Ana Café Núcleo Integrado de Psicologia e Psiquiatria

Ana Café Núcleo Integrado de Psicologia e Psiquiatria Referência em psiquiatria e psicologia nossas unidades se encontram em diversos bairros do Rio de J Internação, Hospital Dia

Tratamento personalizado para distúrbios mentais diversos: depressão, ansiedade, fobias, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), obesidade, anorexia, bulimia, esquizofrenia etc. Contamos com Psiquiatras e Psicólogos para avaliação, orientação e tratamento de crianças, adolescentes e adultos.

28/03/2026
24/03/2026

A perda de controle com a bebida não acontece da noite para o dia. São alguns anos de relacionamento com o álcool que levam a perda de controle e ao alcoolismo. Geralmente essa relação começa na adolescência e vai evoluindo para um hábito normalizado socialmente. Algumas excessões para este padrão de evolução são os casos de cirurgia bariátrica, aonde o consumo após a cirurgia evoluiu muito mais rapidamente.
Você já parou para pensar quando começou?

21/03/2026

Se ninguém fala, parece que não existe.
Mas existe.

O primeiro gole nunca assusta.
O segundo vira hábito.
E quando você percebe… já tem silêncio demais na mesa.

Tem mãe que finge que não vê.
Tem pai que chama de “fase”.
Tem família inteira que prefere rir… do que encarar.

Porque admitir dói.
Dói mais do que negar.

Mas ignorar não protege — só prolonga.

O problema do álcool não começa quando tudo desmorona.
Começa no incômodo que todo mundo sente…
mas ninguém nomeia.

E enquanto o assunto é evitado,
a pessoa vai afundando em câmera lenta —
com plateia e sem intervenção.

Não é sobre acusar.
É sobre ter coragem de não fechar os olhos.

Porque quem ama de verdade…
não normaliza o que destrói.

Se isso tocou em algum lugar aí dentro,
talvez já tenha passado da hora de parar de fingir que está tudo bem.

E começar a ter a conversa que ninguém quer ter.

13/03/2026

Álcool não afeta homens e mulheres da mesma forma.
Mas, por muito tempo, o discurso sobre alcoolismo fingiu que sim.

Corpos diferentes.
Metabolismos diferentes.
Impactos físicos, emocionais e sociais diferentes.

E ainda assim, durante décadas, o alcoolismo feminino foi tratado como se fosse apenas uma versão “menor” do masculino — ou pior: como falha moral.

Enquanto isso, muitas mulheres sofriam em silêncio.
Com mais estigma.
Mais julgamento.
E menos diagnóstico correto.

Por isso é tão importante quando psiquiatras têm coragem e compromisso científico para nomear essas diferenças.

Falar sobre como o álcool impacta o corpo feminino.
Sobre a progressão muitas vezes mais rápida da dependência.
Sobre as camadas de culpa, vergonha e invisibilidade que tantas mulheres carregam.

Informação não é detalhe.
É cuidado.

E hoje eu quero deixar um reconhecimento público à Dra. Analice Gigliotti, uma psiquiatra que não só estuda profundamente a dependência química, como também ajuda a ampliar essa conversa com seriedade, ciência e humanidade.

Profissionais assim fazem diferença real na vida de muitas pessoas — inclusive na minha.

Porque quando a medicina olha com atenção para as diferenças,
o tratamento deixa de ser genérico.

E passa a ser, finalmente, humano. 💛

Bizarro como a sociedade funciona com o álcool.Se você recusa uma taça de espumante no happy hour, alguém pergunta:“Tá g...
12/03/2026

Bizarro como a sociedade funciona com o álcool.

Se você recusa uma taça de espumante no happy hour, alguém pergunta:
“Tá grávida?”
“Virou careta?”
“Só uma taça…”

Mas se uma mulher passa do “social” e começa a beber demais…
a mesma sociedade que ofereceu a taça aponta o dedo.

Porque a verdade incômoda é essa:

A bebida é celebrada.
O alcoolismo é ridicularizado.

Especialmente quando é feminino.

A taça de vinho vira símbolo de sucesso.
O espumante no brunch vira estética.
O drink no rooftop vira lifestyle.

Mas a mulher que perde o controle vira piada, vergonha ou julgamento.

Ninguém fala sobre o meio do caminho.

Sobre a solidão que muitas tentam anestesiar.
Sobre o cansaço que não cabe em nenhuma agenda bonita.
Sobre o peso invisível de ter que dar conta de tudo e ainda parecer leve.

A sociedade oferece a taça.
Mas não oferece escuta.

Celebra o álcool.
Mas condena quem se perde nele.

Talvez a pergunta nunca tenha sido
“por que ela bebe?”

Talvez a pergunta seja:
por que a gente normaliza tanto beber — mas não sabe lidar com a dor que vem junto?

Se esse texto te fez pensar, salva.
Porque algumas conversas ainda precisam sair do happy hour e entrar na vida real. 🍷

Isso vai incomodar algumas pessoas. Mas precisa ser dito.Quando um pai bebe demais, todo mundo fala.Quando uma mãe bebe ...
10/03/2026

Isso vai incomodar algumas pessoas. Mas precisa ser dito.

Quando um pai bebe demais, todo mundo fala.

Quando uma mãe bebe demais, o assunto vira silêncio.

Porque existe uma crença quase sagrada de que
mãe sempre protege.

Mas a verdade que pouca gente quer encarar é outra:

o alcoolismo também existe entre mulheres
e os filhos também pagam essa conta emocional.

Crescer nesse ambiente pode significar:

crianças virando cuidadoras
crianças escondendo vergonha
crianças aprendendo cedo demais a sobreviver ao caos

Enquanto os adultos ao redor fingem que não estão vendo.

E antes que alguém diga:

“Você está julgando mães.”

Não.

Dependência química é uma doença.

Mas romantizar, negar ou silenciar o problema também machuca crianças.

Porque quando ninguém fala…

a criança continua carregando sozinha
um peso que nunca deveria ser dela.

Agora eu te pergunto uma coisa difícil:

por que ainda é tão desconfortável falar sobre alcoolismo feminino?

04/03/2026

Mulheres estão abrindo suas vidas, suas histórias. Atos de ousadia, de coragem e de empatia. O desejo que outras mulheres não adoeçam, que outras famílias não se percam. O álcool atravessa a família, atravessa a criação dos filhos e poder dar voz a isso é mais um movimento de empoderamento feminino. É a mulher não aceitar que essa doença nos referencie. É não autorizar que ela nos paralise. Hoje são diversos grupos de mulheres se ajudando, se conhecendo e reconhecendo quem são após o abuso do álcool em suas vidas.

04/03/2026

Descontrole está nos cinemas e é o movimento corajoso de mulheres que querem falar para outras mulheres da dor de adoecer sem saber. De filhos que sofrem vendo suas mães transformadas ou transtornadas pelo álcool sem que elas percebam a dor que essa doença está causando. O alcoolismo cega, encobre toda possibilidade de discernimento. Mas que bom que mulheres como e ._ tem a coragem de mostrar para tantas mulheres que elas não estão sozinhas e que a doença não é motivo de vergonha, mas é descontrolada.

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Clinica especializada na avaliação, diagnóstico e tratamento das doenças emocionais e comportamentais, dependência química e outras dependências, depressão, ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), Transtornos Alimentares. Contamos com Psiquiatras e Psicólogos de crianças, adolescentes e adultos.