Psicóloga Roberta Carvalho

Psicóloga Roberta Carvalho Olá, eu sou a psicóloga Roberta Carvalho, trabalho com atendimento em psicanálise ♡

Um recorte de Análise, livro de .iaconelli 🤍Um pouco dessa leitura maravilhosa!♡
04/03/2026

Um recorte de Análise, livro de .iaconelli 🤍
Um pouco dessa leitura maravilhosa!♡

Agenda aberta 2026📒Um espaço de escuta para cuidar do que te atravessa...💬🛋Para mais informações, só clicar no link da b...
26/01/2026

Agenda aberta 2026📒

Um espaço de escuta para cuidar do que te atravessa...💬🛋

Para mais informações, só clicar no link da bio♡

Além de escutar os pacientes👂 eu faço balé 🩰.Descobri essa modalidade que faz tão bem para o corpo quanto para a mente.E...
29/11/2025

Além de escutar os pacientes👂 eu faço balé 🩰.
Descobri essa modalidade que faz tão bem para o corpo quanto para a mente.
E hoje quis compartilhar aqui uma reflexão que fiz durante as aulas...
Ontem, durante a aula de balé, estávamos ensaiando a coreografia que apresentaremos no espetáculo de fim de ano. No final, quando fizemos o gesto de agradecimento para encerrar a apresentação e sair do palco, minha professora disse uma frase que me marcou: “Esperem para receber os aplausos.”
Ela nos orientou a não sair correndo, mas a permanecer por um instante naquele lugar de reconhecimento.
Na hora, pnsei em quantas vezes, na vida, paramos para ouvir críticas. Para isso sempre temos tempo, por vezes estamos disponíveis.

Mas quantas vezes realmente paramos para receber os aplausos?
Quantas vezes nos permitimos permanecer no lugar do mérito, do resultado do meu esforço?

A verdade é que, muitas vezes, corremos justamente daquilo que merecemos. Corremos dos elogios, da honra, do reconhecimento, como se não fossemos dignos de receber.. Mas ontem, naquela simples orientação, eu aprendi que receber também é um exercício. Que existe beleza, coragem e dignidade em sustentar o instante do aplauso.
Percebi como a dança ensina. Seja pela força, pelos limites, pela entrega ou pelos desafios do corpo sempre há sabedoria escondida ali. E ontem, aprendi mais uma lição: é necessário esperar para receber.
Passamos tanto tempo parando para escutar o que nos fere, por que não parar agora para receber aquilo que a vida quer oferecer de bom?
Então, esperem e receba os aplausos👏

✍️

04/11/2025

Reserve um tempo para se escutar e escutar seu inconsciente. ✨
Agendamento pelo link na bio.✍️

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A criança não ignora o que acontece, ela cria um jeito de suportar e continuar amando.🤍🧸🧩🪁
27/10/2025

A criança não ignora o que acontece, ela cria um jeito de suportar e continuar amando.

🤍🧸🧩🪁

Algo que percebo que se repete com frequência nos atendimenros é a dificuldade de nomear o sofrimento. Muitas vezes, em ...
30/09/2025

Algo que percebo que se repete com frequência nos atendimenros é a dificuldade de nomear o sofrimento. Muitas vezes, em vez de falar diretamente sobre aquilo que dói, deslocamos para outros lugares. Até nos atendimentos infantis é possivel perceber alguns deslocamentos e com o adulto muitos preferem se calar, punir-se, ou distrair-se, a ter de enfrentar o peso de dizer o que o fazer sofrer.
Esse movimento tem a ver com o recalque um mecanismo psíquico que, para proteger o sujeito, mantém fora da consciência aquilo que é insuportável de ser vivido diretamente. Só que o que é recalcado não desaparece, retorna de formas disfarçadas, seja no corpo, nos sintomas, nos deslocamentos de fala ou nos silêncios pesados.

Falar do sofrimento exige sim coragem. Requer se mostrar vulnerável, reconhecer aquilo que machuca e abrir espaço para que novas possibilidades surjam. O que muitas vezes parece fraqueza, admitir a dor, pedir ajuda, falar do que incomoda, na verdade, um ato de força.
A psicanálise oferece um espaço para a escuta do sofrimento, e não se trata apenas de aliviar um peso imediato, mas de encontrar palavras para aquilo que antes parecia impossível de ser dito. Nomear o que dói é o primeiro passo para não ser aprisionado por aquilo que se cala.
Talvez, no fundo, o grande desafio não esteja apenas em sofrer, mas em ousar falar desse sofrimento. E é nesse ato de fala que muitas vezes começa a possibilidade de transformação.

talking cure....❤️‍🩹

Na experiência psicanalítica, aprendemos que nada do que nos afeta é por acaso. O que desperta em nós fascínio, rejeição...
16/09/2025

Na experiência psicanalítica, aprendemos que nada do que nos afeta é por acaso. O que desperta em nós fascínio, rejeição, alegria ou angústia sempre encontra ressonância em marcas mais primitivas da nossa história.
Não é por acaso que uma pessoa nos incomoda ou nos desperta encantamento. Muitas vezes, nela reconhecemos traços de nossas primeiras figuras de amor, de cuidado ou até de frustração. Da mesma forma, quando uma ação ou palavra nos perturba em excesso, é porque toca em algo que já foi vivido, que permanece vivo em nossa memória afetiva.

O presente, nunca é só presente. Ele se apresenta atravessado pelas experiências antigas, repetindo-se em novas formas e novos encontros.
Tudo aquilo que nos toca, é familiar. No sentido de ser eco do que um dia já encontramos.

🛶💬

Na clínica, muitas vezes ouvimos a seguinte pergunta: quando essa dor vai passar?Para ilustrar, vou compartilhar um mome...
09/09/2025

Na clínica, muitas vezes ouvimos a seguinte pergunta: quando essa dor vai passar?
Para ilustrar, vou compartilhar um momento que vivi: certa vez precisei voltar à escola onde vivi minha grande parte da minha infância e adolescência. Entrei para buscar alguns documentos pra formatura e fui invadida por um turbilhão de lembranças. Cada canto daquele lugar me devolvia à menina que um dia fui. A nostalgia vinha junto de uma dor: a sensação de que aquele tempo ainda morava vivo em mim.
Durante muito tempo, cada vez que passava em frente àquela escola, a ferida se reabria. O simples cenário era suficiente para trazer de volta o que ficou marcado.
Depois de anos de formada, ingressei em um trabalho no qual me fazia passar em frente àquela escola toda semana.
Mas um dia algo curioso aconteceu: me dei conta ao passar e olhar para aquela escola que a dor não doia mais, até me perguntei o que aconteceu?... O lugar estava lá, mas já não me arrancava nada além de um olhar neutro. A cena perdeu a carga afetiva.

Na psicanálise, podemos pensar esse fenômeno como um processo de elaboração. Aquilo que antes estava colado à dor pôde ser trabalhado pelo tempo e pela repetição. O cenário não mudou, mas dentro de mim houve uma transformação: aquilo que foi vivido ficou simbolizado, ganhou outro destino, deixou de ser ferida para se tornar apenas memória.
Esse movimento nos ensina algo importante: nem toda dor é eterna. Às vezes, o que parece insuportável, com o tempo, pode se transformar. Quando um lugar, uma relação ou uma experiência já não têm mais nada a oferecer, quando o tempo mostra que não há como voltar atrás, a vida nos convida a seguir.
O que antes sangrava pode, um dia, deixar apenas uma marca e marcas não doem, apenas contam histórias.

E você, já viveu algo que antes doía muito e hoje já não dói mais?

Hoje acordei com uma cólica intensa. Durante um tempo, deitei esperando a dor passar. Mas logo me lembrei de um remédio ...
07/09/2025

Hoje acordei com uma cólica intensa. Durante um tempo, deitei esperando a dor passar. Mas logo me lembrei de um remédio que já havia me ajudado antes, e decidi pedir na farmácia. Pouco depois, o alívio chegou.
Enquanto isso acontecia, percebi: por muito tempo eu teria simplesmente suportado a dor, sem me permitir buscar algo que me ajudasse. Ficava paralisada e entregue a ela. Hoje, já não me relaciono assim com o sofrimento. Se há dor, eu busco uma saída, um recurso, um cuidado.

Na vida psíquica não é diferente. Há dores que não precisam ser suportadas sozinhas. É possível procurar análise, pessoas pra conversar, elaborar, encontrar novas formas de lidar. A dor não some como num passe de mágica, mas quando mudamos a relação com ela, abrimos espaço para o alívio e para o cuidado.
O ato de agir já desloca a posição da repetição do "ter que aguentar" e abre espaço para o cuidado.
Na psicanálise, é exatamente isso que se oferece: um lugar para que a dor não seja negada nem silenciada, mas escutada e transformada.
E quando você aprende a lidar com suas dores afetivas, até seu corpo agradece🌷

E você, como você lida com suas dores?

Nos últimos tempos, tenho escutado no consultório e na vida histórias de mulheres que carregam mais do que dores individ...
12/08/2025

Nos últimos tempos, tenho escutado no consultório e na vida histórias de mulheres que carregam mais do que dores individuais. Elas trazem marcas coletivas, atravessadas por séculos de tradição e silêncio.
Na maioria das vezes, em especial, percebo em mulheres nordestinas que buscam a análise, um histórico marcado por rigidez familiar, pais autoritários, casamentos arranjados ou precoces, companheiros que não as enxergam como parceiras, mas como cuidadoras do lar. Ainda que os tempos tenham mudado, parte dessa herança cultural persiste, como se o destino feminino estivesse traçado apenas para: ser esposa, mãe e dona de casa.

Não são poucas as que me contam que sonharam estudar, trabalhar, construir algo próprio e não ousaram viver tal realidade, pois julgaram que não é lugar delas. Muitas permanecem em relacionamentos machistas por medo, dependência, falta de independência financeira ou por acreditarem não ter valor fora dessa função.
Mas também percebo que há força. A força de quem resiste, de quem chega ao consultório buscando se ouvir, de quem ousa pensar que pode ser mais. Vejo grandes potências adormecidas que, quando encontra estímulo e apoio, podem florescer.

Refletir sobre isso é lembrar que romper com alguns padrões culturais não significa rejeitar suas raízes, mas dar um novo significado à elas. Significa olhar para o passado com consciência e critica e escolher um caminho mais livre e saudável.
Porque toda mulher nordestina ou não, merece viver e escrever sua própria história e ocupar os espaços que desejar.

Que nos caminhos da escuta possam florescer....🌷🍃

Controle ou medo de desaparecer diante do outro?Hoje me peguei pensando sobre o controle. Você já parou pra pensar por q...
04/08/2025

Controle ou medo de desaparecer diante do outro?

Hoje me peguei pensando sobre o controle. Você já parou pra pensar por que algumas pessoas sentem tanta necessidade de controlar tudo e todos?

Muitas vezes, o controle nasce de uma tentativa de se sentir visto, reconhecido, pertencente.
Quando alguém tenta controlar uma situação, um grupo ou uma pessoa, por vezes não está exercendo poder simplesmente para dominar, mas tentando inconscientemente garantir que seu lugar no laço está assegurado. É como se dissesse: Se eu controlo, eu existo. Se eu perco o controle, eu desapareço.
Se eu estiver no controle, talvez eu exista para o outro. Talvez eu tenha algum valor.
Por trás do controle, pode habitar um sentimento antigo de invisibilidade e de desvalorização pessoal.
Um medo silencioso de ser esquecido, ignorado ou não ser suficiente.

A análise oferece um espaço para que esse modo de funcionamento seja escutado.
Não para ser corrigido, mas para ser compreendido.
Para que o sujeito possa encontrar outros caminhos, menos solitários e menos defensivos, para existir no laço com o outro.

✨ Às vezes, controlar é só uma forma de dizer:
"Por favor, me veja."

Você já sentiu que precisava controlar algo para não se sentir esquecido(a)?

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Rio De Janeiro, RJ

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