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QUEM TEM DOR E FOME, TEM PRESSA!!!Medico e empresário Dr. Henrique Paes aceita o desafio de disputar uma vaga na AlerjCr...
27/05/2026

QUEM TEM DOR E FOME, TEM PRESSA!!!

Medico e empresário Dr. Henrique Paes aceita o desafio de disputar uma vaga na Alerj
Cristão, empreendedor e filho de Nova Iguaçu, Dr. Henrique Paes amplia sua força política pelo estado e desponta como um dos nomes mais comentados da nova geração política do Rio

Em tempos em que boa parte da população já não acredita mais em discursos vazios, surge em Nova Iguaçu uma figura que tenta caminhar na contramão da velha política. O médico e empresário Dr. Henrique Paes começa a desenhar uma nova jornada pública, agora mirando uma pré-candidatura a deputado estadual, carregando um discurso simples, direto e que encontra eco nas ruas: político precisa trabalhar.

Para Dr. Henrique Paes, a política não pode ser aposentadoria de ninguém. Não pode ser abrigo para quem nunca produziu, nunca empreendeu, nunca assinou carteira ou gerou emprego. Sua visão é clara: quem quer representar o povo precisa conhecer a luta do trabalhador de verdade.

E talvez seja justamente aí que sua imagem vem ganhando força.

Médico por vocação, empresário por visão e empreendedor por coragem, Henrique Paes construiu sua trajetória longe dos gabinetes políticos. Nunca foi político profissional. Sua caminhada nasceu do esforço, da disciplina e da persistência de quem saiu de origem humilde sem perder a fé e os princípios.

Cristão, respeitador de todas as religiões, Dr. Henrique Paes carrega consigo valores familiares, fé cristã e uma filosofia de vida que resume sua caminhada:

“QUEM TEM DOR E FOME, TEM PRESSA!!!

A frase não aparece apenas como slogan. Ela acompanha sua atuação diária, seja na medicina, nos negócios ou na convivência popular. Quem conversa com Dr. Henrique Paes encontra alguém de fala tranquila, mas pensamento acelerado. Um homem mais acostumado a resolver do que prometer.

Na política, prefere mostrar ao invés de apontar.

Enquanto muitos falam demais, Henrique observa, analisa e cobra solução. Seu perfil é de ação rápida, raciocínio dinâmico e presença constante junto à população. Nas redes sociais, tem reforçado diariamente a imagem do “Dr. Henrique Paes cidadão”, alguém próximo da realidade das ruas, das dores da Baixada e da pressa de quem precisa sobreviver.

Porque, como ele mesmo costuma afirmar: quem tem fome tem dor e tem pressa.

Essa visão começou a ganhar força nas urnas em 2022, quando disputou uma vaga para deputado federal e surpreendeu ao construir uma votação expressiva em diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro. Sua principal fortaleza eleitoral foi Nova Iguaçu, mas o nome de Henrique Paes também encontrou respaldo em cidades da Baixada Fluminense, região metropolitana, capital e interior do estado.

O desempenho chamou atenção de lideranças políticas e mostrou que sua imagem ultrapassou os limites do município iguaçuano. A votação consolidou Henrique como um dos nomes emergentes da Baixada, principalmente entre eleitores ligados à saúde, ao empreendedorismo e à política popular.

Hoje, Dr. Henrique Paes já aparece como um dos nomes mais cogitados dentro do cenário político estadual. Em sua base eleitoral, Nova Iguaçu, o chamado “Paes da Baixada” vem dando aula de articulação, presença popular e construção política. Nos bastidores e nas ruas, seu nome cresce entre os mais lembrados e comentados da região metropolitana.

Mas quem pensa que sua atuação se limita à Baixada se engana.

Henrique conhece o estado do Rio de Janeiro de norte a sul. Conversa com lideranças, empresários, trabalhadores e representantes de diferentes regiões. Sua pré-campanha começa a ultrapassar fronteiras municipais e ganhar corpo em diversas cidades fluminenses.

E há quem diga que os “Paes” ainda vão se encontrar nas grandes caminhadas pelo estado.

O sobrenome começa a ganhar força política no imaginário popular, carregando uma mensagem de proximidade, confiança e identificação com o povo. Em muitos lugares, Dr. Henrique Paes já caiu nos braços dos eleitores, principalmente entre aqueles cansados da política tradicional e em busca de alguém que conheça a realidade do trabalhador.

Agora, incentivado por amigos, lideranças regionais e nomes influentes da política estadual, Henrique Paes aceita um novo desafio. Uma pré-campanha para deputado estadual que nasce tendo Nova Iguaçu como base principal, sua terra-mãe, mas que já começa a ganhar corpo em diversas regiões do estado.

A estratégia é percorrer cidades, ouvir demandas, construir pontes e apresentar uma ideia que ele defende com firmeza: política precisa voltar a servir as pessoas.

Sua trajetória na medicina também pesa nesse processo. Para Dr. Henrique Paes, cuidar da saúde vai muito além do consultório. É entender o sofrimento humano, enxergar o abandono do sistema público e perceber que muitos problemas poderiam ser resolvidos com gestão, planejamento e coragem.

“A medicina é o elixir do meu dia a dia”, costuma afirmar nos bastidores.

Mas quem acompanha seus passos percebe que a política também corre em suas veias. Não como vaidade. Mas como missão.

Henrique Paes representa hoje uma mistura pouco comum na política tradicional: experiência administrativa, visão empresarial, atuação médica e linguagem popular. Um perfil que tenta dialogar com trabalhadores cansados de promessas e eleitores que procuram alguém que conheça a realidade fora do palanque.

E é justamente nessa mistura entre simplicidade e firmeza que sua pré-campanha começa a ganhar identidade.

Porque para muitos apoiadores, ser Paes virou sinônimo de proximidade, confiança e dignidade.

Por Jornalista Arinos Monge

05/04/2026
ALERJ VAI DESTINAR CERCA DE R$ 30 MILHÕES A 17 MUNICÍPIOS ATINGIDOS POR FORTES CHUVAS NO ESTADO DO RIOA Assembleia Legis...
01/04/2026

ALERJ VAI DESTINAR CERCA DE R$ 30 MILHÕES A 17 MUNICÍPIOS ATINGIDOS POR FORTES CHUVAS NO ESTADO DO RIO

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta terça-feira (31/03), em discussão única, o Projeto de Lei 7.206/26, de autoria dos deputados Guilherme Delaroli (PL), presidente em exercício da Alerj, André Corrêa (PP) e Bruno Boaretto (PL), que autoriza a destinação de R$ 29,75 milhões do Fundo Especial da Casa para municípios atingidos por fortes chuvas no estado. Durante a sessão, Delaroli estendeu a coautoria a todos os demais parlamentares. O texto seguirá para o Governo do Estado, que terá prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

Cada cidade receberá R$ 1,7 milhão desse total doado pela Alerj, e os recursos deverão ser aplicados em ações emergenciais nas áreas de assistência social, saúde e infraestrutura urbana e rural. Os municípios contemplados são os seguintes: Angra dos Reis, Barra Mansa, Bom Jesus do Itabapoana, Cantagalo, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Paraty, Paty do Alferes, Piraí, Porciúncula, Rio das Ostras, Santo Antônio de Pádua, São João de Meriti, São Sebastião do Alto, Silva Jardim e Vassouras.

“Trata-se de uma medida urgente, necessária e solidária, voltada à proteção da população e à rápida recuperação das cidades atingidas. Conseguimos, nos últimos três meses, fazer uma boa economia na Casa e, com isso, vamos atender e ajudar todas essas cidades”, afirmou Delaroli.

Situação de emergência

O texto estabelece que somente terão direito ao auxílio os municípios que tiverem situação de emergência ou estado de calamidade pública homologados pelo governador e publicados no Diário Oficial até o dia 5 de março de 2026.

Os autores da proposta destacaram que as fortes chuvas causaram alagamentos, deslizamentos e danos à infraestrutura, além de prejuízos diretos à população, o que demanda uma resposta imediata do poder público. A medida tem caráter emergencial e visa a garantir apoio financeiro para ações de reconstrução e restabelecimento de serviços essenciais.

16/01/2026

Hoje é dia de celebrar Nova Iguaçu, cidade onde nasci, me criei e me formei como médico e como homem cristão. Tenho muito orgulho da minha história, das minhas raízes e de tudo que essa cidade representa. Parabéns, Nova Iguaçu! Orgulho da Baixada Fluminense e de todo o estado do Rio de Janeiro. 🤍🙏

13/01/2026

Política não é profissão! Quando você vai pra política você vai para doar, pra servir, pra entender e principalmente, para ouvir mais que fala.
Nova Iguaçu precisa de um debate amplo, só depende de nós!
Nova Iguaçu pode mais, Nova Iguaçu pode tudo!

ROMPIMENTO NO GUANDU: RIO E BAIXADA FICAM SEM ÁGUA, E A POPULAÇÃO VIVE ENTRE O MEDO E O DESCASONa Baixada Fluminense, ni...
08/01/2026

ROMPIMENTO NO GUANDU: RIO E BAIXADA FICAM SEM ÁGUA, E A POPULAÇÃO VIVE ENTRE O MEDO E O DESCASO

Na Baixada Fluminense, ninguém mais se surpreende quando o Sistema Guandu para. A surpresa seria funcionar sem sustos. Mais um rompimento de tubulação interrompe a operação do sistema e já provoca falta d’água e queda de pressão na Baixada Fluminense e em bairros da cidade do Rio de Janeiro. O aviso é oficial: vai faltar água — economizem.

Mas o drama por aqui vai muito além das torneiras secas. É o medo cotidiano. Medo de faltar água hoje, amanhã e por dias. Medo de ouvir um barulho estranho de madrugada. Medo real de acordar com a casa alagada, porque quando a adutora estoura, a água não avisa — invade.

Quem mora perto das grandes adutoras vive em estado permanente de alerta. Não é exagero. Já houve alagamentos que entraram em casas, destruíram móveis, geladeiras, camas, documentos e deixaram famílias no prejuízo e em pânico. Não foi chuva. Foi tubulação rompida.

Resumo que se repete (e cansa)

Nos últimos anos, episódios semelhantes se acumulam:
2022, 2023, 2024 e 2025 tiveram registros de rompimentos, vazamentos de grande porte, ruas transformadas em rios, casas invadidas e bairros inteiros sem água. Em todos, o roteiro foi o mesmo: água desperdiçada aos milhões, prejuízo ficando com o morador, promessas de reparo e a recomendação padrão para a população “economizar”.

O resultado desse histórico é um pânico silencioso. Há moradores que querem se mudar, vender a casa, sair do bairro. Mas quem compra imóvel onde o risco mora junto? O valor cai, a tranquilidade some e o medo vira rotina. A conta da água, essa nunca falha.

A CEDAE carrega um currículo conhecido: adutoras antigas, manutenção paliativa, rompimentos recorrentes, desperdício de água tratada e nenhuma solução definitiva. Quando tudo dá errado, a orientação se repete — como se o problema fosse o consumo do povo e não a fragilidade crônica da gestão.

Agora, com o Guandu parado, o impacto atinge toda a Baixada Fluminense e parte do Rio de Janeiro. A normalização será lenta e gradativa, e as áreas mais altas sentirão primeiro. Enquanto isso, a população se vira como pode — com medo, com baldes, com insegurança.

Na coluna social da Baixada, o recado é direto e amargo:
vai faltar água no Rio e na Baixada. Economizem.
Porque aqui, a água não corre — ela assusta, destrói e deixa trauma.
Por: Arinos Monge

09/11/2025

🩺 Dr. Henrique Paes explica ponto a ponto por que a saúde pública enfrenta tantos desafios

Durante a entrevista, o médico Dr. Henrique Paes respondeu de forma clara e objetiva à pergunta sobre por que a saúde pública, especialmente a municipal, enfrenta tantas dificuldades para funcionar adequadamente.

Ele destacou ponto a ponto os principais fatores:

1️⃣ Falta de prioridade na gestão da saúde pública – Muitas vezes, o setor não é tratado como essencial dentro das políticas municipais, o que compromete investimentos, estrutura e atendimento.

2️⃣ Gestão ineficiente – Falta continuidade nas ações e comprometimento com resultados a longo prazo.

3️⃣ Interferência política – Decisões técnicas acabam sendo prejudicadas por interesses eleitorais.

4️⃣ Sazonalidade da saúde – No frio, aumentam as doenças respiratórias; no verão, diarreias e infecções intestinais são mais comuns. Até a pressão arterial é afetada pelas variações de temperatura.

5️⃣ Integração público-privada – Quando o setor privado atua junto ao público, os resultados costumam ser mais positivos.

6️⃣ Valorização dos profissionais de saúde – Dr. Henrique encerrou lembrando que sem reconhecer e apoiar médicos, enfermeiros e toda a equipe técnica, nenhum sistema público se sustenta. O cuidado com quem cuida é o primeiro passo para cuidar bem da população.

Dr. Henrique Paes concluiu reforçando que gestão, valorização humana e compromisso com o cidadão são pilares indispensáveis para que a saúde pública funcione de forma eficiente e justa. de forma eficiente e justa.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
25264160

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