Rejane Azevedo Psicóloga

Rejane Azevedo Psicóloga Psicóloga Clínica / Psicóloga Perinatal e Parental / Gestalt- Terapeuta/ Terapeuta de Casal e Fam

Rejane Azevedo
Psicóloga, graduada pela Universidade Veiga de Almeida-RJ;
CRP:05/35276
Gestalt-Terapeuta, formada pelo Centro de Gestalt-Terapia Sandra Salomão (CGTSS);
Treinamento em Constelação Familiar com Grupos, com Mimansa Erika Farny;
Terapeuta Individual em Constelação Familiar, formada por Celma Nunes Villa Verde;
Terapeuta de Casal e Família, formada pelo IPUB-UFRJ;
Coach, formada pela M

ackenzie-Rio;
Psicóloga Perinatal e Parental
Coordenadora de Workshops e Grupos Terapêuticos;
Palestrante em temas relacionados à Psicologia Clínica. Fundadora do Espaço Expandir - Desenvolvimento Humano

E-mail: psicologa@rejaneazevedo.com.br
Local de Atendimento: Tijuca.

Há quem floresça no brilho e no barulho.Há quem encontre abrigo nos blocos do silêncio.Entre um e outro, coisas importan...
20/02/2026

Há quem floresça no brilho e no barulho.
Há quem encontre abrigo nos blocos do silêncio.

Entre um e outro, coisas importantes podem passar despercebidas.

A euforia distrai, aproxima, afasta, preenche…
mas não resolve.

O Carnaval passa.
A rotina volta.
E, junto com ela, os silêncios.

Silêncios que perguntam e cutucam.

O silêncio não é vazio.
Ele pode ser um convite.

Um convite para se escutar com mais honestidade.
Para perceber limites.
Para reconhecer excessos.
Para cuidar do que pede atenção.

Nem sempre é sobre mudar tudo.
Às vezes, é só sobre começar a se olhar.

Entre confetes e silêncios existe um espaço precioso: o de se escutar.

Se esse texto fez sentido para você, salve para reler depois 💜

Com amor,
Rejane Azevedo🌻
Psicóloga
CRP: 05/35276

Quem me acompanha por aqui já percebeu que a cozinha é um lugar bastante frequentado por mim e pelo meu menino.Desde bem...
16/01/2026

Quem me acompanha por aqui já percebeu que a cozinha é um lugar bastante frequentado por mim e pelo meu menino.
Desde bem pequeno, eu sempre inventava de fazer algo com ele na cozinha: bolos, cookies, tortas… e hoje fizemos biscoito de mentirinha. É um encontro, um tempo de presença só nosso.

Cozinhar sempre foi um lugar de afeto pra mim.
E estar na cozinha com meu filho, além de desafiador, é também um espaço de infinitas possibilidades. A criança aprende a esperar, a seguir pequenas orientações e a lidar com frustrações de forma leve. É um ambiente seguro para errar, tentar de novo e aprender.

Além disso, a cozinha se transforma em um espaço de vínculo. Conversas espontâneas surgem, risadas aparecem… ah, e as memórias afetivas? Essas são as que f**am para toda a vida.

Resolvi escrever esse texto para trazer também uma reflexão sobre o maternar. Cada um tem sua forma. Não existe fórmula exata, o certo ou o adequado. Ainda vivemos em uma sociedade que romantiza a maternidade, e penso que precisamos nos questionar mais:
qual é a minha forma de maternar?
Aquela que faz sentido pra mim — e não a que parece bonita ou ideal. Porque, no fim, a grama do vizinho sempre parece mais verdinha, né?

Eu sou uma mãe que descobre, todos os dias, mais sobre o seu próprio maternar. E compartilho isso na esperança de que, de alguma forma, possa tocar e acolher outras mães também.

Com amor,
Rejane Azevedo

Registro do primeiro Natal que sorrimos juntos novamente. Isso é valioso. É Natal. E eu só posso ser grata🌻
25/12/2025

Registro do primeiro Natal que sorrimos juntos novamente. Isso é valioso.
É Natal. E eu só posso ser grata🌻

Quando um filho faz aniversário, o coração da mãe celebra como se fosse o dela também. Porque, de certa forma… é. A mãe ...
12/12/2025

Quando um filho faz aniversário, o coração da mãe celebra como se fosse o dela também. Porque, de certa forma… é. A mãe também renasce.

Meu menino completou mais um ano de vida, e um filme inteiro passou pela minha mente: o desejo que virou espera, o positivo, cada transformação do meu corpo, o parto, o puerpério, a amamentação, os primeiros dentinhos, o primeiro som, a introdução alimentar, os primeiros passos, o primeiro dia de escola, a pandemia, o dia em que ele escreveu pela primeira vez seu nome — e a palavra “mamãe”.

Meu menino cresce… e me transforma junto.

Ele me ensina diariamente a ser a sua mãe. Não a mãe idealizada, não a mãe perfeita que o mundo espera… mas a mãe possível, a mãe real, aquela que tenta, aprende, se ajusta, erra e recomeça. Ele me chama, me pergunta, me conta seus sentimentos e, sem perceber, vai me mostrando os meus também.

Nós dois sabemos que esse último ano foi especialmente difícil. Atravessamos juntos o luto de perder alguém que amamos profundamente. Eu sigo aprendendo a lidar com a minha dor enquanto, com todo cuidado do mundo, tento ensiná-lo sobre a finitude da vida.
Ser mãe também é isso: doer junto, acolher junto, crescer junto. É difícil. Mas é necessário. E eu estou aprendendo.

Comemorar o seu aniversário este ano foi muito mais do que organizar uma festa. Foi reconstruir sentidos, encontrar novos ritmos, agradecer a Deus por estarmos aqui, redescobrindo a vida, pintando novas cores sobre aquilo que ficou marcado pela saudade.

Foi ressignif**ar momentos e lembrar que a infância só acontece uma vez — e que existe um fio invisível, forte e sagrado, que nos une: o amor.

Agradeço a cada pessoa que ajudou aquele dia a acontecer. A cada abraço apertado, a cada olhar emocionado, a cada gesto de carinho que nos cercou naquela noite.

Meu menino exalava alegria…
E a mãe dele? Transbordava amor.

Obrigada por esse registro carregado de afeto.🌻💜

Dia 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.A violência contra mulheres é...
25/11/2025

Dia 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.

A violência contra mulheres é uma ferida social.

Atinge lares, corpos, histórias e gerações inteiras. Na maioria das vezes, acontece em silêncio, nas sombras do medo, nas relações onde deveria existir cuidado e respeito. Muitas vezes, surge por meio de falas manipuladoras, disfarçadas de preocupação.

Ela começa no controle mascarado de cuidado, no ciúme que vira vigilância constante, nas palavras que diminuem e humilham, nas ameaças que paralisam, no isolamento que rouba a liberdade.

Ela se manifesta em golpes, mas também em olhares que intimidam, em silêncios que ferem, em portas trancadas e em escolhas negadas.

Quando uma mulher denuncia, ela não está destruindo uma família, está tentando salvar sua vida.

Quando ela pede ajuda, não é fraqueza, é coragem.

E quando a sociedade escuta, acredita e acolhe, torna-se parte da solução.

A violência contra mulheres não tem justif**ativa.
Tem nome, tem lei e precisa ter fim.

Que possamos fortalecer redes de apoio, ampliar diálogos, responsabilizar agressores e garantir que cada mulher viva aquilo que é seu por direito: liberdade, dignidade e segurança.

Quando uma mulher pede ajuda, ela não apenas muda sua própria história, ela abre portas para que muitas outras encontrem coragem para levantar a cabeça e recomeçar.

Com amor,
Rejane Azevedo

Sempre encontrei na escrita uma ferramenta terapêutica. Acredito em sua potência. Silenciosa, acessível e profundamente ...
23/11/2025

Sempre encontrei na escrita uma ferramenta terapêutica. Acredito em sua potência. Silenciosa, acessível e profundamente transformadora.

Quando colocamos em palavras o que pensamos ou sentimos, algo dentro de nós se reorganiza, toma forma, sentimentos encontram espaço, e aquilo que parecia confuso começa a se tornar compreensível.

Escrever é um ato de coragem. É olhar para dentro, encarar emoções que às vezes evitamos, e dar a elas um lugar seguro para existir.

Na escrita, não há julgamento, não há pressa, apenas o que se passa dentro de nós.

É como se cada frase abrisse uma janela para o nosso mundo interno, permitindo que a mente respire e o coração alivie seu peso.

Ao escrever, criamos distância saudável entre nós e nossas dores. Aquilo que estava preso se movimenta.
Aquilo que era nó vira narrativa. E aquilo que era caos encontra algum sentido.
A escrita também nos lembra da nossa história, da nossa evolução e da força que carregamos, mesmo quando esquecemos.

Escrever é transformar experiência em compreensão, medo em palavra, angústia em desabafo, e vida em consciência.

Por isso, a escrita não é apenas expressão, é “cura”.

E cada página preenchida é um passo a mais em direção a nós mesmos.

Eu tenho voltado a experimentar usar esse recurso que tanto me ajudou em outros momentos da vida.

Porque a escrita libera e liberta também.

Com amor,
Rejane

Dar limites é um ato de cuidado com o outro e, principalmente, consigo.É entender que amor nenhum prospera onde há falta...
16/11/2025

Dar limites é um ato de cuidado com o outro e, principalmente, consigo.
É entender que amor nenhum prospera onde há falta de respeito, e respeito é a base para toda e qualquer relação.

É reconhecer que você não pode controlar o comportamento alheio, mas é preciso estar claro o que você aceita ou não na sua vida.

Como costumo dizer…precisamos pensar sobre: o que é tolerável e o que é inaceitável! Um bom parâmetro né?!

Mas tão importante quanto dar limites ao outro é aprender a colocar limites em si também!

É perceber quando você está indo longe demais na tentativa de ser suficiente para alguém.

É perceber quando seu corpo pede pausa, quando sua alma está cansada, quando seu coração já deu todos os sinais de alerta e você os ignora.

É entender que insistir também machuca, e que se doar sem medida, aos poucos, te apaga.

Dar limites a si mesmo é saber parar antes de se perder, é dizer “não” aos seus impulsos de sempre se colocar em segundo plano.

Porque limites não afastam quem realmente quer f**ar.
Eles apenas revelam quem sabe caminhar ao seu lado com verdade, cuidado e maturidade.

Dar limites a si mesmo é um gesto profundo de amor próprio.

Com amor,
Rejane Azevedo

Quando perdemos alguém que amamos, uma parte de nós parte junto — e f**a o vazio, esse silêncio profundo que parece não ...
02/11/2025

Quando perdemos alguém que amamos, uma parte de nós parte junto — e f**a o vazio, esse silêncio profundo que parece não ter fim.

Viver o luto é permitir-se sentir: chorar quando o coração pede, silenciar quando o corpo precisa, lembrar quando a alma insiste. É honrar quem se foi, mas também cuidar de quem ficou — especialmente de si mesmo, mesmo quando a dor parece maior que tudo.

A ausência não apaga o amor; ela o transforma em presença invisível, em memória viva que se manifesta nos gestos, nas palavras, nos pequenos detalhes do cotidiano.

E, ainda que a dor pareça infinita, o tempo — com sua delicadeza — ensina que é possível continuar, levando junto o que foi bonito, o que foi amor, o que jamais deixará de existir dentro de nós.

Às vezes, quem partiu nos visita em um sonho — como um sussurro suave de que ainda vive em nós e viverá para sempre.

Essa noite, sonhei com você. E, como sempre, você sorria…te amarei para sempre, sempre, sempre.

Porque o amor é saudade que f**a.

Com amor,
Rejane Azevedo

Hoje tivemos a honra de ministrar uma roda de conversa, fechando o mês de Setembro Amarelo com o tema: E quem cuida de q...
30/09/2025

Hoje tivemos a honra de ministrar uma roda de conversa, fechando o mês de Setembro Amarelo com o tema: E quem cuida de quem cuida?

O trabalho aconteceu no Colégio Duque de Caxias Estadual.
Nosso público foi o grupo de professores.

Nossa parceria iniciou em 2006, quando fizemos nossa formação em Gestalt Terapia. Há tempos não fazíamos um trabalho juntas, porém não f**amos surpresas e sim gratas, pois nada mudou, a conexão continua intacta, nos conhecemos no olhar, uma fala e a outra já complementa!!! Isso é maravilhoso❣️

Durante o trabalho compartilhamos nossas experiências enquanto cuidadoras, mas também de nossas estratégias de autocuidado.
Falamos de limites e limitações, escolhas e de nossa parcela de responsabilidade nas relações.

Tivemos o privilégio de ouvir os professores e de saber que plantamos algumas sementes através das reflexões.

Saímos felizes e muito agradecidas pelo convite e entrega de cada professor.

Deixamos um agradecimento mais que especial: do obrigada por tanto e por tudo❣️🌻

Quem cuida de quem cuida?
Estamos aqui!

Com amor,
Alê e Rê🌻

Hoje celebramos o dia do psicólogo. 27/08Sou imensamente agradecida e feliz pela escolha que fiz em 2001, certamente uma...
27/08/2025

Hoje celebramos o dia do psicólogo. 27/08

Sou imensamente agradecida e feliz pela escolha que fiz em 2001, certamente uma das minhas melhores escolhas!

É no verdadeiro e genuíno encontro, que nascem as possibilidades.

Feliz dia para todos nós psis❣️🌻

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