Jéssica Prado Psicóloga

Jéssica Prado Psicóloga Psicóloga especialista em Terapia Cognitiva Comportamental. Atendimentos Presencial e Online.

Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental e Dependência Química.

Às vezes, o problema não é a leveza, mas o jeito como a gente aprendeu a usá-la.Quantas vezes você já disse “quero algo ...
04/12/2025

Às vezes, o problema não é a leveza, mas o jeito como a gente aprendeu a usá-la.

Quantas vezes você já disse “quero algo leve”, quando na verdade queria dizer “tenho medo de sentir de verdade”?

Leveza não é fuga, não é se esconder do incômodo, não é deixar de falar o que importa para não “pesar o clima”!

Leveza de verdade é maturidade emocional:
é sustentar o que dói sem abandonar o que importa, é conversar quando dá vontade de sumir, é f**ar quando seria mais fácil correr.

Talvez o que chamamos de “leve” seja só medo fantasiado de calma.

E aí me conta: Você busca leveza para viver melhor ou para sentir menos?

Se esse texto tocou algo em você, compartilhe com alguém que também precisa repensar o que é leveza. 👇🏻

01/12/2025

Hoje a minha fala vem de um lugar mais sério, mais humano e mais preocupado.

Existe um limite entre opinião e violência, e quando esse limite é ultrapassado, vidas reais pagam o preço.

Quando um homem que viraliza discursos de ódio contra mulheres é preso por agressão, isso não é coincidência, é consequência. Ninguém agride “do nada”, ninguém se torna violento “de repente”. A violência começa na forma como alguém enxerga mulheres, se relaciona, fala, br**ca, desumaniza, normaliza.

E é aí que mora o alerta, o discurso vira crença, a crença vira comportamento, e o comportamento vira agressão, por isso, observar a fala de um homem nunca é exagero, é autoproteção.

Comportamentos como:
• piadas que diminuem mulheres,
• comentários agressivos mascarados de opinião,
• justif**ativas para atitudes violentas,
• normalização da raiva e da desumanização, não são “detalhes”, são sinais.

No Brasil, quatro mulheres são mortas por dia por pessoas que um dia amaram, conviveram, confiaram.

É por mim, por você e por todas nós que não podemos mais romantizar, minimizar ou passar pano para masculinidades violentas.

Se essa reflexão te tocou ou te trouxe clareza, envie para alguém. Informação pode salvar uma vida!👇🏻

01/12/2025

Deu Ruim no Amor? A Psi explica! ❤️‍🩹

Você já viveu uma relação em que, mesmo percebendo que algo te machucava, ainda assim você continuava ali, repetindo conversas, justif**ativas e esperanças que nunca se cumpriam?

É mais comum do que parece. Às vezes, não é o outro que prende… é a forma como a nossa mente tenta nos convencer de que “o mínimo já é alguma coisa”.

De que aquela mensagem, aquele encontro rápido ou aquele carinho esporádico “já é suficiente”. E quando você percebe, está de novo no mesmo ciclo, sentindo as mesmas dores, carregando as mesmas dúvidas, alimentando as mesmas expectativas.

Muitas mulheres se veem presas em relações onde se doam demais e recebem de menos porque existe uma crença silenciosa dizendo que “ninguém vai oferecer mais do que isso”. E essa crença te mantém em lugares que diminuem seu valor, sua energia e sua capacidade de crescer.

A reflexão é simples, mas profunda: Essa relação te acrescenta ou te subtrai? Ela te faz expandir ou te encolhe um pouco mais a cada dia? Você está sendo cuidada… ou apenas se contentando?

Às vezes, a virada começa quando você para de procurar culpados e começa a olhar com honestidade para o que você aceita como “normal”.

Se isso fez sentido pra você, compartilhe com alguém que talvez também esteja precisando enxergar o que merece.👇🏻

24/11/2025

S**o sem tabu, com a Psi! 🫦

Falar sobre s**o ainda é desconfortável para muita gente, e exatamente por isso precisamos falar mais.

Principalmente quando o assunto é s**o e ansiedade, uma combinação mais comum do que parece.

Muita gente vive a relação sexual com a cabeça longe do próprio corpo. Em vez de sentir, f**a pensando: “Será que meu corpo tá ok?”, “E se minha performance não for boa?”, “O que a outra pessoa vai pensar de mim?”…

Quando sua mente assume o controle durante o s**o, você não vive o momento, você analisa ele. E é aí que a ansiedade rouba a presença, o prazer e a conexão.

Isso não é falta de desejo, não é “frescura”, é um padrão mental que pode ser trabalhado e tratado.

No consultório, recebo muitas pessoas que não conseguem sair do turbilhão de pensamentos para se conectar com o próprio corpo.

A boa notícia? Existem técnicas muito ef**azes, tanto da Terapia Cognitivo-Comportamental quanto da prática tântrica, que ajudam a recuperar a presença e resgatar o prazer.

E pra aprofundar esse tema, vou trazer uma convidada mais do que especial: Mayara Morales, fisioterapeuta especialista em ta**ra, para uma conversa profunda, leve e sem tabu. Porque informação liberta e cura. ❤️‍🩹

Se esse tema faz sentido pra você, f**a de olho por aqui, que em breve estaremos divulgando a data desse bate-papo.

E se quiser começar esse processo de autoconhecimento, estou aqui para te acolher! Agenda sua consulta pelo link na bio!👇🏻

**o

21/11/2025

Relacionamento em 2025 virou um desafio emocional para muita gente e não é só para você. Eu tenho visto isso como psicóloga, como mulher e como amiga: os sinais estão cada vez mais confusos.

A pessoa demonstra interesse, cria conexão, abre espaço… e logo depois some. Você retribui na mesma medida, com presença e reciprocidade, e de repente é vista como “intensa demais”, “apressada”, “cobrando algo”.

Onde está a baliza?Como entender o que é interesse real e o que é apenas carência, tédio ou insegurança emocional?

Hoje, o medo de se envolver profundamente cresce na mesma proporção da vontade de ser amado. O jogo do desinteresse, o medo da intimidade e a dificuldade de sustentar a própria emocionalidade têm deixado muita gente esgotada na hora de tentar se conectar.

E existe um impacto sério nisso: Relacionamento saudável exige maturidade, presença, consistência e disponibilidade afetiva. Se cada um estiver olhando apenas para si, ninguém se encontra no meio do caminho.

E no fim das contas, f**a a pergunta que não quer calar: Será que os sinais estão realmente confuso ou estamos vivendo uma geração com medo de sentir?

Se isso faz sentido pra você, me conta nos comentários e compartilhe com alguém que precisa ouvir isso hoje!👇🏻

act terapiadosesquemas

Às vezes, o que te prende não é amor, é medo. Medo de f**ar sozinha, de não ser escolhida de novo, de recomeçar do zero…...
19/11/2025

Às vezes, o que te prende não é amor, é medo. Medo de f**ar sozinha, de não ser escolhida de novo, de recomeçar do zero…

E esse medo silencioso vai te convencendo a aceitar migalhas, mesmo quando você sabe, no fundo, que merece muito mais.

Quando o medo de perder é maior que o desejo de ser feliz, você se adapta ao mínimo. E isso não faz de você fraca, faz de você humana. Isso é o resultado de feridas antigas, carências não reconhecidas e padrões emocionais que você aprendeu a repetir para sobreviver.

Mas existe um ponto de virada, e ele começa aqui:
- Quando você entende que se diminuir por alguém nunca foi amor, foi hábito.
- Quando percebe que a solidão não é castigo, mas um retorno para você mesma.
- Quando aprende que vínculo emocional não é sinônimo de relacionamento saudável.

Porque o amor certo não aperta, não sufoca, não exige que você se encolha. O amor certo te acolhe.

Compartilhe esse post com alguém que precisa lembrar do próprio valor hoje. 👇🏻

17/11/2025

Deu Ruim no Amor? A Psi explica!

Às vezes a gente br**ca, como eu brinquei dizendo que a Fox era “tóxica”, mas a verdade é que relacionamento tóxico de verdade quase nunca começa na br**cadeira. Ele começa em padrões que a gente nem percebe repetindo.

Você já se viu atraída sempre pelo mesmo tipo de pessoa, vivendo o mesmo problema, mesma dor, mesma decepção… como se o roteiro não mudasse nunca? Isso não é “azar no amor”. Não é “dedo podre”. É padrão emocional inconsciente.

O cérebro busca o que é familiar, e o familiar nem sempre é o saudável.

Por isso, antes de tentar mudar o outro, a gente precisa olhar pra dentro:
- Quais são as minhas feridas?
- Quais padrões eu repito sem perceber?
- O que eu chamo de química, mas na verdade é só dor conhecida?

Reconhecer isso é o primeiro passo para romper ciclos, escolher diferente e construir relações mais seguras. E sim: a terapia te ajuda a enxergar o que sozinha você não vê.

Manda esse vídeo para aquela amiga que sempre diz que é “dedo podre”. Ela precisa ouvir isso. 👇🏻

14/11/2025

Viajando com a Psi ✈️✨

Durante essa viagem, vivi muitas coisas, mas nenhuma tão impactante quanto descobrir, na prática, o que o love bombing realmente faz com a gente.

É impressionante como alguém pode aparecer na sua vida oferecendo intensidade, atenção, pressa e um “amor instantâneo”… e, ao mesmo tempo, esconder partes inteiras de quem realmente é. E quando a verdade aparece, o tombo emocional vem grande.

E sabe qual foi a parte mais difícil pra mim? Perceber que não importa o quanto você estude sobre relações, ninguém está imune a situações onde a emoção fala mais alto que a razão.

Love bombing não é sobre ser ingênua. É sobre alguém usar sua sensibilidade e seu desejo de conexão para criar um vínculo rápido… que não é real. 🚨

Mas a lição f**a:
- Intensidade não é intimidade.
- Pressa não é interesse.
- E quando algo é verdadeiro, não precisa te atropelar.

Se você já passou por isso, saiba, você não está sozinha. E tem cura. Tem reconstrução. Tem amor bom depois.

Agora me conta aqui, isso já ocorreu com você?👇🏻

09/11/2025

Já se sentiu culpada por relaxar? 😔
Eu também.

Durante muito tempo, tirar férias despertava em mim uma culpa difícil de explicar, como se pausar fosse errado, como se descansar fosse perder algo.

Na terapia, fui entendendo que por trás dessa culpa existiam crenças profundas sobre merecimento, controle e medo de desapontar.

Hoje, aprendi que o descanso também é uma forma de produtividade emocional. É quando a mente silencia que o corpo volta a respirar e o coração lembra o porquê de tudo.

Que esse post te lembre: você não precisa se sentir culpada por cuidar de você. ✨

Agora me conta , você também sente dificuldade em pausar?👇🏻

03/11/2025

Você já ouviu alguém dizer:
> “Você está me pressionando.”
> “Eu não posso te dar isso agora.”
quando, na verdade, você só estava tentando se expressar emocionalmente?

Essa é uma das confusões mais comuns nos relacionamentos e um tema que eu ouço (e falo) muito na clínica e na vida.

Pressão é quando cobramos do outro algo que ele não pode, ou não quer, oferecer. 🤯

Disponibilidade genuína é quando conseguimos expressar o que sentimos e o que desejamos, sem exigir reciprocidade. 🥰

A diferença mora na intenção. Um vem do medo de perder e outro vem da coragem de se mostrar.

E esse é um ponto de maturidade emocional que transforma completamente a forma como nos relacionamos: falar sobre o que sentimos não é pressionar, é se permitir ser real.

Relações seguras não são aquelas sem desconforto, mas aquelas onde existe espaço pra verdade.

Me conta aqui: você já se sentiu “demais” por se expressar? 👇🏻

Nem todo “monstro” é o que parece. Às vezes, o que mais assusta é o que a gente ainda não olhou com afeto. 🎃Se algum des...
31/10/2025

Nem todo “monstro” é o que parece. Às vezes, o que mais assusta é o que a gente ainda não olhou com afeto. 🎃

Se algum desses “monstros” fizessem terapia comigo, talvez descobrissem que:
* o controle nasce do medo da perda,
* a raiva mascara a rejeição,
* e o isolamento é só uma forma de se proteger.

Porque por trás de cada máscara, existe uma história. E toda sombra tem algo a ensinar, se a gente tiver coragem de escutar.

Neste Halloween, que tal acolher seus próprios monstros com mais empatia?
Eles talvez só precisem ser compreendidos. 👻

Me conta aqui nos comentários: qual “monstro” você acha que mais apareceria na sua terapia? 👇🏻

30/10/2025

Se não te faz bem, você pode — e deve — mudar.
De ambiente.
De caminho.
De trabalho.
De cidade.
De relações.

Eu já mudei tudo isso.
E sempre com o mesmo propósito:
não permaneço onde eu deixo de florescer.

Mudar não é fraqueza.
É amor-próprio.
É coragem.
É evolução. 🌱✨

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

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