Dra. Marcia Babo

Dra. Marcia Babo Medicina Integrativa 💮

04/03/2026

A menopausa não começa quando a menstruação para.

Ela começa a ser construída décadas antes.

Massa muscular, metabolismo, saúde intestinal, qualidade do sono, estresse crônico e estilo de vida ao longo da vida influenciam diretamente em como essa fase será vivida.

Por isso tantas mulheres chegam à menopausa com sintomas intensos: ondas de calor, dores no corpo, fadiga, alterações de humor e piora da qualidade de vida.

Mas existem caminhos para passar por essa fase com mais saúde e equilíbrio.

Se você está na perimenopausa ou menopausa, procure orientação médica adequada para entender o que está acontecendo no seu corpo.

✨ Para agendar consulta, acesse o link da bio.

13/02/2026

Você pode estar tratando a tireoide…
e ainda assim continuar se sentindo mal.

A Doença de Hashimoto não é “só TSH alterado”.
Ela é uma condição autoimune que mantém o corpo em estado de inflamação crônica.

Cansaço que não passa.
Queda de cabelo.
Dificuldade de concentração.
Ganho de peso.
Intestino preso.

E muitas vezes a pessoa ouve que “está tudo normal”.

Quando tratamos apenas o hormônio e ignoramos a inflamação, o intestino, os nutrientes e o estresse, o sintoma persiste.

Hashimoto exige investigação individualizada e abordagem completa.

Se você já tem diagnóstico e ainda não se sente bem, talvez esteja faltando olhar além do básico.

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12/02/2026

Você acha que tudo que vem em pacote é igual?
Não é. E essa diferença pode estar sabotando sua saúde.”

Existe uma diferença enorme entre alimento processado e ultraprocessado.

Processado é um alimento de verdade que passou por um ajuste.
Exemplo: feijão em lata, atum, queijo, iogurte natural.
Tem poucos ingredientes. Seu organismo “reconhece” o alimento.

Ultraprocessado é outra história….
É uma fórmula industrial com vários ingredientes que você não usaria na sua cozinha:
corantes, aromatizantes, realçadores de sabor, emulsificantes…

Bolacha recheada não é “um biscoito”.
É uma formulação química pensada para viciar seu paladar.

E aqui vai a regra prática:
Se a lista de ingredientes é enorme e cheia de nomes difíceis…
provavelmente é ultraprocessado.

Seu corpo reconhece comida.
Ele não reconhece fórmula!!!😳

E isso muda inflamação, metabolismo, peso e saúde hormonal.

Salva esse vídeo para lembrar na próxima ida ao mercado. 🛒😉😉

Em 2026, os Estados Unidos mudaram oficialmente as diretrizes alimentares nacionais.Isso não é detalhe técnico nem moda ...
10/02/2026

Em 2026, os Estados Unidos mudaram oficialmente as diretrizes alimentares nacionais.
Isso não é detalhe técnico nem moda nutricional.

Por décadas, a base dessas recomendações foi:

redução de gordura

foco excessivo em calorias

alta dependência de carboidratos refinados e ultraprocessados

O resultado prático disso foi um padrão alimentar que não regulou metabolismo, mas sim:

aumentou inflamação crônica

favoreceu resistência à insulina

sustentou o crescimento de doenças metabólicas

A mudança de 2026 reconhece algo que a clínica já mostra há anos:
📌 não é só sobre quantidade,
📌 é sobre qualidade metabólica do que se come.

Quando o próprio país que exportou esse modelo alimentar começa a recuar,
isso sinaliza uma mudança de direção global.

Cuidar do metabolismo muda desfechos.
Se você busca um acompanhamento médico individualizado,
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08/02/2026

Existe uma síndrome chamada ASIA: síndrome autoimune/inflamatória induzida por adjuvantes, descrita em 2011, associada ao uso de implantes de silicone em mulheres geneticamente predispostas.

Em alguns casos, sintomas como dor articular, fadiga intensa e doenças autoimunes podem surgir após o implante.

Isso não significa que todas as mulheres terão problemas, nem que o silicone seja proibido.

Significa que informação é essencial antes da decisão, especialmente para quem já convive com doenças autoimunes.

Procedimentos estéticos precisam considerar não apenas aparência, mas saúde a longo prazo.

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30/01/2026

Muitas mulheres acreditam que a progesterona existe apenas para atuar no útero.

Essa é uma visão incompleta.

A progesterona exerce ações importantes no intestino, no sono, no sistema imunológico, na modulação da dor e no humor, especialmente no climatério e na menopausa.

Alterações hormonais nessa fase aumentam inflamação, hipersensibilidade, distensão abdominal, piora do sono e instabilidade emocional. Ignorar o papel sistêmico da progesterona é deixar de olhar para o corpo como um todo.

Isso não significa que toda mulher deva fazer reposição hormonal. Hormônios precisam ser avaliados individualmente, com critério e segurança.

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24/01/2026

Muitas pessoas são orientadas a interromper a creatina após um discreto aumento da creatinina no exame de sangue — e ficam com medo de estar prejudicando os rins.

A creatina é uma substância produzida naturalmente pelo nosso organismo e também obtida na alimentação. Ela participa da produção de energia em tecidos que demandam alto consumo energético, como músculos, coração e cérebro.

A creatinina é um subproduto do metabolismo da creatina e é utilizada como marcador laboratorial da função renal.

Em pessoas sem doença renal prévia, o uso de creatina em doses adequadas (geralmente entre 2 e 5g/dia) não está associado a dano renal, mesmo que a creatinina apresente uma elevação discreta.

Interpretação de exames exige contexto clínico.

No processo de envelhecimento, e especialmente em mulheres na menopausa, a creatina pode ser uma aliada importante na preservação de massa muscular, força e funcionalidade.

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22/01/2026

Muitas mulheres chegam à consulta dizendo que, após a menopausa, a vida sexual simplesmente desapareceu.
Desejo zero, desconforto, distanciamento no relacionamento, e muita frustração.

Por muito tempo, esse assunto foi deixado de lado. Como se falar de libido não fosse prioridade ou como se “não tivesse mais o que fazer”.

Outras mulheres chegam com a resposta pronta: “é falta de testosterona”. Leram na internet, ouviram de amigas ou receberam orientações simplificadas.

A realidade clínica é mais complexa.

A testosterona é, sim, uma das variáveis que devem ser avaliadas na mulher menopausada. Mas nem sempre é a causa principal, e nem sempre a reposição é necessária ou suficiente.

Libido feminina envolve múltiplos fatores: hormonais, metabólicos, inflamatórios, emocionais, relacionais e de saúde global.

Tratar apenas um ponto, de forma isolada, costuma gerar frustração.

Sexualidade também é saúde.
E merece uma abordagem médica cuidadosa, individualizada e sem simplificações perigosas.

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🌶️

20/01/2026

Muitas pessoas percebem mudanças importantes na libido após o início do uso de antidepressivos, e não entendem o que uma coisa tem a ver com a outra.

Tem tudo a ver.

Essas medicações, além de modularem o humor, podem interferir diretamente na resposta sexual. Em mulheres, é comum a queixa de diminuição do prazer, alteração da lubrificação e da sensibilidade ge***al ou dos mamilos. Em homens, podem surgir disfunção erétil, alteração da ejaculação e redução do desejo.

O que pouca gente sabe é que, em alguns casos, esses sintomas podem persistir mesmo após a interrupção do medicamento.

Isso não significa que a depressão não deva ser tratada, ela é uma condição séria e precisa de cuidado médico. Mas também não significa que a saúde sexual deva ser negligenciada.

Libido é saúde.
E impactos nessa área afetam autoestima, relacionamento e qualidade de vida.

Conversar abertamente com o profissional que acompanha o tratamento faz parte de um cuidado responsável e integral.

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17/01/2026

Hoje é cada vez mais comum vermos pessoas vivendo até os 80, 90 ou 100 anos.

Mas a pergunta que quase nunca é feita é: a que custo?

Longevidade não deveria significar apenas prolongar o tempo de vida.
Deveria significar viver mais anos com autonomia, funcionalidade, clareza mental e qualidade de vida.

O que vemos com frequência é o oposto:
pessoas longevas, mas dependentes de múltiplos medicamentos, convivendo com doenças metabólicas, inflamatórias, autoimunes, cânceres ou condições neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.

Viver mais é relativamente fácil.
Difícil é chegar lá com saúde.

E esse caminho não começa aos 60 ou 70 anos.
Ele começa muito antes, nas escolhas feitas ao longo da vida, muitas vezes ainda na juventude.

Hoje temos informação suficiente para entender que longevidade saudável não é sorte.
É construção.

Se você busca viver mais anos com independência e qualidade, um acompanhamento médico com esse olhar faz diferença.

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13/01/2026

Muitas mulheres chegam à menopausa acreditando que dor no corpo é inevitável.
Que acordar com mãos rígidas, joelhos doloridos, quadris sensíveis e sensação de “corpo travado” faz parte da idade.

Não é bem assim.

A queda do estrogênio tem impacto direto na inflamação do organismo. Esse hormônio exerce um papel anti-inflamatório importante, inclusive nas articulações, modulando a produção de citocinas inflamatórias.

Quando ele diminui, a sensibilidade à dor aumenta. Soma-se a isso a piora do sono — que por si só amplifica a percepção dolorosa —, a redução do líquido sinovial, a perda de colágeno, a diminuição da massa muscular (sarcopenia) e, muitas vezes, o ganho de peso.

O resultado não é “azar” nem apenas envelhecimento.
É um corpo biologicamente mais vulnerável à dor, instabilidade articular e lesões repetitivas.

A boa notícia é que isso pode ser prevenido e tratado com um olhar adequado.
Menopausa não deveria ser sinônimo de viver com dor.

Se você busca um acompanhamento médico individualizado para atravessar essa fase com mais qualidade de vida, o link da bio está disponível.

12/01/2026

Os Estados Unidos mudaram oficialmente a pirâmide alimentar em 2026.

Não é uma atualização estética.
É uma correção de rota depois de décadas de orientações que falharam em conter obesidade, diabetes tipo 2, inflamação crônica e doenças metabólicas.

Durante anos, profissionais foram treinados a recomendar um padrão alimentar que, na prática clínica, não melhorava sintomas, não normalizava exames e não prevenia adoecimento.

A nova diretriz reconhece algo essencial: a base da alimentação importa (e muito) para o funcionamento do metabolismo, da insulina e da inflamação sistêmica.

Quando políticas mudam, não é porque “descobriram algo novo”.
É porque o modelo anterior não funcionou.

Se você convive com resistência à insulina, ganho de peso persistente, alterações metabólicas ou sente que “faz tudo certo” e não melhora, esse assunto diz respeito a você.

Existe uma nova forma de olhar para a saúde: mais crítica, mais integrativa e baseada em fisiologia real, não em dogmas antigos.

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Endereço

R. Almirante Cochrane, 280
Rio De Janeiro, RJ
20550-000

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