Mercedes Cupolillo Psicoterapeuta

Mercedes Cupolillo Psicoterapeuta Psicoterapias. Avaliação e acompanhamento do desenvolvimento de bebês, crianças e adolescentes.

Dia 05 está chegando! Como o trabalho de profissionais de psicologia pode contribuir para a melhor compreensão do que ac...
24/09/2019

Dia 05 está chegando!

Como o trabalho de profissionais de psicologia pode contribuir para a melhor compreensão do que acontece em meus relacionamentos e questões familiares em geral?
Muitas pessoas pensam que ir ao psicólogo é dispensável porque é como uma outra conversa qualquer com um colega ou amigo. Grande parte das pessoas desconhece que esse trabalho está fundamentado no estudo científico das bases do desenvolvimento humano e se estrutura a partir de técnicas específicas que proporcionam a possibilidade de auxiliar pessoas e famílias nesse processo com o resgate e conquistas de caminhos mais vivos.
Como psicoterapeutas preparamos uma roda de conversa para casais e pais, sobre temas relacionados a dificuldades e desafios nos dias de hoje: relacionamento com filhos; mudanças no desenvolvimento; problemas de aprendizagem; expectativas sobre a escolha profissional dos filhos; violência doméstica; sexualidade; auto-agressão; ansiedade e depressão na infância e adolescência e outros.
Você compreende como sua família funciona e caminha ao longo do processo de desenvolvimento de seus filhos? Venha compartilhar conosco!

O que é desenvolvimento e o que vem a ser uma educação que respeita o desenvolvimento humano?Toda família traz, em si, c...
19/08/2019

O que é desenvolvimento e o que vem a ser uma educação que respeita o desenvolvimento humano?
Toda família traz, em si, crenças e tradições sobre como educar seus filhos. Além disso, cada grupo familiar se organiza e funciona de determinada maneira para resolver situações de conflito que surgem ao longo da sua existência. Poucos de nós estamos cientes do potencial que carregamos para trabalhar com problemas e realizações. No entanto, em meio a tantas mudanças de valores e formas de vida, constantemente perdemos o contato com o que de mais vivo existe no meio famíliar: as pessoas com suas emoções, formas de ver e agir sobre o mundo, de se relacionar, cada uma com suas especificidades. Educar talvez fosse mais fácil se olhassemos para o desenvolvimento como um processo vital, ao invés de travarmos disputas com o novo que surge e frequentemente nos assusta. Conhecer mais sobre como nos desenvolvemos psiquicamente e emocionalmente contribui para harmonizar os processos de desenvolvimento da família. Quando isso poderia começar? Quando pensamos em ter uma família!

O desenvolvimento humano acontece no entrelaçamento de muitos fatores: biologicos, psicológicos e sócio culturais. Antes...
24/06/2019

O desenvolvimento humano acontece no entrelaçamento de muitos fatores: biologicos, psicológicos e sócio culturais. Antes mesmo de serem gerados, os bebês são carregados de expectativas que acontecem nas relações dos casais. Ao nascer, o bebê encontra um mundo projetado e estruturado com base na sociedade e culturas locais (e microcultura familiar). O seu desenvolvimento intrauterino se dá com o encontro de duas formas minúsculas de vida em movimentos constantes e diferenciados, ao longo de mais ou menos 40 semanas. Os primeiros três meses de vida intrauterina são também primordiais no cuidado com a vida. É quando acontece a formação do do cérebro, corpo e órgãos. O embrião, como é chamado, está resguardado no útero, que precisa ser um cantinho muito acolhedor, uma vez que, antes de se tornar um bebê, essa nova vida estará durante nove meses em constante contato com a mãe através do cordão umbelical. Então o desenvolvimento
depende também das relações da mãe biológica com quem convive. Eva Reich, médica e terapeuta Reichiana que trabalhou muito anos com a prevenção de doenças psicossomáticas, acompanhando a gravidez e depois do nascimento, a mãe e o bebê, preconizava a importância das boas relações da mãe com o pai do bebê bem como das pessoas que a rodeavam, no sentido de gerar um ambiente harmônico para a gestação da vida. O mesmo se estende às pessoas que irão exercer essa função materna e paterna(pais adotivos). A qualidade do contato dos pais e /ou cuidadores é tanto maior quanto eles conseguem se disponibilizar amorosamente para as necessidades do bebê. Infelizmente, nem tudo depende simplemente da nossa vontade. Desejamos estar amorosamente atentos aos nossos bebês, mas muitas vezes nossas necessidades ultrapassam o desejo de contato com o outro. O que acontece com nossas emoções e comportamentos? Com frequência nos deparamos com situações que nos remetem a experiências de carências durante a gestação, o parto e o desenvolvimento de um filho(a). Prevenir é possivel? Como?
O trabalho de prevenção atua como cuidado consigo mesmo e com as relações que estabelecemos com os outros para cuidar da vida! Prevenir pode nos fortalecer afetivamente para viver a vida

Uma das sabedorias básicas da existência humana é saber viver a vida com dignidade e respeito, tanto em relação a si pró...
17/06/2019

Uma das sabedorias básicas da existência humana é saber viver a vida com dignidade e respeito, tanto em relação a si próprio como aos outros e ao mundo.
Na relação de casal, quando existem falhas e condutas reprovadas pelos parceiros, estas devem ser discutidas com humildade e respeito, por pior que seja a situação que esteja sendo enfrentada por eles. Esta atitude preservará a dignidade de ambos e será de fundamental importância se existirem filhos na família. Assim sendo, estes também terão a sua dignidade preservada para seguirem se desenvolvendo de forma saudável ao longo de suas vidas.
Então, podemos concluir que não é a separação dos pais em si que prejudica o bom desenvolvimento dos filhos, mas sim como esta é conduzida e concluída pelo casal.
Segundo Bert Hellinger, precursor da Constelação Familiar, "uma boa separação dá certo quando os parceiros dizem um para o outro: 'Eu amei muito você. O que dei para você, dei com muito prazer. Você também me deu muito, vou guardar isso com honra. Assumo a minha parte da responsabilidade pelo que não deu certo conosco e deixo a sua com você. E agora deixo você em paz.' Então, separa-se e cada um segue o seu caminho." Assim, o vínculo de casal se desfaz, mas o de família, pais e filhos, permanece.

B. Hellinger salienta que normalmente todos nós desejamos em termos de relacionamento é confiar naqueles com quem conviv...
05/06/2019

B. Hellinger salienta que normalmente todos nós desejamos em termos de relacionamento é confiar naqueles com quem convivemos. A busca por segurança repousa na confiança, no comprometimento com o outro, no dar e no receber com equilibrio. Não existe segurança sem um vínculo afetivo que una as pessoas através do cuidado, atenção, respeito e afeto.
Gabriela foi uma menina que nasceu de uma gravidez não planejada. Isso não a teria afetado, senão pela indefinição do vínculo que unia seus pais. O casal não tinha muita clareza nem compromisso sobre o que os unia (ou não). Havia insatisfação de ambos os lados, principalmente por parte da mãe de Gabriela. O pai da criança ia visitá-las, mãe e filha, a cada quinze dias ou um mês. Às vezes viajavam juntos...
Em tenra idade Gabriela já apresentava dificuldades para aprender e para se relacionar com amiguinhos e as professoras. Apresentava um sentimento constante de insegurança e desconfiança no encontro com pessoas. Sua desconfiança diminuía, no entanto, quando seu pai estava por perto. Quando se afastava, nunca sabia se o teria de volta.
Gabriela carregou sofrimentos por longa data. Até que o casal viesse a se separar, definindo, assim, sua forma de relação. A menina passou a se sentir digna de ser amada, querida e respeitada pelos demais, assim como cada membro de sua família.


John Bowlby fala que a nossa predisposição para confiar depende do quanto nos sentimos seguras(os) ao lado da pessoa que...
04/06/2019

John Bowlby fala que a nossa predisposição para confiar depende do quanto nos sentimos seguras(os) ao lado da pessoa que temos em nossa companhia.
Ele diz que: "a pessoa em quem se confia, também conhecida como figura de ligação, pode ser considerada aquela que fornece ao seu(sua) companheiro(a) uma base segura a partir da qual poderá atuar."
Muitas crises nas relações de casais se dão quando a questão é a tomada de decisão para terem filhos. As dúvidas mais frequentes que ocorrem giram em torno da disponibilidade de tempo que ambos terão que ter para dedicarem à criança, condições financeiras que precisam ter para arcar com as despesas que virão pela frente, e se poderão contar com a ajuda um do outro para cumprirem a tarefa de cuidar, educar e dar sustentação emocional à criança para que esta tenha condições de se desenvolver de forma saudável.
Você possui uma base segura que possa oferecer para seu(s) filhos(s)?

Todos que lidam com crianças sabem que elas aprendem muito mais com o que vêm e sentem do que com o que é dito para elas...
28/05/2019

Todos que lidam com crianças sabem que elas aprendem muito mais com o que vêm e sentem do que com o que é dito para elas.
O quanto vocês, que se interessam pela maternidade e paternidade, estão conscientes de que os filhos aprendem ser felizes, amorosos, confiantes e seguros vendo e vivenciando a felicidade, amorosidade, confiança e segurança dos seus pais e/ou cuidadores.
Você e o seu parceiro ou parceira vivem a sua relação com base nesses sentimentos?
Para uma sociedade onde se cultura tanto a liberdade, Bert Hellinger diz que: "quando um homem e uma mulher se amam e a consumação plena desse amor se realiza, eles perdem a liberdade. A partir desse momento exite um vínculo entre eles". Este vínculo "continua e torna-se mais profundo quando o casal tem filhos".
Pessoas que têm dificuldades para se vincular não conseguem manter os seus relacionamentos por muito tempo. Também não transmitem aos filhos os sentimentos de confiança e segurança de que tanto eles necessitam para se desenvolverem de forma saudável.

Ao longo dos últimos 45 anos, nosso trabalho na vida e na psicologia, como terapeutas e/ou educadoras foi nos mostrando ...
22/05/2019

Ao longo dos últimos 45 anos, nosso trabalho na vida e na psicologia, como terapeutas e/ou educadoras foi nos mostrando a necessidade de um olhar mais cuidadoso voltado para o inicio da vida.

Apesar de, durante anos, trabalharmos com crianças e adolescentes, nossa contribuição muitas vezes não se tornava tão efetiva como prevíamos.

Os questionamentos sobre a pouca efetividade dos tratamentos nos levaram a caminhos diversos.
Ultimamente, a partir de experiências com acompanhamento do desenvolvimento bebês e do trabalho conjunto com os casais que passavam para a condição de pais, compreendemos a necessidade de começar a cuidar antes de o casal fazer a opção por uma família.

O sofrimento não começa no momento da gravidez ou da adoção de uma criança. O sofrimento está em cada um de nós e se manifesta quando nos deparamos com questões que nos remetem a dores que ainda vivem ali: no corpo e na alma de todos nós que optamos por viver a vida.
Mas será que ela precisa ser vivida com tanto sofrimento? Podemos abrandar sofrimentos ou evitar doenças psíquicas de nossas crianças?

" Os delicados inicios da vida são se grande importância. São os fundamentos do bem estar da alma e do corpo. Gostaria de pedir-lhes apoio a esses esforços. Precisamos de paz sobre a Terra, paz que começa no ventre da mãe." Eva Reich.

Intuitivamente sabemos que uma gravidez desejada pelo casal pode contribuir para o exercício da paternidade e maternidad...
16/05/2019

Intuitivamente sabemos que uma gravidez desejada pelo casal pode contribuir para o exercício da paternidade e maternidade de uma forma mais saudavel e harmoniosa, com isso co-construir um desenvolvimento saudável do bebê e da familia.

Você, seu parceiro ou parceira costumam dialogar sobre questões envolvidas na gestação e nascimento de um bebê?

Dia 18 das 10h às 12h apresentaremos nosso trabalho que acontece em grupos terapêuticos sobre

"Ter ou não ter filhos".

Se você já manifestou seu interesse, está na hora de confirmar. Há apenas mais duas vagas para o workshop desse sábado.


Os vínculos se formam a partir dos primeiros contatos do bebê com a mãe ou pessoa(s) substituta(s). E se manifestam ao l...
15/05/2019

Os vínculos se formam a partir dos primeiros contatos do bebê com a mãe ou pessoa(s) substituta(s). E se manifestam ao longo de nossas vidas nas relações que estabelecemos com outras pessoas.

“Vínculo é uma modalidade peculiar de relacionamento que nos remete - de forma particular, com determinada pessoas e não outra - às primeiras dependências de nossa vida, quando sentíamos a necessidade de uma resposta próxima, imediata e segura”.(LINS, 2017)

Em nossas relações amorosas as necessidades infantis vivenciadas quando não supridas ou prazerosas, atualizam-se e levam a repetir um formato de vínculo.

Como são as suas relações amorosas?

Endereço

ICARAÍ
Botafogo, RJ
24220-260

Telefone

21982729613

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