02/12/2025
Muitas mulheres carregam uma crença silenciosa:
“Eu só sou amada e valorizada se eu estiver produzindo, estudando, trabalhando e dando meu melhor o tempo inteiro.”
💡 Essa crença nasce, quase sempre, de histórias antigas:
um elogio que só vinha quando você tirava nota boa,
um carinho que só acontecia quando você era “útil”,
um olhar de aprovação que dependia do quanto você rendia.
Falas do tipo: "levanta logo ", " vai fazer alguma coisa", "fulana faz tudo em casa para a mãe dela"
(Dormir para essas familias era sinônimo de preguiça, para algumas familias estar em constante movimento era o que definia uma pessoa proativa e de sucesso)
O tempo passa… mas a lógica interna permanece:
o amor vira recompensa por desempenho e não por existência.
E aí surge o ciclo da exaustão:
🔸 produzir para ser vista
🔸 estudar para ser suficiente
🔸 trabalhar para não ser descartada
🔸 carregar tudo para não decepcionar ninguém
E, ao fim do dia, um vazio:
“E se eu parar… será que alguém ainda vai me amar?”
Essa é a ferida.
E é também o ponto exato onde a cura começa.
🔑 Na terapia, você aprende que:
✨ amor verdadeiro não se mede por produtividade
✨ valor não se prova se reconhece
✨ descanso não é falha é direito
✨ você existe antes de performar
E, aos poucos, a alma desobstrui.
Você começa a respirar, a se enxergar e a existir sem pedir licença.
Se essa crença te acompanha, saiba:
💚 você merece amor até quando não está produzindo nada.
💚 você é digna de valor pelo que é não pelo que entrega.
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