Clínica Juliana Esteves

Clínica Juliana Esteves Ginecologia e Obstetrícia focada em gestão de alto risco
Medicina Fetal
Assistência Humanizada com apoio ao parto normal

As chances de desenvolver o câncer de mama – assim como outros tumores – podem ser diminuídas por meio da adoção de hábi...
21/10/2020

As chances de desenvolver o câncer de mama – assim como outros tumores – podem ser diminuídas por meio da adoção de hábitos saudáveis, como:

- Ter uma alimentação equilibrada;
- Fazer atividade física com regularidade;
- Controlar a gordura corporal;
- Moderar o consumo de álcool.

Outra prática com efeito protetor para o câncer de mama é a amamentação.

Da mesma forma, é importante estar com a sua mamografia em dia – especialmente se você estiver acima dos 50 anos e apresentar histórico da doença na família. O autoexame ajuda a mulher a conhecer o próprio corpo, mas os exames de imagem são a melhor opção para diagnosticar nódulos no estágio inicial de desenvolvimento. Essa detecção precoce pode fazer toda a diferença no tratamento.

Consulte sua ginecologista e saiba mais.

O risco de desenvolver câncer de mama pode aumentar de acordo com nossa história clínica e devido a algumas condições a ...
19/10/2020

O risco de desenvolver câncer de mama pode aumentar de acordo com nossa história clínica e devido a algumas condições a que nos submetemos no dia a dia. Veja os principais fatores de risco a seguir:

- Realização de terapia hormonal após a menopausa sem orientação médica;
- Mutação genética (em genes como BRCA1 e BRCA2);
- Sedentarismo;
- Consumo de álcool;
- Tabagismo;
- Uso de aparelhos de radiografia;
- Exposição a subprodutos de processos industriais;
- Contato com agrotóxicos;
- Exposição a poluentes ambientais.

Nem toda alteração nos seios é sinônimo de tumor. Conheça algumas das principais doenças benignas das mamas:- Mastalgia ...
16/10/2020

Nem toda alteração nos seios é sinônimo de tumor. Conheça algumas das principais doenças benignas das mamas:

- Mastalgia (dor nas mamas): além desse incômodo, que é leve e suportável, é possível apresentar tecido mamário mais espesso e até alguns nódulos. A condição pode se intensificar no período pré-menstrual. Mas fique tranquila: a mastalgia não é tumor, nem aumenta suas chances de desenvolver a doença;

- Fibroadenoma: pequeno nódulo sólido, móvel, liso e indolor, que pode ser detectado por meio de exame de imagem. É comum entre adolescentes e mulheres de até 30 anos, em razão da intensa produção hormonal. A lesão não precisa ser removida, embora muitas mulheres optem por isso, para reduzir o incômodo;

- Cistos: lesões com líquido em seu interior, que podem ser palpáveis ou não. Costumam ser múltiplos e bilaterais e detectados por meio de exame de imagem ou toque manual. Embora benignos, podem aumentar o risco de câncer de mama ou estar associados a lesões pré-tumorais ou tumorais.

- Fluxo papilar: fluidos excretados pelos mamilos, fora do período de lactação. O quadro é inofensivo, quando aparecer apenas após compressão, em ambos os seios, e tiver cor amarelada. No entanto, fique alerta caso o líquido saia por apenas um dos lados, espontaneamente, e coloração transparente ou com vestígios de sangue.

Na dúvida, consulte sua ginecologista.

Laço rosa, monumentos iluminados pela cidade, campanhas de conscientização no ar. Esses são os sinais visíveis de um mov...
08/10/2020

Laço rosa, monumentos iluminados pela cidade, campanhas de conscientização no ar. Esses são os sinais visíveis de um movimento que busca chamar a atenção sobre a importância dos cuidados com a saúde feminina: o Outubro Rosa. O objetivo da campanha é conscientizar as mulheres sobre a importância de adotar um estilo de vida saudável e detectar precocemente o câncer de mama, por meio de exames de rotina. Você está fazendo a sua parte, em prol do seu bem-estar? Não deixe a sua saúde para depois. O momento de se prevenir é agora! Cuide-se e incentive as mulheres ao seu redor a fazerem o mesmo.

Apesar de incômodos, esses sinais podem ser normais. As cólicas no baixo ventre são provocadas pela contração do útero p...
01/10/2020

Apesar de incômodos, esses sinais podem ser normais. As cólicas no baixo ventre são provocadas pela contração do útero para a eliminação do sangue na menstruação. A dor de cabeça e sensibilidade ou dor nos seios são respostas às alterações vasculares e glandulares características da fase do ciclo.

Porém, os sintomas devem desaparecer com a menstruação e não devem intervir na sua qualidade de vida. Portanto, é uma percepção individualizada. Então, se os sinais persistirem e forem se tornando cada vez mais intensos e limitantes, é importante buscar avaliação médica, para descartar outros problemas e melhorar a qualidade de vida! Consulte sua ginecologista e saiba mais.

A pré-eclâmpsia é uma condição que ocorre quando a mulher apresenta pressão arterial elevada, após a vigésima semana de ...
29/09/2020

A pré-eclâmpsia é uma condição que ocorre quando a mulher apresenta pressão arterial elevada, após a vigésima semana de gestação. No entanto, sinais destacados aqui nos auxiliam a identificar a gravidade do caso e consequentemente definir estratégias de acompanhamento:

- Dor de cabeça associada ao aumento de pressão
- Dor na boca do estômago;
- Visão turva;
- Presença excessiva de proteína na urina;
- Queda no número de plaquetas;
- Edema generalizado;
- Comprometimento renal;

Esses sinais não são tão infrequentes na gestação, não é?! Mas calma, nem tudo é a pré-eclâmpsia! O importante é um bom acompanhamento pré-natal, com exames de rastreio na tentativa de identificar as gestantes com alto risco de desenvolvê-la.


Nosso estado de saúde pode ser um reflexo das nossas escolhas. Por isso, é essencial que se modifique algumas atitudes q...
28/09/2020

Nosso estado de saúde pode ser um reflexo das nossas escolhas. Por isso, é essencial que se modifique algumas atitudes que estão em “piloto automático”, a fim de prevenir complicações. Veja algumas posturas para mudar já e, assim, preservar o seu bem-estar:

- Consumo excessivo de doces durante a TPM – esse tipo de alimento pode ter efeitos inflamatórios no organismo, agravando os sintomas desse período;

- Usar óleos lubrificantes na região íntima – dependendo da substância adotada, há o risco de alergias e até rompimento do pr********vo;

- Adotar produtos que não respeitem o pH vaginal

– a prática pode reduzir as defesas naturais da região íntima, aumentando as chances de infecções;

- Não realizar os exames de rotina – com isso, a mulher pode deixar de detectar doenças em seu estágio inicial;

- Adotar anticoncepcionais sem orientação médica

A avaliação profissional é fundamental para determinar método mais adequado para o seu organismo e estilo de vida.

Para mais orientações, consulte sua ginecologista.

Em média, o ciclo menstrual comum tem 28 dias, podendo variar entre 25 e 35 dias, quando ainda é visto como normal. Poré...
24/09/2020

Em média, o ciclo menstrual comum tem 28 dias, podendo variar entre 25 e 35 dias, quando ainda é visto como normal. Porém, fatores como estresse, má alimentação, excesso de atividade física e sono inadequado podem levar a irregularidades menstruais.

Outras causas capazes de interferir são a síndrome do ovário policístico, disfunções na tireoide, obesidade e desnutrição. No entanto, não é raro acontecerem irregularidades isoladas, ou seja, para dizermos que seu ciclo está com alguma alteração, o quadro deve se manter por ao menos 3 meses ou apresentar alguma repercussão clínica, como anemia, por exemplo.
Cuide-se!

Sim. Nesses casos, em especial, a recomendação é que o rastreamento (ultrassom/mamografia) seja iniciado, em média, dez ...
17/09/2020

Sim. Nesses casos, em especial, a recomendação é que o rastreamento (ultrassom/mamografia) seja iniciado, em média, dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau teve a doença. Por exemplo, se a mãe da paciente apresentou a doença aos 35 anos, o ideal é começar a realizar o exame aos 25 anos.

Por isso, a história detalhada da doença do familiar é peça fundamental para formular uma estratégia de rastreio e saber o real risco de recorrência familiar. Na dúvida, converse com sua ginecologista.

Diabetes gestacional decorre de um aumento no nível de açúcar no sangue da gestante (hiperglicemia). O quadro é diagnost...
15/09/2020

Diabetes gestacional decorre de um aumento no nível de açúcar no sangue da gestante (hiperglicemia).

O quadro é diagnosticado quando essa hiperglicemia é identificada pela primeira vez durante a gestação, principalmente após o rastreio com o teste oral de tolerância à glicose. Entre os fatores de risco para essa condição estão idade materna (principalmente após os 40 anos), obesidade, ganho excessivo de peso durante a gestação e histórico familiar de diabetes.

Ela deve ser devidamente rastreada em toda gestação e adequadamente tratada, para evitar repercussões materno e fetais. Para prevenir complicações, é essencial controlar os níveis da glicose com ajuste da alimentação e atividade física regular, além de manter a parceria obstetra-endocrinologista.


Algumas das substâncias que podem alterar o efeito anticoncepcional da pílula por interferirem em seu metabolismo pelo f...
11/09/2020

Algumas das substâncias que podem alterar o efeito anticoncepcional da pílula por interferirem em seu metabolismo pelo fígado são:

- Rifampicina (antibiótico);
- Fenitoína (anticonvulsivante/antiepiléptico);
- Carbamazepina (anticonvulsivante/antiepiléptico);
- Primidona (anticonvulsivante/antiepiléptico);
- Topiramato (anticonvulsivante/antiepiléptico);
- Oxcarbazepina (antiepiléptico);
- Barbitúricos (calmantes/sedativos).

Durante a administração desses tipos de medicamento, o ideal é reforçar a proteção com outros métodos contraceptivos, como o pr********vo, para prevenir uma gravidez inesperada. Para mais informações, consulte sua ginecologista.

A orientação da OMS é que a mulher adote a posição que pareça mais confortável, durante o primeiro estágio do parto. A p...
10/09/2020

A orientação da OMS é que a mulher adote a posição que pareça mais confortável, durante o primeiro estágio do parto. A posição verticalizada é mais fisiológica e auxilia na compreensão da expulsão do bebê.

Mas outras posições, como a semissentada, de cócoras ou lateral, também são confortáveis. Existem ainda as pacientes que, apesar de tentarem várias posições, ficam mais confortáveis na cama, apenas com o dorso elevado. Então, não existe uma regra, e sim a adaptação de cada paciente. Experimente, não tenha “pré-conceitos”. Sinta o seu parto e veja onde você se sente mais segura.

Converse sempre com seu obstetra durante o pré-natal e tire suas dúvidas!

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