Construindo uma nova História

Construindo uma nova História Sua jornada não está no fim! Não importa qual seja a sua idade, os seus medos, as suas limitações, os seus desafios e os seus obstáculos.

Você pode!O ser humano não está pronto, tem a possibilidade de criar-se e recriar-se a cada dia. 21 99129485 Clínica de Psicologia
Atendimento: Adolescentes, Adultos, Casais e Dependência Química. Psicóloga Membro do CPPC

25/02/2026

Nem toda ansiedade é patológica.
Às vezes é só o nosso organismo criando recursos para lidar com o novo, com o desconhecido.
Isso traz desconforto porém não signif**a que seja patológico.

Cuide-se bem.

Leticia Menescal
Psicóloga

25/02/2026

Assista esse vídeo e veja se você se identif**a.
Conhecimento é poder.
Cuide-se bem.
Leticia Menescal
Psicóloga

24/02/2026

Transformar caos em potência não é se orgulhar do que te feriu.
É parar de usar a dor como identidade.

Muita “força” nasceu da sobrevivência, não da escolha.
A terapia te ajuda a mudar o lugar da torcida interna e a reconstruir sua história sem precisar se abandonar.

Letícia Menescal
Psicóloga

Sintomas mais comuns do TEPT em vítimas de abuso: • Revivescência do trauma: a pessoa pode ter lembranças involuntárias ...
24/02/2026

Sintomas mais comuns do TEPT em vítimas de abuso:

• Revivescência do trauma: a pessoa pode ter lembranças involuntárias e angustiantes do que viveu, além de pesadelos ou flashbacks intensos que a fazem sentir como se o abuso estivesse acontecendo novamente.
• Evitamento: há um esforço para evitar qualquer coisa que traga lembranças do trauma, incluindo lugares, pessoas ou até mesmo certos pensamentos e emoções. Isso pode levar ao isolamento social e ao distanciamento de atividades antes prazerosas.
• Alterações emocionais: sentimentos persistentes de medo, ansiedade, culpa ou vergonha podem surgir sem motivo aparente, tornando difícil regular as emoções no dia a dia.
• Hipervigilância e reatividade aumentada: a pessoa pode sentir que está sempre em estado de alerta, com dificuldade para relaxar, assustando-se facilmente e tendo reações intensas a estímulos aparentemente inofensivos.

Como o TEPT pode afetar a vida cotidiana?

Os impactos do TEPT podem ser profundos e interferir diretamente na forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros:
• Dificuldade em estabelecer novos relacionamentos: o medo de confiar novamente pode impedir a construção de vínculos saudáveis, resultando em isolamento emocional.
• Problemas de concentração: a mente pode f**ar constantemente sobrecarregada com lembranças do trauma, dificultando a capacidade de foco em tarefas cotidianas, trabalho ou estudos.
• Sentimento de desconexão e isolamento: muitas vítimas relatam a sensação de não serem compreendidas, o que pode levá-las a evitar interações sociais, aumentando a solidão.

O TEPT não é apenas um reflexo do passado; ele pode moldar a forma como a pessoa vive o presente e enxerga o futuro. No entanto, a recuperação é possível.
O acompanhamento psicológico é essencial para ressignif**ar a experiência, reconstruir a autoestima e aprender novas formas de lidar com as emoções.

Vamos construir uma nova história.
Clique no link da bio. 🧠
Leticia Menescal
Psicóloga

Você pode até tentar controlar os sintomas.Tentar ser menos ciumenta, mais confiante, menos crítica consigo mesma.pode a...
23/02/2026

Você pode até tentar controlar os sintomas.
Tentar ser menos ciumenta, mais confiante, menos crítica consigo mesma.
pode até funcionar por um tempo.
Mas, no fundo, algo continua apertando pois insegurança, comparação constante, perfeccionismo, medo de errar, sensação de não merecimento e dependência emocional não surgem do nada. eles são sinais, pistas, avisos silenciosos de que algo mais profundo está pedindo atenção.

Quando a autoestima está fragilizada, a mente entra em modo de sobrevivência. Você começa a se comparar, a se cobrar demais, a duvidar do próprio valor, a buscar validação fora, a se sentir sempre um passo atrás e não porque você é fraca, mas porque aprendeu, em algum momento da vida, que precisava provar quem era para ser aceita.

Não adianta só apagar o alarme.
é preciso olhar para o incêndio.

A terapia não trabalha apenas o comportamento visível, ela vai até a raiz, onde essas crenças sobre quem você é foram construídas, questiona o que nunca foi questionado e te ajuda a desenvolver uma autoconfiança que não depende de aprovação, desempenho ou comparação.

Autoestima não é repetir frases positivas.
É reorganizar a forma como você se enxerga, se trata e se posiciona no mundo.
Se você se reconheceu nesses sintomas, talvez seja hora de parar de lutar contra eles e começar a escutar o que eles estão tentando te mostrar.

E isso, sim, muda tudo.

Letícia Menescal
Psicóloga

Essa frase toca num ponto que aparece o tempo todo na clínica: a procrastinação raramente é preguiça. Na maioria das vez...
21/02/2026

Essa frase toca num ponto que aparece o tempo todo na clínica: a procrastinação raramente é preguiça. Na maioria das vezes, ela é consequência direta da forma como a pessoa se relaciona com os próprios pensamentos e com a imagem que construiu de si mesma.

Quando você adia, evita ou trava, quase sempre existe um diálogo interno rodando por trás disso, algo como “não sou capaz”, “vou falhar”, “não vai f**ar bom”, “não adianta tentar”. Esses pensamentos despertam ansiedade, medo, vergonha e insegurança. Para aliviar esse desconforto, o cérebro escolhe o caminho mais rápido: evitar. E a procrastinação passa a funcionar como um alívio momentâneo.

O problema é que, depois, vem o custo. Culpa, autocrítica, sensação de incapacidade ainda maior. O ciclo se fecha e reforça exatamente a crença que já existia: a de que você não dá conta, não merece ou não é boa o suficiente.

Na terapia, o trabalho não é forçar ação no grito nem usar frases motivacionais vazias. É ajudar você a identif**ar esses pensamentos, questionar se eles são fatos ou interpretações, entender de onde surgiram e construir respostas internas mais realistas e funcionais. Aos poucos, agir deixa de ser uma ameaça e passa a ser possível.

Vencer a procrastinação não é virar uma pessoa hiperprodutiva. É aprender a se relacionar de outra forma com o medo de errar, com a autocrítica e com as expectativas irreais que você coloca sobre si mesma.

Quando você muda a forma como se vê, o comportamento acompanha.

Se você percebe que vive presa nesse ciclo de travar, adiar e se culpar, a terapia pode ser o espaço para construir um caminho mais seguro entre quem você é hoje e o que você deseja realizar.

Letícia Menescal
Psicóloga

O divórcio é um dos eventos que mais impactam a autoestima, principalmente quando a relação durou muitos anos.Porque não...
19/02/2026

O divórcio é um dos eventos que mais impactam a autoestima, principalmente quando a relação durou muitos anos.

Porque não é apenas o fim de um vínculo afetivo.
É o fim de uma narrativa.

Você deixa de ser parte de uma estrutura que organizava sua vida, sua rotina, sua identidade e até sua percepção de valor.

É comum que, após a separação, surjam pensamentos automáticos de inadequação.
Uma tendência a se culpar.
Uma sensação de falha pessoal.

E quanto mais antigas forem as experiências de rejeição na sua história, maior pode ser o impacto emocional desse rompimento.

O problema não é sentir dor.
O problema é transformar o fim do casamento em uma prova de que você não é suficiente.

Se essa fase tem abalado a forma como você se vê, talvez o trabalho não seja apenas “seguir em frente”.
Talvez seja reconstruir a base da sua autoestima em algo que não dependa de ser escolhida por alguém.

A terapia pode ser um espaço seguro para atravessar essa reconstrução com profundidade e respeito pela sua história.

Para agendamento de consulta, clique no link da bio.

Leticia Menescal
Psicóloga

Cuide-se bem. ☺️ Letícia MenescalPsicóloga
19/02/2026

Cuide-se bem. ☺️

Letícia Menescal
Psicóloga

“O que não te mata, te fortalece?”Bom… na verdade, o que não te mata pode te deixar ansioso, hiper vigilante e emocional...
18/02/2026

“O que não te mata, te fortalece?”

Bom… na verdade, o que não te mata pode te deixar ansioso, hiper vigilante e emocionalmente exausto.

Vamos à ciência?
na verdade, o que não te mata pode te deixar ansioso, hiper vigilante e emocionalmente exausto Quando passamos por um trauma, nosso cérebro ativa o sistema de sobrevivência.
A amígdala (a central do medo) f**a hiperativa, o hipocampo (responsável pela memória) pode perder a capacidade de distinguir o passado do presente, e o córtex pré-frontal (área do raciocínio e controle emocional) pode f**ar menos eficiente.
Ou seja, ao invés de “fortalecer”, o trauma pode deixar o sistema nervoso desregulado, impedindo que você se sinta seguro até mesmo quando o perigo já passou.

Agora me diz: isso te parece força ou desgaste?

Sofrer não é uma medalha de honra.
O sofrimento não deveria ser romantizado como um atalho para a sabedoria ou um selo de resistência. Algumas pessoas realmente conseguem transformar a dor em crescimento, mas isso não acontece sozinho e nem para todo mundo.
O que faz diferença não é o trauma em si, mas o que fazemos com ele, o suporte que recebemos e as ferramentas que desenvolvemos para seguir adiante.

Então, não, você não precisa “sofrer para evoluir”.
Precisa de acolhimento, compreensão e, muitas vezes, ajuda especializada para que a dor não seja o que define sua história.

O que não te mata fortalece a probabilidade do seu organismo desenvolver diversos adoecimentos e perda de qualidade de vida.

E você, já parou para pensar em como suas dores te afetaram e ainda continuam te afetando?

Letícia Menescal
Psicóloga

Autoconfiança não é uma qualidade, é uma habilidade que deve ser desenvolvida e treinada. Muitas pessoas consideram que ...
18/02/2026

Autoconfiança não é uma qualidade, é uma habilidade que deve ser desenvolvida e treinada.

Muitas pessoas consideram que isso já vem de fábrica, mas não é bem assim que funciona.

Famílias funcionais que supriram as necessidades básicas infantis promovem com maior facilidade a autoestima e autoconfiança.

Mas sejamos realistas? É uma minoria.

A maior parte de nós precisa construir isso na vida adulta mesmo.

A boa notícia é que isso é possível.

Leticia Menescal
Psicóloga

A baixa autoestima não te impede de viver. Mas te faz viver acreditando que você é menos do que realmente é.  Ela não te...
18/02/2026

A baixa autoestima não te impede de viver.
Mas te faz viver acreditando que você é menos do que realmente é.
Ela não te esconde dos outros, ela esconde você de você mesma. E isso é cruel.
Porque mesmo quando você conquista, se relaciona, se dedica… a sensação de “não ser suficiente” continua ali.
É como se nada bastasse.
Como se o seu valor sempre estivesse em jogo.
Como se você tivesse que se provar o tempo todo.
Essa é uma das maiores armadilhas da baixa autoestima: ela sabota sua percepção sobre quem você é e tudo o que já construiu.
E o pior? Isso não se resolve com um elogio ou uma frase motivacional. Autoestima não é sobre repetir “eu me amo” no espelho, é sobre desconstruir as vozes que dizem que você não merece ser amada. A terapia te ajuda a identif**ar essas vozes.
A entender de onde elas vêm.
A devolver o que não é seu.
E a resgatar a sua verdade.
Você não precisa continuar duvidando de si o tempo todo.
Você pode se olhar com mais respeito, segurança e amor.
E isso começa quando você decide se escolher.
Vamos juntas?

Para agendar consultas clique no link da bio.

Letícia Menescal
Psicóloga

18/02/2026

Os transtornos depressivos não afetam somente o humor.
Afetam diretamente a forma como a pessoa percebe a si mesma.
Afeta a visão que tem da sua identidade.

Endereço

Zona Sul/Flamengo
Rio De Janeiro, RJ
ATENDIMENTOCOMHORAMARCADA.

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