Dr. André Santiago Rangel Lima

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11/04/2023

A Síndrome do Coitadinho
Hoje eu vou falar de um tema inquietante e bastante questionador também, a síndrome do coitadinho. O que é a síndrome do coitadinho? É uma das mazelas mais comuns da sociedade, principalmente no mundo de hoje, onde grande parte das pessoas tem medo de encarar a vida de frente e de cabeça erguida, sendo maduras e auto confiantes. A principal característica de uma pessoa que sofre da síndrome do coitadinho é se colocar como ‘vítimas das circunstâncias’, e se colocar como vítima traz sempre aquela ideia de que a culpa é do outro.

O que acontece com essas pessoas é que elas não desenvolveram a sua saúde psíquica e emocional. Assim como o nosso corpo precisa de exercícios, a nossa mente e o nosso espírito também precisam de exercícios. Em minha opinião, as melhores formas de exercitar a mente e o espírito são: estar perto de pessoas que lhe façam crescer como ser humano e buscar o autoconhecimento e a espiritualidade. Seguindo isso a possibilidade de você ser um coitadinho é muito pequena, porque você vai estar emocionalmente equilibrado e não vai precisar ser vítima para conseguir o que quer.

Eu vou ser bem sincero com os leitores. Eu não tenho muita paciência com os que se fazem de coitadinhos. Sabe por quê? Porque eles são verdadeiros ‘sugadores de energia’. Eu percebo que algumas pessoas que se aproximam de mim f**am falando sem parar e esperam que eu seja um remédio para elas. Isso acontece porque elas estão tão perturbadas emocionalmente que vêm sugar a minha energia positiva. Elas vêm com um papo clássico: ‘Eu não devia ter feito isso…’, ‘Eu não devia ter feito aquilo…’, ‘Fulano de tal não devia ter feito tal coisa comigo…’, ‘Fulano devia ter me tratado com respeito…’.

E tudo f**a só no devia, devia, devia… Essas pessoas f**am falando sem parar esperando uma atitude de pena e condolência, mas eu não faço isso não, aprendi que não se deve agradar a todos. Se alguém quiser esperar de mim uma alguma coisa que não posso fazer vai esperar sentado, porque não vou fazer. Isso não é arrogância meus amigos, isso é sinceridade, transparência e autenticidade, coisas que cada vez mais estou aprendendo a desenvolver. Eu não me canso de falar que a nossa vida é o resultado dos nossos pensamentos e sentimentos. Eu procuro de várias formas diferentes nutrir bons pensamentos. É um exercício diário.

Eu faço isso porque tenho como um dos maiores ideais a felicidade e a saúde completa (corpo, alma e espírito). Por que as pessoas que se fazem de coitadinhos sofrem tanto? Elas sofrem porque só se focam no seu sofrimento, em vez de se focarem nas soluções dos seus problemas. Eu também adoro falar sobre as grandes personalidades mundiais. Essas pessoas de sucesso conseguiram os seus sucessos porque não dormiram no ponto com reclamações e lamentações ou seja, focaram toda a sua energia apenas no sucesso. Dispuseram de muita energia para conseguir atingir suas metas e planos.

Dispuseram de muita energia para conseguir atingir suas metas e planos. Agora eu vou falar o mais pesado de tudo. Não me leve a mal, mas eu preciso ser ríspido para falar de um tema como esse. Sabe qual é o antídoto e o principal remédio para um coitadinho? O ‘distanciamento’. Isso mesmo! Eu já comprovei por fatos que se você se distancia de um coitadinho ele vai pouco a pouco começar a refletir sobre a sua vida e se perguntar:‘Será que eu tenho sido uma pessoa boa para os outros?’, ‘Será que a minha presença está agradando os meus amigos?’, ‘O que será que eu posso fazer para ser mais agradável?’, ‘O que será que eu fiz que incomodou tanto?’ etc.

O distanciamento é um excelente remédio, porque os coitadinhos são viciados em falar, e falam repetidamente as mesmas coisas. São como um disco arranhado que insiste em tocar o mesmo verso. É muito chato estar perto de alguém que não tem assunto, que só sabe falar de raivas, de descontentamentos, de injustiças pessoais, de humilhações etc. Chega! Não precisa ser assim! Porque que ao invés de f**ar falando de tanta chatice, você que se faz de coitadinho, não fala que vai comprar um bom livro para refletir sobre as questões humanas? Vai fazer uma terapia, um ioga, uma meditação? Ou que vai se esforçar para conviver em paz com aquela pessoa que lhe faz raiva? Ou que vai ser mais tolerante? Mais prestativo? Mais humilde? Menos invejoso? Tenho certeza que se eles procedessem assim deixariam de ser coitadinhos.

Vou concluir falando de uma coisa importantíssima para eliminar de vez a Síndrome do Coitadinho. Faça a seguinte pergunta: ‘Eu estou agregando valor à vida das pessoas?’. É uma pergunta muito simples e ao mesmo tempo muito complexa. O que é agregar valor à vida de uma pessoa?
É fazê-la querer estar perto de você. É ser relevante no círculo social. É ser aquela pessoa que faz falta quando não está presente. É ser aquela pessoa que traz um ar diferente a todo ambiente em que adentra. Enfim, agregar valor é ser ‘relevante’. Então! Você quer ser relevante ou quer ser coitadinho? Eu optei por ser relevante! É um caminho que se trilha diariamente. Não dá para ser relevante se você faz sempre as mesmas coisas, se você vive de mesmices, se você se nega a fluir com a vida, e sentir aquilo que ela tem de melhor. Inclusive tem uma frase brilhante do grande Albert Einstein em que indiretamente ele está falando dos que se fazem de coitadinhos: ‘Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes’. Reflita sobre essa frase…

07/05/2020

CAPS.

Os CAPS são instituições destinadas a acolher pessoas com transtornos mentais, estimular sua integração social e familiar e apoiá-las em suas iniciativas de busca por autonomia, oferecendo-lhes atendimento médico e psicossocial. Um dos objetivos do serviço é possibilitar a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no Brasil.
Os usuários são atendidos de acordo com o Projeto Terapêutico Singular, que consiste em um tratamento específico para cada indivíduo, elaborado pela equipe. Além das consultas, o PTS pode ser composto de diversas atividades, como oficinas terapêuticas e culturais, rodas de conversa e orientações individuais ou em grupo, entre outras.
Existem diferentes tipos de CAPS, conforme abaixo:

CAPS I e CAPS II: Atendimento diurno(segunda a sexta) de adultos com transtornos mentais;

CAPS III: Atendimento diurno e noturno(24 horas) de adultos com transtornos mentais;

CAPS Infantil I e II: Atendimento diurno(segunda a sexta) a crianças e adolescentes com transtornos mentais;

CAPS Infantil III: Atendimento diurno e noturno à crianças e adolescentes com transtornos mentais;

CAPS Álcool e Dr**as: Atendimento diário à população com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, como álcool e outras dr**as.

21/11/2019

Há quatro tipos básicos de paralisia cerebral:

Espástica — caracterizada por movimentos duros e difíceis,
Discinética ou atetóide — onde são comuns movimentos involuntários e descontrolados;
Atáxica — cuja a Coordenação e equilíbrio são debilitados;
Mista — Além do distúrbio motor, obrigatório para a determinação de uma paralisia cerebral, o quadro clínico pode incluir também outras manifestações.
Sintomas
Os sintomas da PC se diferenciam em cada indivíduo devido a região cerebral envolvida com a lesão, dentre os mais comuns estão o retardo mental, fraqueza muscular generalizada, dificuldade respiratória, transtorno de humor, problemas com linguagem e no desenvolvimento motor.

O diagnóstico da paralisia cerebral pode ser feito pelo médico após realizar exames físicos e de imagem que comprovam a condição do indivíduo.

Tratamento
O tratamento é realizado por diversos profissionais da área da saúde, sendo parte do grupo de especialistas, médicos, dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros profissionais.

Um dos tratamentos possíveis é a fisioterapia visto que esta ajuda na melhora postural da criança, no tônus muscular e na função respiratória e geralmente ajudam no quadro geral

O tratamento farmacológico é basicamente feito por medicamentos anticonvulsivantes, medicamentos para controle de distúrbios afetivos e controle da agitação decorrente da deficiência mental. Não existe cura para a PC, porém o tratamento com fisioterapia em conjunto com os medicamentos podem melhorar o quadro e sintomas da paralisia.

Atualmente pesquisas estão em desenvolvimento para a utilização de células tronco (CT) na PC, este tipo de tratamento visa a regeneração da região lesada.

Prevenção
Como as causas da PC são geralmente indefinidas, a prevenção se torna difícil de realizar. Apesar das dificuldades é aconselhado o acompanhamento pré natal, desde a primeira semana de gestação. Pesquisas são necessárias para elucidar as diversas causas de PC, facilitando futuramente o desenvolvimento de métodos preventivos!

Dados importantes.ATENÇÃO!
31/10/2019

Dados importantes.

ATENÇÃO!

Sociedade Brasileira de Pediatria chama atenção para cuidados com a depressão na infância

01/10/2019

Contar: uma mania bem comum no T.O.C.

Contar mentalmente é bastante comum em momentos de ansiedade. Enquanto você espera o resultado do vestibular no saguão da faculdade ou aguarda na fila do banco ou na sala de recepção do seu médico, mentalmente você passa a contar os quadros na pare­de, o número de janelas do prédio, de pessoas na fila, ou f**a assoviando repetidamente uma música. Essas contagens e repetições são normais, porque, se você desejar, pode interrompê-las sem f**ar aflito.
Em portadores do TOC é comum a necessidade de contar mentalmente enquanto realiza uma determinada atividade ou de repetir certas tarefas ou certos comportamentos: contar as janelas dos edifícios; repetir uma reza um número exato de vezes antes de deitar, lavar cada lado do corpo ou escovar os dentes três vezes, ler letreiros ou placas da rua, somar os números das placas dos carros na rua (e eventualmente tirar os noves fora). Outras repetições eventualmente são realizadas num determinado número previamente determinado. Ler ou reler o mesmo parágrafo ou página de um jornal ou de um livro, pôr e tirar uma determinada peça de roupa, atar e desatar o cadarço dos sapatos, apagar e acender a luz, sentar e levantar da cadeira, entrar e sair de uma peça da casa, esfregar o sabonete ou passar o xampu no cabelo um número “X” de vezes, são alguns exemplos muito comuns. O pensamento que está por trás de tais contagens e repetições é de que algo ruim poderá acontecer se tais atos não forem executados na forma ou no número exato de vezes ou pré-determinado, e somente procedendo dessa maneira ritualística você conseguirá impedir o pior. E, se por acaso se distrai, erra a contagem ou não segue exatamente a seqüência estabelecida, recomeça tudo, até executar o número exato previamente estabelecido, o que faz com que se sinta um verdadeiro prisioneiro de seus medos e dos seus rituais. Essas repetições podem tomar muito tempo atrasando sua saída mais de casa ou seu trabalho.
Compulsões por ordem, simetria, seqüência ou alinhamento
Manter os papéis em cima da escrivaninha ou as roupas nas prateleiras do guarda roupa numa certa ordem é desejável. Mas quando se perde muito tempo alinhando objetos no armário do banheiro, os livros na estante, os pratos e talheres na mesa, ou quando qualquer objeto fora do lugar ou não provoca grande aflição e desencadeando o impulso de alinhá-lo, estamos diante de mais um típico sintoma do TOC.
Também é comum ter que realizar determinadas tarefas numa determinada seqüência ou de acordo com uma certa regra. Uma paciente, ao entrar em casa, sentia-se obrigada a contar os quadros da sala em uma determinada ordem (sempre a mesma); uma outra se obrigava ao entrar no edifício e em seu apartamento fazendo sempre o mesmo trajeto: passando entre duas colunas e depois, no apartamento, repassar na mesma ordem todas as peças da casa; um outro paciente tinha uma detalhada seqüência de procedimentos antes do banho: alinhava as roupas em uma certa ordem sobre uma banqueta, colocava o tapete de borracha exatamente no centro do boxe e alinhava outro tapete do lado de fora, consumindo entre 10 e 15 minutos nesse ritual.
Armazenar, poupar, guardar ou colecionar objetos inúteis (colecionismo)
É a tendência a guardar e a dificuldade em se desvencilhar de objetos sem valor, ou inúteis, ou demasiados, que passam a ocupar espaços de tal forma a causar transtornos. As pessoas que têm obsessões e compulsões de armazenagem, também chamadas de colecionismo, apresentam ansiedade intensa se necessitam se desfazer de algum objeto, mas ao mesmo tempo têm dificuldade em classif**ar e organizar e se sentem bem, com grande quantidade de coisas à sua volta.
Nós todos guardamos certos objetos que tem algum valor afetivo. Os portadores do TOC, entretanto, não conseguem distinguir entre objetos de valor afetivo e lixo. Guardar papéis ou recortes de jornais pode ser útil em algumas circunstâncias. Porém, ter prateleiras ou até peças da casa cheias de revistas ou jornais velhos, caixas de sapato vazias, embalagens e garrafas de vazias, recibos de contas vencidas e pagas há muito tempo, roupas que não servem mais ou que estão fora de moda, sapatos que não serão mais usados, etc., pode caracterizar um sintoma do TOC: o colecionismo, ou seja, a tendência a guardar e armazenar coisas inúteis. No caso do TOC são objetos efetivamente sem valor real. Discute-se se os armazenadores constituem ou não um grupo distinto de TOC, pois não respondem aos medicamentos inibidores da recaptação da serotonina, e respondem menos à TCC que os portadores de outros tipos de sintomas. No livro você encontrará um capítulo inteiro sobre o colecionismo – o capítulo 13, no qual esse quadro será abordado com bem mais profundidade.
Lentidão obsessiva
É comum, em portadores do TOC, a lentidão ao executar tarefas. Essa lentidão pode ocorrer em razão de dúvidas, repetições para “fazer a coisa certa ou exata...” (tirar e colocar a roupa várias vezes, sentar e levantar, sair e entrar, etc.), verif**ações repetidas (trabalho, listas, documentos), banho demorado, tempo demasiado para se arrumar (perfeccionismo), ou do adiamento de tarefas devido à indecisão (necessidade de ter certeza).

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14/09/2019

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Menino luta há quatro anos contra osteossarcoma, doença que afeta os ossos.

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04/09/2019

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Silvia Grecco, mãe do garoto Nickollas, de nove anos, concorre ao prêmio de melhor torcedor no The Best, que acontece dia 23, em Milão

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23/08/2019

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Trabalho envolve recuperação da autoestima dessas vítimas.

Dois campeões!!! 🇧🇷❤🏅🏄👏👏👏👏👏👏👏👏            Surf inclusivo. Adaptado!
06/07/2019

Dois campeões!!! 🇧🇷❤🏅🏄

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