20/03/2026
🚨Relação entre (TH) na menopausa e risco de : revisão sistemática e meta-análise
⚠️Acaba de ser publicado! Os pesquisadores sintetizaram dados 📊de 34 estudos, >4 MILHÕES de participantes, para identificar como diferentes formulações influenciam os riscos de câncer de mama.
👉Os resultados reforçam o que já sabíamos: a terapia combinada de estrogênio e progesterona (EPT) está associada a um aumento modesto (+15% no RISCO RELATIVO), mas estatisticamente significativo, na incidência da doença.
👉Em contrapartida, o uso isolado de estrogênio (ET) não aumentou o risco.
👉Olhando os dados com mais profundidade: O aumento do risco RELATIVO associado à TH é impulsionado pela EPT (OR = 1,44), Já a ET não apresentou uma associação significativa (OR = 1,00) em estudos observacionais, e efeito protetor da ET em ensaios clínicos randomizados (RCTs) -22% (OR = 0,78).
👉O risco é influenciado pela duração do uso. O uso a curto prazo (< 5 anos) não aumentou o risco, mas o uso ≥ 5 anos aumentou o risco relativo (OR = 1,48).
👉O risco na EPT também varia conforme o tipo de progesterona utilizada. Versões sintéticas, como o acetato de medroxiprogesterona e a noretisterona, apresentam um risco maior do que alternativas naturais, como a progesterona micronizada.
👉O perfil de risco não é uniforme globalmente. Na Europa, tanto a EPT quanto a ET aumentam o risco (OR de 2,02 e 1,24). Já na América do Norte, a ET reduziu o risco (OR = 0,87). Essas diferenças podem refletir padrões regionais e o uso de diferentes tipos de progestágenos.
👉😂O risco de câncer de mama associado à EPT diminui após a interrupção. Enquanto as usuárias atuais enfrentam um risco maior (OR = 1,62), não aumentou o risco para as usuárias antigas (OR = 0,97). O risco elevado associado à TH parece declinar após a descontinuação.
⚠️O estudo conclui que o perfil de segurança da TH é fortemente influenciado pelo tipo, pela duração do tratamento e por variáveis geográficas. Dessa forma, as evidências sugerem a necessidade de uma abordagem personalizada