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Luis Aboim Psi Te ajudo a transformar esquemas mentais disfuncionais em mudanças duradouras.
➡️ PSICOLOGIA ESQUEMA POSITIVO
▶️ TERAPIA I SUPERVISÃO I TREINAMENTO

20/11/2025

Um paciente longínquo foi uma pessoa morando na Alemanha que foi indicado por um parente conhecido. A cultura, o clima as diferenças na comida e falta de convivência com amigos comuns estava provocando um grau de ansiedade que estava atrapalhando a vida profissional e afetiva.
Os esquemas identif**ados foram autossacrifício, negatividade e pessimismo, e privação emocional. OS modos de comportamento utilizados eram criança vulnerável, capitulador complacente.
Sua infância tinha sido dura, mas plena de experiencias com irmãos mais novos e primos, tendo de começar a trabalhar cedo para ajudar em casa. Sua ida para o exterior foi uma maneira de ganhar mais, mesmo se arriscando em terras diferentes, mas tinha coragem e perseverança, mas que estava fraquejando pelo esforço demasiado e por se sentir só.
Começamos aumentando a autoestima, através do levantamento das qualidades e sucessos dele. Em seguida estabelecemos metas para melhorar o relacionamento por uma garota que estava interessado nele. Focamos em positivismo, identif**ando o lado bom de todas as coisas diferentemente da rede neural negativa que ele estava utilizando com mais frequência. Isso aumentou a percepção dele para a realidade do aqui/agora, encontrando soluções para as dificuldades e obstáculos que poderiam surgir. Destacar que cada dificuldade precisava de uma solução, e que quando ele enfrentava e resolvia, ele se tornava mais capaz.
Com uma perspectiva mais positiva, a relação afetiva progrediu e hoje se sente orgulhoso pelos resultados que tem obtido na vida profissional.

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Ansiedade é a incerteza do futuro. É o conflito entre a realidade percebida com as memorias do passado. Nosso cérebro f*...
18/11/2025

Ansiedade é a incerteza do futuro. É o conflito entre a realidade percebida com as memorias do passado. Nosso cérebro f**a sem informações do que fazer, e a perspectiva do “quarto escuro” ativa nossa amigdala cerebral para uma postura de luta e fuga, ativando as supra renais liberando cortisol e adrenalina no sangue, e consequentemente se preparando para o pior, para o bicho papão que não vira.
Entretanto quando eu modifico minha intenção com a pergunta: Como eu posso resolver isso? Meu cérebro ativa o pré-frontal para encontrar uma solução através da atenção/percepção de soluções, utilizando a criatividade e perseverança.
Se eu estabeleço minha meta e me comprometo com ela meu cérebro deixa a postura de luta e fuga para a postura de Flow.

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16/11/2025

Outro médico que eu atendi veio com a queixa de desvalor intensa, questionando a própria existência. Separado já algum tempo, não conseguiu encontrar nenhuma companheira que fosse capaz de ama-lo por ele ser muito exigente e não merecedor.
Os esquemas identif**ados foram padrões inflexíveis, postura punitiva, negatividade e pessimismo além de autocontrole insuficiente. A família original típica foi percebida como severa, exigente, e às vezes, punitiva; desempenho, dever, perfeccionismo, cumprimento de normas, ocultação de emoções e evitação de erros predominam sobre o prazer, sobre a alegria e sobre o relaxamento. Geralmente, há pessimismo subjacente e preocupação de que as coisas desabarão se não houver vigilância e cuidado o tempo todo.
A pesquisa da linha da vida do crescimento identif**amos que o pai, religioso, tinha padrões muito severos fora da realidade em que viviam, e a mãe submissa, agravava os conceitos de moralidade e postura, não permitindo que o jovem pudesse expressar seus interesses com outras garotas, sendo reprimido e as vezes agredido psicologicamente.
Os modos de comportamento resultantes eram criança vulnerável, criança impulsiva e pai/mãe exigente e punitiva.
Focamos na ressignif**ação cognitiva dos padrões morais dos pais (Seu Zé e D. Maria). Identif**amos suas qualidades e sucessos, identif**amos uma pessoa que estava interessado nele, e que ela já havia recuado uma vez, mas que se ele permitisse seria uma oportunidade. Depois de muita ansiedade, ele se propôs a encontrar essa pessoa, que percebeu sua inibição e o fez ver que ele tinha muitas qualidades que ela apreciava. Os dois continuam juntos até hoje.

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13/11/2025

Há algum tempo, atendi um rapaz de 25 anos, filho único, que chegou ao consultório em meio a uma crise de herpes espalhada pelo tronco. Ele fazia tratamento dermatológico, mas percebia que o problema se agravava sempre que estava sob forte estresse emocional, principalmente relacionado aos pais. A mãe sofria de bipolaridade, e o pai, muito voltado para as crises dela, acabava deixando o filho de lado, o que gerava nele uma sensação constante de solidão e abandono.

Durante o processo, identifiquei alguns esquemas centrais: abandono, vulnerabilidade a danos e doenças, isolamento social e negatividade/pessimismo. Os modos mais ativados eram o da criança vulnerável e o do capitulador complacente, aquele que se submete para evitar conflito. A criança feliz estava quase ausente, já que ele teve poucas experiências positivas na infância. Por outro lado, o adulto saudável se mostrava forte, fruto da necessidade de se virar sozinho desde muito cedo.

Para ajudá-lo a se desvincular emocionalmente do estresse familiar, propus que passasse a se referir aos pais como “Dona Maria” e “Seu Zé”. Esse exercício simbólico ajudou a estabelecer limites e diferenciar o papel de filho do papel de adulto. Também trabalhamos na reconstrução da autoestima, reconhecendo suas conquistas e virtudes. Introduzi práticas como o uso dos direitos assertivos e a técnica do sanduíche, para que ele aprendesse a dizer “não” e a expressar o que realmente desejava sem culpa.

Com o tempo, ele passou a se posicionar melhor tanto em casa quanto no trabalho, sentindo-se mais confiante e menos vulnerável às crises da mãe. Na etapa final, traçamos metas construtivas para ele e para a esposa, estimulando comportamentos de enfrentamento mais saudáveis e a produção natural de dopamina, promovendo bem-estar e propósito de vida.

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09/11/2025

Certa vez, atendi uma moça nordestina que sofria com um sintoma persistente de falta de ar. Casada e mãe de duas filhas, ela já havia passado por diversos especialistas, mas nenhum conseguia encontrar uma causa física para o problema. Foi então orientada a procurar terapia psicológica. Durante o levantamento de esquemas, identifiquei abandono, desconfiança e abuso, dependência e vulnerabilidade a danos e doenças. Os modos mais ativados eram o da criança vulnerável e o do capitulador complacente. Tanto a criança feliz quanto o adulto saudável estavam muito enfraquecidos, o que explicava a dificuldade dela em se sentir segura e confiante.

Ao explorarmos sua história familiar, ficou claro o quanto a infância havia sido marcada por dor e desamparo. Quando era menina, um “amigo” do pai a molestou enquanto ela estava sozinha na sala. Ela contou para a mãe, que a proibiu de falar sobre o assunto para evitar confusão com o tal amigo. Em vez de acolhimento, ela recebeu silêncio e repressão. O mais difícil é que aquele homem continuava frequentando a casa da família.

Para ressignif**ar essa experiência, pedi que ela passasse a se referir aos pais como “Seu Zé” e “Dona Maria”, e ao agressor, pelos nomes e adjetivos que quisesse usar, para dar vazão à raiva e quebrar o ciclo de submissão. Em seguida, propus que expressasse tudo o que gostaria de ter recebido dos pais: proteção, carinho e segurança.

Na sessão seguinte, ela relatou algo marcante. A falta de ar havia desaparecido. Pela primeira vez, conseguia estar na casa dos pais sem sentir o peso daquela dor antiga. E mais: passou a reconhecer seu próprio poder de proteger as filhas, como sempre quis que tivessem feito por ela.

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06/11/2025

Um caso que me marcou foi o de um médico, já com certa idade, que havia se separado e voltado a morar com a mãe idosa para cuidar dela. Apesar das boas intenções, a convivência despertava nele uma raiva intensa e muita ansiedade, especialmente quando a mãe tinha o hábito de cutucar seu ombro enquanto falava com ele. Esse simples gesto o tirava do sério.

Durante o processo terapêutico, identifiquei os esquemas de subjugação, inibição emocional e postura punitiva, com os modos da criança vulnerável, criança enfurecida e pai/mãe punitiva. Ao revisitar sua história familiar, descobrimos que seu pai, também médico, era extremamente crítico e exigente, chegando a obrigá-lo a seguir a mesma profissão. Já a mãe, igualmente controladora, reforçava as cobranças e fazia esse mesmo gesto de cutucar quando ele, ainda menino, “não prestava atenção”.

Compreendendo a origem desses esquemas, propus um exercício simbólico: escrever cartas para o pai e a mãe, expressando tudo o que nunca pôde dizer, que precisava de apoio, e não de cobrança; de acolhimento, e não de repressão. Na sessão seguinte, ele contou que, em um momento de revolta, quando a mãe o cutucou novamente, disse tudo o que sentia, de forma intensa e emocionada. A mãe, já idosa, não compreendeu totalmente suas palavras, mas para ele foi libertador. Chorou, desabafou e, pela primeira vez, sentiu-se livre. Depois disso, o gesto da mãe deixou de incomodá-lo. Ele passou a enxergá-la como realmente era: uma mulher idosa, que agora precisava de cuidado, e não mais uma figura de controle.

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Muita gente acredita que sentir ciúme é normal, até certo ponto. Mas quando esse sentimento começa a gerar ansiedade, de...
04/11/2025

Muita gente acredita que sentir ciúme é normal, até certo ponto. Mas quando esse sentimento começa a gerar ansiedade, desconfiança e medo constante de perder quem se ama, o que está falando mais alto não é o amor, é a dor.

Por trás do ciúme exagerado, quase sempre existe um medo antigo: o medo do abandono. Esse padrão costuma nascer lá na infância, quando a criança enfrenta perdas, rejeição ou falta de segurança emocional. O cérebro aprende que o amor pode ir embora a qualquer momento e passa a reagir de forma intensa diante de qualquer sinal de ameaça.

É como se, dentro de um adulto aparentemente maduro, ainda existisse uma criança assustada, com medo de f**ar sozinha novamente. E toda vez que alguém demora a responder uma mensagem ou se mostra distante, essa ferida é reativada, trazendo à tona comportamentos desproporcionais e muito sofrimento.

A boa notícia é que isso pode mudar.
Na Terapia do Esquema, trabalhamos para identif**ar os gatilhos emocionais, entender a origem desse medo e reprogramar o cérebro para que ele volte a se sentir seguro. Com o tempo, o ciúme deixa de dominar e o amor passa a ser escolha, não desespero.

Se você sente que o ciúme tem atrapalhado seus relacionamentos ou sua paz emocional, eu posso te ajudar. Entre em contato comigo pelo WhatsApp (21) 97178-0555 e agende sua primeira sessão gratuita de avaliação. Será um prazer te acompanhar nesse processo de autoconhecimento e cura emocional. 💛

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02/11/2025

Uma das pacientes que mais me marcou foi uma jovem com um ciúme muito intenso e disfuncional em relação ao namorado. Ele gostava muito dela e se mostrava presente, mas qualquer pequena demora em responder ou dar atenção a outra pessoa, especialmente mulheres, a desestabilizava completamente, comprometendo o relacionamento.

Durante o processo terapêutico, identifiquei dois esquemas principais: abandono e busca por aprovação. Ao explorarmos sua história, descobrimos que ela havia perdido o pai ainda muito nova e, no mesmo período, também o cachorro que a acompanhara por mais de 15 anos. Essas perdas deixaram uma ferida profunda, e desde então qualquer situação que parecesse sinalizar um novo abandono despertava reações desproporcionais.

Os modos mais ativados eram o da criança vulnerável, da criança raivosa e o do pai/mãe exigente. Durante a terapia, trabalhamos na ressignif**ação cognitiva do esquema, ajudando-a a entender que aquele medo vinha de experiências passadas, não do relacionamento atual. Também desenvolvemos estratégias para regular suas emoções: técnicas de respiração, cuidados com a alimentação (evitando o jejum, que agravava o descontrole emocional) e reconhecimento dos gatilhos que reativavam o padrão disfuncional. Após alguns meses, ela já se sentia mais segura, confiante e capaz de focar nas coisas boas que vivia com o namorado, sem mais se deixar dominar pelo medo de perder.

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30/10/2025

Pessoas que apresentam esquemas do domínio de Autonomia e Desempenho Prejudicados costumam sofrer com baixa autoestima, insegurança e dificuldade para lidar com os desafios da vida. Elas se cobram demais, têm medo de errar e vivem tentando corresponder às expectativas dos outros.

Esses padrões emocionais geralmente surgem na infância, quando faltam incentivo e reconhecimento. E na vida adulta, se manifestam como autocrítica excessiva, procrastinação e sensação de incapacidade. Com a Terapia dos Esquemas, é possível identif**ar a origem dessa baixa autoestima e trabalhar a formação de novas redes neurais mais saudáveis, fortalecendo a autoconfiança, autonomia e maturidade emocional.

No vídeo de hoje, compartilho o caso de um adolescente de 15 anos que chegou à terapia com muita ansiedade e medo de não atender às expectativas da família e da escola. Durante o processo, usamos técnicas de decatastrofização, valorização de suas habilidades e exercícios para desenvolver autoestima e segurança. Meses depois, ele não só passou em todas as matérias como também aprendeu a confiar em si. Anos depois, me mandou uma mensagem contando que havia passado entre os primeiros colocados para Engenharia em uma universidade pública.

Esse é o poder da Terapia dos Esquemas: ela vai à raiz da dor e te ajuda a reconstruir a forma como se enxerga e reage diante da vida.

💬 Se você sente que está preso em padrões de autossabotagem, medo ou insegurança, eu posso te ajudar. Entre em contato pelo WhatsApp (21) 97178-0555 e agende sua sessão de Terapia dos Esquemas. A primeira consulta é uma avaliação totalmente gratuita pra identif**ar seus esquemas e traçar um plano de transformação emocional.

✨ Compreenda. Trabalhe. Transforme.

Você não é o que viveu, mas sim o que decide curar. E a Terapia dos Esquemas faz exatamente isso: te ajuda a entender po...
28/10/2025

Você não é o que viveu, mas sim o que decide curar. E a Terapia dos Esquemas faz exatamente isso: te ajuda a entender por que você sente, reage e escolhe como escolhe, para finalmente romper com os padrões emocionais que te aprisionam.

Muitas vezes, a gente acha que “é assim mesmo”: intenso demais, inseguro demais, carente demais... Mas na verdade, tudo isso vem de esquemas disfuncionais criados lá atrás, na infância e adolescência, e que continuam comandando a vida adulta sem que a gente perceba.

A boa notícia é que dá pra ressignif**ar essas feridas, desenvolver maturidade emocional e se libertar do que te impede de seguir em frente. Com a Terapia dos Esquemas, você não apenas entende a sua dor, você transforma a forma de viver.

💬 Se você quer dar o primeiro passo pra resolver sua vida emocional de verdade, eu posso te ajudar.
Agende sua sessão de Terapia dos Esquemas comigo, Luis Aboim, pelo WhatsApp (21) 97178-0555.
A primeira consulta é uma avaliação totalmente gratuita e online, pra te ajudar a compreender o que está por trás dos seus padrões e traçar um plano real de transformação.

✨ Entenda seus esquemas. Cure suas feridas. E viva a vida leve e inteira que você merece.

26/10/2025

Uma paciente de 40 anos, casada e com três filhos, apresentou queixa de ansiedade e dificuldade em dar conta do trabalho e das tarefas domésticas. Foi criada por uma mãe exigente e um pai ausente, além de uma irmã mais velha que demandava atenção. Para se sentir acolhida, passou a copiar os padrões de exigência da mãe e buscava atender aos desejos do pai para conquistar atenção. Com isso, desenvolveu esquemas de padrões inflexíveis e busca por aprovação, que persistiram na vida adulta, gerando insatisfação e ansiedade, sintomas controlados por medicação, mas sem tratar a causa real.

Esses padrões geralmente se manifestam como:
a) Perfeccionismo — atenção exagerada a detalhes e subestimação do próprio desempenho;
b) Regras rígidas — ideias inflexíveis de como as coisas “deveriam ser”, inclusive em áreas morais e éticas;
c) Preocupação constante com tempo e eficiência, necessidade de fazer sempre mais.

Famílias típicas de origem apresentam severidade, exigência e repressão emocional. O prazer e o relaxamento cedem espaço à obrigação, perfeição e medo de errar. Há pessimismo e a sensação de que, sem vigilância, tudo desaba.

Durante o processo terapêutico, após identif**ar os esquemas e a influência parental, trabalhamos a desvinculação emocional e o foco nela própria. O primeiro passo foi listar 10 qualidades e 10 conquistas pessoais, fortalecendo novas conexões neurais positivas. Iniciamos também a reparentalização limitada, oferecendo o acolhimento emocional que ela não recebeu, validando suas necessidades e reconhecendo o valor de cuidar de si, algo que antes ela via como egoísmo. Após seis meses, ela não necessita mais de medicação, mantém uma rotina com atividade física, autocuidado e momentos de lazer com o marido. Continua excelente profissional, mas agora sem a pressão de ser perfeita.

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🧠 Terapia do Esquema te ajuda a compreender seus padrões e a transformar sua vida.

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Rio De Janeiro, RJ
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