Gabrielly Leitão - Neuropediatra

Gabrielly Leitão - Neuropediatra Acompanhamento e avaliação de crianças e adolescentes com ênfase em transtornos do neurodesenvol

Aprender é também uma forma de cuidar.Entre tantas demandas, também é essencial reservar tempo para o nosso próprio aper...
18/06/2025

Aprender é também uma forma de cuidar.
Entre tantas demandas, também é essencial reservar tempo para o nosso próprio aperfeiçoamento, porque cuidar com excelência exige atualização constante . 🧠✨

No Brain 2025 reencontro com colegas incríveis, trocas valiosas e aquele lembrete: atualização faz parte do compromisso com quem mais precisa de nós.

Conexões que fortalecem a prática e ampliam o olhar clínico. Encontro enriquecedor com os colegas Dr. Saint’Clair August...
10/05/2025

Conexões que fortalecem a prática e ampliam o olhar clínico. Encontro enriquecedor com os colegas Dr. Saint’Clair Augusto , Dr. Charlington Cavalcante .cavalcante e a querida Dra. Paula Preto durante a Jornada de Epilepsia Farmacorresistente e Estimulador do Nervo Vago – Argentina 2025. Seguimos aprendendo e construindo juntos caminhos mais eficazes para o cuidado em epilepsia infantil.

Durante a Jornada de Epilepsia Farmacorresistente e Estimulador do Nervo Vago — Argentina 2025, um encontro inspirador c...
10/05/2025

Durante a Jornada de Epilepsia Farmacorresistente e Estimulador do Nervo Vago — Argentina 2025, um encontro inspirador com o Prof. Dr. Roberto Caraballo, referência mundial na área.
Ao lado da querida colega Dra. Paula Preto , compartilhando aprendizados valiosos e reforçando nosso compromisso com o cuidado especializado em epilepsia na infância.

Hoje eu posso falar com todas as letras e com conhecimento de causa que tutora de pet não é MÃE!Sim! Essas três letrinha...
13/05/2024

Hoje eu posso falar com todas as letras e com conhecimento de causa que tutora de pet não é MÃE!

Sim! Essas três letrinhas em português que reverberam na vida de muitas mulheres/meninas/pessoas que decidem (ou não) criarem uma criança e assumem o compromisso mais importante e incerto da vida humana que é formar um outro ser vivo e cuidar da existência do mesmo apesar das inúmeras tentativas diárias do próprio que, ainda sem noção de perigo, atenta contra a própria vida e nos faz pensar um milhão de vezes onde-é-que-estávamos-com-a-cabeça quando decidimos parir um ser humano…

Em qualquer dificuldade da minha vida de tutora de pet eu nunca tive a angústia de precisar faltar dias de trabalho porque não tinha ninguém para ficar com os meus pets.
Não me preocupei em perder emprego, não me preocupei se eu teria acesso a creche boa ou minimamente segura para o futuro do meu amado pet… Ser mãe é um ato político!

Fofuras à parte… guiar o desenvolvimento de uma criança não é tarefa fácil e nem deveria ser delegada de forma compulsória a uma única pessoa.

Como filha, irmã, prima, neta, médica e neuropediatra, eu tive a oportunidade de conhecer e vivenciar o amor incondicional (e as renúncias) que uma mãe é capaz de fazer pelos seus filhos.

A minha vivência diária é na sua maioria com mães solo (mesmo que o pai esteja sob o mesmo teto) de crianças atípicas e que não medem esforços para proporcionar o básico para os seus filhos… 86% das pessoas que cuidam de indivíduos com TEA são as próprias mães (segundo estudo da Genial Care).

Eu não tenho palavras para expressar o impacto que a renúncia que todas as mães que diante de todas as dificuldades impostas pela vida, cada uma a sua maneira, assumiu e abdicou da sua individualidade para dividir a vida com um filho(a), mesmo que de forma independente, com a melhor das intenções…

Que este dia que para muitos é de celebração do amor seja também de reflexão e mudança de atitude de muitas pessoas que convivem com mães esgotadas e necessitadas de ajuda para sobrecarga materna, seja essa mulher a vizinha, prima, irmã, amiga ou esposa.

Seja você também o apoio para uma mãe! Ofereça ajuda, não hesite em ajudar!

♥️

Viver e conviver com pessoas atípicas não é comparável à complexidade da própria pessoa atípica, mas não deixa de ter su...
20/04/2023

Viver e conviver com pessoas atípicas não é comparável à complexidade da própria pessoa atípica, mas não deixa de ter sua face complicada.

Seja por lidar (e se importa) com famílias e crianças atípicas em serviços de saúde, escolar, transporte, jurídico, etc, também é a luta de quem luta junto, também reverbera no nossa compreensão de mundo.

Que mundo é esse que estamos construindo? Que mundo é esse onde é mais fácil criticar e negar diagnósticos visando a melhora de vida, que lutar por recursos, atendimentos, visibilidade para os que precisam e não podem lutar a sua própria batalha.

Cada um sabe dos seus próprios problemas, que a vida do outro nunca sirva de co***lo para aceitar as dificuldades da sua própria vida!

Muitos comentários podem machucar mesmo que a intenção de quem disse tenha sido a melhor… a luta contra o preconceito, o capacitismo e contra todas as formas de violência. Prefira ser colo para quem precisa, escute, não julgue, não opine sobre assuntos que você não é capacitado.

Seja colo!

Ah, o convívio social! O momento crucial em que todos testamos nossas habilidades cultivadas desde o nascimento! Desde a...
08/09/2022

Ah, o convívio social! O momento crucial em que todos testamos nossas habilidades cultivadas desde o nascimento! Desde a primeira troca de olhar com nossos cuidadores e posteriormente na aquisição de um marco importante: o sorriso social!

Treinados desde a mais temprana idade a corresponder ao outro com um sorriso!

Sim! Esse sorriso amarelo que muitas vezes utilizamos para evitar qualquer situação que prolongue uma interação social não desejada…

E as nossas crianças atípicas? A elas custa um pouquinho mais a aquisição da máscara social que os típicos parecem nascer vestindo e com tanto orgulho… é nesse momento que nos damos conta do quanto elaboramos e pensamos antes de abordar alguém. O quanto fingimos ser o que não somos para ser aceitos como “só mais um”…

O convívio social nos traz desafios desde o planejamos de que roupa por, como iniciar a conversa, como passar despercebido… entender as diferenças e conviver com elas, é o motor da nossa mudança diária!

Talvez o segredo esteja em desvendar a beleza de ser você mesmo no meio de uma sociedade excludente e capacitista… que nunca esqueçamos a beleza de ser quem se é, apesar de todos os nossos defeitos, que nenhum erro seja capaz de apagar a maravilha de ser você mesmo!

Somos únicos! Pense no que te faz único hoje antes de dormir! Reflita e não esqueça! Ninguém pode apagar as nossas vivências pessoais!

💕
Gabrielly Leitão

Se algum dia essas palavras saíram da sua boca, sugiro que você repense antes de repetir! Ser autista não é moda, não é ...
01/09/2022

Se algum dia essas palavras saíram da sua boca, sugiro que você repense antes de repetir!

Ser autista não é moda, não é cool, hype ou capitalista, muito pelo contrário! Ser autista é caro, requer mais dedicação da família, da escola, aumenta o risco de comorbidades de todo o tipo, ofusca, segrega, principalmente quem já não tem acesso à saúde básica, a médico bom, profissionais empáticos…

Ser autista pesa e muito! Pesa para quem ama um autista, para quem convive, para quem é…

Esse tipo de frase nada mais é que uma fala capacitista, preconceituosa, irresponsável! A sociedade não quer ver o autista em todos os lugares! Precisamos de diagnóstico sim! Precisamos de inclusão DE VERDADE!

Dar esse diagnóstico não é fácil, não é o sonho do médico! O caminho pode ser lindo e recompensador ao acompanhar uma criança que aprende a usar a sua comunicação, que finalmente ganha seu espaço com as suas próprias características e deixa de ser cobrada para que se “encaixe” no padrão da sociedade.

O autista tem que estar em todo lugar sim! E não é moda!

Diagnóstico é libertação, é aceitação, compreensão, tratamento, reconciliação e futuro!

Se você é dessas pessoas que propagam inverdades, reflita o porquê de tanto incômodo em saber/falar sobre autismo, talvez o problema mesmo esteja dentro de você que pensa/diz isso! 😉

Gabrielly Leitão
Neuropediatra

Desde que me lembro sempre quis ser pediatra, inicialmente pela admiração pela minha querida pediatra Helena e todo o se...
27/07/2022

Desde que me lembro sempre quis ser pediatra, inicialmente pela admiração pela minha querida pediatra Helena e todo o seu cuidado comigo!

Depois veio o encanto, a facilidade em lidar com crianças e a admiração por suas mentes curiosas, inocentes, questionadoras, cheias de energia em pleno desenvolvimento!

A complexidade de um novo ser em construção, ver o reflexo de seus pais em suas atitudes e trejeitos! Entender suas limitações, ajudar, aceitar, partilhar e acompanhar cada passinho mesmo que as dificuldades sejam maiores ou que as conquistas não sejam notados por todos!

Antes de ser neuropediatra eu me construí pediatra e é parte da minha trajetória e do que sou hoje!

❤️

Quem nunca ouviu que o bebê não anda porque é preguiçoso, prefere o colo… Não fala porque você dá tudo antes dele pedir…...
03/06/2022

Quem nunca ouviu que o bebê não anda porque é preguiçoso, prefere o colo…
Não fala porque você dá tudo antes dele pedir…
Não sustenta a cabeça porque você não estimulou…

Simples assim, a culpa é dos pais! 🤔
Por mais que não consiga fechar nenhuma diagnóstico porque o bebê é muito pequeno ou porque tem pouco tempo do sintoma… não importa! É necessário avaliar e investigar, o tratamento precoce com intervenção multidisciplinar evita a piora dos sintomas e a recuperação do marco em atraso!

Não espere e não acredite que é preguiça! Você sabe e conhece a sua rotina com o seu filho!

A culpa não é sua e nem da criança!!

A avaliação dos marcos do desenvolvimento não é opinião pessoal de neuropediatra! Está baseada em estudos populacionais!

Diagnóstico não é rótulo!

😉😉

Gabrielly Leitão

Fácil falar, difícil encontrar o acolhimento desejado e merecido por toda família que suspeita de algum sintoma na crian...
10/04/2022

Fácil falar, difícil encontrar o acolhimento desejado e merecido por toda família que suspeita de algum sintoma na criança;

Quantas histórias já foram e continuarão sendo contadas sobre a espera até um diagnóstico, as investigações intermináveis as vezes sem o tratamento de sintomas já estabelecidos…

Se você não estiver seguro com a informação recebida na consulta médica, tente uma segunda opinião, questione, pesquise, procure famílias que já receberam diagnósticos, peça indicação de profissionais! Confie no seu instinto!

😉😉

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Rio De Janeiro, RJ
22410-003

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Telefone

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