Centro de Apoio ao Tabagista

Centro de Apoio ao Tabagista Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Centro de Apoio ao Tabagista, Médico/a, Rua Djalma Ulrich, 163 sala 602 Copacabana, Rio de Janeiro.

𝘾𝘼𝙏_ 𝘼 𝙎𝙖ú𝙙𝙚 𝙋ú𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖 𝙖𝙢𝙚𝙖ç𝙖𝙙𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙋𝙧𝙤𝙘𝙪𝙧𝙖𝙙𝙤𝙧𝙚𝙨 𝙁𝙚𝙙𝙚𝙧𝙖𝙞𝙨 !?!https://www.youtube.com/watch?v=ciMJZp0gSL8Pelo Centro de Apo...
04/02/2026

𝘾𝘼𝙏_ 𝘼 𝙎𝙖ú𝙙𝙚 𝙋ú𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖 𝙖𝙢𝙚𝙖ç𝙖𝙙𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙋𝙧𝙤𝙘𝙪𝙧𝙖𝙙𝙤𝙧𝙚𝙨 𝙁𝙚𝙙𝙚𝙧𝙖𝙞𝙨 !?!
https://www.youtube.com/watch?v=ciMJZp0gSL8

Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, econômicos, sanitários e sociais do nicotinismo, editamos uma manifestação anônima que nos chegou, sobre uma ação civil pública estapafúrdia que foi instaurada por, pasmem, procuradores do Ministério Público Federal, a partir da bucólica cidade mineira de Uberlândia, instando o Ministério da Saúde brasileiro e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a reverteram a legislação vigente que dispõe sobre a proibição da fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), em todo território nacional.

𝙎𝙝𝙖𝙢𝙚 𝙤𝙣 𝙮𝙤𝙪, 𝙋𝙍𝙊𝘾𝙐𝙍𝘼𝘿𝙊𝙍𝙀𝙎!?!

Os DEFs são lobos em pele de cordeiros. Esta imagem, trazemos da história. A expressão e fábula "lobo em pele de cordeiro" tem origem principal no Novo Testamento da Bíblia, no Sermão da Montanha proferido por Jesus (Mateus 7:15), alertando contra falsos profetas. A metáfora, popularizada posteriormente em fábulas da Idade Média (frequentemente atribuídas a Esopo*), descreve alguém que oculta más intenções sob uma aparência inofensiva.

Da origem Bíblica: "Jesus alertou: Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores". Embora associada a Esopo, a fábula específica de um lobo disfarçado apareceu com mais força na literatura europeia medieval e em recontagens como a de Lourenço Abstêmio no século XV. Um lobo veste-se com a pele de um cordeiro para se infiltrar no rebanho, mas é descoberto e morto pelo pastor, ilustrando que a verdadeira natureza acaba revelada. A fábula alerta sobre não confiar nas aparências, indicando que a verdadeira natureza de alguém é revelada por suas ações, não por sua aparência.

*Esopo (620 a.C. Mesembria - 564 a.C., Delfos ) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.



Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, eco...

  https://www.facebook.com/share/p/1DhpKBTjKz/
03/02/2026


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From OPAS - OMS
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▶️ Os v**es têm se tornado um crescente problema ambiental, já que geram uma grande quantidade de lixo e possuem diversos componentes tóxicos, incluindo metais pesados como lítio, produtos químicos e plásticos. Estes produtos são muitas vezes descartados de forma inadequada, contaminando o solo e a água.

💨 Além disso, os aerossóis gerados pelo uso dos v**es costumam aumentar a concentração de material particulado em ambientes internos. Esses aerossóis contêm nicotina e outras substâncias tóxicas, tornando suas emissões prejudiciais tanto para quem faz o uso direto quanto para quem é exposto.

❌ Diga não aos v**es. Assim você cuida da sua saúde e do meio ambiente.

Saiba mais: https://www.paho.org/pt/noticias/5-5-2023-perguntas-e-respostas-v**e-e-outros-ci****os-eletronicos






𝐂𝐀𝐓_ 𝐏𝐑𝐎𝐂𝐔𝐑𝐀𝐃𝐎𝐑𝐄𝐒 𝐃𝐄𝐒𝐏𝐑𝐄𝐙𝐀𝐍𝐃𝐎 𝐀 𝐒𝐀Ú𝐃𝐄 𝐏Ú𝐁𝐋𝐈𝐂𝐀https://youtu.be/8Qj7Qkyir98Pelo 𝘾𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙙𝙚 𝘼𝙥𝙤𝙞𝙤 𝙖𝙤 𝙏𝙖𝙗𝙖𝙜𝙞𝙨𝙩𝙖 - 𝘾𝘼𝙏, ONG ca...
03/02/2026

𝐂𝐀𝐓_ 𝐏𝐑𝐎𝐂𝐔𝐑𝐀𝐃𝐎𝐑𝐄𝐒 𝐃𝐄𝐒𝐏𝐑𝐄𝐙𝐀𝐍𝐃𝐎 𝐀 𝐒𝐀Ú𝐃𝐄 𝐏Ú𝐁𝐋𝐈𝐂𝐀
https://youtu.be/8Qj7Qkyir98

Pelo 𝘾𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙙𝙚 𝘼𝙥𝙤𝙞𝙤 𝙖𝙤 𝙏𝙖𝙗𝙖𝙜𝙞𝙨𝙩𝙖 - 𝘾𝘼𝙏, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, econômicos, sanitários e sociais do nicotinismo, editamos as reflexões do médico e comunicador em saúde,𝐋𝐮í𝐬 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐚, sobre um fato que abalou, nesta semana, boa parte dos que se esforçam há décadas pelo controle do nicotinismo no país.

O Brasil é respeitado mundo afora pelo trabalho extraordinário que realiza para aplacar o descalabro provocado globalmente pelas estratégias de comunicação e marketing da Indústria da Nicotina, que defende os seus produtos com unhas, dentes e muito dinheiro. Entretanto, estes mesmos produtos matam metade dos usuários. Anualmente,, no planeta, são mais de 7 milhões por ano; em nosso país, 174 mil _ leia-se 447 pessoas por dia. As nações perdem, também anualmente, mais de 2 trilhões de dólares para o sistema tabaco. O nosso país, em reais, o prejuízo ultrapassa os 150 bilhões!

Pois bem, um grupo de procuradores do Ministério Público Federal virou manchete de inúmeros órgãos de imprensa por estes dias, dada a estapafúrdia pretensão de desfazer a regulamentação vigente, tomada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (DICOL/ANVISA), em 2009, e reiterada em 2024, que dispõe sobre a proibição da fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), em todo território nacional.

Os DEFs são lobos em pele de cordeiros. Esta imagem, trazemos da história. A expressão e fábula "lobo em pele de cordeiro" tem origem principal no Novo Testamento da Bíblia, no Sermão da Montanha proferido por Jesus (Mateus 7:15), alertando contra falsos profetas. A metáfora, popularizada posteriormente em fábulas da Idade Média (frequentemente atribuídas a Esopo*), descreve alguém que oculta más intenções sob uma aparência inofensiva.

Da origem Bíblica: "Jesus alertou: Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores". Embora associada a Esopo, a fábula específica de um lobo disfarçado apareceu com mais força na literatura europeia medieval e em recontagens como a de Lourenço Abstêmio no século XV. Um lobo veste-se com a pele de um cordeiro para se infiltrar no rebanho, mas é descoberto e morto pelo pastor, ilustrando que a verdadeira natureza acaba revelada. A fábula alerta sobre não confiar nas aparências, indicando que a verdadeira natureza de alguém é revelada por suas ações, não por sua aparência.

*Esopo (620 a.C. Mesembria - 564 a.C., Delfos ) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.







Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, eco...

02/02/2026

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, fique sabendo: filtros não reduzem impacto do cigarro na saúde e ameaçam o meio ambiente

𝙑𝘼𝙋𝙀 𝙓 𝘾𝙄𝙂𝘼𝙍𝙍𝙊: 𝙊 𝙌𝙐𝙀 𝙁𝘼𝙕 𝙈𝘼𝙄𝙎 𝙈𝘼𝙇?Em alguns casos, os efeitos do v**e foram tão intensos que surpreenderam a própria co...
02/02/2026

𝙑𝘼𝙋𝙀 𝙓 𝘾𝙄𝙂𝘼𝙍𝙍𝙊: 𝙊 𝙌𝙐𝙀 𝙁𝘼𝙕 𝙈𝘼𝙄𝙎 𝙈𝘼𝙇?
Em alguns casos, os efeitos do v**e foram tão intensos que surpreenderam a própria comunidade médica
Artigo da cardiologista Stephanie Rizk, O Globo, 02/02/2026.

A pergunta aparece cada vez mais nos consultórios, nas conversas de família e até nas redes sociais: afinal, o cigarro eletrônico faz menos mal do que o cigarro tradicional? Ela costuma vir acompanhada de um argumento aparentemente lógico. Não tem fumaça, não tem cheiro forte, não queima tabaco. Logo, deve ser menos prejudicial. Essa conclusão intuitiva é justamente onde mora o perigo.

A dúvida parte de uma comparação equivocada. Ela sugere que, entre dois produtos nocivos, um deles poderia ser aceitável. O organismo humano, porém, não negocia riscos dessa forma. Ele reage à agressão, independentemente da aparência moderna ou do discurso que acompanha o produto.

O cigarro convencional é um velho conhecido da medicina. Seus efeitos, estudados há décadas, não deixam margem para romantização. Está diretamente associado a infarto, derrame, diversos tipos de câncer, enfisema, bronquite crônica e perda progressiva da função pulmonar. Sua fumaça reúne milhares de substâncias tóxicas, muitas comprovadamente cancerígenas. O dano é cumulativo, previsível e frequentemente fatal. Não há surpresa, há estatística.

O cigarro eletrônico, por outro lado, chegou envolto em uma aura de inovação. Ele não se apresenta como um vício clássico, mas como um dispositivo. Um objeto tecnológico, colorido, com sabores adocicados e linguagem que remete mais a bem-estar do que a doença. Essa estética suaviza a percepção de risco e ajuda a explicar sua rápida disseminação, especialmente entre jovens.
Mas o que entra nos pulmões não é v***r de água. O v**e produz um aerossol que contém nicotina, solventes aquecidos, metais e partículas microscópicas capazes de penetrar profundamente no tecido pulmonar e alcançar a corrente sanguínea. O corpo reconhece isso como agressão. As vias aéreas inflamam, o sistema de limpeza natural do pulmão perde eficiência e a resposta inflamatória se instala.

Em alguns casos, os efeitos foram tão intensos que surpreenderam a própria comunidade médica. Jovens saudáveis evoluíram com lesões pulmonares agudas graves, quadros que exigiram internação e suporte intensivo. Esses episódios deixaram claro que a ausência de combustão não equivale à ausência de dano. Apenas muda o tipo de agressão.

O coração também paga esse preço. Tanto o cigarro tradicional quanto o eletrônico aceleram os batimentos, elevam a pressão e inflamam os vasos, mantendo o organismo em estado constante de alerta. No início, isso passa despercebido. Com o tempo, cria o terreno para arritmias, infarto, insuficiência cardíaca e eventos que parecem surgir de repente, mas foram sendo construídos em silêncio.

Existe ainda um aspecto central que costuma ser negligenciado: a forma de uso. O cigarro tem começo, meio e fim. Ele exige uma pausa, um ritual, um intervalo. O v**e não. Ele cabe no bolso, no carro, na mesa de trabalho, no quarto. Não deixa cheiro, não chama atenção e, por isso mesmo, é usado com mais frequência. A exposição deixa de ser episódica e passa a ser contínua. Pequenas doses, muitas vezes ao dia, por meses ou anos.

Entre adolescentes e adultos jovens, o cenário é ainda mais preocupante. Muitos nunca fumaram cigarro convencional e começaram diretamente pelo eletrônico. Nesse caso, não há redução de danos, apenas a introdução precoce da nicotina em um organismo saudável. O cérebro jovem é mais suscetível à dependência, e o hábito se instala antes que o usuário perceba.
Do ponto de vista científico, o cigarro convencional ainda causa mais mortes por ser usado há mais tempo e ter efeitos amplamente conhecidos. Isso, porém, não autoriza o uso do cigarro eletrônico. O v**e é um problema mais recente, com consequências ainda em estudo. Menos conhecido não significa menos perigoso. A pergunta certa não é qual faz mais mal, mas se existe forma segura de inalar nicotina. A resposta da ciência, até agora, é não.
https://oglobo.globo.com/blogs/receita-de-medico/post/2026/02/v**e-x-cigarro-o-que-faz-mais-mal.ghtml

🔊É melhor ler o posicionamento do Ministério Público Federal brasileiro sobre os dispositivos eletrônicos para fumar (DE...
02/02/2026

🔊É melhor ler o posicionamento do Ministério Público Federal brasileiro sobre os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), do que ser deficiente visual.📈
🔊A pergunta que estou me fazendo é: isto é fake news, para desmoralizar o MPF❓📢

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Sakamoto: Fim da proibição a v**es pode bombar número de fumantes
Publicado por Diario do Centro do Mundo, 01/02/2026.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/sakamoto-fim-da-proibicao-a-v**es-pode-bombar-numero-de-fumantes/

Após as bets, o v**e. O Ministério Público Federal apresentou, na semana que passou, uma ação civil pública para obrigar a União e a Anvisa a substituirem a atual proibição do comércio de v**es e ci****os eletrônicos por regras semelhantes às aplicadas aos ci****os comuns. Alerta de spoiler: vai dar ruim.

Na avaliação dos procuradores, o proibicionismo não funcionou e está lascando a saúde da população mais jovem. Entendo o ponto de vista deles, mas no caso de v**es, a liberação vai custar a vida de uma geração. O produto em si é muito mais danoso que o cigarro, com mais nicotina, mas apresentado como se não fosse.

Há casos de jovens tossindo pedaços do próprio pulmão, na fila do transplante, o que só aconteceria com o tabagista tradicional décadas mais tarde.

“Ah, japonês, mas você não é a favor da descriminalização das dr**as?” Claro, até porque o usuário não pode ser punido. Mas não sou a favor de que todos os psicoativos estejam à venda no boteco ou na padoca da esquina. Tais como tabaco e álcool, dr**as cuja dependência é destruidora.

Além disso, quem equipara o impacto do uso abusivo de tetrahidrocanabinol ou psilocibina com fentanil ou cloridrato de co***na misturado com bicarbonato de sódio e cal de parede é porque, aí sim, está muito doido.

A mesma justificativa de que regular é melhor do que proibir foi usada para as bets e olha a situação em que nos encontramos: sobrecarga do Sistema Único de Saúde com pessoas viciadas e aumento de taxas de desagregação familiar e suicídio relacionadas a dívidas de jogo enquanto muitas plataformas ilegais seguem por aí e as bets são incentivadas em propagandas na TV, na internet, em jogos de futebol.

A ação do MPF diz que a falta de regulação impede o controle sanitário, a proibição estimula o contrabando e que v**es e ci****os eletrônicos continuam sendo vendidos mesmo com a proibição. Contudo, tabaco tradicional ilegal e de baixa qualidade continua sendo contrabandeados e vendidos mesmo com a regulação. O que mostra que a questão não é a proibição, mas a falta de ação por parte do Estado para impedir que isso aconteça. Além disso, a proibição é parte do controle sanitário e ocorre quando se verifica que um produto faz muito mal. Isso nos lembra que proibir algo também é regular.

Críticos à liberação apontam que ela vai apenas facilitar o acesso. Porque, novamente, não é só o produto batizado que faz mal. Mesmo com a propaganda com regras e cobrança de impostos, o acesso facilitado estimularia o consumo.

A indústria encontrou em v**es uma saída para a sua sobrevivência após décadas perdendo processos pelas mortes causadas pelo cigarro tradicional. E vem tentando legaliza-los na maior quantidade de possível de países.

Tabagismo é responsável por mais de 13% das mortes no país, com, ao menos, 443 pessoas por dia no Brasil, o que equivale a quase 162 mil por ano, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer. Também é o principal fator de risco para as doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, cânceres e diabetes. Crianças e adolescentes vêm começando a vida tabagista através de v**es com a proibição. Imagina, quando o produto chegar à esquina?

O Brasil possui uma política bem-sucedida de combate ao tabagismo, com campanhas educativas, medidas de saúde e econômicas voltadas a que pessoas deixem de fumar e não se iniciem no tabagismo, além da proteção da população à exposição da fumaça do tabaco. Mesmo assim, a política de combate ao fumo sofre constantes ataques por parte da indústria do tabaco.

O MPF também pediu que a União e a Anvisa paguem R$ 1 bilhão por dano moral coletivo por não atualizarem as regras. O Estado brasileiro é sim corresponsável por permitir a que a situação chegasse aonde chegou e deveria indenizar a sociedade civil, sendo obrigado a aplicar essa soma no combate a esses produtos. A começar por uma investigação dos verdadeiros beneficiários dos lucros.

Se liberarmos os v**es, após termos liberado as bets, melhor deixar o pudor de lado e legalizar de vez o crack. Que, pelo menos, aliás, não vem fantasiado de droga leve.

MPF quer substituir a proibição dos v**es por regulação. Críticos alertam para riscos à saúde, maior acesso e impacto entre jovens.

01/02/2026


Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, econômicos, sanitários e...

O nicotinismo é um dos principais atores coadjuvantes para que o Infarto Agudo do Miocárdio seja o líder do ranking das ...
01/02/2026

O nicotinismo é um dos principais atores coadjuvantes para que o Infarto Agudo do Miocárdio seja o líder do ranking das principais doenças fatais da humanidade. Merece o Oscar...

01/02/2026

O nicotinismo é a maior dependência química da humanidade. São mais de 1.25 bilhão de adictos planeta afora.

𝘾𝘼𝙏_ 𝘾𝙄𝙂𝘼𝙍𝙍𝙊 𝙀𝙇𝙀𝙏𝙍Ô𝙉𝙄𝘾𝙊: 𝙥𝙚𝙧𝙞𝙜𝙤 𝙙𝙞𝙨𝙛𝙖𝙧ç𝙖𝙙𝙤 𝙙𝙚 𝙖𝙫𝙖𝙣ç𝙤🚭🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🚭𝑬𝒅𝒊çã𝒐 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒄𝒂𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒗𝒊𝒅𝒆𝒐𝒄𝒂...
30/01/2026

𝘾𝘼𝙏_ 𝘾𝙄𝙂𝘼𝙍𝙍𝙊 𝙀𝙇𝙀𝙏𝙍Ô𝙉𝙄𝘾𝙊: 𝙥𝙚𝙧𝙞𝙜𝙤 𝙙𝙞𝙨𝙛𝙖𝙧ç𝙖𝙙𝙤 𝙙𝙚 𝙖𝙫𝙖𝙣ç𝙤
🚭🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🍋‍🟩🚭
𝑬𝒅𝒊çã𝒐 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒄𝒂𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒗𝒊𝒅𝒆𝒐𝒄𝒂𝒔𝒕𝒔 𝒅𝒐 𝑪𝑨𝑻:
https://youtu.be/14w3910BLkI

𝑬𝒅𝒊çã𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒄𝒂𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒑𝒐𝒅𝒄𝒂𝒔𝒕𝒔 𝒅𝒐 𝑪𝑨𝑻:
https://open.spotify.com/episode/1sHNqhUoY1MNUsHuy9QFMB
⬆️⬆️⬆️⬆️⬆️⬆️🚭⬆️⬆️⬆️⬆️⬆️

Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, econômicos, sanitários e sociais do nicotinismo, entrevistaremos o químico Leonny Fragoso, sobre os 4 anos debruçados sobre o estudo dos componentes dos líquidos de ci****os eletrônicos, objetivando a conclusão do seu doutorado, pelo Departamento de Química da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Programa Viva Voz Saúde, Rádio Nossa Senhora de Copacabana - 98,7 FM, 31/01/2026. Nas operações técnicas do estúdio, o devotado Geraldo Rodrigues.

O nosso convidado é graduado em Química pela Faculdade Souza Marques. Fez mestrado em Engenharia de Materiais, e doutorado em Química, na PUC-Rio. Em seu doutoramento, desenvolveu métodos de caracterização química e avaliações toxicológicas de ci****os eletrônicos do mercado clandestino brasileiro. No momento, é pós-doutorando em Divulgação Científica e Combate à Desinformação em Saúde _ atua, no momento, concentrado no enfrentamento das notícias falsas (fake news) sobre o uso de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), em projeto desenvolvido com o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Ministério da Saúde brasileiros, visando políticas de comunicação em saúde pública. O convidado também vem atuando na implementação do projeto VapeMap, um banco de dados para traçar o perfil de usuários de ci****os eletrônicos e avaliar a percepção da sociedade em geral sobre o tema.

O nicotinismo é reconhecidamente o maior problema de saúde dos terráqueos. No planeta, há 1.25 bilhão de usuários dependentes químicos e, anualmente, o que gera 140 milhões de adoentados graves e mais de 7 milhões de mortes associadas ao consumo dos produtos, de forma ativa ou involuntária. Soma-se a isto os colossais prejuízos econômicos dos países _ estimados globalmente em mais de 2 trilhões de dólares, e os custos ambientais _ perda de árvores _ cerca de 600 milhões de árvores são derrubadas globalmente todos os anos na produção de tabaco. Isso inclui árvores cortadas para abrir espaço para plantações e árvores usadas como lenha para secar (curar) as folhas depois da colheita _ fora as queimadas por guimbas acesas largadas em florestas e/ou beiras de estradas; e o descarte ecologicamente inadequado de 4.5 trilhões de guimbas (leia-se, plástico), de um total de 6 trilhões produzidas pelos terráqueos anualmente.

Os chamados v**es (e-cigs, pods, juuls, etc.) estão sendo utilizados pela retórica da Indústria da Nicotina como alternativas mais 'saudáveis' aos produtos já sobejamente conhecidos, como o cigarro, o ca****bo, o charuto, e que tais. Há anos, rotulamos este canto dos cisnes como a tentativa de transformar lobos vorazes _ ao nosso ver, o que são exatamente estes DEFs, em inocentes cordeiros.

Esta imagem, trazemos da história. A expressão e fábula "lobo em pele de cordeiro" tem origem principal no Novo Testamento da Bíblia, no Sermão da Montanha proferido por Jesus (Mateus 7:15), alertando contra falsos profetas. A metáfora, popularizada posteriormente em fábulas da Idade Média (frequentemente atribuídas a Esopo*), descreve alguém que oculta más intenções sob uma aparência inofensiva.

Da origem Bíblica: "Jesus alertou: Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores". Embora associada a Esopo, a fábula específica de um lobo disfarçado apareceu com mais força na literatura europeia medieval e em recontagens como a de Lourenço Abstêmio no século XV. Um lobo veste-se com a pele de um cordeiro para se infiltrar no rebanho, mas é descoberto e morto pelo pastor, ilustrando que a verdadeira natureza acaba revelada. A fábula alerta sobre não confiar nas aparências, indicando que a verdadeira natureza de alguém é revelada por suas ações, não por sua aparência.

*Esopo (620 a.C. Mesembria - 564 a.C., Delfos ) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.






Pelo Centro de Apoio ao Tabagista - CAT, ONG carioca sem fins lucrativos, que tem como propósito maior contribuir para a redução dos impactos ambientais, eco...

29/01/2026

Fumar não acalma e nem relaxa. Fumar adoece e pode fazer você pirar⁉️🚭





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