Ana Luz Francés

Ana Luz Francés Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ana Luz Francés, Psicoterapeuta, Rua Pompeu Loureiro 64, casa 06, Copacabana, Rio de Janeiro.

Psicóloga clínica, orgonoterapeuta, especialista em psicologia e sexualidade, consteladora familiar, fundadora e coordenadora da ONG Vida Viva e membro efetivo da ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento.

Já se sentiu mal por ver seu filho com baixa autoestima? Você é uma daquelas que constantemente tenta protegê-los do mun...
04/03/2026

Já se sentiu mal por ver seu filho com baixa autoestima? Você é uma daquelas que constantemente tenta protegê-los do mundo com unhas e dentes? Quando foi a última vez que você permitiu que ele fizesse algo que ele quisesse, sozinho?

Se você respondeu SIM a alguma dessas perguntas, eu vou te deixar 2 cenários que podem te mostrar como a autoestima é arruinada.

Imagine que sua filha sonha em ser astronauta.

Cenário 1

▪ Querendo tanto ajudá-la com os trabalhos escolares relacionados às ciências, acabamos fazendo tudo por ela, acreditando que tendo um trabalho "perfeito" ela será a melhor. (É bom participar ativamente da lição de casa, mas também devemos dar espaço para eles pensarem e resolverem problemas por si mesmos. Não devemos incentivar a dependência).

▪ Compramos livros e telescópios para ver as estrelas, mas não permitimos que ela mesma monte, fazemos isso por ela. (Uma coisa é supervisionar como está sendo montado e outra é nem deixar ela participar).

▪ Não deixamos ela testar experiências e explorar. (O excesso de proteção limita muito as crianças, as deixa inseguras, ansiosas e claro, diminui sua autoestima).

➡ Resultado: ela já não consegue mais imaginar que vai ser astronauta porque sabotamos seu sonho. Ao fornecer tudo o que achamos que ela precisa, na verdade limitamos suas possibilidades de desenvolvimento e, com isso, sua autoestima.

Cenário 2

▪ Colaboramos com ela sempre que ela nos pede ajuda com um trabalho escolar relacionado ao espaço e à tecnologia espacial.

▪ Fornecemos a ela um telescópio/livro/brinquedo/etc relacionado ao assunto de seu sonho e permitimos que ela o explore por conta própria desde o início. Se ela tem algum problema, ajudamos, mas sem intervir completamente no processo. O importante é que ela aprenda sozinha e se sinta orientada, não intervencionada ou incapacitada.

▪ Levamos ao planetário e avaliamos a possibilidade de iniciar um curso de ciências espaciais.

➡ Qual dos 2 cenários você acha que destrói ou fomenta a autoestima?

Ser onipresente e fazer tudo por nossos filhos, facilitar tudo e até sufoca-los com muita proteção, é muito prejudicial ao seu desenvolvimento.

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Quantas vezes você já disse aos seus filhos..."Não chore""Não é para tanto""Isso é bobagem"Eu sei que você faz isso porq...
26/02/2026

Quantas vezes você já disse aos seus filhos...
"Não chore"
"Não é para tanto"
"Isso é bobagem"

Eu sei que você faz isso porque dói vê-los sofrer e você quer que esse sofrimento dure o menor tempo possível. ⁠Mas, eu te dou um exemplo para que você possa ver de outro ponto de vista.

Imagine que você teve um dia difícil no trabalho, discutiu com um colega e chegou em casa muito brava. Você conta ao seu parceiro o que aconteceu e a resposta dele é "Não seja assim, não é grande coisa. Venha, vamos fazer o jantar e esquecer isso!"

O que você sentiria ao ouvir essas palavras?⁠ ⁠

A única coisa que seu parceiro quer é que você esteja bem e é por isso que ele tenta acabar com esses sentimentos "desagradáveis" que você está experimentando naquele momento. Mas é isso mesmo que você precisa? O que você gostaria que ele lhe dissesse naquele momento?⁠ ⁠

Respeite as emoções de seus filhos, dê espaço a elas e deixe eles sentirem, reconhecerem elas. Acompanhe eles com a sua presença.

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Tranquilize seu bebê ou criança dizendo: "Está tudo bem. Você está seguro. Estou bem aqui ao seu lado". Deixe-o saber qu...
24/02/2026

Tranquilize seu bebê ou criança dizendo: "Está tudo bem. Você está seguro. Estou bem aqui ao seu lado". Deixe-o saber que você está lá para protegê-lo. Dê-lhe um abraço e diga palavras calmantes para ajudá-lo a se sentir seguro.

À medida que ele cresce, converse e ouça-o. Fique calma e dê a ele paz de espírito. Ajude seu filho a colocar seus sentimentos em palavras e a experimentar coisas novas.

Acostume ele com uma pessoa nova enquanto você o abraça e o deixa se sentir seguro. Em pouco tempo, se essa pessoa for do agrado dele, deixará de parecer um estranho.

Quando precisar ficar longe, diga que voltará, dê um abraço, sorria e vá embora. Deixe seu filho aprender que você sempre volta.

Se ele tem medo do escuro, desenvolva uma rotina calmante para dormir. Leia ou cante para ele. Deixe ele se sentir seguro e amado.

Ajude-o a enfrentar seus medos pouco a pouco. Por exemplo, verifiquem juntos se não há monstros embaixo da cama dele. Com sua presença e apoio, seu filho verá por si mesmo que não há nada a temer e se sentirá corajoso.

Limite imagens assustadoras, filmes e programas infantis inadequados. Essas coisas só alimentam seus medos.

Ajude crianças e adolescentes a se prepararem para desafios como te**es ou trabalhos escolares. Deixe seu filho saber que você acredita nele.

A maioria das crianças sabe como enfrentar seus medos normais com a ajuda e o apoio de seus pais. À medida que envelhecem, eles superam os medos que tinham quando eram mais jovens. Porém, algumas têm mais dificuldade e precisam de mais ajuda para superar seus medos. Se os medos forem muito intensos e/ou impedirem uma criança de levar uma vida normal, eles podem ser um indicador de um transtorno de ansiedade.

Procure ajuda se os medos do seu filho:

▪ Parecerem muito intensos ou se eles continuarem além da idade normal
▪Fizerem com que ele fique muito angustiado ou faça birras
▪Forem um impedimento para que ele leve uma vida normal, como ir à escola, dormir sozinho ou ser separado dos pais
▪Causarem sintomas físicos (como dor de estômago, dor de cabeça ou batimentos cardíacos acelerados) ou se seu filho sentir falta de ar, tontura ou náusea.

É comum que as crianças sintam medo e é uma emoção que pode ajudá-las a serem cautelosas. O novo, o grande, o barulhento...
12/02/2026

É comum que as crianças sintam medo e é uma emoção que pode ajudá-las a serem cautelosas. O novo, o grande, o barulhento ou o diferente podem ser assustadores no começo.

Mas, do que elas têm medo?

As coisas as que assustam mudam à medida que envelhecem. Os medos mais frequentes e comuns por idades:

▪ Bebês sentem ansiedade em relação a estranhos. Quando têm entre 8 e 9 meses, são capazes de reconhecer os rostos das pessoas com quem convivem, por isso podem se assustar com novos rostos, mesmo o de um parente, além de terem suas preferências.

▪ Bebês mais velhos e crianças de até 3 anos de idade podem sofrer de ansiedade de separação. Eles não querem que seus pais os deixem na creche ou sozinhos na cama na hora de dormir.

▪ Dos 4 aos 6 anos têm medo de coisas "irreais". Usam a imaginação e sabem simular ou fingir, mas nem sempre são capazes de distinguir o que é real do que não é. Para eles, os monstros aterrorizantes que imaginam parecem reais. Muitas crianças têm medo do escuro e da hora de dormir. Isso também depende das suas experiências do dia e se tem exposição a telas e o tipo de conteúdo que assistem. Alguns temem ter pesadelos e também podem se assustar com barulhos altos, como trovões ou fogos de artifício.

▪ Já as mais velhas têm medo dos perigos da vida real. Por volta dos 7 anos ou mais, os monstros debaixo da cama já não as assustam (muito) porque sabem que não são reais. Nessa idade, algumas crianças começam a ter medo de coisas que podem acontecer. Temem que haja um "homem mau" em sua casa. Talvez tenham medo dos desastres naturais de que ouvem falar. Podem ter medo de serem feridos ou de que um ente querido possa morrer. As crianças em idade escolar também podem ficar ansiosas com o trabalho escolar, as notas ou a necessidade de se encaixar no grupo de colegas, dependendo da abordagem pedagógica.

▪ Adolescentes podem ter medos sociais. Sua aparência física ou o fato de se encaixar em seu grupo de pertencimento pode gerar ansiedade. E eles também podem ficar ansiosos ou assustados antes de entregar uma tarefa escolar, mudar de escola, fazer um grande teste ou jogar um jogo especial.

Em qual fase está o seu filho? 💜

▪ Se você está discutindo com seu parceiro ou pessoa de apoio com frequência▪ Se você se sente desconectada do seu parce...
10/02/2026

▪ Se você está discutindo com seu parceiro ou pessoa de apoio com frequência
▪ Se você se sente desconectada do seu parceiro/bebê
▪ Se não consegue se relacionar com seu bebê
▪ Se está tendo crises de ansiedade e pensamentos intrusivos
▪ Se seu parceiro está preocupado com você
▪ Durante a gravidez para ajudar a desenvolver ferramentas para o pós-parto
▪ Se você se sente triste, chorosa ou sem esperança com frequência
▪ Se você perceber que a gravidez trouxe à tona traumas do passado, ou se a gravidez/parto foram traumáticas

Pode ser difícil saber quando devemos pedir ajuda a um terapeuta. Muitas vezes pensamos que as coisas vão melhorar por conta própria ou não sabemos realmente no que um terapeuta pode nos ajudar. ⁠ ⁠

Se algum dos pontos da imagem ressoar com você, você pode se beneficiar de se conectar com um terapeuta. ⁠ ⁠

Não sabe onde procurar? ⁠Me manda uma mensagem que a clínica funcional do Vida Viva, onde eu sou coordenadora, pode te ajudar.

Encaminhe essa mensagem para quem precisa. 💜

Você pede desculpas ao seu parceiro ou aos seus pais quando comete um erro ou os magoa? Sim claro! Agora, você faz o mes...
05/02/2026

Você pede desculpas ao seu parceiro ou aos seus pais quando comete um erro ou os magoa? Sim claro! Agora, você faz o mesmo com seus filhos? Não é por serem crianças que não merecem o mesmo respeito ou a mesma atenção.

Esse é o exemplo que você está dando aos seus filhos. Você não pode reclamar se eles gritam com você, desrespeitam você, batem em colegas ou insultam seus irmãos, se você forjou um relacionamento baseado no desrespeito, se você gritou com eles e abusou da autoridade, os ignorou ou não levou em consideração, se os violou verbalmente, fisicamente ou emocionalmente, se os educou com julgamentos, rótulos ou comparações...

Todos nós já perdemos o controle em algum momento, é normal; nós somos humanos. O que não está certo é fingir que nada aconteceu e não aprender com nossos erros.

Lembre-se de que seus filhos aprendem por imitação, portanto, se eles virem que você é capaz de admitir e pedir desculpas quando comete um erro e tentar não repeti-lo, eles aprenderão a fazer o mesmo. Dê a eles o seu melhor.

Não tenha vergonha de se desculpar! Você pode dizer algo como:
"Me desculpe por gritar com você, não é sua culpa. Você é bom e eu te amo muito, mas os pais às vezes perdem a calma. Estou trabalhando minhas emoções para ficar mais calmo com você."

Compartilhe essa mensagem! 💜

Todas as crianças mentem em algum momento...(na verdade é um indicador de que elas já são capazes de se colocar no lugar...
03/02/2026

Todas as crianças mentem em algum momento...
(na verdade é um indicador de que elas já são capazes de se colocar no lugar do outro)

No entanto, algumas crianças mentem muito e outras muito pouco.

Isto é o que podemos fazer em casa para que nossos filhos estejam entre os segundos:

1- Nunca repreendemos ou punimos nossos filhos pequenos por mentirem.
(Está provado que envergonhar ou punir uma criança que mente é a melhor maneira de fazê-la mentir novamente)

2- Se suspeitamos ou sabemos que eles mentiram, sentamos com eles e dizemos:
"Eu sei que é um pouco difícil, mas eu prefiro que você me diga a verdade. Você sabe que pode confiar em mim e que nada vai acontecer com você"

3- Se nesse momento nos dizem a verdade, reconhecemos o que acabaram de fazer e não damos importância ao fato de terem mentido antes.
"O que você acabou de fazer, dizer a verdade, é muito difícil. Você foi muito corajoso. Bravo para você"

4- Se em qualquer outra situação difícil vemos que eles dizem a verdade, nós a reconhecemos novamente.
"Querida. Eu sei que o que você fez não foi muito certo, mas o que eu mais gostei é que você disse a verdade"

Todos nós, crianças ou adultos, precisamos de uma saída digna quando fazemos algo errado. É por isso que esses 4 passos funcionam tão bem.

Pense em um pai ou mãe especial que vai querer ler isso 💜

Quando decidimos dar o passo e começar a educar com amor e consciência, podemos nos sentir perdidas entre tantas dicas, ...
29/01/2026

Quando decidimos dar o passo e começar a educar com amor e consciência, podemos nos sentir perdidas entre tantas dicas, palpites, ferramentas...

Vou deixar 4 pontos que podem te ajudar a começar a educar de outra perspectiva.

1️⃣ Eduque a partir de seus valores. Ao educar a partir de seus valores, será mais fácil você permanecer no caminho certo. Você estará transmitindo aos seus filhos o que é tão importante para você.

2️⃣ Use as necessidades como ponto de união. Ouça e aceite as necessidades de toda a família, todas são válidas e todas estão bem.

3️⃣ Seja claro para onde quer ir, que mãe quer ser, que maternidade quer viver para seguir o caminho certo, aquele em que se sente confortável.

4️⃣ Vocês estão todos do mesmo lado. Como família, vocês são uma equipe, vocês remam na mesma direção. Sejam solidários uns com os outros. Todos merecem ser tratados com dignidade e respeito.

Espero que esses pontos ajudem você a começar a educar a partir do amor e da consciência.

Você acrescentaria algo mais? Te leio nos comentários 💜

Algumas pessoas acreditam que se não derem telas para os seus filhos enquanto eles comem, será impossível que eles o faç...
27/01/2026

Algumas pessoas acreditam que se não derem telas para os seus filhos enquanto eles comem, será impossível que eles o façam e ficarão desnutridos. Mas eu te dou aqui motivos de como as telas são prejudiciais nesse momento e como mudar isso:

1 - Quando seu filho come com um dispositivo digital na frente dele, ele nem percebe que está comendo, e pode comer muito mais, porque não está ligado à sensação de saciedade, trazendo riscos de obesidade. Além disso, com uma tela, você não garante de forma alguma que seu filho comerá mais frutas ou legumes, portanto, ele não comerá melhor, nem interagirá com a família no único momento da refeição.

2 - Por isso é importante marcarmos o limite de sem telas durante a refeição, mas isso deve ser combinado previamente, e para isso também recomendamos que você torne esse momento divertido, principalmente se essa regra em casa for nova e eles já estão acostumados com telas, pois pode haver problemas comportamentais. Fale sobre a comida que você está comendo, conte histórias ou discuta planos familiares.

3 - Claro que você deve dar o exemplo, a norma não deve ser autoritária apenas para os pequenos. Muitos de nós temos o mau hábito de comer com o celular ao nosso lado e respondemos a todas as mensagens que recebemos enquanto comemos, o que não é nada consistente se queremos incutir o bom hábito de comer sem aparelhos eletrônicos.

Seu filho tem dificuldade em comer sem tela?

Esses hábitos devem e têm que mudar se você deseja que seu filho adquira uma boa relação com a comida e com o que incorpora do mundo.

Marque uma mãe/pai que precisa ler isso 💜

A ansiedade tem muitos sintomas e pode ser muito diferente de criança para criança. Aqui estão alguns sinais comuns de q...
22/01/2026

A ansiedade tem muitos sintomas e pode ser muito diferente de criança para criança. Aqui estão alguns sinais comuns de que uma criança pode ter um transtorno de ansiedade:

▪ Problemas para dormir
▪ Queixar-se de dores de estômago ou outros problemas físicos
▪ Costuma evitar certas situações
▪ É mais “pegajoso” com os pais ou cuidadores
▪ Tem problemas para se concentrar na aula ou ser muito inquieto
▪ Tem acessos de raiva
▪ É muito autoconsciente

As crianças podem ser diagnosticadas com diferentes tipos de ansiedade, como: ansiedade de separação, ansiedade social ou fobia específica.

Como a ansiedade é tratada?

Quase todos os tipos de ansiedade são melhor tratados com terapia. Ao aprender a mudar pensamentos negativos e ações prejudiciais, as crianças podem mudar seus sentimentos ruins.

Uma parte importante do tratamento da ansiedade é chamada de prevenção de exposição e resposta. Na exposição e prevenção de resposta, o terapeuta ajuda a criança a enfrentar o que ela tem medo um pouco de cada vez. Ao lidar com o medo em pequenas quantidades em um espaço seguro, as crianças aprendem a lidar com os grandes sentimentos que surgem.

Compartilhe essa informação com outros pais. 💜

Mas natural não quer dizer que seja fácil…este é um dos piores mitos sobre a amamentação. Esse mito é responsável pelas ...
20/01/2026

Mas natural não quer dizer que seja fácil…este é um dos piores mitos sobre a amamentação. Esse mito é responsável pelas expectativas errôneas da mãe de que tudo será fácil e não algo a ser aprendido.

Também é responsável pela falta de apoio que as mulheres que amamentam recebem, seja na família, no trabalho ou mesmo na sociedade.

E aí as mães se perguntam porque é tão difícil para elas se é algo tão natural. Para proteger a amamentação, é urgente acabar com esse mito.

A amamentação exclusiva pode ser equivalente a 8 horas ou mais por dia... assim como um emprego de tempo integral. Amamentar um bebê pode queimar até 500 calorias diárias... o equivalente a correr por 1 hora. E isso sem considerar todas as outras coisas que as mães têm que fazer no dia a dia.

Então, amamentar é natural sim, mas pode ser difícil. Apoie uma mãe que amamenta e se você tem dificuldades para amamentar, procure ajuda.

E se precisar, conte comigo! 💜💜

O primeiro relacionamento pessoal do bebê importa muito. Por um tempo, no início de sua vida, esse primeiro relacionamen...
16/01/2026

O primeiro relacionamento pessoal do bebê importa muito. Por um tempo, no início de sua vida, esse primeiro relacionamento costuma ser o único que o bebê tem: segurança, alimentação, atendimento das necessidades emocionais... tudo depende dessa figura de apego.

Portanto, a criança que desenvolve um apego seguro na infância perceberá e construirá relacionamentos saudáveis ​​quando adulto. Se esse bebê sentir que pode confiar na figura de apego, ele, por sua vez, entenderá que o ambiente é seguro, que ele pode confiar.

Isso lhe dá capacidade exploratória: exploro porque estou calmo, minhas necessidades foram atendidas e a tranquilidade de que eles cuidarão se algo acontecer comigo. Posso pedir ajuda e eles vão me atender, então eu relaxo, exploro, me divirto enquanto exploro e por isso entendo que o ambiente também é bom e também me dá confiança.

Sua percepção do mundo faz parte do estilo de apego. As consequências do apego, sejam elas quais forem, se estendem por toda a vida. O tipo de apego que o adulto teve na infância e que estendeu até a vida adulta, pode influenciar diretamente no tipo de apego que ele tem com seu bebê também.

A figura de apego pode ser qualquer um dos pais, ou os dois, os avós etc. O importante é que ela exista.

Marque uma mãe que precisa saber disso. 💜

Endereço

Rua Pompeu Loureiro 64, Casa 06, Copacabana
Rio De Janeiro, RJ

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Categoria

Quem é Ana Luz Francés

Psicóloga clínica, Orgonoterapeuta, Especialista em Psicologia e Sexualidade, Especialista em Terapia da Criança e do Adolescente, Fundadora e Coordenadora da ONG Vida ViVa – Orgonomia em Movimento (2002), e membro efetivo da ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento.

Atuante em movimentos sociais, com foco na saúde integral da mulher, da criança e na prevenção das neuroses, dedicou sua formação acadêmica na prática clínica com famílias, adultos, adolescentes, crianças e bebês desde 1986.

Formou-se orgonoterapeuta e economista sexual pelo C.I.O – Centro de Investigação Orgonômica Wilhelm Reich (1985-1997), onde participou da coordenação das áreas de estudo e pesquisa com gestantes e bebês e de terapia infantil. Orgonomista formada pelo Open Orgonomy de Nova Iorque (1993-2003).

Fez treinamento em EMDR (Terapia de Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares), NÍVEIS I e II, pelo Instituto Francine Shapiro, em 1999. Tem ainda especialização em psicoterapia corporal da criança e do adolescente (2003-2005). Estuda e pesquisa os processos envolvidos na amamentação desde 1986.