Grupo Escolhas

Grupo Escolhas Avaliação, diagnóstico e intervenção dos transtornos do neurodesenvolvimento e aprendizagem.

Atendemos todas as idades com profissionais da: Psicopedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicomotricidade.

Doenças raras não são tão raras quanto parecem. Entender é o primeiro passo para acolher.Milhões de pessoas convivem dia...
28/02/2026

Doenças raras não são tão raras quanto parecem. Entender é o primeiro passo para acolher.

Milhões de pessoas convivem diariamente com condições crônicas, progressivas e muitas vezes pouco compreendidas. O caminho até o diagnóstico costuma ser longo. O acesso ao tratamento, desafiador. E o impacto emocional e familiar é profundo.

Doenças raras são condições de saúde que acometem um pequeno número de pessoas na população, definidas no Brasil como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100.000 habitantes. Há milhares de tipos de doenças raras identificados globalmente, estimativas atuais apontam para mais de 6 000 a 10 000 condições distintas e a maioria tem origem genética. No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões de pessoas vivam com alguma doença rara, globalmente, centenas de milhões de pessoas.

No Brasil, existe uma Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doenças Raras (Portaria nº 199/2014), que prevê cuidado integral, centros de referência e atendimento multiprofissional.

Mas informação ainda é uma das maiores ferramentas de transformação.

Falar sobre doenças raras é:
✔ ampliar consciência
✔ reduzir estigmas
✔ fortalecer famílias
✔ cobrar políticas públicas efetivas
✔ promover cuidado baseado em ciência e humanidade

Aqui no Grupo Escolhas, acreditamos que cada história importa e que o cuidado precisa ser técnico, integrado e sensível.

Se você conhece alguém que enfrenta uma doença rara, compartilhe este conteúdo.
Informação pode encurtar caminhos e aliviar sofrimentos.

Compulsão não é “falta de controle” simples.É um ciclo psicológico.Muitas pessoas usam a palavra de forma leve:“Sou comp...
27/02/2026

Compulsão não é “falta de controle” simples.
É um ciclo psicológico.

Muitas pessoas usam a palavra de forma leve:
“Sou compulsiva por chocolate.”
“Tenho compulsão por compras.”

Mas, clinicamente, compulsão é um comportamento repetitivo, realizado para aliviar uma tensão interna intensa, mesmo quando a pessoa sabe que aquilo pode trazer prejuízos.

O ciclo costuma funcionar assim:
1️⃣ Surge um desconforto (ansiedade, vazio, culpa, tensão).
2️⃣ A pessoa executa o comportamento (comer, comprar, checar, lavar, apostar, usar substâncias, etc.).
3️⃣ Há alívio momentâneo.
4️⃣ Depois vêm culpa, vergonha ou frustração.
5️⃣ O desconforto retorna, e o ciclo reinicia.

A compulsão não acontece “porque a pessoa quer”.
Ela se mantém porque gera alívio imediato, e o cérebro aprende rapidamente esse atalho.

Com o tempo, vira um padrão de funcionamento disfuncional, impactando finanças, saúde, relacionamentos e autoestima.

Importante:
Compulsão pode estar associada a transtornos como TOC, transtornos alimentares, transtornos de humor, ansiedade e impulsividade. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental.

Tratar compulsão não é apenas “parar o comportamento”.
É compreender a função emocional que ele está exercendo.

🧠 Quando entendemos o ciclo, começamos a quebrá-lo.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve para reler depois, e compartilhe com quem precisa entender isso.

26/02/2026

Transtorno alimentar não começa no prato.
Começa na dor que a pessoa não conseguiu nomear.

Imagine que existe um alarme de incêndio emocional dentro de alguém.
Ele dispara diante de:
– ansiedade constante
– sensação de inadequação
– medo de perder o controle
– traumas não elaborados
– pressão estética e comparações

A comida vira uma tentativa de silenciar esse alarme.

Alguns restringem.
Outros comem compulsivamente.
Outros compensam.

Mas o incêndio continua.

Transtornos alimentares não são vaidade.
Não são “frescura”.
Não são falta de força de vontade.

São condições psicológicas sérias, que envolvem:
▫ regulação emocional fragilizada
▫ distorção da imagem corporal
▫ rigidez cognitiva
▫ fatores neurobiológicos

Podem incluir anorexia, bulimia e compulsão alimentar.
E costumam vir acompanhados de:
– obsessão intensa com peso
– medo extremo de engordar
– rituais rígidos com comida
– compulsão seguida de culpa profunda

Isso não é fase.
É sinal de sofrimento.

Não adianta quebrar o alarme.
É preciso cuidar do incêndio.

Buscar ajuda é maturidade emocional.
E tratamento é possível.

Salve esse conteúdo.
Compartilhe com responsabilidade.
Informação pode, sim, salvar vidas.

25/02/2026
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) não começa “do nada” na vida adulta.Na maioria das vezes, ele já dava sinais ...
25/02/2026

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) não começa “do nada” na vida adulta.

Na maioria das vezes, ele já dava sinais lá atrás, na infância.

A criança que:
– se preocupava excessivamente com tudo
– precisava de constantes garantias
– tinha medo intenso de errar
– apresentava sintomas físicos frequentes (dor de barriga, dor de cabeça) sem causa médica
– chorava com facilidade diante de mudanças
– tinha dificuldade para dormir por antecipação de preocupações

Muitas vezes foi chamada de “sensível demais”, “perfeccionista”, “madura para a idade” ou “muito responsável”.

O que parecia traço de personalidade pode ter sido um padrão ansioso em formação.

A ansiedade generalizada é marcada por preocupação persistente, desproporcional e difícil de controlar. E quando não é identificada precocemente, tende a se estruturar ao longo do desenvolvimento, impactando autoestima, desempenho acadêmico, relações sociais e, na vida adulta, funcionamento profissional e emocional.

Observar sinais na infância não é rotular.
É prevenir sofrimento futuro.

Intervenção precoce muda trajetórias.

🧠 Saúde emocional também se desenvolve, e precisa de cuidado desde cedo.

Existe uma diferença importante entre não querer falar e não conseguir falar.No mutismo seletivo, a criança ou adolescen...
24/02/2026

Existe uma diferença importante entre não querer falar e não conseguir falar.

No mutismo seletivo, a criança ou adolescente tem linguagem preservada.
Ela fala em contextos seguros.
Mas diante de determinadas situações sociais, a ansiedade ativa uma resposta de bloqueio.

É como se o sistema de alerta assumisse o controle.

Não é birra.
Não é oposição.
Não é falta de educação.

É uma resposta neurobiológica de congelamento diante da percepção de ameaça social.

Muitas crianças com mutismo seletivo são vistas como “quietas demais”, “boazinhas”, “na delas”.
Enquanto isso, internamente, vivem alto nível de tensão.

E quanto mais pressionadas a falar, maior pode ser o bloqueio.

O que ajuda?

✔ compreensão
✔ intervenção estruturada
✔ exposição gradual
✔ alinhamento entre família e escola

O que prejudica?

❌ rótulos
❌ constrangimento
❌ exigência pública
❌ comparação com outras crianças

Se você é pai, mãe ou educador, observe:

Essa criança fala normalmente em casa, mas silencia completamente na escola?

Isso merece avaliação.

Agora me conta nos comentários:

Você já confundiu mutismo seletivo com timidez?
Ou conhece uma criança que parece “travada” apenas em ambientes específicos?

Vamos ampliar essa conversa com responsabilidade.

📌 Salve este conteúdo. Informação correta protege trajetórias emocionais.

17 anos de história. Um novo capítulo.Em 2026, o Grupo Escolhas celebra 17 anos de atuação, e apresentamos nosso novo si...
23/02/2026

17 anos de história. Um novo capítulo.

Em 2026, o Grupo Escolhas celebra 17 anos de atuação, e apresentamos nosso novo site, que traduz exatamente quem somos:

Onde técnica e acolhimento se encontram.

Com mais de 16 anos de experiência em saúde mental e neurodesenvolvimento, construímos uma trajetória fundamentada em base científica sólida, sensibilidade clínica e excelência técnica.

Somos uma clínica multidisciplinar em Campo Grande/RJ, com uma equipe especializada em:

Psicologia
Psicopedagogia
Fonoaudiologia
Psicomotricidade
Terapia Ocupacional
Nutrição
Fisioterapia
Musicoterapia
Judô Adaptado

Atuamos de forma integrada em avaliações e intervenções voltadas a:

▪ dificuldades persistentes de aprendizagem (leitura, escrita e matemática)
▪ atrasos e transtornos da linguagem
▪ transtornos do neurodesenvolvimento, como TEA e TDAH (todas as idades)
▪ queixas atencionais, executivas e de organização comportamental
▪ prejuízos de memória e funcionamento cognitivo em adolescentes e adultos
▪ investigação diagnóstica por meio de avaliação neuropsicológica estruturada

Nosso foco está na identificação precisa do perfil funcional do paciente, definição de plano terapêutico individualizado e acompanhamento interdisciplinar contínuo.

Integramos ciência, estratégia clínica e cuidado humanizado para promover desenvolvimento consistente e qualidade de vida.

Nosso novo site representa essa história construída com compromisso, ética e propósito.

Convidamos você a conhecer mais sobre nossa atuação, equipe e metodologia.

🔗 Acesse pelo link na bio ou www.grupoescolhas.com.br

Grupo Escolhas, 17 anos cuidando de trajetórias com ciência, estratégia e humanidade.

“Estamos no mesmo barco.”Essa frase costuma vir como tentativa de acolhimento.Mas, muitas vezes, simplifica o que é comp...
20/02/2026

“Estamos no mesmo barco.”

Essa frase costuma vir como tentativa de acolhimento.
Mas, muitas vezes, simplifica o que é complexo.

Podemos até estar no mesmo mar.
No mar do abandono.
Da invisibilidade.
Da exaustão.
Da injustiça.
Da dor física ou emocional.

Mas os barcos são diferentes.

Alguns estão ancorados, com rede de apoio, recursos, estabilidade.
Outros estão em alto mar, enfrentando tempestades constantes.
Alguns estão batendo em pedras invisíveis.
E há aqueles que já estão entrando água, tentando não afundar.

Comparar dores a partir da própria régua é um erro comum.
Experiências parecidas não significam estruturas emocionais iguais.

Empatia não é dizer “eu sei exatamente como você se sente”.
É reconhecer que talvez você não saiba, e ainda assim escolher permanecer com respeito.

Cada pessoa atravessa o mesmo mar com condições internas e externas diferentes.

Antes de afirmar que é o mesmo barco, talvez a pergunta mais cuidadosa seja:

“Como está sendo essa travessia para você?”

Se essa reflexão fez sentido, compartilhe.
A forma como validamos a dor do outro pode aliviar… ou aprofundar o isolamento.

“Porque quando você desenha seus limites… só se incomoda quem se beneficiava da falta deles.”E isso é profundamente desc...
19/02/2026

“Porque quando você desenha seus limites… só se incomoda quem se beneficiava da falta deles.”

E isso é profundamente desconfortável, principalmente para nós, mulheres.

Fomos ensinadas a antecipar necessidades, suportar excessos, administrar silêncios, absorver conflitos e ainda sorrir enquanto estamos exaustas.

Mas saúde mental não é sobre resistir mais.
É sobre reconhecer quando já foi demais.

Esperar que os outros percebam nosso cansaço é terceirizar um cuidado que precisa ser nosso primeiro gesto de responsabilidade emocional.

Limite não é afastamento.
É organização.

Limite não é agressividade.
É clareza.

E, sim, quando você começa a dizer “não”, alguns vínculos se reorganizam.
Porque relações equilibradas suportam fronteiras.
Relações baseadas em sobrecarga, não.

Se essa mensagem toca você, eu quero te fazer uma pergunta:

Você tem comunicado seus limites…
ou tem esperado que adivinhem seu esgotamento?

Reflita hoje:
Qual limite você precisa desenhar nesta fase da sua vida?

📌 Salve este post para lembrar: autocuidado não é egoísmo. É saúde mental estruturada.

Desenvolvimento não é um fenômeno exclusivamente cronológico.É neurobiológico.Quando há atraso, não estamos falando apen...
18/02/2026

Desenvolvimento não é um fenômeno exclusivamente cronológico.
É neurobiológico.

Quando há atraso, não estamos falando apenas de “tempo diferente”.
Estamos falando de circuitos neurais que podem não estar sendo suficientemente ativados, integrados ou consolidados.

A infância é marcada por intensa sinaptogênese seguida de poda sináptica.
Conexões utilizadas se fortalecem.
Conexões pouco ativadas tendem a enfraquecer.

Por isso, em muitos casos, conduta expectante sem critério técnico pode significar subaproveitamento de uma janela de plasticidade.

Intervenção precoce não é antecipação patológica.
É decisão clínica baseada em indicadores funcionais.

A pergunta mais sofisticada não é:
“Ele vai acompanhar?”

É:
“Quais funções estão defasadas, qual o impacto funcional e qual plano terapêutico está sendo estruturado para reorganizar esse repertório?”

Tempo, isoladamente, não reorganiza função.
Experiência estruturada, sim.

Se você é pai ou mãe e recebeu orientação de apenas observar, pergunte:

– Quais marcos estão sendo monitorados?
– Em quanto tempo reavaliaremos?
– Quais critérios definem intervenção?

Desenvolvimento exige critério.
Não suposição.

Se essa reflexão fez sentido para você, compartilhe sua experiência nos comentários.
Discussões qualificadas protegem trajetórias.

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