17/05/2026
A vida… de tão interessante que é…
É curioso como nos ensinaram que envelhecer é algo feio.
Que, com o tempo, nos tornamos menos desejáveis.
Que experiências nos endurecem.
Que traumas nos deixam “difíceis”.
Que rugas, marcas e idade precisam ser escondidas.
E, sem perceber, começamos a esconder justamente aquilo que deveria ser motivo de orgulho.
Cada ano vivido carrega versões minhas que precisaram morrer para que outras mais fortes nascessem.
E aos 45 anos — sentindo demais ou de menos, entre árvores e esquecimentos — a vida nunca deixa de ser interessante.
E eu vivo, e sinto, cada segundo dela!