Cavaleiros da Ordem Real de Urano.

Cavaleiros da Ordem Real de Urano. Somos buscadores da verdade, lutamos dia após dia para levar amor e integração as pessoas. Nosso lema e estudo e dedicação na beneficência e filantropia

13/05/2021
A Cavaleiros da Ordem Real de Urano n°14 - G∴O∴R∴J∴ - COMAB parabeniza a todos os profissionais da Enfermagem nesse dia ...
12/05/2021

A Cavaleiros da Ordem Real de Urano n°14 - G∴O∴R∴J∴ - COMAB parabeniza a todos os profissionais da Enfermagem nesse dia tão especial no qual nos solidarizamos com suas lutas.
Mesmo com os salários defasados, jornadas exaustivas nunca abandonaram seus juramentos. Mais importante do que nunca pressionar pela aprovação da PL2564/20, para instituir o piso salarial e 30h semanais para a Enfermagem.

TItanicSua construção começou em março de 1909 e seu lançamento ao mar ocorreu em maio de 1911. O Titanic foi pensado pa...
10/04/2021

TItanic

Sua construção começou em março de 1909 e seu lançamento ao mar ocorreu em maio de 1911. O Titanic foi pensado para ser o navio mais luxuoso e mais seguro de sua época, gerando lendas que era supostamente "inafundável".

O RMS Titanic foi um navio de passageiro britânico operado pela White Star Line e construído pelos estaleiros da Harland and Wolff, em Belfast.
Foi a segunda embarcação da Classe Olympic de transatlânticos, depois do RMS Olympic e seguido pelo HMHS Britannic. Projetado pelos engenheiros navais Alexander Carlisle e Thomas Andrews, sua construção começou em março de 1909 e seu lançamento ao mar ocorreu em maio de 1911. O Titanic foi pensado para ser o navio mais luxuoso e mais seguro de sua época, gerando lendas que era supostamente "inafundável".

A embarcação partiu em sua viagem inaugural de Southampton para Nova Iorque, em 10 de abril de 1912, no caminho passando em Cherbourg-Octeville, na França, e por Queenstown, na Irlanda. Colidiu com um iceberg na proa dianteira do lado direito às 23h40 de 14 de abril, naufragando na madrugada do dia seguinte, com mais de 1 500 pessoas a bordo, sendo um dos maiores desastres marítimos em tempos de paz de toda a história. Seu naufrágio destacou vários pontos fracos do projeto, deficiências nos procedimentos de evacuação de emergência e falhas nas regulamentações marítimas. Comissões de inquérito foram instauradas nos Estados Unidos e no Reino Unido, acarretando mudanças nas leis internacionais de navegação, que permanecem em vigor mais de um século depois.

Os destroços do Titanic foram procurados por décadas até serem encontrados, em 1985, por uma equipe liderada por Robert Ballard. Ele se encontra a 3843 metros de profundidade e a 650 quilômetros ao sudeste de Terra Nova, no Canadá. Sua história e naufrágio permanecem no imaginário popular, levando à produção de vários livros e filmes a seu respeito, mais notavelmente o filme Titanic, de 1997. Até hoje o Titanic é um dos navios mais famosos da história, com seus destroços atraindo várias expedições de exploração ao longo dos anos.

Curiosidades

Dentro do Titanic havia nove cachorros a bordo. Porém, apenas dois sobreviveram. Dentre eles foi um lulu da pomerânia e um pequinês.

O famoso filme Titanic, de James Cameron o qual foi baseado na tragédia teve um custo de produção maior que a própria construção da embarcação.

O Titanic demorou duas horas e quarenta minutos para afundar completamente depois de colidir com o iceberg.

Se apenas quatro compartimentos do Titanic enchessem de água, o navio não afundaria, porém seis deles foram inundados.

Treze casais estavam comemorando a lua de mel a bordo da embarcação.

Os destroços do navio só foram encontrados 73 anos depois, em 1985, a cerca de 600 km da costa de Newfoundland e a quase 4 km abaixo do nível do mar.

Existiu um sobrevivente japonês do Titanic, mas quando retornou à sua terra natal foi chamado de covarde pois deveria ter morrido com os outros passageiros

Muitos dos barcos salva-vidas não estavam com a sua capacidade máxima de pessoas a bordo. Se estivessem, seria possível salvar 53,4% dos passageiros, mas apenas 31,6% deles sobreviveram.

Havia um treinamento de emergência marcado com os passageiros para a mesma data em que o navio afundou, mas o capitão por algum motivo resolveu cancelar. Se o treinamento agendado realmente tivesse acontecido, provavelmente mais pessoas teriam sido salvas.

Nas imagens do navio é possível ver quatro chaminés, porém só três delas funcionavam de verdade. A quarta chaminé era meramente decorativa.

Se o alerta sobre o iceberg chegasse pelo menos 30 segundos antes, teria sido possível evitar a colisão.
A temperatura da água chegava a -2 °C e a maioria das pessoas não conseguiu sobreviver mais de 15 minutos devido à hipotermia.

Charles Joughin trabalhava na cozinha do navio e conseguiu sobreviver na água por duas horas em temperaturas abaixo de zero porque tinha bebido muito whisky antes do naufrágio, o que manteve seu corpo aquecido tempo suficiente para o resgate.

A embarcação mais próxima do Titanic naquela noite era o SS Californian, mas o navio falhou em responder os chamados de resgate. Quando a tripulação finalmente recebeu as mensagens de socorro, o Carpathia já havia resgatado os sobreviventes. Se o Californian tivesse prontamente respondido os pedidos de socorro, mais pessoas teriam sobrevivido.

Daniel Buckley foi um dos sobreviventes, mas só conseguiu partir em um barco que seria prioritário para mulheres e crianças porque uma das passageiras jogou um xale sobre sua cabeça e ele conseguiu fingir que era do gênero oposto.

Só havia 20 barcos salva-vidas a bordo do navio, mas o Titanic era capaz de carregar até 64 e o plano inicial era para que ele carregasse 48. O número foi reduzido para fazer com que o deck não parecesse desorganizado.

A última sobrevivente do Titanic, Millvina Dean, morreu em 31 de maio de 2009. Ela tinha apenas nove semanas de idade quando o Titanic naufragou.

Características gerais

Tipo de navio: Transatlântico
Classe Olympic
Deslocamento: 52.310 t
Tonelagem: 46.328 t
Maquinário: 29 caldeiras
2 motores de tripla-expansão
com quatro cilindros
1 turbina de baixa pressão
Comprimento: 269 m
Boca : 28 m
Calado : 10,5 m
Altura: 53 m
Propulsão: 2 hélices triplas
1 hélice quádrupla
- 46 000 cv (33 800 kW)
Velocidade : 21 nós (39 km/h) (média)
Tripulação: 892
Passageiros: 2435

Hoje o dia amanheceu mais triste com a notícia da partida desse grande Irmão. Que o GADU o receba em seus braços Celesti...
06/04/2021

Hoje o dia amanheceu mais triste com a notícia da partida desse grande Irmão. Que o GADU o receba em seus braços Celestiais, pois a Pedreira do Oriente Eterno ganhou mais um Companheiro fiel para um trabalho bom. Até breve mano!

*QUINTA-FEIRA DE ENDOENÇAS E A CEIA DOS CAVALEIROS ROSA CRUZ 🌹*Quinta-feira Santa ou Quinta-feira de Endoenças (dores e ...
01/04/2021

*QUINTA-FEIRA DE ENDOENÇAS E A CEIA DOS CAVALEIROS ROSA CRUZ 🌹*

Quinta-feira Santa ou Quinta-feira de Endoenças (dores e temores) é a quinta feira, imediatamente, anterior à Sexta-feira da Paixão, da Semana Santa.

Este dia marca o fim da Quaresma e o início do Tríduo Pascal na celebração, que relembra a última ceia do Senhor Jesus, o Cristo, com os doze Apóstolos.

Dentro dos ofícios do dia, adquire uma especial relevância simbólica, o lava-pés, realizado pelo sacerdote e no qual relembra o gesto realizado por Cristo antes da última ceia com seus apóstolos.

A chamada “última ceia” de Jesus, com os seus “shaberim”, foi um “kidush”, que precedeu a “Pêssach”, sendo realizado na quinta-feira.

Os ofícios da Semana Santa chegam à sua máxima relevância litúrgica na Quinta-feira de Endoenças, quando começa o chamado tríduo pascal, culminante na vigília que celebra, na noite do Sábado de Aleluia, a ressurreição de Jesus Cristo no Domingo.

Na Missa dos Santos Óleos ou Missa do Crisma, a Igreja celebra a instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos usados nos sacramentos do Batismo, do Crisma e da Unção dos Enfermos, e os sacerdotes renovam as suas promessas.

Na Quinta-Feira de Endoenças, Cristo ceou com seus apóstolos, seguindo a tradição judaica do “Sêder de Pessach”, já que segundo esta deveria cear-se um cordeiro puro; com o seu sangue, deveria ser marcada a porta em sinal de purificação; caso contrário, o anjo exterminador entraria na casa e mataria o primogênito dessa família (décima praga), segundo o relatado no livro do Êxodo.

Nesse livro, pode se ler que não houve uma única família de egípcios na qual não tenha morrido o primogênito, pelo que o faraó permitiu que os judeus abandonassem o Egito, e eles correram o mais rápido possível à sua LIBERDADE.

O faraó, rapidamente, arrependeu-se de tê-los deixado sair e mandou o seu exército em perseguição dos judeus, mas Deus não permitiu e, depois de os judeus terem passado o Mar Vermelho, fechou o canal que tinha criado, afogando os egípcios.

Para os católicos, o cordeiro pascoal, de então, passou a ser o próprio Cristo, entregue em sacrifício pelos pecados da humanidade e dado como alimento por meio da hóstia.

Existem Altos Graus maçônicos, em que, ao final dos trabalhos, os presentes se reúnem em torno de uma mesa, onde o presidente, o principal dos convivas, distribui o pão e o vinho, de que todos se servem.

Além disso, há um antigo costume, segundo o qual, em qualquer lugar do mundo em que se encontrem, esses obreiros, cavaleiros, devem se encontrar na quinta-feira de Endoenças (do latim: indulgentias), ou “quinta-feira santa”, ou “quinta-feira da Paixão”, que ocorre três dias antes da Páscoa.

Esse hábito tem sua origem num rito tradicional judaico, incrementado pelos essênios: o kidush (da raiz kodesh = santo, sagrado), que, também, é a origem da eucaristia.

O kidush era realizado na véspera de uma festa religiosa, ou na véspera do shabbat (sábado, o dia santificado), para realçar a santificação do dia.

Por ocasião da “Pessach” (Passagem, Páscoa), lembrando a saída do Egito, todavia, como a sexta-feira era dia de preparar os alimentos, que seriam consumidos no “Sêder” (jantar da Páscoa) e de queimar hametz (alimentos impuros, proibidos durante a Páscoa), o kidush era recuado para a quinta-feira.

Num kidush, o principal dos convivas de uma confraria (em hebraico: shaburá) lançava as bênçãos sobre o pão e o vinho e os distribuía entre os demais (os shaberim, membros do shaburá).

A cerimônia celebrada na Quinta-Feira Santa é exclusiva para os iniciados no Grau 18° e acima.

Os Cavaleiros Rosa-Cruzes quando reunidos em Conclave, na “Quinta-Feira Santa”, Sessão de Endoenças, para a realização da Ceia do Grau 18º, devem ter em mente que a Ceia constitui um cerimonial, cuja origem é lembrada como sendo a realizada por Jesus com os seus doze Discípulos.

Jesus, ao distribuir o pão e o vinho, esclareceu que simbolizava o seu próprio corpo e o seu sangue.

Contudo, a Ceia Rosacruciana distribui a nutrição, que simboliza o sangue e o corpo de todos os Cavaleiros presentes, para que as forças da Vida sejam aumentadas; a inteligência seja sã e sincera, e que a Verdade seja discernida e as aspirações esclarecidas ante o Grande Arquiteto do Universo.

Bom dia meus irmãos e boa ceia aos cavaleiros Kadosch.

Fonte: Revista ASTRÉA, n35

A primeira Constituição da história do Brasil foi a de 1824, outorgada (imposta) pelo imperador d. Pedro I, no dia 25 de...
25/03/2021

A primeira Constituição da história do Brasil foi a de 1824, outorgada (imposta) pelo imperador d. Pedro I, no dia 25 de março de 1824. Esse documento foi elaborado logo após a declaração de independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822. Enquanto uma nação independente, o Brasil precisava organizar-se institucionalmente, e, para isso, ter uma Constituição era um passo importante.

Esse documento teve validade durante todo o período monárquico e só foi substituído a partir de 1891, quando foi redigida uma nova Constituição por causa da mudança para o regime republicano — proclamado no Brasil após um golpe. O contexto de elaboração da primeira Constituição brasileira foi bastante conturbado. Vejamos.

Para elaborá-la, era necessário a existência de uma Assembleia Constituinte com base em eleições. Antes mesmo da independência, procedendo pela constitucionalização do Brasil, José Bonifácio, o conselheiro de d. Pedro I, havia realizado a convocação para uma assembleia, em 3 de junho de 1822.

Essa assembleia foi formada por 90 deputados das diferentes províncias do Brasil. Entretanto, os parlamentares reuniram-se, pela primeira vez, como constituintes, somente em 3 maio de 1823. Uma vez formada a Constituinte brasileira, a redação da Constituição do Brasil recém-independente deveria conciliar os interesses dos diferentes grupos políticos que a compunham.

Os grupos que integravam a Constituinte foram: os Conservadores (conhecidos como “partido português”), considerados absolutistas; e os Liberais (conhecidos como “partido brasileiro”). Os ultimos dividiam-se em “liberais exaltados” e “liberais moderados” e possuíam propostas consideravelmente diferentes.

A redação da Constituição foi tumultuada justamente por causa das divergências existentes entre os diferentes grupos, cada qual defendendo seus interesses. Além disso, houve também um grande desgaste na relação dos parlamentares e do imperador quando a primeira Constituição ficou pronta, em 1823, e foi levada para debate e aprovação.

Esse desgaste surgiu com base em um dos pontos específicos da nova Constituição (conhecida como Constituição da Mandioca) sobre o poder do imperador. Os parlamentares, propositalmente, determinaram no texto a submissão do poder Executivo ao Legislativo. Além disso, estipulava-se que estrangeiros seriam vetados de ocupar cargos políticos.

Na prática, isso submetia o poder do imperador às determinações e vontades dos membros do Legislativo. A Constituição da Mandioca determinava que o imperador não teria o poder de dissolver a Constituinte quando achasse necessário e que ele não teria direito ao veto absoluto sobre as leis aprovadas pelos parlamentares.

Esses itens não agradavam a d. Pedro I, que defendia a ideia de que ele deveria possuir poderes amplos e irrestritos. Por conta disso, a tensão entre conservadores — defensores da proposta de ceder poderes amplos ao imperador — e liberais — defensores da proposta de limitar os poderes do imperador — cresceu. O imperador, naturalmente, aproximou-se do “partido português”.

A resposta do imperador a essa divisão e às propostas que não o agradavam foi autoritária. No dia 12 de novembro de 1823, ele mandou cercar a Assembleia Constituinte, fazendo, em seguida, a sua dissolução. Esse evento foi chamado de Noite da Agonia.

Alguns dos constituintes foram presos, e, entre eles, estava uma personalidade que teve papel importante na nossa independência: José Bonifácio de Andrada e Silva. D. Pedro I formou um conselho com 10 pessoas de sua confiança (todos juristas), e, juntos, redigiram o novo texto constitucional.

Constituição de 1824
A Constituição elaborada por d. Pedro I e seu conselho foi outorgada, ou seja, imposta no dia 25 de março de 1824 e atendeu ao grande interesse do imperador: garantir seus amplos poderes sobre o Brasil. Isso ocorreu após o estabelecimento de um quarto poder (além do Executivo, Legislativo e Judiciário) — o Poder Moderador. Esse dava amplos poderes a d. Pedro, conforme afirmam as historiadoras Lilia Schwarcz e Heloisa Starling:

De uso privativo do imperador, o Poder Moderador estava acima dos demais poderes e a ele se sobrepunha, cabendo a seu detentor força coativa e a atribuição de nomear e demitir livremente ministro de Estado, membros vitalícios do Conselho magistrados do Poder Judiciário, bem como nomear e destituir ministros do Poder Executivo. O imperador era ainda inimputável e não respondia judicialmente por seus atos|1|.

Além disso, a Constituição de 1824 garantiu a monarquia como forma de governo e que a sucessão do poder seria hereditária, ou seja, de pai para filho. Estabeleceu-se a vinculação da Igreja Católica ao Estado e garantiu-se a liberdade de culto religioso. O direito ao voto seria baseado no critério censitário, ou seja, com base na renda, e, na política, a Assembleia seria formada por Câmara dos Deputados e Câmara dos Senadores.

A forma como a Constituição de 1824 foi imposta foi uma primeira demonstração do autoritarismo de d. Pedro I enquanto imperador. Esse acontecimento foi o primeiro de uma sequência que desgastou a relação dele com a elite política brasileira. A Constituição de 1824 foi, portanto, nascida do autoritarismo.

Veja mais: Revolução Constituinte - levante paulista que tinha na Constituição uma de suas demandas

Quantas Constituições o Brasil teve?

A atual Constituição do Brasil foi promulgada no dia 5 de outubro de 1988 e é conhecida como Constituição Cidadã. [2]
Ao longo da sua história, o Brasil teve, ao todo, sete Constituições. Vejamos um resumo de todas elas:

Constituição de 1824: foi a primeira Constituição do Brasil, responsável por estabelecer o funcionamento do sistema monárquico no país. O imperador era inimputável, e seu poder, representado pelo Poder Moderador, estava acima de todos os outros Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário.
Constituição de 1891: promulgada com a mudança da forma de governo. Estabeleceu a república, instaurando o presidencialismo, sistema que garantia quatro anos de mandato para o presidente; e o federalismo, sistema que permitia que os estados brasileiros tivessem grande autonomia em relação ao Governo Federal.
Constituição de 1934: promulgada como resultado das pressões que Getúlio Vargas sofreu no começo da década de 1930 para constitucionalizar o seu regime, após assumir como presidente em 1930. Ficou marcada como um documento muito democrático e inspirou-se na Constituição de Weimar.
Constituição de 1937: outorgada por Getúlio Vargas como consequência da implantação do Estado Novo, a ditadura varguista. Inspirada na Constituição Polonesa de 1935, era um documento autoritário que concedia amplos poderes para o ditador.
Constituição de 1946: promulgada após a derrubada do Estado Novo. Com a democratização do Brasil, foi formada uma Assembleia Constituinte que elaborou esse documento de caráter liberal que estruturou a primeira experiência democrática brasileira. Garantiu algumas liberdades individuais e manteve conquistas recentes dos trabalhadores. Formou um sistema político representativo, com limitações, que existiu até 1964.
Constituição de 1967: outorgada durante o período da Ditadura Militar, foi o documento que estruturou, legalmente, o governo autoritário implantado pelos militares. Incorporou os decretos dos Atos Institucionais e garantiu a centralização do Poder Executivo, dando ar de legalidade aos abusos cometidos pelos militares.
Constituição de 1988: atual Constituição brasileira, promulgada no contexto de redemocratização do Brasil após o final da Ditadura Militar. É o documento do tipo mais democrático da nossa história e foi elaborado após amplo debate político realizado pelos políticos e grupos que representavam a sociedade brasileira. Seu caráter abertamente democrático fez com que ficasse conhecida como Constituição Cidadã.
Acesse também: Tancredo Neves trajetória do primeiro civil eleito presidente após 21 anos de ditadura

Importância da Constituição
A Constituição é um mecanismo fundamental na consolidação de um regime democrático, uma vez que é ela que determina o funcionamento de nossa nação e os deveres das instituições que governam o Brasil. Esse documento também determina quais são os direitos de cada cidadão brasileiro.

A atual Constituição do Brasil foi resultado de um longo debate entre as Constituintes e os grupos representantes da sociedade. Trata-se de um documento que incorporou direitos importantes para minorias historicamente desprotegidas em nosso país, como os indígenas e os quilombolas. É dever de cada cidadão lutar por uma Constituição que garanta o sistema democrático e a manutenção dos direitos e liberdades individuais.

O Dia da Constituição, celebrado em 25 de março, além de ser uma maneira de conhecermos mais da história do Brasil, é também um momento de reflexão para os avanços pelos quais o nosso país passou nas questões relacionadas à cidadania.

Nota

|1| SCHWARCZ, Lilia Moritz e STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p; 235.

VOCÊ SABIA QUE? ''  AMOR E HIGIENE NAS DÉCADAS DE 1600 E 1700 (Fonte desconhecida )Ao visitar o Palácio de Versalhes em ...
25/03/2021

VOCÊ SABIA QUE?

'' AMOR E HIGIENE NAS DÉCADAS DE 1600 E 1700
(Fonte desconhecida )

Ao visitar o Palácio de Versalhes em Paris, note que o suntuoso palácio não tem banhos.

Na Idade Média, não havia escovas de dente, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. Excremento humano foi jogado das janelas do palácio.

Num dia de festa, a cozinha do palácio podia preparar um banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.
Nos filmes de hoje, vemos pessoas daquela época se sacudindo ou se abanando
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam sob as saias (feitas de propósito para conter o cheiro das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não era costume tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água corrente.

Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, dissipar o mau cheiro que o corpo e a boca exalavam, além de afugentar os insetos.

Quem esteve em Versalhes admirou os imensos e belos jardins que, naquela época, não eram apenas contemplados, mas serviam de banheiro nas famosas baladas promovidas pela monarquia, por não haver banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia em junho (para eles, o início do verão). O motivo é simples: o primeiro banho do ano foi tomado em maio; então, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Porém, como alguns cheiros já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores perto do corpo para disfarçar o fedor. Daí a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram feitos em uma única banheira enorme cheia de água quente. O chefe da família teve o privilégio do primeiro banho em água limpa. Então, sem trocar a água, os demais chegaram à casa, por ordem de idade, mulheres, também por idade e, por fim, filhos. Os bebês foram os últimos a se banhar. Quando chegou a sua vez, a água da banheira estava tão suja que dava para matar um bebê lá dentro.
Os telhados das casas não tinham céu e as vigas de madeira que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais: cachorros, gatos, ratos e besouros para se aquecerem. Quando chovia, as goteiras obrigavam os animais a pularem no chão.
Quem tinha dinheiro tinha chapas de lata. Certos tipos de alimentos oxidam o material, fazendo com que muitas pessoas morram de envenenamento.
Lembre-se de que os hábitos de higiene da época eram terríveis. Os tomates, por serem ácidos, foram considerados venenosos por muito tempo, as xícaras de lata eram usadas para beber cerveja ou uísque; essa combinação às vezes deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura de bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém andando na rua pensaria que ele estava morto, então eles recolheram o corpo e se prepararam para o funeral. Em seguida, o corpo era colocado na mesa da cozinha por alguns dias e a família observava, comia, bebia e esperava para ver se o morto acordava ou não. Daí aquela que os mortos são vigiados (vigília ou vigília), que é a vigília ao lado do caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia um lugar para enterrar todos os mortos. Os caixões foram então abertos, os ossos removidos, colocados em ossários e a tumba foi usada para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas internas, indicando que o morto havia, de fato, sido enterrado vivo.
Assim, ao fechar o caixão, surgiu a ideia de amarrar uma alça do pulso do falecido, passando-a por um orifício feito no caixão e amarrando-a a uma campainha. Após o enterro, alguém foi deixado de plantão ao lado do túmulo por alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria soar a campainha. E seria "salvo pelo sino 🔔", que é uma expressão popular que usamos até hoje.
O que fazemos hoje por tradição, fazemos sem conhecimento.
E só seguimos as tradições se fizermos sentido.
Como carnaval, Halloween, etc.
Às vezes, o melhor aliado para sair da ignorância é a pesquisa.''

Autor : desconhecido

Um pouco do que juntos podemos fazer pelos que precisam. Que venham mais feijoadas. Obrigado a todos que nos ajudaram !
02/12/2019

Um pouco do que juntos podemos fazer pelos que precisam. Que venham mais feijoadas. Obrigado a todos que nos ajudaram !

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