Psicóloga Adna Rabelo

Psicóloga Adna Rabelo Psicóloga Clínica - Ansiedade, Depressão, Orientação Parental Psicóloga Clínica, Personal & Professional Coach.

Coragem não nasce da perfeição — nasce da liberdade de tentar. Quando ensinamos meninas a falar, criar, discordar e ocup...
11/11/2025

Coragem não nasce da perfeição — nasce da liberdade de tentar. Quando ensinamos meninas a falar, criar, discordar e ocupar espaços, elas crescem confiando na própria voz.

Criar meninas corajosas é:
✔ incentivar decisões próprias
✔ validar sentimentos sem rotular como “drama”
✔ ensinar a pedir ajuda
✔ reforçar que sua voz tem valor
✔ mostrar que não precisam ser perfeitas para merecer respeito

Meninas corajosas viram mulheres que se escolhem, se defendem, se reinventam e constroem futuros com mais liberdade.

Qual conselho de coragem você deixaria para uma menina hoje? 💬👇

Você pode trocar de planos, só não desista de si mesmo. Faz parte do processo de amadurecimento descobrir que insistir e...
03/11/2025

Você pode trocar de planos, só não desista de si mesmo. Faz parte do processo de amadurecimento descobrir que insistir em algo que já não faz sentido pode doer mais do que escolher um novo caminho.
Trocar de planos não é desistir — é também uma demonstração de maturidade emocional. O essencial é continuar sendo leal a si mesmo.
Me conta: você já precisou mudar de rota para se cuidar? 💬✨

Você sabe o que é a Orientação Parental? Vem saber mais! 😉
02/11/2025

Você sabe o que é a Orientação Parental? Vem saber mais! 😉

Muita gente teme sentir tristeza, como se ela fosse um sinal de fraqueza — quando, na verdade, é um chamado à presença. ...
21/10/2025

Muita gente teme sentir tristeza, como se ela fosse um sinal de fraqueza — quando, na verdade, é um chamado à presença.

Evitar o que dói parece proteger, mas é o que nos distancia de nós mesmos.
Sentir tristeza não significa “parar de viver”, e sim reconhecer o que foi perdido, para abrir espaço para o novo.
Você tem permitido que a tristeza sente com você por um instante?
Me conta nos comentários ♥️

Sou psicóloga clínica, Mestre em Psicologia e Doutora em Educação, com mais de 20 anos de experiência ajudando pessoas a...
17/10/2025

Sou psicóloga clínica, Mestre em Psicologia e Doutora em Educação, com mais de 20 anos de experiência ajudando pessoas a viverem com mais leveza e consciência.
Atendo adolescentes e adultos, além de oferecer orientação parental — porque cuidar da mente é também fortalecer os laços familiares.
Este espaço é um convite para você se reconectar com quem é e cultivar bem-estar todos os dias.

Feliz dia para nós, que sustentamos o cuidado através da escuta. Uma escuta inteira, que requer muito mais do que técnic...
27/08/2025

Feliz dia para nós, que sustentamos o cuidado através da escuta. Uma escuta inteira, que requer muito mais do que técnica; ela supõe humanidade para adentrar com delicadeza o espaço do outro, a sabedoria de permanecer apenas o necessário e a habilidade de construir, ao longo do processo terapêutico, uma companhia empática para si e para o outro.

Garoto de 12 anos morre no desafio do apagão na Inglaterra. Adolescente de 14 mata toda a família porquê os pais não o d...
01/07/2025

Garoto de 12 anos morre no desafio do apagão na Inglaterra. Adolescente de 14 mata toda a família porquê os pais não o deixaram viajar e, após ser preso, não apresenta qualquer remorso. Garota de 14 anos é morta por colega de sala por "inveja". O que esses eventos têm em comum?

O mais óbvio é que são adolescentes e, com isso, quero destacar que esta fase da vida é marcada por grandes mudanças cerebrais, cognitivas, emocionais e sociais. 

Ao longo da infância temos uma grande oportunidade de ajudá-los na formação de valores essenciais como empatia, respeito e cooperação. Demarcar o que é certo e errado, também. Será com este alicerce ou da ausência dele que nossos filhos chegarão na adolescência. 

A adolescência pede passagem, espaço. É uma importante transição em que já não funciona mais apenas dizer: faz porquê sou sua mãe ou seu pai. É preciso negociar, é preciso ter ele tenha aprendido lá atrás como é lidar com a frustração, com o fracasso, com os limites para que esta travessia se torne mais suave. 

Onde estamos enquanto essas crianças nos chamam por atenção e afeto? Será que estamos presentes ou atolados de tanto trabalho para pagar os boletos, viciados nos likes ou em qualquer outra distração?  A parentalidade não é uma tarefa fácil. É recheada de ambiguidade, nuances entre o que já fomos (infância) e o que se apresenta diante de nós (filhos). Navegamos em meio à culpa, à incerteza. Assaltados pelos nossos gatilhos "é que no meu tempo...", "essa criançada é muito ...".  Algumas vivências profundas vem à superfície quando nos tornamos mães e pais. Dores, vergonha, culpa, medo, raiva, emoções abafadas ao longo dos anos. Como mãe e psicóloga reconheço esse processo. Talvez seja fundamental rever nossa infância e acomodá-la em um lugar de compaixão e respeito por tudo que passamos para que então possamos ver e ouvir aquela criança que está diante de nós e que, num piscar de olhos, adolescente. 

Fiquei me perguntando que tipo de mundo temos apresentado aos adolescentes?  Será que se sentem conectados conosco? O que eles têm recebido de nós adultos?  O que mais eles tem "captado"? Segue na legenda ⤵️

Foi uma das cenas que ficarão na minha cabeça por muitos anos. Ouvia do meu quarto a Helô construir brincadeiras com lob...
14/05/2025

Foi uma das cenas que ficarão na minha cabeça por muitos anos. Ouvia do meu quarto a Helô construir brincadeiras com lobos maus e onças, utilizando várias pelúcias e objetos aleatórios que encontrou pela casa para montar seu cenário. Foi a primeira vez que a ouvi brincar com algo que não fosse princesas e gatinhos, então fiquei muito atenta. Sentei-me próximo para responder uns e-mails e continuei atenta. Logo depois, começou dizendo que precisava de uma pelúcia preta para 'derrotar' o lobo. Retruquei que ela poderia usar uma das suas gatinhas rosa, e ela foi categórica: só serve se for preta! E insisti: o rosa é muito poderoso também, sabia? Ela disse mais alto: não é! E eu insisti: é sim! E foi ficando levemente irritada, quando eu perguntei: tá bem, mas me explica o motivo de a cor preta ser mais forte? 'É que rosa é de menina, para derrotar o lobo precisa ser uma cor de menino', disse ela com um tom de voz mais baixo. Meu coração gelou. Eu suspeitava desde a primeira vez que fosse essa a razão, mas ainda tinha esperança de que estivesse enganada.

Parei imediatamente tudo o que estava fazendo e pedi para ela vir mais perto, e disse, olhando bem nos olhos dela: nós, meninas, somos muito fortes, sabia? A cor rosa é forte, você pode usá-la também quando quiser se sentir bem forte. Ela: 'Ah, mamãe, mas os meninos são mais fortes'. Pedi que ela sentasse no meu colo e fui firme: eu sei que muitos meninos têm mais força física que muitas meninas, mas preciso te contar um segredo – e fiz um tom de mistério. Ela ficou interessada e emendei dizendo que força não se resume a ter 'força física', que somos fortes quando sabemos o que nós sentimos e que a inteligência também é um tipo de força muito poderosa. Ela sorriu e saiu correndo para pegar sua gatinha rosa e continuar sua caçada junto ao lobo mau. Respirei e me peguei em uma avalanche de pensamentos, de trechos de livros e de textos que já li sobre a autoestima da menina e também em flashes da minha infância. Embora soubesse a grande responsabilidade na construção do senso positivo de si mesma dela, foi a primeira vez que senti isso tão concreto ali, bem diante dos meus olhos. (Segue na legenda)

18/09/2024

Endereço

Rua Visconde De Pirajá, 351
Rio De Janeiro, RJ
22410906

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Adna Rabelo posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicóloga Adna Rabelo:

Compartilhar