Atendimento Clinico

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A Terapia Afirmativa é uma psicoterapia dirigida as pessoas LGBTQI+ com o objetivo de promover o bem-estar, autoestima, respeitando e validando a sexualidade, identidade de gênero ..., a integridade pessoal, cultural e estilo de vida.

Hoje celebramos o Dia Internacional da Mulher.Celebramos todas as mulheres:as que nasceram mulheres,as que se tornaram m...
08/03/2026

Hoje celebramos o Dia Internacional da Mulher.

Celebramos todas as mulheres:
as que nasceram mulheres,
as que se tornaram mulheres,
as que estão em processo de se reconhecer como mulheres.

Celebramos histórias, lutas, conquistas e existências diversas.
Ser mulher não é uma forma única — é plural, é experiência, é vivência.

Que hoje seja um dia de respeito, reconhecimento e cuidado com a saúde mental de todas.

Feliz Dia das Mulheres.

O mercado do autismo fez muitas famílias e profissionaisacreditarem que o lugar do autista é dentro de uma clínica.Isso ...
25/02/2026

O mercado do autismo fez muitas famílias e profissionais
acreditarem que o lugar do autista é dentro de uma clínica.

Isso não é verdade.
Grande parte do que chamamos de terapia no autismo é, na realidade, sinônimo de ensino para a vida.

Salas minúsculas de clínicas muitas vezes apenas reforçam as dificuldades sociais e os padrões restritos e repetitivos.
Acabam criando o que podemos chamar de
“estereotipias sociais disfuncionais”.

1° Existem algumas terapias específicas “no autismo” que exigem um ambiente clínico.
São poucas, mas existem.

A imensa maioria dos terapeutas não tem culpa de atender em uma sala minúscula em vez de participar da vida real do seu filho. E sessões TikTok (“duram uma dancinha e acabou”)

A culpa é do SISTEMA.
São as operadoras de saúde que utilizam as normas da
ANS e a Lei 9.656/98 para tentar restringir o local do atendimento.

Um sistema que faz
terapeutas receber uma parcela
ínfima do valor da sessão para sustentar uma infraestrutura que, no fim das contas, é inútil para o aprendiz: clínicas com aparência sofisticada, mas que funcionam como um verdadeiro “fast-food da terapia”

Um sistema que têm terapeutas estudantes sendo orientados por supervisores e empresários que visam apenas o faturamento da clínica.

Empresários que se aproveitam da curva do desenvolvimento.
Afinal, mesmo que o serviço não seja bem feito, eles sabem que estatisticamente maioria das crianças, pelo próprio curso natural, irá adquirir a habilidade que mais preocupa as famílias: a FALA!

E para aqueles que não se desenvolvem conforme o esperado, eles sabem estrategicamente como e a quem culpar.
Enquanto continuarmos alimentando esse sistema, tudo continuará igual ou pior.

O resultado?
Pais adoecidos e endividados em uma busca constante por liminares contra planos de saúde; terapias de fachada que apenas cumprem checklists (fantasiadas de ciência); e terapeutas em burnout...

O futuro de milhões de crianças está sendo corroído pela ganância de um SISTEMA
altamente lucrativo.

Autocuidado vai além do skincareVivemos em uma cultura que associa autocuidado à estética: cremes, rotinas de beleza e u...
24/02/2026

Autocuidado vai além do skincare

Vivemos em uma cultura que associa autocuidado à estética: cremes, rotinas de beleza e uma aparência descansada. Mas, na clínica, autocuidado é algo muito mais profundo. É sobre a forma como você se trata quando ninguém está vendo.

Autocuidado é reconhecer seus limites e respeitá-los. É não se forçar a permanecer em lugares, relações ou situações que te adoecem. É entender que descansar não é fracasso, e que dizer “não” também é um ato de saúde mental.

Não se trata apenas de manter a pele saudável, mas de preservar a própria integridade emocional. Porque de nada adianta parecer bem por fora enquanto, por dentro, você vive em constante estado de exaustão, ansiedade ou autonegligência.

Autocuidado é um posicionamento. É a decisão, muitas vezes silenciosa, de não se abandonar.

19/02/2026
A Quarta-feira de Cinzas marca o fim do Carnaval e o início da Quarta-feira de Cinzas, que abre o período da Quaresma. M...
18/02/2026

A Quarta-feira de Cinzas marca o fim do Carnaval e o início da Quarta-feira de Cinzas, que abre o período da Quaresma. Mas, para além do significado religioso, esse momento tem uma leitura muito interessante para a psicologia.

O que isso simboliza psicologicamente?

O Carnaval costuma representar liberdade, prazer, exagero, desinibição. A quarta-feira de cinzas simboliza o retorno ao limite, à realidade, à rotina.
Na psicologia, isso dialoga com o equilíbrio entre princípio do prazer e princípio da realidade. Não vivemos só de festa,mas também não vivemos só de contenção.

Depois de dias intensos, pode surgir:
• sensação de vazio
tristeza leve
• cansaço físico e mental
reflexão sobre comportamentos

Isso não significa necessariamente depressão,muitas vezes é apenas o corpo e a mente voltando ao eixo após estímulos intensos.

O Carnaval permite experimentar versões de si: fantasias, personagens, ousadias.
A quarta-feira de cinzas nos pergunta:

Quem sou eu quando tiro a fantasia?

Psicologicamente, é um momento simbólico de confronto entre persona social e identidade mais íntima.

Rituais marcam transições. O fim do Carnaval pode ser entendido como um ritual coletivo de encerramento, que organiza o tempo psíquico.
Começo, auge, fim.
Excitação, pico, retorno.

Nossa mente precisa desses ciclos.

O pó que no qual você se encontra nessa quarta,
se você sacudi-lo
O que sobrou ?
O que você escondeu?
O que você libertou?
Que limite você ultrapassou?
O que você reprimiu?
O que você repetiu que nem sentiu?

É carnaval tempo de alegria e reflexão, afinal o ano começa agora.

Carnaval e redução de danos⚠️ O perigo de misturar substâncias (inclusive remédios)No Carnaval, muita gente mistura álco...
13/02/2026

Carnaval e redução de danos

⚠️ O perigo de misturar substâncias (inclusive remédios)

No Carnaval, muita gente mistura álcool, dr**as recreativas e medicamentos achando que “não dá nada”. Dá, sim — e pode ser sério.

Por que misturar é perigoso?

Porque as substâncias somam ou multiplicam efeitos no cérebro e no corpo, sobrecarregando:
sistema nervoso
fígado
coração
respiração

O risco não depende só da quantidade, mas da combinação.

Misturas mais perigosas

🍺 Álcool + remédios
Ansiolíticos (Rivotril, Xanax, Diazepam)
→ risco de apagão, coma, parada respiratória
Antidepressivos
→ pode causar náusea intensa, confusão, queda de pressã
Estimulantes (Venvanse, Ritalina)
→ sobrecarga cardíaca, ansiedade extrema, arritmia
Analgésicos comuns (paracetamol)
→ lesão grave no fígado com álcool

Dr**as + remédios
M**A + antidepressivos
→ risco de síndrome serotoninérgica (febre, confusão, convulsão)
Co***na + estimulantes prescritos
→ risco alto de infarto e AVC
Dr**as + remédios pra dormir
→ depressão respiratória (a respiração pode “falhar”)

Mito comum

“Se é remédio, é seguro.”

Errado.
Remédio fora de prescrição, em dose errada ou misturado com álcool/dr**as vira risco, não cuidado.

Redução de danos na prática

Se a pessoa vai usar, algumas orientações salvam vidas:
❌ Não misture substâncias
🍽️ Coma e se hidrate
💤 Durma
🧍‍♂️ Não use sozinho
🚑 Mal-estar estranho = procure ajuda

A espiritualidade não substitui o psicólogo porque ela opera em outro campo.Ela oferece sentido, pertencimento, co***lo ...
11/02/2026

A espiritualidade não substitui o psicólogo porque ela opera em outro campo.
Ela oferece sentido, pertencimento, co***lo e valores. Isso é potente.
Mas não é tratamento psicológico.

Psicoterapia lida com:
• trauma
• padrões emocionais repetitivos
• mecanismos de defesa
• sofrimento psíquico
• relações adoecidas
• sintomas que atravessam o corpo e a mente

Nada disso se resolve só com fé, oração ou energia positiva.

Quando alguém tenta substituir psicoterapia por espiritualidade, o que geralmente acontece é:
• culpa no lugar de elaboração (“não melhorei porque não tive fé suficiente”)
• repressão emocional (“não posso sentir isso, é fraqueza espiritual”)
• espiritualização do trauma (“isso é prova, não dor”)
• e adiamento de cuidado real

Espiritualidade pode acompanhar o processo terapêutico.

Pode fortalecer, sustentar, dar chão existencial.
Mas não investiga o inconsciente, não nomeia padrões, não reconstrói a história emocional.

Não é disputa.
É limite de função.

Fé não é clínica.
Psicólogo não é líder espiritual.
E confundir os dois costuma custar caro — em sofrimento silencioso.

🌍 1. Somos mais parecidos do que pensamos — união acima do ódioNo Super Bowl de 2026, Bad Bunny fez um dos recados mais ...
10/02/2026

🌍 1. Somos mais parecidos do que pensamos — união acima do ódio

No Super Bowl de 2026, Bad Bunny fez um dos recados mais claros de sua carreira: na tela estava escrito “The only thing more powerful than hate is love” — “a única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. 
Isso é uma afirmação psicológica forte: as conexões humanas positivas e o amor são mais fortes que divisões, medo e hostilidade — um convite para escolher empatia em vez de raiva. 

💛 2. Valorize o presente e as pessoas ao seu redor

Em shows e entrevistas, Bad Bunny frequentemente pede que as pessoas vivam o momento, apaguem distrações como o celular e prestem atenção às experiências e às relações humanas. 
Isso toca diretamente a psicologia do bem-estar: estar presente aumenta a felicidade e reduz arrependimentos.

🧠 3. Autenticidade e autoaceitação

Ele falou em entrevistas sobre a importância de mostrar quem ele realmente é, e que o sentido de sua carreira é expressar sua identidade e cultura sem medo. 
Esse recado psicológico inspira muitas pessoas a aceitarem sua história, imperfeições e origem, reforçando que ser autêntico é um caminho para a realização pessoal.

🏳️‍🌈 4. Respeito, igualdade e mensagem social

Bad Bunny usou sua plataforma para apoiar grupos marginalizados — incluindo mensagens de respeito à comunidade trans e contra discriminação. 
Em termos psicológicos, isso aponta para vulnerabilidade, empatia e responsabilidade social como componentes essenciais de uma sociedade saudável.

🇵🇷 5. Identidade cultural e pertencimento

Em seu álbum Debí Tirar Más Fotos e nas performances, ele celebra sua cultura porto-riquenha e latina como um ato de amor e de afirmação. 
Psicologicamente, isso reforça o valor de pertencimento e orgulho cultural como pilares saudáveis da autoestima e identidade.

📸 6. Reflexão sobre a vida e os arrependimentos

A música “DtMF” (Debí Tirar Más Fotos) traz um recado emocional forte: valorize as memórias e os momentos com as pessoas que você ama, porque o tempo passa rápido. 
Esse é um convite para praticar gratidão e presença, que a psicologia associa com menor arrependimento e maior bem-estar geral.

Relação aberta sob a ótica da Psicologia TerapêuticaNa clínica, relação aberta não é um modelo relacionalé um arranjo ps...
09/02/2026

Relação aberta sob a ótica da Psicologia Terapêutica

Na clínica, relação aberta não é um modelo relacionalé um arranjo psíquico que expõe, intensifica e organiza conteúdos já existentes no sujeito e no vínculo.

1. O que a relação aberta mobiliza no psiquismo

Ela toca diretamente em quatro eixos centrais:
Apego
Pessoas com apego inseguro tendem a vivenciar a abertura como ameaça constante de abandono, mesmo quando racionalmente concordam com o acordo.
Regulação emocional:
A relação aberta exige capacidade de sustentar desconforto sem controle , punição, retraimento ou vingança emocional
Narcisismo e autoestima:
O desejo do outro por terceiros frequentemente ativa feridas narcísicas:
“Se sou suficiente, por que o outro deseja alguém além de mim?”
Comunicação simbólica:
Não basta “contar o que fez”.
É preciso elaborar o que aquilo significou para cada um.

2. Um ponto clínico fundamental (e pouco dito)

Relação aberta não cura crises conjugais.
Ela amplifica o funcionamento do casal.
Casais com diálogo consistente → tendem a negociar melhor.
Casais com conflitos evitados → tendem a colapsar mais rápido.

Na clínica, a abertura costuma acelerar processos, não resolvê-los.

A pergunta terapêutica correta

A questão não é:

“Você aguenta uma relação aberta?”

Mas sim:

“Você consegue permanecer em vínculo quando o outro frustra suas fantasias de exclusividade?”

Essa resposta define mais do que qualquer acordo.

Indicações e contraindicações clínicas

✔️ Pode funcionar melhor quando há:
identidade emocional consolidada
comunicação clara de limites
desejo genuíno (não imposto)
• responsabilidade afetiva

Tende a gerar sofrimento quando há:
medo intenso de abandono
ciúme patológico
relações de poder assimétricas
abertura usada como fuga de intimidade

5Formulação terapêutica

“Relação aberta não é sobre liberdade sexual.
É sobre tolerância à diversidade .”

Ou, clinicamente:

É a capacidade de amar sem tentar controlar o desejo do outro.

Por que lutamos tanto para ser monogâmicos(as)?A monogamia costuma ser tratada como escolha moral ou regra social, mas, ...
06/02/2026

Por que lutamos tanto para ser monogâmicos(as)?

A monogamia costuma ser tratada como escolha moral ou regra social, mas, do ponto de vista psicológico, ela também cumpre uma função emocional importante.

A monogamia reduz ansiedade

Relações monogâmicas oferecem previsibilidade:
menos comparações, menos incertezas, menos ameaças percebidas ao vínculo.

Para o psiquismo, especialmente em contextos de apego, previsibilidade significa segurança emocional.

A exclusividade sustenta a autoestima

Ser “o único” para alguém ajuda a organizar a sensação de valor pessoal.
Essa exclusividade funciona como um amortecedor contra dúvidas internas do tipo:

“Sou suficiente?”
“Posso ser trocado(a)?”

Por isso, questionar a monogamia frequentemente ativa inseguranças profundas — mesmo em pessoas emocionalmente maduras.

3. A promessa simbólica de permanência

Embora nenhuma relação possa garantir que não haverá perdas, a monogamia oferece uma fantasia de proteção contra o abandono.

Essa fantasia não é sinal de fraqueza:
é uma tentativa legítima do psiquismo de lidar com a vulnerabilidade dos vínculos afetivos.

O peso da aprendizagem cultural

Desde cedo aprendemos que:
exclusividade é prova de amor
ciúme é sinal de cuidado
abrir mão de desejos é maturidade

Essas mensagens moldam a forma como entendemos amor, compromisso e segurança emocional.

O desconforto com o desejo do outro

Um dos pontos mais difíceis nas relações é reconhecer que o desejo do outro não se limita a nós.

A monogamia ajuda a organizar esse desconforto, oferecendo limites claros para algo que, por natureza, é imprevisível.

Para concluir

Lutamos para ser monogâmicos(as) porque a monogamia:
organiza a angústia
sustenta a autoestima
oferece segurança simbólica
facilita a regulação emocional

Isso não significa que ela seja o único modelo possível nem que funcione para todos.
Significa apenas que ela responde a necessidades psíquicas reais.

Na clínica, o mais importante não é o modelo escolhido, mas o quanto ele é coerente com a história emocional, os limites e a capacidade de vínculo de cada pessoa.

O que os estudos mostramPesquisas internacionais indicam que:Pessoas autistas têm maior probabilidade de questionar norm...
04/02/2026

O que os estudos mostram

Pesquisas internacionais indicam que:Pessoas autistas têm maior probabilidade de questionar normas de gênero
• Pessoas trans têm maior prevalência de traços autísticos do que a população geral

⚠️ Importante: isso é correlação, não causalidade.



2️⃣ Autismo ≠ confusão de identidade

Um mito comum (e perigoso) é achar que:

“A pessoa é trans porque é autista”

Isso não tem respaldo científico e já foi usado como argumento transfóbico e capacitista.

O que a ciência aponta é outra coisa 👇



3️⃣ Pessoas autistas questionam mais normas sociais

Pessoas no espectro tendem a:
• Ter menos adesão automática a regras sociais implícitas
• Questionar mais o “sempre foi assim”
• Não performar gênero só para agradar ou pertencer

Ou seja:
👉 menos conformidade, não menos consciência.



4️⃣ Maior auto-observação e nomeação do sofrimento

Muitas pessoas autistas:
• Percebem desconfortos corporais e identitários com mais nitidez
• Nomeiam cedo sensações de inadequação
• Procuram explicações internas para o sofrimento

Isso pode facilitar:
• Reconhecer disforia
• Dar nome à identidade de gênero
• Buscar comunidades que acolham diferenças



5️⃣ Ambientes que excluem… excluem em dobro

Pessoas trans e autistas:
• Sofrem rejeição precoce
• São empurradas para fora da norma
• Criam redes alternativas de pertencimento

Esses espaços (online, coletivos, militância, saúde mental) acabam sendo pontos de encontro — o que aumenta a visibilidade, não a “incidência real”.



6️⃣ O que NÃO é verdade

❌ Autismo não “causa” transgeneridade
❌ Ser trans não é sintoma psiquiátrico
❌ Identidade de gênero não é déficit cognitivo
❌ Transição não é “hiperfoco”



7️⃣ O que a psicologia ética sustenta

✔ Autismo é uma neurodivergência
✔ Transgeneridade é uma variação humana legítima
✔ A intersecção exige escuta clínica qualificada, não invalidação
✔ Nenhuma identidade precisa ser “curada”

🧠🌈 Neurodivergência, orientação sexual e identidade de gêneroPessoas neurodivergentes não são menos afetivas, menos dese...
03/02/2026

🧠🌈 Neurodivergência, orientação sexual e identidade de gênero

Pessoas neurodivergentes não são menos afetivas, menos desejantes ou menos conscientes de quem são.
Pelo contrário: pesquisas e a prática clínica mostram que há maior diversidade de orientações se***is e identidades de gênero entre pessoas neurodivergentes do que na população neurotípica.

Isso não é “confusão”, nem “fase”, nem consequência do diagnóstico.
É autenticidade.

A orientação sexual diz respeito a por quem sentimos atração.
A identidade de gênero fala sobre quem somos.(qual gênero nós identificamos)
E nenhuma dessas dimensões é definida pela neurodivergência — mas pode ser vivida de forma mais consciente quando há menos apego a normas sociais rígidas.

Como psicólogo afirmativo, reforço:
✨ Questionar padrões não é problema
✨ Se identificar fora da cis-heteronormatividade não é sintoma
✨ Ser neurodivergente e LGBTQIA+ é existir por inteiro

Cuidado em saúde mental começa pelo respeito, pela escuta e pela validação das vivências — não pela tentativa de “corrigir” quem a pessoa é.

Informação também é cuidado.
Acolhimento também é terapia.


+ SaúdeMental

Endereço

Barra Da Tijuca E Copacabana
Rio De Janeiro, RJ

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