Hugo Salmen Evangelista

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30/04/2026

A pergunta parece simples. Mas, muitas pessoas “travam” quando precisam respondê-la profundamente.

Grande parte das pessoas construiu a própria identidade a partir do que faz, do lugar onde vive ou do papel que ocupa. E, de certa forma, isso funciona até o momento em que algo muda.

Quando o trabalho muda. Quando a rotina muda. Quando a vida sai do controle.

É aí que aparece uma sensação difícil de nomear: a de não saber mais quem se é sem essas referências.

Não é apenas uma questão filosófica. É também psíquica.

Se você pudesse comentar aqui quem você é, qual seria a resposta?

Vídeo: Canal Brasil

O trabalho não ocupa só o seu tempo.Ele começa a ocupar a forma como você se percebe, o valor que você atribui a si mesm...
29/04/2026

O trabalho não ocupa só o seu tempo.

Ele começa a ocupar a forma como você se percebe, o valor que você atribui a si mesmo e até a forma como você se apresenta ao mundo.

Deixa de ser apenas uma atividade e passa a funcionar como referência de identidade.

Você não fala apenas do que faz. Você passa a se confundir com isso.

E, quando essa identificação é muito forte, qualquer instabilidade no trabalho não afeta só a rotina, afeta quem você sente que é.

Não é só trabalhar muito.

É também o fato de que o trabalho deixa de ser parte da vida e passa a ser o lugar onde você se define.

Fora do que você faz, o que ainda sustenta quem você é?

27/04/2026

Existe um tipo de cansaço que não vem do esforço físico.

Ele vem do excesso. Excesso de informação, de cobrança, de comparação, de exigência sobre quem você deveria ser.

A mente não para. É o tempo inteiro algo pedindo atenção, decisão, melhora, desempenho.

E, no meio disso tudo, surge a sensação de que nunca é suficiente.

Talvez o problema não seja falta de capacidade. Talvez seja o volume de demandas que ninguém foi preparado para sustentar.

Vídeo:

20/04/2026

Quando alguém tão fundamental se vai, não é só a ausência que aparece. Algo dentro também se rompe.

O luto atinge o psíquico porque mexe com a forma como a gente se reconhece, se organiza e se sustenta no mundo.

Perder alguém assim não é apenas perder um vínculo. É perder referências internas.

Por isso vem o vazio, a desorientação, a sensação de não saber mais quem se é sem aquela presença.

Não é exagero. É o impacto real de uma perda que atravessa a estrutura emocional e nos redefine de uma forma que ainda não sabemos como.

A leitura, hoje, não disputa só com a falta de tempo. Ela disputa com tudo.Com a velocidade, com a distração constante, ...
17/04/2026

A leitura, hoje, não disputa só com a falta de tempo. Ela disputa com tudo.

Com a velocidade, com a distração constante, com a necessidade de estímulo a cada segundo. Por isso, ler deixou de ser automático. Passou a exigir escolha.

Escolha de desacelerar. De sustentar a atenção. De permanecer. E talvez seja exatamente aí que ela ganha força.

Neste novo texto, falamos sobre o lugar da leitura na saúde mental em um mundo cada vez mais fragmentado.

👉 Acesse o blog e leia completo: www.hugosalmen.com.br

A leitura pede algo que tem ficado cada vez mais raro: tempo, silêncio e atenção.Em meio a uma rotina marcada por estímu...
16/04/2026

A leitura pede algo que tem ficado cada vez mais raro: tempo, silêncio e atenção.

Em meio a uma rotina marcada por estímulos rápidos, parar para ler um livro pode parecer difícil. Não porque seja complexo, mas porque exige permanecer, acompanhar um pensamento até o fim, sustentar a presença.

E talvez seja justamente por isso que faz diferença.

Ler não é só consumir conteúdo. É também organizar a mente, desacelerar o ritmo e criar um espaço interno em meio ao excesso.

Qual foi o último livro que você leu? Deixe aqui nos comentários de indicação!

O cuidado com a saúde costuma começar tarde.Na maioria das vezes, não é por falta de informação, mas por hábito. Seguimo...
31/03/2026

O cuidado com a saúde costuma começar tarde.

Na maioria das vezes, não é por falta de informação, mas por hábito. Seguimos a rotina, priorizamos as obrigações e aprendemos a conviver com sinais que indicam que algo já não está bem.

O problema é que o sofrimento raramente surge de forma repentina. Ele se constrói aos poucos, enquanto é ignorado.

Campanhas como o Março Laranja nos lembram que prevenção não é apenas sobre exames ou diagnósticos. É também sobre desenvolver uma relação mais atenta com o próprio corpo e com os próprios limites.

Existe um padrão bastante comum na forma como lidamos com a saúde: tendemos a procurar ajuda apenas quando o sofrimento ...
30/03/2026

Existe um padrão bastante comum na forma como lidamos com a saúde: tendemos a procurar ajuda apenas quando o sofrimento já se tornou difícil de sustentar.

Com o tempo, o que poderia ter sido cuidado no início acaba se transformando em algo maior.

Prevenção não é apenas um conceito médico. É também uma postura diante da própria vida: prestar atenção, reconhecer limites e permitir-se cuidar antes que a urgência se imponha.

29/03/2026

Durante a semana, a vida costuma ser organizada por compromissos, prazos e responsabilidades. O tempo é fragmentado, acelerado e frequentemente orientado pela produtividade.

O domingo, para muitas pessoas, ocupa um lugar diferente. Ele carrega rituais que se repetem: o almoço em família, a conversa mais longa, a visita, a pausa que permite reencontro. Há uma espécie de previsibilidade afetiva nesses momentos, algo que não depende de desempenho, mas de presença.

Esses pequenos rituais ajudam a sustentar vínculos e a criar referências emocionais estáveis. Não é apenas sobre descanso, mas sobre pertencimento.

Na sua casa, o almoço de domingo também é algo especial?

Estudos mostram que pessoas que costumam fazer refeições acompanhadas tendem a apresentar menos sintomas depressivos. Nã...
28/03/2026

Estudos mostram que pessoas que costumam fazer refeições acompanhadas tendem a apresentar menos sintomas depressivos. Não apenas pelo alimento em si, mas pela experiência de compartilhar tempo, histórias e presença.

Sentar à mesa com alguém cria pequenas pausas na rotina acelerada e reforça vínculos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia.

Em um tempo marcado pela pressa e pela vida mediada por telas, talvez recuperar esses momentos simples de convivência também seja uma forma de cuidar da saúde mental.

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