Terapia Focada nas Emoções

Terapia Focada nas Emoções O Instituto Brasileiro de Terapia Focada nas Emoções e Psicoterapias Integrativas é o primeiro re

Você já atendeu pacientes que sentem culpa só de pensar em se priorizar?Na prática clínica, esse movimento diz muito mai...
08/05/2026

Você já atendeu pacientes que sentem culpa só de pensar em se priorizar?

Na prática clínica, esse movimento diz muito mais sobre a história do paciente do que sobre o presente. Muitas vezes, estamos diante de vivências marcadas por hiper responsabilização na infância, quando a criança precisou ocupar um lugar que nunca deveria ter sido dela.

E hoje, ao tentar se colocar em primeiro plano, surge a crítica interna… como se cuidar de si fosse errado.

É nesse ponto que o trabalho clínico se aprofunda: acolher a dor, compreender as origens e construir novas formas de se relacionar consigo mesmo.

Porque transformar o passado não é apagar a história, é ampliar as possibilidades de escolha no presente.

E, para isso, algo é indispensável: presença, paciência e suporte terapêutico qualificado.

✨ Quer aprofundar seu olhar sobre vínculos e apego na prática clínica?

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Faz sentido pra você? Me conta nos comentários
05/05/2026

Faz sentido pra você? Me conta nos comentários

Hoje é Dia do Trabalho, e a gente queria parar um momento para falar com você, psi. Sustentar emoções, acolher histórias...
01/05/2026

Hoje é Dia do Trabalho, e a gente queria parar um momento para falar com você, psi. Sustentar emoções, acolher histórias difíceis e estar presente para cada paciente exige muito de quem você é como pessoa, e isso raramente é dito em voz alta.

Na Terapia Focada nas Emoções, acreditamos que um terapeuta que cuida das próprias emoções consegue oferecer um cuidado mais inteiro e mais humano.

Se você sente que precisa de um espaço para isso, a Formação em TFE Presencial no Rio de Janeiro está com inscrições abertas para a última turma do semestre e as vagas são limitadas. Fale conosco.

Quando o ciúmes chega como demanda no consultório, a queixa que o paciente traz raramente revela de imediato o que está ...
30/04/2026

Quando o ciúmes chega como demanda no consultório, a queixa que o paciente traz raramente revela de imediato o que está por trás. Identificar o tipo de ciúmes é o que permite ao terapeuta calibrar o olhar clínico e acessar a emoção que de fato precisa ser trabalhada.

Na Terapia Focada nas Emoções, o comportamento é sempre o ponto de partida, nunca o destino. O que transforma é o contato com a emoção primária que está por trás de tudo isso.

E você, psi, quando o ciúmes chega como demanda, como tem sido o seu olhar clínico sobre a emoção que está por trás?

O ciúme é uma emoção que grita… mas o que ele está tentando dizer?Ir além da narrativa e acessar a experiência interna d...
28/04/2026

O ciúme é uma emoção que grita… mas o que ele está tentando dizer?

Ir além da narrativa e acessar a experiência interna do paciente é o que realmente nos ajuda a compreender o que sustenta o sofrimento.

Na formação, trabalhamos para que você desenvolva esse olhar e possa facilitar, com mais profundidade, os processos emocionais.

Queremos ouvir vocês: o que o ciúme dos seus pacientes tem revelado na clínica?

Venha aprender, na prática, como transformar emoções com emoções em nossa formação presencial no Rio de Janeiro.        ...
24/04/2026

Venha aprender, na prática, como transformar emoções com emoções em nossa formação presencial no Rio de Janeiro.

A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de serem confessados no consultório.Isso acontece porque fomos ensinados a v...
21/04/2026

A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de serem confessados no consultório.

Isso acontece porque fomos ensinados a vê-la apenas como uma falha ética.

Mas, na Terapia Focada nas Emoções (TFE), a inveja é uma variável rica que aponta para as necessidades não atendidas do paciente.

Psi, como você tem manejado o tema da inveja na sua prática clínica?

Vamos conversar sobre os desafios desse tema nos comentários.

O diagnóstico deve ser um farol, nunca uma cela. Afinal, a emoção é o centro do processo, e a pessoa é sempre soberana s...
17/04/2026

O diagnóstico deve ser um farol, nunca uma cela.

Afinal, a emoção é o centro do processo, e a pessoa é sempre soberana sobre sua própria história.

Psi, nas suas sessões, quem você atende: a pessoa ou o diagnóstico? Conta pra gente!

O perdão é um destino possível, mas nunca deve ser um objetivo imposto na terapia.Na Terapia Focada nas Emoções (TFE), e...
14/04/2026

O perdão é um destino possível, mas nunca deve ser um objetivo imposto na terapia.

Na Terapia Focada nas Emoções (TFE), entendemos que o sofrimento persistente muitas vezes está ligado a feridas relacionais profundas.

No entanto, empurrar um paciente para o perdão antes que ele tenha processado a raiva protetiva ou a dor do abandono pode ser uma forma de invalidação.

E você, psi, como tem manejado o tema do perdão na sua prática clínica?

Que tal conversarmos nos comentários sobre os desafios que esse tema traz?

Tem atendimentos que são diferentes.Não pela gravidade.Não pela complexidade.Mas porque, no meio da fala do paciente…alg...
28/03/2026

Tem atendimentos que são diferentes.
Não pela gravidade.

Não pela complexidade.
Mas porque, no meio da fala do paciente…
alguma coisa em voçê reconhece.

Ele fala…
e cada frase parece abrir uma gaveta da sua própria história.
E voçê pensa, bem baixinho:
“Isso eu conheço.”
A gente estuda anos.
Teoria. Técnica.
Aprende a manejar casos....

Mas tem coisa que não está em livro nenhum.
Tem dor que a gente só entende
porque já atravessou.

Tem paciente que chega contando uma perda…
e voçê lembra da sua.
Fala de ansiedade…
e seu corpo reconhece

É desafiador?
Muito.
E ali existe um risco —
se fechar.
Mas existe também uma potência enorme.

Porque tem dores que a gente só compreende com profundidade
não porque leu sobre elas…
Mas porque viveu.

A experiência não substitui a técnica.
Mas afina a escuta.
A nossa história pode ser gatilho.

Mas pode ser ponte também.
Se isso já aconteceu contigo no consultório,

talvez seja hora da gente falar sobre essas experiências que também nos atravessam.

Quando o paciente evita, racionaliza… ou muda de assunto bem na hora da emoção,é quase automático pensar:“Ele está resis...
26/03/2026

Quando o paciente evita, racionaliza… ou muda de assunto bem na hora da emoção,
é quase automático pensar:

“Ele está resistindo.”

Mas…
e se não for resistência?
E se for proteção?
Proteção contra a vergonha.

Contra o abandono.
Contra sentir algo que ainda dói como se fosse agora.
Às vezes não é incapacidade emocional.

É sobrevivência emocional, uma forma de se proteger do que já doeu demais.

Tem paciente que explica tudo com lógica impecável…
mas quando a emoção começa a aparecer, ele desvia.

Não é frieza.
É medo de transbordar.
Chamar de resistência cria confronto.
Enxergar como proteção cria aliança, uma abraço.

A pergunta muda:
De “O que ele está evitando?”
para
“O que isso está tentando proteger?”

Você já mudou sua forma de interpretar esses movimentos do paciente?
O que aconteceu depois disso?

Conta aqui. Vamos trocar vivência, não só teoria

Endereço

Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, 215 – Sala 310 – Tijuca
Rio De Janeiro, RJ
20511230

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