29/12/2025
Às vezes a dor é real.
Física. Intensa. Sensível ao toque.
Nesse momento, eu estava com dor. Muita dor. Uma dor neuropática (nos nervos) exatamente na área em que a Gabriela estava me abraçando.
Mas o abraço da minha filha não pediu licença.
Veio em forma de carinho, de presença, de amor puro.
E ali eu entendi, mais uma vez, que o amor é maior do que a dor.
O amor não nega o sofrimento, mas o transcende.
Ele não elimina a dor, mas dá sentido a ela.
O amor é entrega.
É pensar menos em si e mais no outro.
É sacrifício — e, paradoxalmente, é exatamente aí que mora a recompensa.
Porque esse momento não volta.
Esse sorriso não se repete.
Essa fase passa.
E nenhuma dor é maior do que perder a chance de viver o agora com quem amamos.
O amor fortalece. Sustenta. Cura por dentro.
Que a gente nunca seja tão autocentrado na própria dor a ponto de deixar passar os momentos únicos que o amor nos oferece.
Porque, no fim, o amor sempre vence.
Às vezes a dor é real.
Física. Intensa. Sensível ao toque.
Nesse momento, eu estava com dor. Muita dor.
Mas o abraço da minha filha não pediu licença.
Veio em forma de carinho, de presença, de amor puro.
E ali eu entendi, mais uma vez, que o amor é maior do que a dor.
O amor não nega o sofrimento, mas o transcende.
Ele não elimina a dor, mas dá sentido a ela.
O amor é entrega.
É pensar menos em si e mais no outro.
É sacrifício — e, paradoxalmente, é exatamente aí que mora a recompensa.
Porque esse momento não volta.
Esse sorriso não se repete.
Essa fase passa.
E nenhuma dor é maior do que perder a chance de viver o agora com quem amamos.
O amor fortalece. Sustenta. Cura por dentro. Acessa forças que nunca imaginamos ter.
Que nosso foco nunca seja tão centrado na própria dor a ponto de deixar passar os momentos únicos que o amor nos oferece ou nos faça perder o amor em si.
Porque, no fim, o amor sempre vence. O amor de Deus é que vem de Deus.
Obrigado por seres assim tão maravilhosa, carinhosa e amorosa minha castainha.