Psicóloga Elizangela Souza

Psicóloga Elizangela Souza Psicóloga | Psicanalista
Especialista em Psicanálise com Crianças, Saúde da Família, Saúde Mental

O atendimento visa trabalhar os seguintes quadros clínicos e sintomas:
• Transtornos sociais, emocionais e de relacionamento;
• Problemas familiares e dificuldade no relacionamento amoroso;
• Dificuldade de Aprendizagem;
• Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH);
• Síndromes e Fobias (medo exagerado de um objeto, animal ou situação que não apresente um perigo real);
• Transtornos alimentares: Anorexia (falta de fome e recusa alimentar) e Bulimia (comer em demasia);
• Depressão, Síndrome do Pânico e/ou Transtorno Generalizado de Angústia;
• Tristeza, desanimo, entre outros. O valor do tratamento poderá ser combinado entre psicólogo e paciente, a fim de que se adeque tanto às condições financeiras do paciente quanto às exigências de trabalho do psicólogo. O tratamento geralmente é realizado semanalmente e o tempo do mesmo depende de cada caso e de cada paciente em particular, sendo indeterminado o período de finalização do processo em andamento.

Muito tem se falado em Burnout ultimamente, mas o que, afinal, é síndrome de burnout?  É uma síndrome que está diretamen...
19/12/2023

Muito tem se falado em Burnout ultimamente, mas o que, afinal, é síndrome de burnout? É uma síndrome que está diretamente ligada a rotinas excessivas, alta cobrança, busca incansável por resultados e retorno profissional, além do desejo de alcançar o inalcançável: A PERFEIÇÃO.
“A Síndrome de Burnout pode aparecer em diferentes contextos. Na vida feminina, está relacionada ao acúmulo de responsabilidades e ao desgaste físico e mental”.
A síndrome tem predileção pelo público feminino, considerando a jornada dupla ou até tripla que a maior parte das mulheres são submetidas, tendo que trabalhar e atender a todas as solicitações ao seu redor: na empresa e na sua residência.
“De fato, sempre existem muitas obrigações na vida da mulher, mas devido à sua tendência afetiva e acolhedora, por vezes, ela não percebe que alcançou o limite.
É importante reconhecer os sinais do Burnout, tais como, cansaço excessivo, falta de motivação, irritabilidade, insônia, perda de apetite, entre outros, quanto mais cedo se percebem os sinais, mais rápido pode-se buscar uma intervenção evitando o agravamento do caso.
“Entender os próprios limites se torna fundamental, o trabalho faz parte da vida e é importante, mas ele não pode ser o definidor dela.
A terapia pode ajudar a lidar com esses sintomas e identificar as causas subjacentes da sobrecarga emocional. Busque ajuda profissional.
Fonte: International Stress Management Association.

“Uma psicanálise começa quando uma pessoa se implica na sua queixa”
14/12/2023

“Uma psicanálise começa quando uma pessoa se implica na sua queixa”

16/01/2023

A Campanha sobre o Janeiro Branco é um convite para refletirmos o nosso estado emocional já que não falamos muito sobre isso.
Qual a qualidade dos nossos pensamentos/sentimentos/ emoções? Como estamos nos relacionando com nós mesmos e com o mundo? Em tempos de correria, mundo virtual, busca incessante por um estado físico e padrões de beleza inalcançáveis, rótulos, bullying, dentre outros fatores, a campanha salienta a necessidade da prevenção ao adoecimento emocional.
Nessa época do ano, sempre estamos planejando, refletindo novas atitudes, bom momento para incluir em nossos projetos de vida ações em prol da Saúde Emocional.

E você o que tem feito pela sua saúde mental?

18 DE MAIO – DIA DA LUTA ANTIMANICOMIAL: MAIS DO QUE NUNCA É PRECISO RESISTIR E LUTAR!Há 35 anos, o dia 18 de maio é cel...
18/05/2022

18 DE MAIO – DIA DA LUTA ANTIMANICOMIAL: MAIS DO QUE NUNCA É PRECISO RESISTIR E LUTAR!

Há 35 anos, o dia 18 de maio é celebrado no Brasil como o Dia da Luta Antimanicomial, estabelecida a partir do II Encontro Nacional de Trabalhadores da Saúde Mental, em 1987. A data tem sido, desde então, um dia para visibilizar de forma mais contundente a luta por uma sociedade sem manicômios, com o cuidado em liberdade, em rede e integrado à cidade, onde a diversidade humana não seja estigmatizada em laudos psiquiátricos e enclausurada em prescrições medicalizantes.

No atual momento, vivemos ainda sob os efeitos, já amenizados em razão da vacinação avançada e de outras medidas de enfrentamento como o uso de máscaras, de uma pandemia brutal, que levou a vida de milhares de pessoas, deixando tantas outras enlutadas. E diante da grave crise sanitária, testemunhamos o avançar dos ataques à ciência, à saúde, à democracia e aos direitos humanos mais básicos.

O alinhamento governamental a práticas neoliberais e de retrocessos nas políticas públicas, que não excluem um ataque à política pública de Saúde Mental, pode ser medido concretamente em cortes sucessivos de investimento, como, por exemplo, o que propõe a Portaria 596/2022 do Ministério da Saúde, que diminui recursos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

É importante lembrar que a Lei nº 10.216/2001 da Reforma Psiquiátrica, que decretou o fim dos hospitais psiquiátricos no Brasil e a implementação de serviços territoriais substitutivos, representou e representa um avanço enorme na luta antimanicomial, mas essa conquista precisa ser protegida, pois mais do que nunca está sob ataque. O sonho de um tratamento dos sujeitos com sofrimentos mentais graves baseado na liberdade, e não na clausura, no cuidado, e não na tortura, parecia, enfim, ter se tornado realidade.

Entretanto, nos últimos anos, a inserção de Comunidades Terapêuticas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o enfraquecimento dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ameaçam as conquistas árduas trazidas pelos movimentos sociais e pela Reforma Psiquiátrica brasileira. Algumas ações da atual gestão do país se opões às práticas antimanicomiais e à luta social pela desinstitucionalização de pacientes com transtornos mentais.

Diante de tudo o que temos passado em termos de saúde pública, mais do que nunca temos a confirmação inequívoca de que o SUS público e de qualidade é imprescindível para o país, tornando fundamental o posicionamento crítico e ético de profissionais e conselhos de categorias em favor da saúde e da democracia.
E se lembrarmos o estrangulamento financeiro que o SUS vem sofrendo há anos, afetando diretamente os serviços de Saúde Mental, percebemos o quanto a Reforma Psiquiátrica está em risco. Por isso, a Psicologia deve estar implicada na luta por uma saúde pública, universal, gratuita e de qualidade.

Não é possível se omitir diante dessa realidade, nem tampouco considerar que a conquista já está posta. Há um grande mal-estar diante de uma série de situações que materializam os retrocessos nos serviços de saúde mental, a hipermedicalização, os efeitos psíquicos da pandemia, o aumento crescente de pessoas que vivem situação de insegurança alimentar e as que vivem em situação de rua, entre tantos outros aspectos.

Torna-se quase insuportável lidar com a lógica manicomial, tão presente no atual contexto sócio-político, em que a impossibilidade do diálogo ameaça a saúde mental. O momento, portanto, continua sendo de vigília, resistência e mobilização. E a Psicologia deve, no coletivo de seus profissionais, entidades e conselhos, reafirmar seu protagonismo na Luta Antimanicomial, reforçando seu compromisso ético de ampliar e fortalecer a desinstitucionalização total e irrestrita, rompendo com as amarras da camisa de força e derrubando os muros, inclusive os simbólicos, que, por séculos, enclausuram a loucura e a diferença.

O cuidado em liberdade, em rede e integrado à cidade é e sempre será o melhor “tratamento”. Loucura não se prende!!

12 de maio - Dia Internacional da Enfermagem e do EnfermeiroPasso aqui hoje para parabenizar todos aqueles que escolhera...
12/05/2022

12 de maio - Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro

Passo aqui hoje para parabenizar todos aqueles que escolheram e desenvolvem essa profissão incrível, obrigada!!

Na foto D. Ivone Lara, rainha do samba, que na enfermagem teve participação importante na história da Luta Antimanicomial e nos serviços sociais e de saúde pública no Brasil. Formada em Enfermagem e Serviço Social, com especialização em Terapia Ocupacional, ela trabalhou como enfermeira e assistente social.

Com a finalidade de resgatar vínculos, Dona Ivone, percorreu quilômetros de estrada pelos municípios do Rio e pelos estados vizinhos, localizando mães, pais, avós e tios que haviam abandonado seus familiares no hospital, acreditando que não havia mais nada a ser feito por eles - afinal, esse era o diagnóstico que ouviam dos médicos.
Além disso, colaborou para que a música também pudesse ser medicamento para aquelas pessoas estigmatizadas pela sociedade.

Parabéns a todos enfermeiros e técnicos que juntos possamos nos posicionar contra todas as formas de exclusão!!!

Uma homenagem para elas que vencem qualquer dificuldade com a força da delicadeza. Para todas desejo um Feliz Dia da Mul...
08/03/2022

Uma homenagem para elas que vencem qualquer dificuldade com a força da delicadeza. Para todas desejo um Feliz Dia da Mulher e um Bom dia!

Volto com os desejos de um 2022 maravilhoso à todos os pacientes e amigos da página!“A Psicanálise é, em essência, uma c...
06/01/2022

Volto com os desejos de um 2022 maravilhoso à todos os pacientes e amigos da página!

“A Psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor.” (Freud,1822)

Em uma carta para Jung, de 6/12/1906, Freud escrevia: “Poder-se-ia dizer que a cura [psicanalítica] é essencialmente efetuada pelo amor. E a transferência, na realidade, proporciona a prova mais convincente – a única de fato irrefutável – de que as neuroses são determinadas pela história de amor do indivíduo”.
Ou seja, através do amor de transferência, o sujeito em análise direciona uma carta ao analista, que por sua vez, entre o silêncio de suas palavras, não a responde de prontidão, mas sim permite que a fala ressoe, facilitando que o remetente [o paciente] se lance no processo da associação livre, se deflagre nos dejetos do objeto metonímico (conteúdos da sua fala que não eram considerados) e sustente a sua singularidade. Enquanto amante, o sujeito é convocado a lidar com os seus modos de desejar e se satisfazer.
A pessoa em análise caminha na busca da sua verdade para que se torne um sujeito consciente da potência dos próprios desejos.

A criança entre a mulher e a mãe1*"O objeto criança não somente preenche, como também divide, e digamos que é isso que o...
08/09/2021

A criança entre a mulher e a mãe1*

"O objeto criança não somente preenche, como também divide, e digamos que é isso que o título deste colóquio ressalta. É essencial que ele divida. Como já se assinalou, é fundamental que a mãe deseje outras coisas além dele. Se o objeto criança não divide, ou ele sucumbe como dejeto do par genitor, ou, então, entra com a mãe numa relação dual que o alicia - para empregar o termo de Lacan - o alicia com fantasia paterna."
Esse trecho de “A criança entre a mulher e a mãe”, de Jacques-Alain Miller, trata da função da criança em relação a quem ocupa a função materna.
Em suas palavras, ou a criança preenche ou ela divide essa mulher; uma divisão bem “simples”, mas com consequências clínicas bem evidentes, perceptíveis nos casos clínicos que chegam até nós.

Fonte:
MILLER, Jacques Alain. A Criança entre a Mulher e a Mãe. Essa versão foi publicada na Revista Opção Lacaniana online nova série. Ano 5 • Número 15 • novembro 2014 • ISSN 2177-2673.
1 Título do Colóquio organizado, nos dias 01 e 02 de junho de 1996, em Lausanne, pelo Grupo de Estudos de Genebra. Traduzido ao português e publicado originalmente no Brasil In: Opção Lacaniana – Revista Brasileira Internacional de Psicanálise, nº 21. São Paulo: Edições Eólia.
Foto: acervo pessoal

“São os acasos que nos empurram para a direita e para a esquerda, e deles nós fazemos – pois somos nós que os tecemos co...
03/08/2021

“São os acasos que nos empurram para a direita e para a esquerda, e deles nós fazemos – pois somos nós que os tecemos como tal – nosso destino. Fazemos deles nosso destino porque falamos; acreditamos que dizemos o que queremos, mas é o que quiseram os outros, mais particularmente nossa família, que nos fala. Escutem esse ‘nos’ como um objeto direto. Nós somos falados, e, por causa disso, fazemos, dos acasos que nos empurram, algo tramado. E, com efeito, há uma trama – chamamos a isso nosso destino."
Jacques Lacan

MANICÔMIOS NUNCA MAIS!Transcorridas duas décadas da Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), agora - mais do qu...
18/05/2021

MANICÔMIOS NUNCA MAIS!

Transcorridas duas décadas da Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), agora - mais do que nunca - o retorno dos manicômios assombra nossa sociedade com toda a sua segregação, violência e subtração de direitos.

É preciso nos manter vigilantes, unidos e mobilizados para que os avanços logrados nesses últimos vinte anos não sofram desmontes. Liberdade, dignidade, respeito, convívio comunitário e acesso à Rede de Atenção Psicossocial são direitos consagrados. Não aceitaremos retrocessos.

A Psicologia defende e atua no contexto de um cuidado integrativo e humanizado, e isso só é possível por meio da permanente luta antimanicomial.




20 ANOS DA LEI 10.216: PELA REFORMA PSIQUIÁTRICA BRASILEIRA E PELA LUTA ANTIMANICOMIAL!Em 2001, a Lei nº 10.216, propost...
07/04/2021

20 ANOS DA LEI 10.216: PELA REFORMA PSIQUIÁTRICA BRASILEIRA E PELA LUTA ANTIMANICOMIAL!

Em 2001, a Lei nº 10.216, proposta pelo deputado federal Paulo Delgado, instituiu um novo modelo de tratamento aos portadores de transtornos mentais no Brasil, que apontou para a extinção gradativa dos hospitais psiquiátricos brasileiros.
A Reforma Psiquiátrica Brasileira tem se estabelecido em nosso meio gradativamente. O avanço representado pelo tratamento em liberdade é inequívoco. Todos os usuários que experimentaram o isolamento de um hospital psiquiátrico não têm dúvida do quanto sofreram nesses ambientes.
Avançamos técnica e politicamente nesse campo. Muitas pessoas saíram de hospitais psiquiátricos e hoje se tratam em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), frequentam Centros de Convivência, trabalham em Cooperativas. Obedecer os princípios da Reforma Psiquiátrica é recuperar o usuário de Saúde Mental para o convívio social, restaurando sua autonomia, cidadania e humanidade.
Entretanto, apesar dos enormes avanços, a política brasileira de Saúde Mental vive um momento, assim como a Saúde como um todo, no qual a falta de investimento e os constantes ataques, tem produzido muitos retrocessos e tem deixado muitos usuários sem possibilidade de manter seus tratamentos. A Saúde pública, universal e de qualidade é um direito pelo qual temos o dever de lutar e defender cotidianamente.
Acompanhando atentamente nossos tempos, o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro reafirmam sua defesa da Reforma Psiquiátrica Brasileira, materializada na atual Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), e seguem lutando por uma sociedade sem manicômios!

Endereço

Rua Senador Dantas, 117
Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 12:00

Telefone

+5521993804920

Site

https://www.linkedin.com/in/elizangela-souza-psi/, https://www.

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