Dra. Marcella Andrade

Dra. Marcella Andrade Graduação em Medicina UFRJ
Residência em Clínica Médica HFA
Residência em Reumatologia UERJ
T?

Pedro apresentado à Comunidade da Igreja Santa Rosa de Lima e encantando a todos com a sua simpatia!Que Deus sempre te a...
12/04/2026

Pedro apresentado à Comunidade da Igreja Santa Rosa de Lima e encantando a todos com a sua simpatia!
Que Deus sempre te abençoe e te proteja, meu filho!

03/04/2026

Sua dor pode estar tentando te mostrar que não é “normal”. Quando ela dura semanas, vem com rigidez ao acordar ou aparece junto de inchaço e cansaço, merece investigação.

Doenças autoimunes podem começar com sinais sutis, e o diagnóstico precoce faz diferença no controle e na qualidade de vida. Não ignore o que seu corpo insiste em dizer.

31/03/2026

Ter uma doença autoimune não significa, automaticamente, estar com a imunidade “forte” ou “fraca” o tempo todo. Em muitos casos, o próprio desequilíbrio do sistema imunológico e alguns tratamentos podem aumentar o risco de infecções.

Por isso, acompanhamento médico, vacinas em dia e atenção aos sinais do corpo fazem toda diferença. Cuidar da imunidade também é cuidar da sua segurança e qualidade de vida.

27/03/2026

Uma queda boba pode ser o primeiro alerta de uma doença silenciosa.

A osteoporose enfraquece os ossos aos poucos, sem dar sinais claros, e muitas vezes só aparece depois da fratura. Por isso, prevenir é tão importante quanto tratar.

Informação, diagnóstico precoce e cuidado certo ajudam a preservar sua autonomia e sua qualidade de vida.

27/03/2026

No meu canal no YouTube, explico
como identificar e evitar esses fatores no dia a dia.

▶️ Assista o vídeo completo no link está na BIO!

Diferente de outras condições reumáticas, a osteoporose é frequentemente chamada de "doença silenciosa". Ela não costuma...
26/03/2026

Diferente de outras condições reumáticas, a osteoporose é frequentemente chamada de "doença silenciosa". Ela não costuma causar dor enquanto a massa óssea diminui, o que torna o diagnóstico precoce um desafio.

O sinal de alerta número 1: A Fratura de Baixo Impacto
A pista mais clara de que a densidade óssea pode estar comprometida não é uma dor nas articulações, mas sim a fratura por fragilidade.
O que é: Uma fratura que ocorre após um trauma mínimo, como uma queda da própria altura, um espirro forte ou um movimento brusco ao se levantar.
Onde ocorre: Geralmente no punho, vértebras (coluna) ou fêmur.

Outros sinais indiretos que merecem atenção:
Perda de altura: Redução de mais de 2 a 3 centímetros na estatura ao longo dos anos.
Mudança na postura: O surgimento de uma curvatura acentuada nas costas (cifose), popularmente conhecida como "corcunda".
Dor nas costas súbita: Que pode indicar uma microfratura vertebral não diagnosticada.

Como a doença não avisa, a densitometria óssea permanece como o padrão-ouro para detectar a perda de massa antes que a primeira fratura aconteça. Identificar esses sinais precoces é crucial para evitar complicações graves e perda de autonomia, especialmente em pacientes acima dos 65 anos.

Não se deve esperar pela dor para investigar a saúde dos ossos. A prevenção e o monitoramento são as únicas formas de impedir que a primeira fratura seja o primeiro sintoma.
Identificou algum desses sinais em você ou em algum familiar? A investigação com um especialista é o próximo passo fundamental.

25/03/2026

Doutora, minhas mãos vão deformar?”

Essa dúvida assusta, mas a boa notícia é que a prevenção é possível. Na artrite reumatoide, as deformidades não surgem de repente: elas costumam ser consequência de uma inflamação sem controle. Diagnóstico precoce, tratamento adequado, acompanhamento regular e fisioterapia ajudam a preservar a função, o alinhamento e a autonomia das mãos. Prevenir sempre será mais fácil do que reparar.

Vai viajar e tem doença reumatológica? Não é motivo para desistir do passeio, mas é motivo para se planejar melhor.Check...
24/03/2026

Vai viajar e tem doença reumatológica? Não é motivo para desistir do passeio, mas é motivo para se planejar melhor.
Checklist rápido para levar na mala:
Leve todos os medicamentos na bagagem de mão (incluindo dose extra para atrasos, perda de mala ou remarcações).
Mantenha as medicações nas embalagens originais, com nome legível, e leve as receitas atualizadas.
Se usa medicações injetáveis ou biológicos refrigerados, organize isopor/bolsa térmica adequada e confira com antecedência as regras da companhia aérea.
Organização de documentos médicos:
Laudo ou relatório do reumatologista com diagnóstico, medicações em uso, doses e contatos em caso de emergência.
Se for viajar para fora do país, é interessante ter um resumo médico em inglês ou no idioma local.
Tenha esses documentos em versão impressa e digital (no celular/e-mail).
Intervalos para descanso e rotina:
Programe paradas para caminhar, alongar e ir ao banheiro em viagens longas de carro ou ônibus.
Em avião, movimente as pernas periodicamente para reduzir desconforto e risco de trombose.
Planeje os passeios considerando seus limites: inclua momentos de descanso na programação, sem culpa.
Horário das medicações:
Ajuste com antecedência possível diferença de fuso horário para não “perder” doses.
Use despertadores no celular para não se esquecer dos remédios em meio à rotina de passeios.
Se você tem viagem marcada e convive com doença reumatológica, vale agendar uma consulta para revisar medicações, pedir laudo atualizado e alinhar cuidados personalizados.

Em reumatologia, infelizmente, o caminho até o nome da doença pode ser mais longo.Sintomas que se confundem com outras á...
16/03/2026

Em reumatologia, infelizmente, o caminho até o nome da doença pode ser mais longo.

Sintomas que se confundem com outras áreas
Dor nas articulações pode parecer ortopédica, tendinite ou “desgaste”.
Dor nas costas pode ser tratada como problema de postura ou hérnia.
Cansaço, febre baixa e perda de peso podem lembrar virose, anemia, estresse.

Como os sintomas são “genéricos”, o paciente muitas vezes gira entre várias especialidades antes de chegar ao reumatologista.

Exames que nem sempre dão a resposta de cara pois, em fases iniciais, exames de sangue podem vir normais ou com alterações discretas.

No mais, alguns marcadores imunológicos (como fator reumatoide e outros anticorpos) podem demorar a aparecer e a interpretação depende do contexto clínico: exame isolado dificilmente fecha diagnóstico.

Reumatologia é, muitas vezes, uma medicina do acompanhamento. Algumas doenças precisam de tempo de observação para mostrar seu padrão de sintomas.

Se você sente que está há muito tempo sofrendo sem nome para o que sente, saiba que isso é mais comum do que deveria, mas não significa que não exista resposta.

Persistir na investigação, com um profissional que escuta e acompanha, é parte fundamental do cuidado em reumatologia.

Dor nas costas é muito comum, mas nem toda dor é igual. Existe um tipo de dor, chamada dor inflamatória, que levanta a s...
11/03/2026

Dor nas costas é muito comum, mas nem toda dor é igual. Existe um tipo de dor, chamada dor inflamatória, que levanta a suspeita de doenças como a espondilite anquilosante.

Sinais de que a dor pode ser inflamatória:
Começa geralmente antes dos 40–45 anos.
Dura mais de 3 meses.
Piora com o repouso prolongado, principalmente à noite, fazendo a pessoa acordar com dor.
Melhora quando você se movimenta ou faz exercícios leves.
Vem acompanhada de rigidez ao acordar, que melhora ao longo da manhã.

Quando pensar em espondilite anquilosante?
Quando esses sintomas se repetem por meses.
Quando a dor ocorre de forma alternante nas nádegas.
Quando há história na família de espondilite ou outras doenças autoimunes.
Quando você já fez vários tratamentos para “problema de coluna” sem melhora consistente.

A inflamação crônica pode levar à fusão de vértebras, perda de mobilidade da coluna e impacto importante na qualidade de vida. Mas com tratamento adequado, é possível controlar a doença, preservar movimento e reduzir dor.

Se você se identificou com essa descrição, procure avaliação com reumatologista.

Muitas pessoas chegam na consulta e dizem “minha dor está forte”. Mas “forte” pode significar coisas muito diferentes pa...
10/03/2026

Muitas pessoas chegam na consulta e dizem “minha dor está forte”. Mas “forte” pode significar coisas muito diferentes para cada pessoa e isso interfere diretamente na escolha do tratamento.
Por isso é importante aprender a usar a escala de dor para ser melhor ouvido e cuidado.

Escala numérica de 0 a 10
0 = nenhuma dor.
1–3 = dor leve, incomoda, mas não impede atividades.
4–6 = dor moderada, atrapalha o dia, você precisa adaptar tarefas.
7–9 = dor intensa, difícil de suportar, limita muito as atividades.
10 = pior dor que você consegue imaginar.

Além do número, tente responder:
Onde dói? (ex: mãos, joelhos, lombar, várias articulações)
Quando dói mais? (manhã, noite, ao se movimentar, em repouso)
O que melhora? (repouso, calor, remédio, movimento)
O que piora? (subir escadas, ficar parado, clima frio, esforço)

Exemplos que ajudam muito o reumatologista:
“De manhã, minha dor nas mãos é 8/10, mal consigo abrir uma garrafa. Depois de 1 hora, cai para 4/10.”
“A dor nas costas é 7/10 à noite, me acorda, mas quando caminho um pouco, ela diminui para 3/10.”
“Com remédio X, minha dor que era 9/10 caiu para 5/10, mas ainda está me impedindo de trabalhar direito.”

Quanto mais específica(o) você for, mais fácil ajustar a dose, trocar o medicamento ou propor outros recursos (fisioterapia, infiltrações, etc.).
Lembre-se disso na sua próxima consulta!

Muita gente acredita que só pode procurar o reumatologista quando já tem um diagnóstico definido. Na prática, o reumatol...
06/03/2026

Muita gente acredita que só pode procurar o reumatologista quando já tem um diagnóstico definido. Na prática, o reumatologista é justamente o especialista que ajuda a investigar a causa da dor, da rigidez ou do inchaço.

Quando vale marcar um check-up reumatológico, mesmo sem diagnóstico?
Dor articular que dura mais de 2–3 semanas, sem melhora consistente com medidas simples.
Rigidez matinal prolongada (demora mais de 30–60 minutos para “destravar” após acordar).
Inchaço visível em articulações (mãos, joelhos, tornozelos, pés).
Dor nas costas que acorda de madrugada ou melhora quando você se movimenta, e não quando descansa.
Cansaço intenso, febre baixa recorrente, perda de peso sem explicação, junto com dor articular.

Por que o check-up é importante?
Permite identificar inflamação precoce, antes de lesões irreversíveis nas articulações.
Ajuda a diferenciar causas mecânicas (como sobrecarga) de causas inflamatórias ou autoimunes.
Direciona quais exames realmente valem a pena fazer, evitando investigação aleatória.

Você não precisa chegar ao consultório “sabendo o nome da doença”. Sua função é contar a história dos sintomas; a minha é ouvir, examinar e propor o caminho da investigação.

Se você se reconhece em algum desses sinais, considere essa consulta como um investimento na sua saúde a longo prazo.

Endereço

Avenida Ayrton Senna, 2600/Link Office
Rio De Janeiro, RJ
22775003

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Marcella Andrade posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dra. Marcella Andrade:

Compartilhar