Prosa Terapia - Psicóloga Anabelle Condé

Prosa Terapia - Psicóloga Anabelle Condé Espaço destinado aos interessados por Psicologia, Gestalt-terapia e aos que buscam ser mais criativos na vida.

Ser mãe é perder as palavras e encontrar o sentido da vida.
10/05/2026

Ser mãe é perder as palavras e encontrar o sentido da vida.

06/05/2026

Cena do filme “Uma mulher diferente” (Netflix). Momento aguardado ansiosamente por essa personagem e por milhares de mulheres diagnosticadas tardiamente com TEA. Quando existe dupla excepcionalidade (outra neurodivergência associada)a condição f**a ainda mais difícil de ser mapeada, tamanho o desconhecimento de profissionais.
Os critérios clínicos foram definidos pela observação de meninos e homens e se apresentam de forma distinta no chamado fenótipo feminino autista. Por pressão social e subjetivação diferente com expectativas de comportamento e preferências específ**as, as mulheres aprendem desde cedo a camuflar muito mais (não é à toa que a ansiedade é uma comorbidade devido ao mascaramento e tentativa de adaptação social. )
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A Camuflagem Social (Masking) se dá quando há um esforço constante em esconder seus traços, copiando comportamentos sociais e forçando interações para “parecerem normais”. (Tentar parecer relaxada, normal ou forçar contato visual, etc).
O vies de gênero atrapalha ainda mais o diagnóstico pois foca em comportamentos de meninos (agressividade, agitação), enquanto meninas com TEA podem apresentar comportamentos mais sutis, sendo frequentemente rotuladas apenas como “tímidas” ou “ingênuas”.
Os hiperfocos de mulheres podem passar despercebidos por serem temas socialmente aceitos (ex: psicologia, literatura, animais, celebridades), diferentemente de interesses intensos e técnicos mais comuns em homens. Mulheres neurodivergentes implodem e o burnout autista é lido erroneamente com outros diagnósticos. A não identif**ação potencializa traumas e sentimentos de inadequação. Existe uma chance 13 vezes maior de mulheres autistas terem ideação suicida e sentimentos profundos de desesperança.
Leticia Sabatella, uma mulher privilegiada socialmente, só foi diagnosticada aos 52 anos. Agora me fala: vc acha MESMO que “todo mundo quer ser autista agora”?
Ta na boca do povo o tema, mas ouso dizer que pouca gente sabe mesmo o que está falando.

Chegou maio e eu estou MUITO empolgada pra compartilhar com vcs essa novidade! Comecei a atender em 2016 e não sei porqu...
04/05/2026

Chegou maio e eu estou MUITO empolgada pra compartilhar com vcs essa novidade! Comecei a atender em 2016 e não sei porque não ingressei nessa jornada antes. Na verdade, sei. Precisava de TEMPO! De respirar um pouco mais pós puerpério. De me apropriar novamente como terapeuta. E agora VAMOS!
Como introvertida e PAS, prefiro interações um a um. Eu emerjo com todo meu brilho diante de um par de olhos. E sei que muitas pessoas também.
Supervisões em grupo podem ser ótimas e muito ricas. Porém, não necessariamente pra mim. Creio que me recolho e não me aproprio de tudo que sou e sei quando me vejo em uma sala mais cheia. Então pensando nisso… criei:
✨Uma supervisão que acolhe e faz um mergulho na sua história e traz à tona aquelas pendências /pontos cegos das suas situações inacabadas.
✨Que te acolhe quando vc paralisa em sessão.
✨Que é um espaço seguro pra vc titubear, hesitar e não precisar performar na presença de muitos olhares. .
Acredito MUITO na supervisão individual como um espaço que constroi um vinculo com TEMPO pra vc se narrar e aprofundar a narrativa sobre cada caso. Sem pressa. Um café com honestidade emocional e abertura para autenticidade, pra que vc seja a terapeuta que vc já é,sem “deverias” ou máscaras. ❤️.
Se interessou?! Então é só mandar mensagem no meu WhatsApp (21) 998881370. Se vc quer se entender melhor como terapeuta e se aprofundar em neurodivergência feminina, Gestalt-terapia, terapia familiar/casal e maternidade na clínica, só vem!

a casa de carne temporária precisa de movimento enquanto aqui nesse mundo material habitarmos
06/04/2026

a casa de carne temporária precisa de movimento enquanto aqui nesse mundo material habitarmos

Um carrossel improvisado sobre limites….
01/04/2026

Um carrossel improvisado sobre limites….

26/03/2026
26/03/2026

3 anos sem te ver, sem tocar, sem abraçar, sem ouvir sua voz, sem sentir seu cheiro. Sem encontrar você com os meus sentidos. Mas com o meu sexto (sétimo, oitavo…) sentido eu te encontro. A vida não termina, só se transmuta. Eu te sinto. Vc está em mim, comigo e está onde deveria estar. A vida na Terra tem o tamanho que precisa ter e eu agradeço pelos quase 33 anos que pude passar essa existência ao seu ladinho. O maior amor da minha vida deu lugar ao maior amor da minha vida. Obrigada pela vida, obrigada por me fazer aflorar as melhores e mais lindas partes de mim. Obrigada por ter me amado como eu me amo, por ter me lido e por ter me inspirado a ser a que transforma o afeto em palavra. Através dos meus escritos vc me enxergou e eu te vi com a escuta do seu coração profundo. Te conheci como poucos puderam e sou grata por esse privilégio. Homem complexo, profundo, cheio de camadas e mistérios, de sucessos e dores, de forças e doçuras. Nos encontramos nos próximos planos se esse for o plano. Te amo além daqui.

18/03/2026

Esther Perel, renomada autora francesa sobre sexualidade, escreve que a infidelidade muitas vezes é, além de uma série de nuances, o desejo de se sentir vivo. Na série “Amor e Morte”, a protagonista Candy está num momento platô em sua vida, na existência feminina dos anos 70 de estar casada e com 3 filhos. Ela parece querer algo além, um desejo que seja só seu, transcendendo o script social. Observa a alegria genuína das crianças no parquinho, que arriscam seus corpos em busca de aventura e pondera se ela mesma não poderia viver algo semelhante.
Com a vida sexual estagnada com o marido, como uma mulher pode ter espaço pra desejar e atender seus próprios desejos? Como é a capacidade de se sentir viva, arriscando, botando o corpo “pra brincar “ com prazer? O que uma mulher nessas circunstâncias pode fazer pra existir além do protocolo que diz que ela deveria se contentar com os papéis esposa e mãe? Para além da infidelidade como possibilidade transgressora, como pode uma mulher ser livre e autora de sua própria história?

Escritos durante a sessão. Compromissos podem ser repensados e refeitos. Pessoas fogem quando sentem medo. Medo dos sent...
09/02/2026

Escritos durante a sessão.
Compromissos podem ser repensados e refeitos. Pessoas fogem quando sentem medo. Medo dos sentimentos e dos outros. Honestidade emocional requer autoconsciência. Nem todo mundo consegue ter conversas difíceis.

Quando não entendo o porquê do outro partir... Quando não entendo, parece que a ferida do abandono doi mais, mas o luto doi em qualquer formato. Com explicação ou sem. Pra uns doi mais, pra outros doi menos. Pra uns é importante entender pra poder processar… Às vezes posso precisar que o outro fale abertamente, o que pode minimizar o impacto da notícia da partida. Mas vai doer e é preciso deixar o outro ir, entendendo ou não…

No fim, todos seguem os caminhos que precisam seguir. Uns fogem, outros f**am feridos esperando entender o porquê do outro. Há justiça nas relações? Há disponibilidade emocional e responsabilidade afetiva com o outro quando eu mesmo cresço e sou responsável, mas se sou pequeno, cego de mim e surdo do outro, não poderei ter compromissos duradouros.
O que irá durar é aquilo que as pessoas conseguirem e desejarem sustentar. Amar é pros dispostos.

02/01/2026

2025 em 100 imagens

Um dos anos menos glamurosos da minha maternidade. Um ano de muita batalha interna. Obras em casa com gatos e criança, marido operado, um desmame terrivelmente prolongado e dificil, adaptação escolar, viroses (dele e minhas). Cortisol nas alturas e meu coração precisou muito da espiritualidade pra me regular. Privação de sono (aumento dos despertares noturnos do meu filho) e a pressão de ser autônoma e de seguir em frente.
Só com muita respiração, terapia, espiritualidade, gatos e o apoio fundamental do meu marido pra atravessarmos tantos desafios no estresse do cotidiano. O trabalho me edificou, foi onde me senti eu mesma e com o propósito alinhado, com o bônus de ter entrado na formação de Sistêmica Relacional no .psi me fazendo sair da bolha materna exaustiva e de ter um porto seguro com muito conhecimento, que agregou MUITO nos meus atendimentos.
Trabalhar, maternar, estudar, me cuidar e cuidar das minhas relações parece insano especialmente sendo altamente sensível pois preciso de tempo pra processar tudo, senão me sinto fervilhando! Estou inteira embora muito cansada, mesmo tendo sido o ano que menos fiquei no celular rs Não vi meus amigos como gostaria e nem li metade do que queria, mas conheci Maceió, Disney e vi meu filho desmamar, se adaptar na escola e agora entrar no desfralde, com a aquisição da linguagem que multiplicou meu amor milhôes de vezes. Nunca estivemos tão apaixonados 😍 agradeço a todos que me acompanharam de perto ou longe e ano que vem desejo me apossar mais da minha identidade autora e propagar Terapia em Prosa pra que mais pessoas alcancem reflexões terapêuticas. Além de mãe e psicóloga, meu dharma é escrever e tocar corações com minhas palavras e esse é meu maior desejo. Feliz 2026! 💫

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Quarta-feira 08:00 - 13:00
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Sexta-feira 09:00 - 21:00

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