Corporificando o Ser - Joanna Franco

Corporificando o Ser - Joanna Franco Joanna Franco é psicóloga, atua sob a perspectiva transdisciplinar pensando o corpo como potente dispositivo de transformação subjetiva.

pés asas ou desejo de ser gaivota.alço voos com os pés. esse tem sido o tônus necessário.raízes flutuantes que encontram...
10/06/2020

pés asas ou desejo de ser gaivota.

alço voos com os pés. esse tem sido o tônus necessário.

raízes flutuantes que encontram nos céus os impulsos de cuidado.
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"O que conta não é a cabeça. São os pés! Você tem de saber onde põe os pés. São os pés! São eles os grandes leitores, do livro do mundo, da geografia. Não é sobre a cabeça que você anda. Tenho de saber onde ponho os pés. Os pés são o lugar de recepção do que virá ser o tônus. Por isso é que toda mãe começa fazendo cócegas nos pés. Trata-se de ficar de pé, de fazer uma distribuição do tônus, para ir para algum lugar. Mas é com os pés que você vai, não com a cabeça!"

François Tosquelles me deu uma provocada gostosa, bateu saudade grande dos grupos de movimento,
do encontro, dos corpos, das pausas, ritmos, escutas, de fazer com, de comover.

Já deixo aqui um aviso de que em breve vai rolar o Corporificando versão online.

Até!

Semana passada, compartilhei sobre a minha experiência com o Covid-19 para as meninas do . Por conta do isolamento, fize...
09/05/2020

Semana passada, compartilhei sobre a minha experiência com o Covid-19 para as meninas do . Por conta do isolamento, fizemos a entrevista por áudio de WhatsApp.Falei tanto que as meninas tiveram que dar uma editada! rs
Agradeço o convite, valeu meninas!

Simbora escutar mulheres, temos muito a dizer.

(with .for.insta)..
Doença nova, mundo novo. A gente não tinha vivido nada parecido. Nem nossos pais, nem nossos avós. É por isso que há muitas dúvidas no ar. E várias delas ainda sem resposta, apesar de tanta gente estar falando sobre o assunto. O Ventre Nós decidiu conversar então sobre o quê, no meio desse mar de notícias, a gente ainda quer saber. Nesse primeiro episódio sobre coronavírus, ouvimos a Joanna Franco - , uma psicoterapeuta de 36 anos que teve a Covid-19 em março. Ela conta como foi se cuidar sozinha, fala sobre os sintomas que apareceram e as sensações que o isolamento e a falta de respostas causaram durante o período que esteve debilitada.
O link para ouvir no Spotify tá sempre na bio, mas você tb encontra a gente no YouTube, Deezer e outros apps de podcasts.
Nesse episódio, o Ventre Nós estreia uma nova identidade visual feita pela maravilhosa e também uma nova identidade sonora produzida pela querida .araujo 💕

Eu sonho profundo.Um sonho com um quê da utopia do Galeano, que sempre faz caminhar, que move, desloca, que me mantêm vi...
08/05/2020

Eu sonho profundo.

Um sonho com um quê da utopia do Galeano, que sempre faz caminhar, que move, desloca, que me mantêm viva.

Agora, mais do que nunca, viver é necessário.

Sonhar também.

07/12/2019

Angel faz a Câmara Municipal dançar.

Dancemos todes na vida.

Dançar (R)evoluciona o mundo!

"O encontro é uma ferida. Uma ferida que, de uma maneira tão delicada quanto brutal, alarga o possível e o pensável, sin...
05/08/2019

"O encontro é uma ferida. Uma ferida que, de uma maneira tão delicada quanto brutal, alarga o possível e o pensável, sinalizando outros mundos e outros modos para se viver juntos, ao mesmo tempo que subtrai passado e futuro com a sua emergência disruptiva.

O encontro só é mesmo encontro quando a sua aparição acidental é percebida como oferta, aceite e retribuída. Dessa implicação recíproca emerge um meio, um ambiente mínimo cuja duração se irá, aos poucos, desenhando, marcando e inscrevendo como paisagem comum. O encontro, então, só se efectua – só termina de emergir e começa a acontecer – se for reparado e consecutivamente contra-efectuado – isto é, assistido, manuseado, cuidado, (re)feito a cada vez in-terminável.

Muitos acidentes que se poderiam tornar encontro, não chegam a cumprir o seu potencial porque, quando despontam, são tão precipitadamente decifrados, anexados àquilo que já sabemos e às respostas que já temos, que a nossa existência segue sem abalo na sua cinética infinita: não os notamos como inquietação, como oportunidade para reformular perguntas, como ocasião para refundar modos de operar."

Imagem: Erhard Löblein
Texto: 2013. O encontro é uma ferida. In Trilogia Secalharidade. Lisboa: Ghost Editores

"O corpo não é mais o obstáculo que separa o pensamento de si mesmo, aquilo que deve superar para conseguir pensar. É, a...
10/06/2019

"O corpo não é mais o obstáculo que separa o pensamento de si mesmo, aquilo que deve superar para conseguir pensar. É, ao contrário, aquilo em que ele mergulha ou deve mergulhar, para atingir o impensado, isto é, a vida.”

Deleuze

O CORPO É BRINQUEDO. E ponto final. Na real, isso é só um começo do festival inteiro que o corpo por si só é. Sábio Gale...
03/06/2019

O CORPO É BRINQUEDO. E ponto final. Na real, isso é só um começo do festival inteiro que o corpo por si só é.
Sábio Galeano, o corpo é mesmo uma festa.



Na semana passada, foi a semana mundial do brincar, nós, psis da Casa da Árvore (com essa pegada corporal nas veias. rs), propomos brincar com o corpo, com os sentidos.

Nem é tanta novidade, criança faz isso o tempo inteiro, mas, assim como nós, adultos, eles também estão imersos nessa sociedade contemporânea tecnológica. Somos nós que os educamos. (Bora, cuidar disso, gente grande!!!)


Fizemos um tapete sensorial com diversas texturas, diferentes estímulos. Levamos muitos elementos naturais, folhas, galhos, flores, terra, barro, pedras, plantas. A criançada das cidades têm vivido uma desconexão com o que é natural, com a natureza. Tanto quanto nós.
Só parar pra pensar, quando você pisou descalço numa graminha? Qual a última vez que sentiu a temperatura da terra? Quando sentiu cheiros muitos de uma imersão na mata? Quando experimentou novos cheiros, sabores, movimentos, comportamentos, gestos, encontros, caminhos...

Por aí vai. BORA BRINCAR, MINHA GENTE, BORA VOLTAR A SER CRIANÇA-CURIOSA-EXPLORADORA NA VIDA, COM-A-VIDA.


Winnicott nos provoca dizendo que: "É no brincar, e talvez apenas no brincar, que a criança ou o adulto fruem na sua liberdade de criação", e completa: "é no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self)"



Tentamos levar um pouquinho isso

Fechamos os olhos, experimentamos novos cheiros, novas sensações, novos sons. Pisamos em terra, pisamos sentindo como pisar, esmiuçando o que sentíamos, aguçando a curiosidade.

Movemos o corpo, o que já é beeem natural e comum às crianças, mas convidamos-os a escutar, perceber as sensações e brincar.



Elxs super adoraram e eu mais ainda.

BORA BRINCAR HOJE E CADA INSTANTE!

Para o estranhoPara a diferençaPara a alteridade
22/05/2019

Para o estranho
Para a diferença
Para a alteridade

PrahojePratododia
15/05/2019

Prahoje
Pratododia

Danço instantes, incertezas, marcas, desassossegos.Danço resignificando afetos, traçando novos contornos.Abrindo brechas...
29/04/2019

Danço instantes, incertezas, marcas, desassossegos.

Danço resignificando afetos, traçando novos contornos.
Abrindo brechas, vivenciando outra relação de espaço-tempo.

Danço para inaugurar novos modos de existir.

DANÇO POR QUE TRANSBORDO.

Dia da dança.

10/04/2019
10/04/2019

Endereço

Rio De Janeiro, SP

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