Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade - SBMFC

Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade - SBMFC Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
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05/12/2025

🚀 CBMFC 2027: inscrições oficialmente abertas!

O site do 19º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade já está no ar! E você, pessoa associada à SBMFC, tem acesso exclusivo ao primeiro lote com valor especial até 05/01/2026.

Não deixe para depois: garanta sua vaga no maior encontro nacional da Medicina de Família e Comunidade, que acontecerá de 21 (pré-congresso) a 25 de abril de 2027, em Porto Alegre.

Será uma oportunidade única de atualização científica, troca de experiências, networking qualificado e vivência intensa da MFC que estamos construindo juntos.

👉 Acesse agora a página oficial e faça sua inscrição: https://sbmfc.org.br/19cbmfc/

Vagas limitadas no lote exclusivo. Aproveite!

A interseção entre racismo e machismo estrutura violências específicas contra mulheres negras no ambiente profissional. ...
05/12/2025

A interseção entre racismo e machismo estrutura violências específicas contra mulheres negras no ambiente profissional. A hierarquia racial frequentemente as coloca em posições de subordinação, onde sofrem com a desvalorização de suas competências e a atribuição de tarefas menos qualificadas.

O assédio moral se manifesta por meio de cobranças excessivas, isolamento e críticas constantes, que minam sua autoestima e saúde mental. A naturalização dessas práticas e o medo de represálias criam barreiras para denúncias, agravadas pela precarização do trabalho em saúde, comum em determinados modelos de gestão, como o gerencialismo.

Essa dinâmica perpetua desigualdades, evidenciando a urgência de políticas antirracistas e de gênero nos espaços de trabalho.

BENTO, Berenice. Mulher Negra no Mercado de Trabalho. In: Histórias da Gente Brasileira. Org. Schwarcz, Lilia. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2023.

BRASIL. Ministério Público do Trabalho. Assédio Moral no Trabalho. Disponível em: www.mpt.mp.br. Acesso em: out. 2024.

05/12/2025

No Dia do(a) Médico(a) de Família e Comunidade, celebramos quem vive a saúde onde ela acontece: nos territórios, nas histórias e nas realidades diversas que acolhemos todos os dias.

Resiliência, paciência e amorosidade não são apenas virtudes — são ferramentas de trabalho.
Somos especialistas em gente: de toda cor, toda idade, todo gênero, toda caminhada.
Onde há luz e onde falta. Onde há riqueza e onde a desigualdade se impõe.

Seguimos firmes, atuando pela comunidade que nos atravessa e que também nos forma.
Hoje é dia de reconhecer essa prática que transforma, sustenta e aproxima.
Parabéns, médicas e médicos de família e comunidade!

O papel dos homens no enfrentamento da violência contra a mulher é fundamental e deve ser também ativo. A medicina de fa...
04/12/2025

O papel dos homens no enfrentamento da violência contra a mulher é fundamental e deve ser também ativo. A medicina de família e comunidade (MFC) atua de forma estratégica nesse contexto, tanto no acolhimento de vítimas quanto na intervenção junto aos homens, através de ações de prevenção e responsabilização.

Reconhecer os próprios privilégios e posições de poder, denunciar injustiças de gênero e confrontar discursos e práticas machistas no dia a dia são atitudes essenciais. Dividir o trabalho doméstico e o cuidado com os filhos, promover igualdade salarial e compreender a sobrecarga que recai sobre as mulheres também fazem parte desse movimento. Afinal, mulheres gastam quase o dobro de tempo do que homens na realização de tarefas domésticas (IBGE, 2022) e mulheres ocupam menos de 40% dos cargos de gerência nos setores público e privado (IBGE, 2024).

Oferecer apoio emocional, segurança, respeito e escuta qualificada tem impacto real. Assim como participar de iniciativas como a Campanha do Laço Branco e de grupos reflexivos que ajudam a desconstruir padrões culturais de violência.

Educar crianças em ambientes de respeito mútuo, sendo homens presentes e modelos positivos, é outro passo fundamental.

Fonte: Ferreira, E. M. B.; Jayme, J. G. “Grupos Reflexivos de Gênero para homens como estratégia de enfrentamento às violências contra as mulheres: resultados possíveis.” Em Sociedade, v. 6, p. 61-89, 2024. DOI: 10.5752/P.2595-7716.2024v6p61-89.

Ministério da Saúde. O cuidado à saúde do homem em contexto de violência e a proteção de meninas e mulheres no âmbito da APS.

03/12/2025

A SBMFC encerrou sua participação no 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva com muita troca, aprendizado e presença qualificada! ✨

Promovido pela @‌abrasco_oficial, o evento reuniu mais de 11 mil participantes, entre eles, centenas de médicas e médicos de família e comunidade que puderam se conectar, fortalecer a especialidade e conhecer mais sobre nossa atuação institucional.

Nosso estande, na área de exposição, virou ponto de encontro, reencontros e boas conversas. 💙 Além dos brindes, recebemos especialistas em gente que brilharam na programação científica, compartilhando experiências e vivências potentes da Atenção Primária à Saúde.

Seguimos juntos fortalecendo a MFC em todos os espaços! ✊🌿

👣✨ A Medicina de Família e Comunidade é feita de encontros, histórias e muita coletividade.No texto “Sozinha, nunca”, de...
03/12/2025

👣✨ A Medicina de Família e Comunidade é feita de encontros, histórias e muita coletividade.

No texto “Sozinha, nunca”, de Tia Mônica — publicado na terceira edição do livro Causos Clínicos — vemos a força de quem cuida e não caminha só.

Arraste para sentir essa poesia sobre a prática que abraça tudo o que chega. ➡️💚

A migração traz histórias, culturas e necessidades específicas de saúde. No Brasil, mulheres migrantes e refugiadas enco...
03/12/2025

A migração traz histórias, culturas e necessidades específicas de saúde. No Brasil, mulheres migrantes e refugiadas encontram no SUS não apenas barreiras linguísticas e burocráticas, mas também racismo, xenofobia e violência de gênero que dificultam seu acesso aos cuidados.

Essas barreiras se tornam especialmente graves na saúde sexual e reprodutiva, onde a comunicação efetiva é vital na prevenção de violência e identificação de sinais de gravidade. Garantir seu direito à saúde exige ação interseccional: educação permanente sobre racismo, gênero e interculturalidade para profissionais de saúde, uso criativo de ferramentas de tradução e articulação intersetorial entre saúde, assistência social e educação.

Saiba mais no texto completo publicado no site: https://go.sbmfc.org.br/7r0PQp

Aula aberta no YouTube | Hoje, 3 de dezembro, às 19h!A aula da semana está imperdível! Recebemos Camila Carvalho Matos, ...
03/12/2025

Aula aberta no YouTube | Hoje, 3 de dezembro, às 19h!

A aula da semana está imperdível! Recebemos Camila Carvalho Matos, pesquisadora recém-agraciada com menção honrosa no Prêmio CAPES de Tese 2025, um dos maiores reconhecimentos científicos do país.

Ela apresentará insights da pesquisa “Hesitação vacinal infantil e diferenciação social: um olhar interseccional sobre a (não) vacinação”, trazendo reflexões fundamentais para quem atua na APS e na MFC.

🔔 Ative o lembrete e participe ao vivo no YouTube da SBMFC!

“A luta das mulheres indígenas ultrapassa questões de gênero e se relaciona diretamente com a demarcação e a preservação...
02/12/2025

“A luta das mulheres indígenas ultrapassa questões de gênero e se relaciona diretamente com a demarcação e a preservação dos territórios tradicionais.”

As violências contra mulheres indígenas não podem ser entendidas de forma isolada, mas sim como parte de um processo histórico de colonização, violação territorial e opressão estrutural. As violências físicas, psicológicas, se***is e políticas contra mulheres indígenas decorrem de práticas coloniais que continuam operando no presente, produzindo exclusão, racismo e vulnerabilidade social.

As consequencias de invasões, desmatamento, mineração, retirada de direitos ou ataques às terras indígenas, recai diretamente sobre as mulheres, aumentando riscos como abuso sexual, exploração, deslocamento forçado e adoecimento.

Referência:

ABREU, Ana Cláudia da Silva. Violência contra mulheres indígenas: feminismo comunitário e o território-corpo como forma de resistência. Revista da Defensoria Pública do Distrito Federal, Brasília, v. 4, n. 1, p. 165–184, 2022.Disponível em: https://revista.defensoria.df.gov.br/revista/index.php/revista/article/view/165.

“O Racismo está associado a eventos cardiovasculares e ao envelhecimento acelerado de pessoas pretas e pardas”.O ELSA-Br...
02/12/2025

“O Racismo está associado a eventos cardiovasculares e ao envelhecimento acelerado de pessoas pretas e pardas”.

O ELSA-Brasil, um estudo longitudinal sobre a saúde de adultos, reúne uma coorte multicêntrica composta por 15 mil servidores de seis instituições públicas de ensino superior. Seu propósito é acompanhar a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis. Os achados do estudo indicam que desigualdades raciais influenciam o aparecimento antecipado de enfermidades associadas ao envelhecimento, especialmente aquelas que envolvem riscos cardiovasculares em populações racializadas.

Verificou-se que a incidência de síndrome coronariana (fatal e não fatal), procedimentos de revascularização, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca é 63% mais elevada entre pessoas pretas e pardas em comparação com pessoas brancas.

Essas evidências reforçam a hipótese de que indivíduos submetidos a condições sociais desfavoráveis acumulam maior desgaste biológico ao longo da vida.

Como consequência, a saúde passa a refletir as desigualdades estruturais, evidenciando como o racismo e outras formas de exclusão social se manifestam no corpo e contribuem para um processo de adoecimento mais precoce.

Referências: Artigo Racism, weathering, and majos adverse cardiovascular events: the ELSA-Brasil study.

Autores: Amanda Viana Machado, Luan Giatti, Lidyane Camelo, Enrico Antônio Colosimo, Isabela Bensenor, Paulo A Lotufo, Sandhi Maria Barreto. Instagram @‌elsabrasilmg

No mundo todo, mulheres enfrentam mais barreiras para acessar serviços de saúde — e isso não é apenas uma questão indivi...
30/11/2025

No mundo todo, mulheres enfrentam mais barreiras para acessar serviços de saúde — e isso não é apenas uma questão individual, mas estrutural.

Normas de gênero, sobrecarga de cuidado, desigualdade econômica e até vieses nos serviços de saúde fazem com que muitas mulheres cheguem mais tarde ao diagnóstico, tenham menos acesso a procedimentos e piores desfechos em diversas doenças.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas iniquidades são “injustas, evitáveis e resultado direto das relações desiguais de poder”.

Falar sobre violência de gênero também é falar sobre o direito das mulheres à saúde integral, acessível e livre de discriminação.

No 25 de novembro, reafirmamos: não há equidade em saúde sem igualdade de gênero.

📚 Fontes: WHO Commission on Social Determinants of Health (Sen, Östlin & George, 2007); Global Public Health, 2008; NEJM, 2005.

A violência contra a mulher é um problema coletivo, que desestrutura famílias e a própria comunidade, exigindo ações con...
29/11/2025

A violência contra a mulher é um problema coletivo, que desestrutura famílias e a própria comunidade, exigindo ações conjuntas para sua erradicação. Intervenções restritas ao nível individual são importantes, mas podem ter efeito limitado diante da magnitude do problema e as intervenções comunitárias podem gerar impacto positivo na redução da aceitação da violência e na promoção de respostas mais eficazes às vítimas.

A conscientização de todos os setores sociais é necessária para a construção de novos valores e relações baseadas na equidade de gênero, superando padrões culturais que historicamente legitimam a violência. A abordagem comunitária se mostra como um potente caminho de ação na luta pela prevenção e combate a violência contra a mulher.

Uma atuação comunitária eficaz depende do fortalecimento das redes de proteção que envolvem saúde, assistência social, educação, justiça e segurança pública. A integração dessas redes pode viabilizar o apoio psicológico, jurídico, social e econômico, promovendo autonomia e favorecendo a reintegração das mulheres em situação de violência.

Endereço

Avenida Franklin Roosevelt, 39/sala 1311/Centro
Rio De Janeiro, RJ
20.021-120

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00

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