18/12/2025
Diferente do que muitos acreditam, o jejum bem indicado e individualizado não é um ato de restrição, e sim uma estratégia de organização metabólica.
Quando conduzido corretamente, ele pode ajudar a regular os sinais de fome e saciedade, equilibrar hormônios envolvidos no apetite e, em alguns casos, reduzir episódios de compulsão alimentar.
O ponto central nunca é apenas o tempo sem comer.
É o como, o quando e para quem esse protocolo é estruturado. Cada organismo responde de forma diferente, e fatores como histórico clínico, relação com a comida, rotina e necessidades metabólicas precisam ser respeitados.
Em contextos específicos, o jejum pode ser utilizado como ferramenta terapêutica, inclusive em pacientes com transtornos alimentares — sempre com acompanhamento médico, avaliação criteriosa e ajustes constantes.
Segurança, consciência e sustentabilidade vêm antes de qualquer resultado.
E você? Tem o hábito de fazer jejum intermitente?