08/05/2026
Você já atendeu pacientes que sentem culpa só de pensar em se priorizar?
Na prática clínica, esse movimento diz muito mais sobre a história do paciente do que sobre o presente. Muitas vezes, estamos diante de vivências marcadas por hiper responsabilização na infância, quando a criança precisou ocupar um lugar que nunca deveria ter sido dela.
E hoje, ao tentar se colocar em primeiro plano, surge a crítica interna… como se cuidar de si fosse errado.
É nesse ponto que o trabalho clínico se aprofunda: acolher a dor, compreender as origens e construir novas formas de se relacionar consigo mesmo.
Porque transformar o passado não é apagar a história, é ampliar as possibilidades de escolha no presente.
E, para isso, algo é indispensável: presença, paciência e suporte terapêutico qualificado.
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