25/02/2026
Assim como Gideão enfrentou um cenário de intimidação e desproporção de forças, nós, fisioterapeutas, também vivemos um momento de pressão e questionamentos sobre nossa atuação profissional.
Diante de movimentos que buscam restringir práticas devidamente regulamentadas e respaldadas tecnicamente, é natural que surjam inseguranças.
No entanto, a história nos ensina que não é a quantidade que determina a força, mas a organização, a legitimidade e o alinhamento coletivo.
Nossa atuação é fundamentada em formação sólida, competência técnica e respaldo normativo. Não se trata de disputa, mas de reconhecimento profissional e respeito às atribuições legalmente estabelecidas.
Este é um momento que exige maturidade, união e posicionamento consciente da classe. A força da fisioterapia não está no confronto, mas na consistência, na qualificação e na atuação ética.
Por, Dra Lídiane Sena.
Fisioterapeuta integrativa no controle da dor.