09/10/2025
Diabetes — quando a doçura da vida se esconde 💫
A diabetes é muito mais do que um desequilíbrio físico no açúcar do sangue.
Ela é um chamado da alma, um lembrete de que algo dentro de nós deixou de sentir a doçura da vida.
O corpo reage quando a vida perde sabor, quando o coração se fecha para as alegrias simples e o amor deixa de circular livremente.
O açúcar, que simboliza o prazer, o afeto e a ternura, começa então a se tornar tóxico... não porque ele é o inimigo, mas porque o corpo já não reconhece sua doçura como algo natural.
💔 No campo emocional e espiritual:
A diabetes muitas vezes nasce de um conflito de resistência interna.
É a dor de perder algo ou alguém que trazia sentido, a tentativa de controlar o que não está mais sob nosso domínio, ou a dificuldade em aceitar o fluxo da vida como ele é.
O coração, ressentido, começa a endurecer... e o corpo traduz esse fechamento com o excesso de açúcar no sangue — um açúcar que não é absorvido, porque a doçura deixou de ser vivida.
👁️ Quando o corpo não quer mais ver...
Uma das consequências mais conhecidas da diabetes é a perda gradual da visão.
No plano energético, essa cegueira representa o não querer ver algo que causa dor — o passado que ainda pesa, a verdade que machuca ou a realidade que o coração resiste em aceitar.
Os olhos, reflexo direto da alma, expressam essa negação, e a visão se turva porque a luz interior se apagou um pouco.
🩹 E as feridas que custam a cicatrizar...
Falam de dores antigas que permanecem abertas.
São mágoas, ressentimentos e culpas que o tempo não curou, apenas silenciou.
O corpo mostra que, enquanto o coração não se permitir perdoar e soltar, nenhuma ferida — física ou emocional — consegue se fechar por completo.
✨ Fisicamente:
O pâncreas, responsável por regular a glicose, é também o órgão ligado à autossuficiência e ao amor próprio.
Quando vivemos em constante cobrança, autoexigência ou falta de carinho, ele se sobrecarrega.
A insulina — essa ponte de harmonia entre o que entra e o que é absorvido — perde seu ritmo.
É como se o corpo dissesse:
“Você não precisa mais tanto controle, precisa sentir.”
🍎 Cuidar do físico é honrar o corpo:
Evitar excessos e buscar o equilíbrio alimentar.
Alimentar-se com calma, apreciando o sabor de cada alimento.
Caminhar, respirar e se expor à luz do sol, especialmente entre 9h e 11h, quando o pâncreas está mais ativo.
A natureza oferece aliados: abóbora, quiabo, canela, gengibre, cúrcuma, alimentos ricos em fibras e com baixo índice glicêmico.
🌿 Mas o verdadeiro remédio começa dentro:
Permitir-se sorrir novamente.
Redescobrir o prazer das pequenas coisas — um café, um abraço, um pôr do sol.
É devolver à vida o sabor que ela nunca deixou de ter, apenas esquecemos de sentir.
💫 E o Reiki...
O Reiki atua devolvendo o fluxo amoroso à energia do corpo.
Durante a aplicação, o campo emocional se abre, liberando mágoas antigas, suavizando resistências e fortalecendo o pâncreas e o plexo solar — centros da autoconfiança e da aceitação.
A energia universal devolve à alma aquilo que a mente havia bloqueado: a capacidade de se nutrir de amor e doçura, de voltar a ver com o coração e permitir que a vida flua com leveza.
🌸
A diabetes é, em essência, um convite à reconciliação com a vida.
A cura começa quando paramos de lutar contra o que sentimos e começamos a acolher o que somos — com ternura, paciência e amor.
✨
Com carinho e luz,
Cristina Ito 💚