31/03/2026
Um estudo multicêntrico brasileiro do GBPER, publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia (Bonamigo RR et al., 2025), avaliou 258 pacientes com rosácea atendidos em centros de referência e trouxe dados relevantes para a prática dermatológica.
A doença foi mais frequente em mulheres entre 35 e 65 anos, principalmente com fototipos II a IV, e apresentou gravidade leve a moderada na maioria dos casos.
Entre os principais fatores agravantes, destacaram-se exposições climáticas, alterações emocionais, bebidas alcoólicas e alimentos como pimenta, condimentos e bebidas quentes.
O estudo também evidenciou alta frequência de comorbidades (89%), especialmente endócrinas, psiquiátricas, cardiovasculares e gastrintestinais, reforçando a importância de uma abordagem clínica ampliada no manejo da rosácea.
E na sua prática clínica, quais fatores costumam desencadear ou agravar a rosácea nos pacientes? Compartilhe sua experiência nos comentários e marque um colega dermatologista para participar da discussão.
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