Mulheres Restauradas Ofc

Mulheres Restauradas Ofc 🌹 Mulheres que restauram mulheres
🧠 Cuidando de dores que ninguém vê
💔 Do trauma ao recomeço: um caminho de cura
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🪞Você já se perguntou: Qual a sua verdadeira Identidade em Cristo? Descubra e transforme sua vida hoje mesmo!

Você cresceu.Mas não deixou de ser aquela menina que sonhava em fazer a diferença.Ela ainda mora aí.Mesmo depois dos pla...
20/06/2025

Você cresceu.

Mas não deixou de ser aquela menina que sonhava em fazer a diferença.
Ela ainda mora aí.
Mesmo depois dos plantões puxados.
Mesmo depois dos julgamentos.
Mesmo depois das vezes em que você pensou em desistir.

E hoje… ela te olharia de longe e diria baixinho:

✨ “Obrigada por não ter desistido de mim.”

Você ainda é ela.
Mas agora… com jaleco, com cicatrizes, com alma gigante.
E mesmo em silêncio, você continua escolhendo o amor como resposta.

🌷 Que esse post te abrace. Te lembre. Te reconecte.

Se tocou você, compartilha.
Alguém pode estar precisando se reencontrar também.

💬 Comenta aqui:
Qual parte mais te descreve hoje?



❤️
#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ




Fez sentido pra você?

🧡 Levou um tempo até eu entender que ser forte não é suportar tudo sozinha.A gente cresce achando que ser forte é aguent...
10/06/2025

🧡 Levou um tempo até eu entender que ser forte não é suportar tudo sozinha.

A gente cresce achando que ser forte é aguentar calada.
É não pedir ajuda.
É carregar tudo no colo, sorrindo.

Mas isso não é força.
Isso é sobrecarga.

Você não precisa ser tudo para todos.
E, principalmente, não precisa passar por isso sozinha.

✨ Existe uma rede de mulheres que te acolhe, ora por você, te entende.
Uma comunidade que sabe o peso que você carrega — porque também carrega o seu.

💬 Deslize o carrossel. Receba essa verdade no coração.
🤍 Comente “eu também” se você já sentiu isso.
📩 Marque uma mulher que merece esse abraço.






Por mais que se esforce você sente que existe um ciclo que você não consegue romper, não consegue se curar por completo ...
03/06/2025

Por mais que se esforce você sente que existe um ciclo que você não consegue romper, não consegue se curar por completo e por isso acaba sempre voltando para o mesmo lugar como se existisse um padrão inquebrável?

Você gostaria de entender mais sobre isso e o caminho certo a seguir?

Se sim, eu quero te ajudar a quebrar isso de uma vez por todas.

Link na Bio.






🧬 Quando olhamos para nossos pais e avós, o que deles ainda ecoa em nós, mesmo sem percebermos? Com que lentes temos olh...
31/05/2025

🧬 Quando olhamos para nossos pais e avós, o que deles ainda ecoa em nós, mesmo sem percebermos? Com que lentes temos olhado para a nossa história?

Hoje, deixamos essas imagens como convite à pausa e à reflexão. Um lembrete de que somos feitas de muitas mulheres antes de nós — e que também podemos escolher quais vozes queremos continuar ouvindo.

🌷 Qual foi o sentimento que essas imagens despertaram em você?

Conta pra gente nos comentários 💬
E não se esqueça de seguir nosso perfil para continuar essa caminhada de cura e restauração juntas. 💜

✨Participe do nosso Grupo Terapêutico Mulheres Restauradas e aprenda a viver livre e mais leve do peso que te aprisiona.

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"O dia em que aprendi que um gesto pode mudar tudo 🦋Nunca vou esquecer o dia em que minha mãe me obrigou a ir a uma fest...
14/03/2025

"O dia em que aprendi que um gesto pode mudar tudo 🦋

Nunca vou esquecer o dia em que minha mãe me obrigou a ir a uma festa de aniversário quando eu estava na terceira série. Uma tarde, cheguei em casa com um convite meio manchado de geleia.

— Eu não vou — declarei, sem rodeios. — É uma menina nova, Ruth. Berni e Pat não vão. Ela convidou a turma inteira. Trinta e seis crianças.

Minha mãe estudou o convite feito à mão com uma expressão estranha, algo entre a tristeza e a decisão. Então, anunciou:

— Você vai. Amanhã compro o presente.

Fiquei em choque. Minha mãe nunca me obrigou a ir a uma festa. Eu tinha certeza de que aquilo me mataria. Chorei, reclamei, tentei de tudo. Mas nada a fez mudar de ideia.

No sábado, ela me arrancou da cama para que eu embrulhasse o presente: um conjunto de pente, escova e espelho rosa-pérola, comprado por menos de três dólares. Depois, me levou no seu velho carro amarelo até a casa de Ruth.

Ela mesma abriu a porta. Tímida, guiou-me por uma escada íngreme e assustadora. Quando atravessamos o portão, suspirei de alívio. O chão de madeira brilhava sob a luz do sol que entrava na sala. A mobília antiga estava coberta por capas brancas impecáveis. Sobre a mesa, o maior bolo que já vi na vida: três andares, decorado com velas rosadas e um “Feliz Aniversário, Ruthie” quase apagado. Ao redor dele, trinta e seis xícaras de chocolate quente, cada uma com o nome de um convidado.

“Não será tão ruim assim quando os outros chegarem”, pensei. Mas a sala continuou vazia.

— Onde está sua mãe? — perguntei.

Ruth olhou para o chão.

— Ela está meio doente.

— Ah… e seu pai?

— Ele foi embora.

O silêncio que se seguiu foi cortante. Apenas um leve ruído vinha de trás de uma porta fechada—tosse seca e fraca. Os minutos passaram. Quinze. Depois vinte. Foi então que a verdade me atingiu como um soco no estômago: ninguém viria.

Senti uma onda de autopiedade me tomar, até ouvir um soluço abafado. Olhei para Ruth. Lá estava ela, encolhida, os olhos cheios de lágrimas. E, de repente, todo o meu desânimo se transformou em algo diferente.

Meu coração de criança se inflamou de empatia. Senti raiva das trinta e cinco crianças que não apareceram, de todos que deixaram Ruth sozinha no próprio aniversário. Endireitei-me, firmei os pés no chão e anunciei, com toda a convicção de que fui capaz:

— Para que precisamos dos outros?

O olhar assustado de Ruth se transformou em um sorriso hesitante. Depois, em um brilho de animação.

Duas meninas de oito anos. Um bolo de três andares. Trinta e seis xícaras de chocolate quente. Sorvete, refrigerante, jogos, prêmios, e uma festa que, de repente, não precisava mais de ninguém além de nós.

Não encontramos fósforos para as velas, então fingimos acendê-las. Cantei “Parabéns” enquanto Ruthie pedia um desejo e apagava as chamas imaginárias. Jogamos todos os jogos. Ela venceu o de “colocar o rabo no burro”, mas disse que aniversariantes não podiam ficar com os prêmios. Então, me deu o dela. Dividimos os enfeites de festa: metade para cada uma.

O tempo passou voando. Logo, a buzina do carro da minha mãe soou lá fora.

Enquanto me despedia, ainda rindo, corri para o carro, explodindo de felicidade.

— Mamãe, ganhei todos os jogos! Bem… a verdade é que a Ruthie ganhou um, mas me deu o prêmio porque disse que aniversariantes não podem ganhar. E dividimos tudo, metade para cada uma. Ela adorou o jogo de banheiro, mãe!

Parei por um instante. Olhei para minha mãe. Seus olhos estavam cheios de lágrimas.

Então, ela me abraçou forte e sussurrou:

— Estou tão orgulhosa de você.

E foi nesse dia que aprendi que uma pessoa pode mudar tudo.

A minha mãe mudou o meu dia. Eu mudei o aniversário de Ruthie.

Um sorriso, um gesto, uma decisão—tudo isso pode transformar vidas.

E se podemos mudar a vida de alguém, que seja para melhor. Que nossas ações tragam sorrisos em vez de lágrimas. Que troquemos solidão por companhia, desprezo por empatia, indiferença por carinho.

Porque, no fim, não é o que recebemos que nos define, mas sim o que escolhemos dar ao mundo."
___________
Desconheço autoria

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“Houve um tempo em que eu permitia que tudo me atingisse, cada tempestade me arrastava, cada vento desordenava meus dias...
07/03/2025

“Houve um tempo em que eu permitia que tudo me atingisse, cada tempestade me arrastava, cada vento desordenava meus dias. Eu era terra sem muralha, vulnerável ao caos do mundo. Mas aprendi, à força, que nem tudo merece resposta, que o silêncio pode ser mais valioso do que mil palavras e que a calma é um tesouro raro, frequentemente saqueado por aqueles que não sabem respeitá-la.

Levei anos para entender que não preciso abrir a porta para quem chega fazendo barulho, que a paz não é apenas um refúgio, mas um território que exige defesa. Hoje, escolho com precisão o que permito entrar na minha vida, não por orgulho, mas por sobrevivência. Não é frieza, é sabedoria. Porque aprendi, no mais duro dos caminhos, que nem todos merecem a versão de mim que tanto me custou reconstruir.”

Francisco Janaen

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Rio De Janeiro, Brazil
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