Psicóloga Bianca Martins

Psicóloga Bianca Martins Psicoterapia | Adultos
Saúde Emocional com foco em Ansiedade
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Semana passada a vida me desorganizou completamente…Na verdade foi a soma de alguns acontecimentos difíceis, inesperados...
12/03/2026

Semana passada a vida me desorganizou completamente…

Na verdade foi a soma de alguns acontecimentos difíceis, inesperados, daqueles que parecem que se organizam para chegar todos de uma vez e que parecem tirar o chão.

Eu chorei.
Chorei muito.
Meu corpo sentiu.
Dor de cabeça, olhos inchados, a cabeça pesada, aquela sensação de impotência, que às vezes aparece quando a vida aperta demais.

E eu precisei fazer o que muitas vezes incentivo minhas pacientes a fazerem:
Parar um pouco para cuidar da própria dor.
Afinal, não consigo dar o meu melhor e cuidar do outro sem cuidar de mim primeiro.

Nem sempre a gente consegue resolver tudo imediatamente.
Mas às vezes o que sustenta a gente no meio do caos é ter espaço para sentir.

Algo que fez muita diferença nesses dias é o amparo de vínculos seguros.

O amor da minha filha, meu parceiro de vida, mãe, minha tribo do nosso espaço seguro, pessoas próximas que me escutaram, me acolheram e validaram o que eu estava sentindo.

Isso não muda os acontecimentos.
Não resolve todos os problemas.
Mas muda completamente como atravessamos a dor.

Quando existe vínculo seguro, quando existe alguém que nos vê, nos escuta e nos acolhe…

A gente encontra um pouco mais de chão para continuar.

Hoje, por mais um dia eu levantei e segui trabalhando.
Não porque tudo já está resolvido.
Mas porque sei que não preciso atravessar tudo sozinha.

E talvez você também esteja vivendo uma fase difícil agora.

Se estiver, eu queria te lembrar de algo importante:
Você não precisa ser forte o tempo todo.
Você pode chorar, inclusive, deve chorar. O choro é uma ferramenta potente de regulação emocional.
Se permita sentir, dê voz ao que está sentindo.

Às vezes, o que mais nos ajuda a seguir é simplesmente ser vista, ser acolhida e saber que alguém caminha ao nosso lado enquanto atravessamos a tempestade.
Ah, os vínculos…. Poderosos vínculos 🫂

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

Você já se culpou por não conseguir sair do lugar e chamou isso de preguiça?A frase da imagem que é da minha querida e a...
09/03/2026

Você já se culpou por não conseguir sair do lugar e chamou isso de preguiça?

A frase da imagem que é da minha querida e amada professora e neurocientista, Franciele Maftum, revela uma verdade profunda: aquela trava invisível que você sente não é falta de força de vontade. O que muitas vezes chamamos de "paralisia" tem um nome na psicologia: Desamparo Aprendido.

No corpo, o desamparo é sentido como um peso nos membros, uma exaustão que o sono não cura e uma sensação de que o mundo está "mudo" ou distante. É uma emoção de abandono que se tornou um "vício" de proteção.

Quando vivemos situações difíceis onde a nossa voz não foi ouvida ou nossas necessidades não foram atendidas, nosso sistema nervoso aprendeu uma lição silenciosa: "a ajuda não virá"
Para nos poupar de mais dor, o cérebro entra em um estado passivo. Nós paramos de tentar porque, lá no fundo, o corpo acredita que o esforço será em vão.

Não é preguiça.
É o cansaço de quem tentou sobreviver sozinha por tempo demais.

O meu convite para você hoje: Respire fundo. Reconheça que o que você sente tem um nome e uma explicação neurobiológica. Você não é o problema; seu corpo apenas aprendeu a se proteger assim lá atrás.
A boa notícia é que, assim como o seu cérebro aprendeu esse mecanismo, ele também pode reaprender a se sentir seguro. O peso que você carrega começou em raízes que não são atuais, e olhar para elas é o primeiro passo para se libertar.

Me conta aqui nos comentários: você costuma ser muito dura consigo mesma quando se sente paralisada?

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

Enquanto o mundo se apressa em distribuir parabéns e mimos, os números nos contam uma história de terror que não podemos...
08/03/2026

Enquanto o mundo se apressa em distribuir parabéns e mimos, os números nos contam uma história de terror que não podemos mais ignorar.
O aumento trágico e assustador da vi0lênci@contra a mulher(física, psicológica, patrimonial e emocional), não é apenas uma estatística.
São nomes, são histórias, são vidas interrompidas ou estilhaçadas.

Este não é um post de celebração.
É um GRITO de SOCORRO!

Não há o que comemorar enquanto muitas de nós são vi0lentad@s a cada hora.

Enquanto profissional que acolhe dores femininas diariamente e como mulher, vejo as marcas profundas que a omissão causa.

A v!0lênci@ floresce no silêncio dos vizinhos, na piada machista no trabalho, na descrença da palavra da vítima e na ideia perigosa de que “em briga de marido e mulher não se mete a colher”

A responsabilidade é COLETIVA e INDIVIDUAL.

Se você vê, se você ouve, se você sabe... você tem o DEVER de agir. O silêncio diante de um comportamento abusivo é SER cúmplice. A luta pelo direito de existir sem medo tem que ser de TODOS. De TODOS.

Não nos queiram dóceis e em silêncio.
Nos queiram vivas e livres.

Que este 8 de Março não seja um dia de homenagens vazias, mas um marco de compromisso real com a vida de cada mulher.

Hoje, a nossa maior manifestação é a luta, é a ação!

Com muita revolta, com muita indignação…
BIANCA MARTINS

É na primeira infância que o terreno é fértil. É lá que se solidif**am as bases de como esses futuros homens enxergarão ...
07/03/2026

É na primeira infância que o terreno é fértil.
É lá que se solidif**am as bases de como esses futuros homens enxergarão o mundo, as mulheres e a si mesmos.

Se queremos um futuro sem machismo, sem misoginia e sem qualquer tipo de vi0lênci@ contra mulher, a prevenção tem um endereço: o quarto do nosso filho, a sala de aula, o exemplo dentro de casa.

• É na raiz que ensinamos que “homem não chora” é uma mentira que adoece e gera vi0lênci@
• É na raiz que mostramos, pelo exemplo, que o consentimento é a única base possível para qualquer relação.
• É na raiz que desconstruímos a ideia de que a força física é um privilégio de poder sobre o outro.

Educar meninos para o respeito, para a empatia e para a inteligência emocional não é uma tarefa opcional.
É a nossa maior contribuição para um mundo onde as mulheres não precisem mais lutar para sobreviver.

Neste Dia da Mulher, meu compromisso como mulher e profissional é este: olhar para a raiz. Convidar cada mãe, cada pai, cada educador para essa jornada coletiva de longo prazo. Vamos plantar amor e respeito!

Pelas mulheres que somos.
Pelos homens que eles podem ser.

Diante do cenário trágico e assustador que vivemos como mulher…
Com indignação
Com revolta
Com raiva
Deixo essa mensagem do fundo meu coração para que ela reverbere por aí no coração de cada pessoa, e que assim sementinhas sejam plantadas para colhermos bons frutos amanhã 🧡
BIANCA MARTINS
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental

Burnout não é apenas "estar muito cansada do trabalho" (Leia-se trabalho remunerado ou não)É uma experiência que acontec...
03/03/2026

Burnout não é apenas "estar muito cansada do trabalho" (Leia-se trabalho remunerado ou não)

É uma experiência que acontece em três camadas, e quando você começa a entender cada uma delas, começa a fazer mais sentido tudo o que você está sentindo.

1. Exaustão Emocional: você se sente drenada. Literalmente sem energia para mais nada.
Nem para as coisas que antes te davam prazer.

2. Despersonalização: você começa a se afastar das pessoas, a responder no automático, a perder a empatia que um dia foi sua maior força. Não porque você mudou de caráter, mas porque seu sistema nervoso está em modo de sobrevivência. Você se desliga até mesmo de você!

3. Baixa Realização Pessoa: aquela voz que diz "eu não sou boa o suficiente", "não estou conseguindo", "não faz diferença o que eu faço". Mesmo quando os fatos mostram o contrário.

O que o cérebro em burnout precisa não é de mais esforço. Ele precisa de ajuste, de descanso real, de mudanças de hábitos, de funcionamento.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

O descanso não é um luxo.Ele é necessidade.Estudos em neurociência mostram que momentos de pausa ajudam o cérebro a reor...
01/03/2026

O descanso não é um luxo.
Ele é necessidade.

Estudos em neurociência mostram que momentos de pausa ajudam o cérebro a reorganizar emoções, integrar experiências e reduzir o estado constante de alerta. Quando você não desacelera, seu corpo começa a semana ainda tentando se recuperar da anterior.
Isso é biologia.

Mas eu não quero que você transforme isso em mais uma obrigação.

Hoje não é para viver o perfeito, o ideal, o certo...
É para viver o possível, que te aproxima do seu bem estar, da sua saúde!

Qual é o menor gesto de cuidado que cabe na sua realidade hoje?

Talvez 3 minutos de respiração.
Talvez um café mais devagar.
Talvez não responder uma mensagem agora.
Talvez deitar um pouco mais.

Pequeno já é suficiente.

Me conta aqui:
O que você vai fazer hoje por você?

E se esse post te lembrar que você também importa, salva para reler quando a semana começar.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

Otimismo não é aquela coisa de "pensa positivo e tudo resolve"Otimismo, do ponto de vista da neurociência, é a forma com...
27/02/2026

Otimismo não é aquela coisa de "pensa positivo e tudo resolve"
Otimismo, do ponto de vista da neurociência, é a forma como você interpreta o que acontece com você.
E isso pode ter um impacto signif**ativo na sua vida.

Pesquisas mostram que pessoas otimistas têm menos depressão, mais resiliência, melhor saúde física e até vivem mais.

Para mães, o impacto é ainda mais marcante: o nível de otimismo na gravidez influencia diretamente o risco de depressão pós-parto. (Rosenfeld, 2018)

E o melhor: otimismo pode ser desenvolvido, em terapia, com intenção, com suporte e segurança 🫂

Fonte: Rosenfeld, A.J. The Neuroscience of Happiness and Well-Being. Elsevier, 2018.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

26/02/2026

Se você acorda cansada com frequência, seu corpo está te dizendo algo importante.

O sono não reparador é um dos sinais mais claros de desregulação do sistema nervoso.
Quando estamos em sobrecarga crônica, o cortisol, que deveria subir naturalmente de manhã para nos despertar com energia, começa a funcionar de forma irregular.
E aí o ciclo se fecha: você não dorme bem, acorda sem energia, passa o dia no limite, e à noite o cérebro ainda está em alerta quando deveria estar desligando.
Três práticas baseadas em evidências para começar a mudar isso:

☀️ Luz solar de manhã — 20 minutos de exposição logo ao acordar regula o relógio biológico
☕ Cafeína só até 14h — ela bloqueia os receptores de adenosina (a substância que induz o sono) por horas
📵 Telas fora 1h antes de dormir — a luz azul suprime a melatonina e mantém o cérebro ativado

Pequeno. Simples. Mas real.

Qual desses você consegue tentar hoje?

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
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Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
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26/02/2026

Sabe quando você fala "estou ansiosa", mas na verdade está exausta?
Ou quando diz "estou bem", mas o corpo está gritando o contrário?

A gente mistura essas experiências porque ninguém nos ensinou a diferenciá-las.
E quando não sabemos o que estamos sentindo, f**a difícil encontrar caminhos de cuidado para nos tirar desse estado.

Estresse → resposta a uma demanda. Pontual. Funcional.

Ansiedade → uma emoção. Preocupação antecipada. Te deixa deixa alerta.

Exaustão → colapso interno. Vazio. Distanciamento. Sensação que de não adianta, nada faz diferença.
Perda de sentido.

Os três têm marcadores diferentes no sistema nervoso. E pedem intervenções diferentes.

Quanto mais você entende o que está sentindo, mais você consegue se ajudar, e pedir ajuda certa.

Com qual dessas você mais se identif**a agora?

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
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Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

26/02/2026

Uma pequena mudança de linguagem que transforma a forma como você se enxerga:
De "EU SOU um caos" para "Hoje eu ESTOU sobrecarregada"
De "EU SOU fraca" para “Agora eu ESTOU sem recursos"
De "EU SOU um fracasso" para "Essa situação ESTÁ difícil para mim"

Quando você troca "sou" por "estou", o cérebro começa a entender que aquilo é um estado, não uma identidade.
Estados passam, se transformam, podem ser cuidados. Identidades parecem sentenças.
Essa mudança não é mágica, mas é um passo concreto de autocompaixão: parar de se definir só pelos seus momentos mais difíceis.
Experimenta repara como você tem falado de você mesma nos últimos dias. Isso já diz muito sobre como você se trata por dentro.

Marca aqui alguém que precisa desse lembrete com carinho.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
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Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
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Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

25/02/2026

Três sinais de que o seu sistema nervoso está pedindo socorro (e não mais produtividade ou uma melhor organização):

1️⃣ Cansaço que não passa, mesmo dormindo.
2️⃣ Irritação ou choro "do nada" por coisas pequenas.
3️⃣ Incapacidade de relaxar, mesmo quando você finalmente tem tempo.

Isso não é falta de força ou disciplina.
Muitas vezes é um corpo sobrecarregado, que fez muito, por muito tempo. Um cérebro há muito tempo está em modo de alerta, sem espaço para pausa e cuidado.

Você precisa de descanso real, limites saudáveis estabelecidos, apoio emocional, psicoterapia de tá difícil sozinha, e ter momentos em que você também é cuidada.
Seu corpo está falando com você há um tempo.
A pergunta é: você está ouvindo?

Se identificou? Compartilha com alguém que também vive nesse piloto automático.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
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Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

25/02/2026

Para a mãe que hoje está se sentindo a pior mãe do mundo: isso é para você 🌻

Autocompaixão não tira sua responsabilidade como mãe. O que ela tira é o peso da culpa que te paralisa, te silencia e te faz acreditar que você é o problema.

Frases como:
“Eu estou fazendo o melhor que consigo com o que tenho hoje"
"Errar com meu filho não me torna uma mãe ruim, me torna humana"
"Posso reparar, pedir desculpas e fazer diferente da próxima vez"

…não são "passadas de pano", são lembretes de humanidade.

A autocompaixão pode ser uma base sólida para reconstruir vínculo consigo mesma e com a sua criança, a partir de um lugar mais verdadeiro, e não de vergonha.

Salva esse vídeo para ouvir de novo quando precisar.
E manda para uma mãe que precisa ouvir isso hoje 🫂

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
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Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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