e muitas vezes...
24/03/2026

O crescimento raramente acontece em grandes saltos. Ele se constrói em movimentos discretos, progressivos e muitas vezes silenciosos.

Quando a atenção se fixa apenas no que ainda falta, perde-se a percepção do quanto já foi percorrido. A mente tende a registrar falhas com facilidade, mas o reconhecimento das próprias conquistas exige intenção e consciência.

Valorizar cada etapa não é acomodação. É um posicionamento psicológico mais saudável diante do processo de desenvolvimento, que favorece motivação, consistência e continuidade.

Observe o seu caminho.
Reconheça o que já foi possível construir.
A evolução também se sustenta no reconhecimento do próprio esforço.

16/03/2026
Em alguns relacionamentos, o vínculo não se organiza em torno de troca, proximidade ou construção conjunta. Aos poucos, ...
15/03/2026

Em alguns relacionamentos, o vínculo não se organiza em torno de troca, proximidade ou construção conjunta. Aos poucos, a relação passa a girar em torno da necessidade de admiração constante.

Uma das pessoas precisa ser confirmada, valorizada e reconhecida o tempo todo, enquanto a outra acaba ocupando um lugar cada vez mais silencioso.

Quando isso acontece, a relação tende a perder a reciprocidade. Em vez de duas pessoas compartilhando experiências, sentimentos e decisões, o vínculo passa a funcionar de forma desigual.

Com o tempo, pode surgir a sensação de que não há espaço real para diferenças, questionamentos ou para a presença plena de ambos.

Relacionamentos saudáveis costumam se sustentar na possibilidade de admiração mútua, mas também de diálogo, limites e crescimento compartilhado.

Na psicoterapia, muitas vezes o trabalho envolve reconhecer esses padrões e compreender como cada pessoa tem se posicionado dentro das relações. A partir dessa consciência, torna-se possível construir formas mais equilibradas e autênticas de se relacionar.

Um vínculo saudável não depende de alguém que apenas admire, mas da possibilidade de duas pessoas existirem de forma real dentro da relação.

O luto é uma resposta humana esperada diante da perda de alguém significativo. Ele envolve não apenas tristeza, mas tamb...
13/03/2026

O luto é uma resposta humana esperada diante da perda de alguém significativo. Ele envolve não apenas tristeza, mas também mudanças emocionais, cognitivas e até na forma como a pessoa se relaciona com o cotidiano.

Quando alguém importante morre, não se perde apenas a presença daquela pessoa. Perdem-se também rotinas compartilhadas, papéis dentro da família, referências afetivas e formas de viver determinadas experiências.

Por isso, o luto costuma envolver um processo de reorganização interna. A pessoa precisa, aos poucos, integrar a realidade da perda à própria história e encontrar novas formas de seguir vivendo enquanto mantém o vínculo emocional com quem partiu.

Esse processo raramente é linear. Momentos de maior estabilidade podem alternar com períodos de tristeza mais intensa, especialmente diante de lembranças, datas ou situações que reativam a memória da relação.

No espaço psicoterapêutico, o luto pode ser compreendido e elaborado com mais cuidado. A psicoterapia não busca apagar o vínculo com quem morreu, mas ajudar a pessoa a atravessar a perda e a encontrar um novo lugar para essa relação dentro da própria vida.

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Na clínica, é comum encontrar pessoas que convivem há muito tempo com certos pensamentos sobre si mesmas. Frases como “e...
12/03/2026

Na clínica, é comum encontrar pessoas que convivem há muito tempo com certos pensamentos sobre si mesmas. Frases como “eu não consigo”, “isso não é para mim”, “sou inferior” ou “não sou bom o suficiente” surgem rapidamente diante de situações de exposição, avaliação ou comparação. Muitas vezes aparecem quase como um reflexo interno.

Com o tempo, essas interpretações deixam de ser percebidas apenas como pensamentos momentâneos e passam a ser vividas como se descrevessem algo real sobre quem a pessoa é. Quando esse padrão se repete ao longo da vida, ele pode influenciar a forma como a pessoa se posiciona no mundo, as oportunidades que considera possíveis e as escolhas que faz em relação a si mesma.

Parte do trabalho terapêutico envolve justamente ampliar a consciência sobre esses movimentos internos. Ao reconhecer como certos pensamentos surgem e em que contextos aparecem, torna-se possível questionar interpretações muito rígidas sobre si mesmo.

Nem todo pensamento que surge na mente corresponde a um fato. Muitas vezes, ele expressa apenas uma forma de interpretação construída ao longo da própria história.

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Em um conflito, raramente estão presentes apenas duas pessoas. Estão também as experiências anteriores, as frustrações n...
11/03/2026

Em um conflito, raramente estão presentes apenas duas pessoas. Estão também as experiências anteriores, as frustrações não elaboradas, os medos antigos e as formas aprendidas de se proteger.

Algumas reações parecem desproporcionais ao que está acontecendo no momento. A intensidade, o tom, a urgência em se defender ou se afastar nem sempre dizem respeito apenas à situação atual. Muitas vezes, o que dói no presente toca algo que já estava sensível.

Histórias de rejeição, crítica constante, instabilidade afetiva ou ausência emocional podem moldar a maneira como alguém interpreta silêncio, discordância ou distanciamento. O corpo entra em alerta. A mente tenta antecipar perdas. E a discussão deixa de ser apenas sobre o tema inicial.

Quando isso não é compreendido, os mesmos conflitos tendem a se repetir, mesmo mudando de parceiro.

A psicoterapia oferece um espaço para investigar esses padrões com profundidade. Não para justificar reações, mas para compreendê-las. Quanto mais consciência você tem da sua própria história, menos ela dirige suas escolhas de forma automática.

Relacionar-se com o outro começa por entender como você aprendeu a se relacionar.

Informações e agendamento pelo WhatsApp. Link na bio.

Algumas pessoas avançam em suas trajetórias, assumem responsabilidades, acumulam experiências e recebem reconhecimento a...
10/03/2026

Algumas pessoas avançam em suas trajetórias, assumem responsabilidades, acumulam experiências e recebem reconhecimento ao longo do tempo. Ainda assim, internamente, permanece uma dúvida persistente sobre si mesmas.

Os resultados alcançados nem sempre modificam a forma como a pessoa se percebe.

Nesses casos, a autocrítica costuma ocupar um lugar central na maneira como a própria história é interpretada. Pequenos erros ganham grande peso na avaliação pessoal, enquanto conquistas muitas vezes são relativizadas ou atribuídas a fatores externos, como sorte ou circunstâncias.

Com o tempo, esse padrão pode sustentar uma percepção interna marcada pela dúvida constante.

No consultório, esse tipo de experiência costuma estar relacionado a formas muito rigorosas de autoavaliação e a crenças profundas sobre valor pessoal.

Parte do processo terapêutico envolve tornar esses movimentos mais conscientes. Ao observar como a própria trajetória vem sendo interpretada, torna-se possível construir uma relação mais equilibrada com a própria história.

Muitas vezes, a dúvida persistente não está na trajetória vivida, mas na forma como ela é narrada internamente.

Endereço

Rua Araguaia, 265/Freguesia
Rio De Janeiro, RJ
22745-270

Telefone

+5521975236358

Site

https://www.psigizelerodrigues.com.br/, https://wa.me/552

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