Psicologia e Corpo - RJ

Psicologia e Corpo - RJ A psicoterapia corporal busca o resgate das emoções esquecidas, o autoconhecimento, a liberdade e Psicoterapia é o nome dado ao trabalho clínico em psicologia.

Clinicar significa voltar a atenção integral para o cliente, na intenção de perceber o cuidado necessário às suas necessidades. Esse processo deve ser conduzido por um especialista que irá caminhar junto com o cliente favorecendo uma maior tomada de consciência mental, corporal, social e espiritual. A psicoterapia proporciona uma educação para a vida. Aprendemos sobre nós mesmos, sobre os nossos s

intomas, sobre nossa relação com o mundo, sobre os nossos desejos e nossas limitações. A partir do aprendizado nos desenvolvemos como pessoa, nos transformamos. A psicoterapia serve não só para tratar transtornos psíquicos, mas também para trazer alívio das tensões do dia a dia. O excesso de tensão pode gerar sofrimento, crises existenciais, distúrbios psicossomáticos, conflitos diversos, depressão, angústia, ansiedade, fobias, vícios etc. O processo de autoconhecimento visa fazer o cliente entrar em contato com suas emoções adormecidas resgatando sua autonomia e liberdade.

Conhecimento não é cimento Triturar pedras Fazer adubo FlorescerConhecimentonão é cimentonão é prisão que enrijece o pen...
25/04/2026

Conhecimento
não é cimento
Triturar pedras
Fazer adubo
Florescer

Conhecimento
não é cimento
não é prisão que
enrijece o pensamento

É martelo no prego da mente
que acorda o artista
que estava dormente

Conhecimento
é impacto, é movimento
é quebrar a própria crença
e cuspir um novo argumento

Triturar pedras
sem medo do atrito
Transformar dor em coragem
Fortalecer o grito

Fazer adubo
do erro, da lama, do fundo
porque o que apodrece
também pode ser insumo

Florescer
Traz beleza
Mas esconde a dureza
Da semente solitária
Tentando criar raízes na incerteza
rasgando o solo
fazendo força
Resistindo sem colo

Conhecimento
é água que pode
regar todos os solos
e não se limita
ou te move pra frente
ou se transforma em escrita




Hoje fui no velório do pai de uma amiga e saí de lá com esse texto na cabeça.____________________É a vida que se debruça...
31/03/2026

Hoje fui no velório do pai de uma amiga e saí de lá com esse texto na cabeça.
____________________

É a vida que se debruça
sobre a morte
Ou é a morte que se debruça
sobre a vida?
Onde começa?
Onde termina?
Recomeça?

Se fosse um filme,
Quais gêneros eu mais atuei?
Drama? Ação? Comédia?
Fantasia? Terror? Aventura?

Se minha vida fosse um livro
haveria páginas em branco
Para representar meus vazios
E as quedas que ninguém viu,
Mas que se tornaram abismos dentro de mim.

Se minha vida fosse uma música,
Alguns trechos eu cantaria bem baixinho,
Outros eu deixaria vibrar no coração das pessoas que amo.

Se eu fosse um livro,
As páginas não precisariam ser numeradas, algumas linhas poderiam ter rasuras,
Algumas folhas estariam coladas porque ia doer demais reler.

Alguns capítulos só fariam sentido após terminar todo o livro.

Se eu fosse uma música,
Eu seria desafinada, sem harmonia, teria pausas em excesso, silêncios inapropriados...

Porque viver também é isso:
escrever sem saber o final,
cantar mesmo com a voz tremendo,
seguir mesmo quando parece que já não existe mais força.

A gente passa tanto tempo tentando acertar
que esquece de viver.
Como se a vida fosse um rascunho
e a versão final viesse depois.

A morte é uma pausa na história. Ela fecha o livro, silencia a música. E não têm pós crédito depois do filme.

Mas o que foi vivido
continua ecoando
em quem ficou,
em quem sentiu,
em quem, por um instante,
dividiu o mesmo capítulo,
a mesma melodia,
as mesmas cenas.

No fim,
não importa se a história foi perfeita
ou se a música foi bonita o tempo todo.
Importa se foi verdadeira.
Porque morrer, no fundo,
não é o maior medo.

O maior medo
é chegar no ponto final
com a sensação de que a gente
não escreveu o que podia,
não cantou o que sentia,
não viveu o que era possível,
E não se permitiu amar.

Como dizia Calligaris, "não espero ter uma vida feliz, mas espero que ela seja interessante.

Me interessa saber que ficaram marcas, memórias, ecos, afetos...
Me interessa saber que pude viver as intensidades do sentir...

Vc tem tudo sempre programado ou deixa algum espaço para queo inesperado te surpreenda?
27/03/2026

Vc tem tudo sempre programado
ou deixa algum espaço para que
o inesperado te surpreenda?




Será que não está na hora de começar a repensar as afirmações que ouvimos e reproduzimos desde a infância?Será que essas...
11/04/2021

Será que não está na hora de começar a repensar as afirmações que ouvimos e reproduzimos desde a infância?
Será que essas mensagens fazem realmente sentido hoje?
Será que seguem uma lógica que já não se encaixa mais na nossa vida?
Será que já não estamos agitados demais, correndo demais, consumindo demais, desperdiçando demais?

Na lógica de se manter uma mente cheia, nos colocamos num padrão de produtividade onde o corpo se transforma numa máquina, onde a racionalidade é mais importante que o sentir...
Podemos observar hoje que uma mente cheia demais é uma oficina de transtornos, de aceleração, agitação de pensamentos, ansiedade, pânico, estresse, doenças diversas.

Até quando iremos nos submeter à essa lógica capitalista, abusiva, predadora, que destrói não só a natureza, mas também nossos corpos e nossos afetos?

Quando estamos cheios demais, não sobra espaço para mais nada. Passamos a sentir menos, a ter menos concentração, menos prazer, menos percepção de quem somos e do que precisamos.
Parece contraditório, mas quanto mais cheia a mente está, menor a possibilidade de se fazer escolhas conscientes, menor a possibilidade de conexão consigo mesmo e com o outro e mais difícil será de nos sentirmos satisfeitos.

Como desacelerar?
Que tal começar prestando atenção na sua respiração, na sua pulsação?

Desacelerar não tem a ver com ser lento. Tem a ver com tomada de consciência e qualidade de contato.











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Prefácio de Eugênio Marer e Roger Dadoun.
18/09/2020

Prefácio de Eugênio Marer e Roger Dadoun.

Quando somos tão duros com a gente ao ponto de construirmos uma relação abusiva com nosso próprio ser, tendemos a reprod...
13/08/2020

Quando somos tão duros com a gente ao ponto de construirmos uma relação abusiva com nosso próprio ser, tendemos a reproduzir isso com o outro e tendemos também a aceitar receber isso do outro.
Que tal ser mais gentil com você mesmo (a)? Que tal ser mais flexível, menos perfeccionista, aceitar mudanças e diferenças, rever planos, olhar também para suas qualidades e conquistas e não só para aquilo que ainda não consegue fazer?
Que tal criar uma relação de amor com você mesma (o)? Lembre-se de como é o processo de conquista numa relação que se inicia, naquele apaixonamento inicial e apaixone-se por você mesma (o).
Tudo muda a partir disso. 😉❤












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Você se dá conta das amarras que o limitam? Se sente livre? Sabe explicar os acontecimentos da sua vida, as suas escolha...
10/05/2020

Você se dá conta das amarras que o limitam? Se sente livre? Sabe explicar os acontecimentos da sua vida, as suas escolhas e onde termina tudo isso?
O homem comum, ao se perceber livre tem dois caminhos: crescer, aprender, criar e viver a sua liberdade de forma espontânea, amorosa, potente e realizadora ou procurar um outro senhor que faça dele novamente um servo submisso.
Você sabe o que fazer com a sua liberdade quando se percebe responsável pelas suas próprias escolhas?
Para entender melhor esse processo recomendo a leitura do livro "Escute, Zé-ninguém!" de Wilhelm Reich, que estou relendo nessa época de fascismo. Em breve publicarei um texto comentando o livro.

Reflexões sobre a virtude em época de quarentena. Do livro "Pequeno tratado das grandes virtudes", de André Comte-Sponvi...
18/04/2020

Reflexões sobre a virtude em época de quarentena. Do livro "Pequeno tratado das grandes virtudes", de André Comte-Sponville.
E assim somos nós, com qualidades e defeitos, mas sempre pulsantes, potentes, vivos, conectados pelas emoções...













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Foram as dificuldades do passado que nos ensinaram a lidar melhor com o presente e as dificuldades de hoje nos deixarão ...
18/07/2019

Foram as dificuldades do passado que nos ensinaram a lidar melhor com o presente e as dificuldades de hoje nos deixarão mais flexíveis para lidar com o que está por vir.
Dificuldades são oportunidades que podem fazer de nós, pessoas melhores.











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O rosto (corpo) se expressa de forma não-verbal, expressa suas emoções através do tom de voz, do sorriso, do gesto, da a...
24/05/2019

O rosto (corpo) se expressa de forma não-verbal, expressa suas emoções através do tom de voz, do sorriso, do gesto, da atitude, do olhar, do movimento, das tensões na musculatura, do seu jeito mais ou menos livre de viver etc.
W. Reich nos ensinou a ler esses sinais e nos mostrou o caminho para uma vida mais espontânea e potente.
Podemos viver o sentir como forma de expressão de uma vida mais livre e prazerosa.










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Devemos nos questionar qual o sentido ou função da neurose, do sintoma. O que está na profundidade?Por que estamos nos r...
26/04/2019

Devemos nos questionar qual o sentido ou função da neurose, do sintoma. O que está na profundidade?
Por que estamos nos relacionando com o mundo e com as pessoas de determinada forma?
O que a minha expressão, ou a falta dela, quer dizer sobre a minha dor?












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