13/01/2026
Há um peso silencioso em manter uma imagem, uma postura, um controle
que um dia te protegeu.
Mas quando a máscara vira identidade,
o corpo começa a pagar a conta
em silêncio.
Talvez descansar não seja parar tudo,
talvez seja parar de sustentar o que não é você e deixar a vida voltar a circular.
Nem sempre é a vida que pesa.
Às vezes, é o esforço invisível
de sustentar um personagem funcional, competente, admirável,
mas desconectado do próprio ritmo.
Essa máscara foi necessária,
ela te manteve de pé. Mas quando deixa de ser recurso e vira morada,
o corpo começa a se afastar.
Não em colapso.
Em silêncio.
Talvez o descanso que você procura
não seja pausa, nem fuga, nem mais controle. Talvez seja presença,
talvez seja voltar a habitar o corpo
antes que ele precise gritar.
👉 Em qual área da sua vida
você sente que está sustentando
mais do que habitando hoje?
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