Fonoaudiologia para idosos

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22/06/2014

Cuidados necessários com o paciente disfágico:
1) Durante a alimentação, o paciente deverá ficar sentado ou com a cabeceira da cama elevada a, pelo menos, 45 graus. A cabeça deve estar centralizada. Se necessário, usar rolinhos de toalhas ou lençóis para apoiá-la;
2) Jamais alimente o paciente quando estiver sonolento ou muito agitado;
3) Conservar os dentes e toda a boca sempre bem higienizada, evitando infecções. Deve-se fazer a limpeza da boca principalmente após as refeições, para que nenhum resíduo alimentar permaneça na cavidade oral, com risco de ser broncoaspirado;
4) O ambiente da alimentação deve ser calmo e sem distração do paciente;
5) Os pacientes que retém muita saliva na boca devem ser constantemente aspirados, evitando a broncoaspiração;
6) O volume, a consistência e os utensílios usados na alimentação, devem ser indicados pelo fonoaudiólogo do paciente. Cada um tem suas necessidades especiais;
7) Certificar-se de que o paciente terminou de engolir o alimento antes de oferecer a próxima colherada;
8) Se for observada a presença de resíduo alimentar depois da deglutição, uma colher vazia poderá ser colocada na boca do paciente para estimular uma outra deglutição que limpe a cavidade oral;
9) Alguns pacientes que sofreram AVC, por exemplo, apresentam um lado mais fraco. O alimento deve ser oferecido pelo lado bom, para melhor controle na boca.

22/06/2014

O que é uma traqueostomia?
É uma abertura na traquéia que permite a passagem de uma cânula. É através dessa cânula que o paciente receberá o oxigênio.

Mudanças fisiológicas ocasionadas pela traqueostomia:

1)Ausência de voz ou voz comprometida;
2)Alteração na umidificação, aquecimento e filtragem do ar;
3)Alteração do olfato e paladar;
4)Diminuição nos mecanismos de defesa, resultando em aumento de secreções e riscos de infecções;
5)Modificação da resistência do fluxo aéreo;
6)Perda da pressão subglótica fisiológica positiva.

22/06/2014

Sinais e Sintomas:

Sinais que indicam a necessidade do atendimento fonoaudiológico:

01. Tosse e/ou engasgos durante ou após a alimentação ;
02. Perda inexplicável de peso ;
03. Falta de apetite ;
04. Desnutrição ;
05. Desidratação ;
06. Preferência por alimentos mais pastosos ;
07. “Falta de ar”durante ou após a alimentação;
08. História de refluxo gastro-esofágico;
09. Idade avançada;
10. Lentidão para fazer as refeições;
11. Prematuridade ;
12. Dificuldade na sucção,respiração e deglutição ;
13. Dificuldade na leitura e/ou escrita ;
14. Em tratamento odontológico(uso de aparelho ortodôntico)
15. Projeção lingual durante a fala e/ou deglutição;
16. Problemas neurológicos (AVC, neuropatia, tumor, demência, Doença de Parkinson, Alzheimer, TCE, etc.);
17. Câncer de boca, faringe,laringe,esôfago;
18. Fístula traqueo-esofágica;
19. Traqueostomia;
20. Em uso de sondas para alimentação;
21. Gastrostomia ou jejunostomia;
22. Paralisia facial;
23. Rouquidão persistente ou outras alterações vocais;
24. Dificuldade para falar;
25. Dificuldade em compreender ;
26. Dificuldade em manejar as secreções orais e/ou saliva ;
27. Tosse úmida ou borbulhante;
28. Boca seca;
29. Dor ao engolir;
30. Infecções respiratórias de repetição, principalmente pneumonias;
31. Doenças pulmonares (DPOC, efizema, etc.);

22/06/2014

Como a fonoaudiologia trata a disfagia
Primeiro, o fonoaudiólogo deve realizar uma avaliação detalhada da deglutição, solicitando quando necessário, a realização de exames complementares (videofluoroscopia e nasofibroscopia da deglutição). Após a avaliação clinica e complementar é possível planejar o tratamento fonoaudiológico, o chamado gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação via oral, que pode ser feito pela orientação de exercícios, manobras facilitadoras e de proteção das vias respiratórias.

22/06/2014

O QUE É DISFAGIA?
É a alteração da deglutição que surge em decorrência de uma doença de base. Esta dificuldade para deglutir pode afetar qualquer parte do trato da deglutição desde a boca até o estômago.
A deglutição pode ser definida pelo ato de engolir. Um processo que deve satisfazer os requisitos nutricionais através de mecanismos fisiológicos capazes de obter o alimento, ingerí-los e assimilá-los.
Os músculos faciais, linguais, mastigatórios, faríngeos, esofágicos e respiratórios participam da deglutição. Distúrbios neurológicos que prejudicam a contração coordenada de qualquer desses músculos podem causar disfagia e secundariamente, obstrução das vias aéreas, pneumonia por aspiração e desnutrição.
Na disfagia, o mecanismo da deglutição é alterado, podendo causar tosses, engasgos, dor, resíduo de alimento na boca após a deglutição, alimentação muito lenta, broncoaspiração do alimento, pneumonias de repetição, perda de peso, recusa do alimento, preferência por alimentos macios ou pastosos, denutrição, desidratação e necessidade de uso de dieta via enteral.
São várias as causas que originam a disfagia: paralisia cerebral,traumatismo crânio encefálico,acidente vascular encefálico,câncer de laringe,trauma raqui medular, tumor cerebral, síndromes, Aids, encefalopatia, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, miastenia grave, infeccões congênitas, demência, alzheimer, parkinson, distrofias neuro musculares, quadros psiquiátricos.
Em alguns casos a disfagia pode ser transitória como, por exemplo, numa situação de próteses dentárias mal adaptadas, ou em fase de recuperação pós cirúrgica.
Seu diagnóstico e imediato tratamento é essencial para evitar complicações respiratórias e nutricionais, prolongamento de internação e com isso maior exposição às infecções hospitalares, bem como para evidenciar uma doença de base ainda não detectada.

22/06/2014

Terapia fonoaudiológica no paciente disfágico

A terapia fonoaudiológica inicia-se com a observação da capacidade de alimentação do paciente. A partir deste dado, o planejamento de uma conduta imediata visa à melhora do estado geral e manutenção de uma dieta segura. As estratégias compensatórias e técnicas posturais durante a deglutição a serem utilizadas no tratamento são selecionadas no momento do exame ou avaliação, assim como consistência, volume e temperatura, dependendo do diagnóstico médico, condições físicas e estado geral, estado de consciência, habilidades cognitivas e habilidades de linguagem e fala.
O propósito da atuação fonoaudiológica em disfagia é o de propiciar ao paciente o retorno a uma deglutição eficiente através do desenvolvimento de uma fisiologia adaptada aquele indivíduo, obtida com a reeducação da deglutição. A deglutição eficiente com menor risco de aspiração diminui significativamente o tempo de uso da sonda nasoentérica assim como da traqueostomia.
Uma deglutição eficiente permite uma melhor qualidade de vida, desenvolvendo ao paciente a motivação, o conforto e o prazer de alimentar-se, com menor risco de infecções pulmonares por aspiração. Além das vantagens humanas, a possibilidade de melhores resultados com um tempo menor de hospitalização acarreta diminuição de custos.

fotos que simboliza o trabalho multidisciplinar com os idosos dando qualidade de vida para todos
22/06/2014

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Endereço

Rio De Janeiro, RJ
20560-000

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